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sábado, 16 de dezembro de 2017

PAULA BRITO e COSTA Ex-presidente da Associação Raríssimas: “Merecia um pedido de desculpas do país”

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RARÍSSIMAS
PAULA BRITO e COSTA Ex-presidente da Associação Raríssimas


“Merecia um pedido de desculpas do país”


Texto Hugo Franco e Vera Lúcia Arreigoso Foto Ana Baião

Paula Brito e Costa fotografada esta terça-feira na Casa dos Marcos, poucas horas antes de apresentar a demissão como presidente da Raríssimas


Os vestidos caros eram fardas para ir à rainha, as gambas para servir a diplomatas e mecenas, o BMW para uso de toda a direção e o PPR uma compensação por prémios de produtividade mensais nunca recebidos. É assim que Paula Brito e Costa, ex-presidente da Raríssimas, justifica, na única entrevista dada a um jornal, os gastos que ex-tesoureiros lhe apontam como prova de uma gestão danosa dos dinheiros públicos.

Quem convidou o ministro Vieira da Silva para vice da Assembleia-Geral da Raríssimas?


Fui eu. Quando Vieira da Silva foi ministro da Solidariedade Social deu um apoio financeiro muito substancial para a construção da Casa dos Marcos [unidade na Moita que presta cuidados a crianças com doenças mentais ou raras, inaugurada em 2014], juntamente com a Misericórdia de Lisboa, o que me deixou admirada, pois não o conhecia.


Quanto receberam?


Meio milhão, e nunca mais o vi. Continuou no Governo e depois, como deputado, reunimos no Parlamento para agradecer a ajuda e convidei-o para a vice-presidência.


Vieira da Silva foi pago?


Não. Vieira da Silva não tem uma areia onde se lhe toque sobre este caso. É uma das pessoas com a maior integridade que já vi na minha vida.


Como explica o salário de €3 mil como presidente de uma IPSS quando o máximo por lei é €1600?


Não sou remunerada enquanto presidente da instituição. Sou uma empregada por conta de outrem e por isso não estou no regime das IPSS. Tenho um contrato de trabalho com a Raríssimas, de julho de 2013, como diretora-geral da associação e da Casa dos Marcos. Os administradores não são pagos com o dinheiro do Estado para ajudar os meninos.


Em 2015 a instituição tinha um prejuízo de €500 mil e no ano seguinte de €100 mil?


Sim, por causa da construção da Casa dos Marcos. Foram só esses os dois anos negativos.


O ex-tesoureiro Jorge Nunes disse que não tinha dinheiro para pagar ordenados e fornecedores.


Esse senhor é um inconsequente. Não tinha conhecimentos nem formação. Fez muita asneira. O mais engraçado é que esta semana pediu a reintegração, um ano depois de ter saído.


Quem o escolheu?


Pessoas como o Jorge Nunes são uma herança antiga de uma IPSS que geria €100 mil. Quando começou a crescer, passou a ter muitos milhões angariados pela Paula Brito e Costa. É bom pensar que todos os tijolos que estão aqui são da minha responsabilidade. Este é o orgulho que eu deixo ao meu país. A Casa custou €10 milhões, o Estado deu um bocadinho, e chegaram a sugerir-me que ganhasse uma percentagem do que angariasse. Não achei justo. Às vezes angariava meio milhão de euros para a Casa dos Marcos. Se ganhasse 10% desse valor fazia a minha vida num instantinho.


“Às vezes angariava meio milhão de euros para a Casa dos Marcos. Se ganhasse 10% desse valor fazia a minha vida num instantinho”


A Raríssimas recebe dinheiro de quem?


Do Ministério da Saúde, pelos cuidados continuados, e da Segurança Social, pelo lar e pela residência autónoma. Serão €2 milhões do Estado. Outros €2 milhões vêm de donativos, coimas dos tribunais ou das doações do IRS e do IVA.


A Paula recebe €1300 de ajudas de custo, €1500 de deslocações e €816 num PPR. Confirma?


O meu contrato de trabalho diz que tenho direito a um prémio de produtividade de €1500 por mês, que nunca recebi porque achei que seria uma exorbitância. Como nunca tive aumento, a direção achou que, por termos as contas equilibradas, traduziria o prémio de produtividade num PPR. Vou fazer 50 anos, tenho de preparar a minha reforma.


E quanto às ajudas de custo e deslocações?


O valor das ajudas de custo está correto. Quanto às deslocações, deixei de as receber em março, altura em que passei a ter carro da empresa.


E porquê um BMW?


Era para ser um Volvo bem mais caro. Ficou o BMW que serve todo o conselho de administração da Casa dos Marcos.


É acusada de comprar vestidos caros da Karen Millen com o cartão de crédito da Raríssimas.


Para mim são fardas. Não é um luxo, é um vestidinho. Toda a vida só vesti Karen Millen. No mesmo dia [6 de outubro], à mesma hora e no mesmo local [El Corte Inglés], comprei mais vestidos da mesma estilista com o cartão de crédito pessoal. [Mostra faturas]. É verdade que compro vestidos da Karen Millen para ir a eventos da Raríssimas. Mas são dois por ano e geralmente para ir à rainha. Não foi o procedimento mais correto. Só fiz isso uma vez e por desconhecimento.


E a compra de gambas por €230 também com o cartão da Raríssimas?


Gambas? Sou alérgica a marisco. Sempre recebi figuras internacionais. Foi um jantar em minha casa com dez pessoas que iriam investir na associação. Fomos comprar queijos, vinho, risotto e camarão. Se os levasse ao Gambrinus a conta seria muito superior, a exposição maior (e alguns não gostam) e o barulho insuportável para trabalhar e definir estratégias internacionais.


Alguma vez usou o cartão da Raríssimas para gastos pessoais?


Jamais faria uma coisa dessas porque não preciso. Além disso, as grandes obras só se fazem com muito carácter.


Sobre o seu marido, que também trabalha na Raríssimas, afirmou que o “homem da manutenção” ganha mais do que ele.


E ganha. O pai dos meus filhos é tão fundador como eu e trabalhou uma série de anos como voluntário.


E o seu filho ia ficar com isto tudo? Era o “herdeiro da parada”.


Foi sempre assim que o chamei porque o Marco [filho que morreu quando era adolescente] dizia ao irmão: “Quando eu morrer, isto é tudo teu.” A frase foi dita numa reunião onde o humor imperava.


“É verdade que compro vestidos da Karen Millen para ir a eventos da Raríssimas. Mas são dois por ano e geralmente para ir à Rainha”


Diz que “varreu a casa”. Quando foi isso?


Não podia deixar que meia dúzia de incompetentes continuassem. Pedi uma auditoria externa à consultora PKF. Começámos pelo Norte, na Maia, e processo levou ao afastamento da vice-presidente, Joaquina Teixeira. O relatório foi entregue ao Ministério Público (MP) a 27 de julho.


O que foi descoberto?


A vice-presidente, entretanto afastada, usava recibos falsos. A queixa-crime é de abuso de confiança, peculato e fraude fiscal. Por exemplo, havia uma faturação indevida, usada em nome próprio ou de familiares, para efeitos de IRS e, suspeitamos, para reembolso de seguros. Também foi detetado que a angariação de peditórios de rua ia para o irmão da vice-presidente para que fossem depositados nas contas das suas empresas.


Avisou Vieira da Silva da auditoria?


Fui ter com ele, levei a auditoria e contei toda a história. Foi uma reunião longa, fez-me muitas perguntas e acabou por responder que só faltava fazer uma coisa: entregar o relatório da auditoria às autoridades competentes. Foi o que fizemos.


Algum vez existiu suspeitas de fraude nas contas da Raríssimas?


Não. A única fraude que existiu fui eu que a descobri.


Qual é o montante sob suspeita no MP?


São centenas de milhares de euros.


Sabe em que fase está o processo?


Acho que ainda ninguém foi ouvido. Pensámos em colocar o caso nos jornais em agosto mas preferimos resguardar a Raríssimas. Eles decidiram agora jogar por antecipação e retaliaram. Uns roubam verdadeiramente e eu, que comprei uns camarões para uns diplomatas, sou crucificada na praça pública.


O que fazia o ex-secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, na Raríssimas?


Precisava de alguém com experiência em administração hospitalar para me aconselhar sobre os caminhos a seguir na Casa dos Marcos. Por exemplo, saber o número ideal de enfermeiros ou médicos para determinada unidade. Fizemos um contrato de prestação de serviços por tempo determinado de €2200 euros (e não de €3 mil como se diz). Quando a Casa ficou pronta foi-se embora.


Recebeu no total 63 mil euros?


Só fazendo as contas.


Como vê a sua demissão do Governo por alegadas “razões pessoais”?


Não comento.


Os funcionários têm de se levantar à sua passagem?


Não é quando eu passo, é quando chegam visitas. São procedimentos da receção e que fazem parte do protocolo do bem receber. Pode ser uma mãe ou uma figura institucional.


Priva com a rainha Letizia, foi recebida pelo Papa. Tem uma boa rede de influências?


Muito poderosa, mas sempre a utilizei exclusivamente para a proteção e o bem-estar dos meus ‘filhos’ aqui dentro. Sou uma lobista social. Se eu quisesse estar na política já estaria.


O que vai acontecer agora?


Vão encontrar as irregularidades deixadas por quem coloquei na rua para limpar a casa. Saio como presidente da Raríssimas, mas fico como diretora da Casa dos Marcos.


Porquê?


Porque tenho um contrato individual de trabalho como diretora-geral da Casa dos Marcos e para sair vamos ter de negociar.


Volta à Raríssimas se se provar que não houve gestão danosa?


Não. Sinto-me muito magoada com o meu país. Só fiz o bem. Estão com medo do meu poder? Só o uso para a Raríssimas. Provem que usei dinheiro público. Não usei. Merecia um pedido de desculpas do país.


Jornal Expresso SEMANÁRIO#2355 - 16 de Dezembro de 2017

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Roda Gigante

Roda Gigante




Título original: Wonder Wheel
De: Woody Allen
Com: Jim Belushi, Juno Temple, Justin Timberlake, Kate Winslet
Género: Drama
Classificação: M/14
Outros dados: EUA, 2017, Cores, 101 min.

Nova Iorque, década de 1950. Ginny é uma ex-actriz que agora trabalha como empregada de mesa. Casada com Humpty, o operador de carrossel do Parque de Diversões de Coney Island, sente a vida passar-lhe ao lado. Um dia, conhece Mickey, um jovem e atraente nadador-salvador que sonha tornar-se escritor, por quem se apaixona perdidamente. Mas quando Carolina, a filha de Humpty, regressa inesperadamente a casa para fugir do marido, Ginny vê-se a dividir com ela a atenção do jovem amante. Entre as duas nasce uma rivalidade que acaba por colocá-las numa situação particularmente delicada…

Com realização e argumento do veterano Woody Allen, um filme dramático com Kate Winslet, Jim Belushi, Juno Temple e Justin Timberlake nos papéis principais. PÚBLICO

Cultura-Ípsilon
Crítica Cinema

Uma roda gigante chamada desejo 
Woody Allen mergulha nos histrionismos teatrais do grande teatro americano e, na linhagem de Match Point e Crimes e Escapadelas, arranca um dos seus grandes filmes recentes.



Roda Gigante   ★★★★


Jorge Mourinha

13 de Dezembro de 2017

Se Roda Gigante parece histriónico ou barroco, isso é deliberado por parte de Allen que compreendeu como esta história não se compadecia com as meias-tintas do realismo

Talvez não exista um título mais apropriado para esta fase da carreira de Woody Allen do que Roda Gigante – já há uns anos que domina a sensação do realizador andar, literalmente, “à roda”, em círculo, umas vezes mais inspirado outras menos mas sempre sem sair das coordenadas que lhe são já reconhecidas. Roda Gigante, felizmente, é um filme inspirado – e bastante inspirado por sinal, pelo grande teatro americano de dramaturgos como Tennessee Williams ou Eugene O’Neill, e pelas próprias questões existenciais que perseguem o Allen mais sério de Crimes e Escapadelas (1989) ou Match Point (2005). Depois do bastante subvalorizado Cafe Society (2016), Allen volta a ancorar o novo filme no passado, neste caso na Nova Iorque dos anos 1950 e mais especificamente no enorme parque de diversões ao ar livre de Coney Island, onde instala uma pequena tragédia familiar entre os feirantes.

Ginny (Kate Winslet), actriz frustrada e criada numa marisqueira, vai gerindo como pode a responsabilidade de aguentar de pé uma família disfuncional, entre um filho um pirómano em construção e um segundo marido operador de carrossel e alcoólico em recuperação. No meio do caos cai Carolina (Juno Temple), a enteada, em fuga do mafioso com quem casou e que a quer mandar desta para melhor, à procura de um poiso para refazer a vida. A coisa, escusado será dizer, vai dar para o torto quando as duas mulheres dão por si atraídas por um dos salva-vidas das praias da zona (Justin Timberlake).

Winslet, em grande forma, torna Ginny numa mulher desesperadamente romântica, disposta a tudo para fugir ao destino que a parece tolher, algures entre a Blanche Dubois do Eléctrico Chamado Desejo e o Terry Malloy de Há Lodo no Cais (“I coulda been a contender...”). E é nesse jogo de referências entre o palco, o écrã e a vida que Allen ganha Roda Gigante. A história que criou pode limitar-se a baralhar as mesmas cartas e dá-las de novo, mas tem algo de estufa claustrofóbica ampliada pela cenografia do apartamento como uma espécie de palco teatral onde tudo se revela; o salva-vidas, também ele um romântico candidato à desgraça, tem aspirações a dramaturgo e às tantas oferece a Ginny as obras completas de Eugene O’Neill. Tudo se encaixa numa espécie de “meta-texto” onde a dimensão teatral da história está sempre presente mas é transcendida e prolongada pelo e para o cinema; as suas personagens são seres flagelados pelo destino, condenados a penar pelos erros que cometeram, arquétipos tirados das tragédias clássicas, numa mistura de praga judia e castigo dos deuses gregos (em ambos os casos, tópicos recorrentes no cinema de Allen). Se Roda Gigante parece por vezes histriónico ou barroco, isso é claramente deliberado por parte de um realizador que compreendeu como esta história não se compadecia com as meias-tintas do realismo – tal como a fantasia de Coney Island, exige as luzes e o neon, o simbolismo carregado e puxado ao limite, com riscos formais que não são habituais nos seus filmes.

Nada de novo, é certo, mas feito com uma inteligência e maturidade extraordinária que tornam Roda Gigante num dos melhores momentos da filmografia de Allen, digníssimo sucessor de Match Point e Blue Jasmine (2013).

FOTOGALERIA







TRAILER

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Altice e pára o baile

2.59 para explicar o mundo

Altice e pára o baile


Em dois minutos e 59 segundos, Nicolau Santos explica como o império de telecomunicações da Altice foi construído por Patrice Drahi em poucos anos com o recurso a uma montanha gigante de endividamento bancário. E como a empresa já aplicou em Portugal a receita que espalhou noutros pontos do globo, assente em corte e (muitos) despedimentos. Drahi é um dos homens mais ricos de França mas a sua Altice está numa situação difícil. A empresa tem sofrido fortes quedas em bolsa, com grande perda de valor. Com este cenário, e sabendo-se das dúvidas quanto à concentração dos media que o negócio da compra da TVI pela Altice levanta, fica a pergunta: “Se fosse você, aprovava o negócio?”




terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Sara Tavares: “Estive 8 anos sem fazer nada e não foi só por causa da doença. Estava bué zangada”


Sara Tavares: “Estive 8 anos sem fazer nada e não foi só por causa da doença. Estava bué zangada”







OBSERVADOR, 10 Dezembro 2017




      Cátia Bruno


Cresceu no Pragal, mas foi em Cabo Verde que encontrou as raízes. Teve momentos em que a música deixou de fazer sentido; mesmo assim continua a viver para cantar. Sara Tavares em entrevista de vida.
O Chuva de Estrelas ficou para trás e Sara nem quer falar muito sobre isso. A conversa no Botequim da Mouraria, na Graça, é pontuada pela sinceridade, mas o verdadeiro entusiasmo surge, isso sim, quando fala em “Fitxadu”, o álbum de originais lançado em outubro deste ano, e na equipa que trabalhou com ela. Conductor (dos Buraka Som Sistema), Loony Johnson, N’du, foram alguns dos que lhe cederam os estúdios e emprestaram o seu talento para ajudá-la a aventurar-se um pouco no mundo da eletrónica. É uma Sara Tavares como nunca a vimos que regressa assim eletrizada — em disco e no palco.
Sara reencontrou o prazer de compor e cantar, depois de um período conturbado. Um tumor benigno no cérebro forçou-a a parar em 2009, mas antes disso já a exaustão se tinha instalado. Havia algum desencanto, algum incómodo. A cantora, que não gosta da ideia de ser “um livro aberto para estranhos”, ainda procura o equilíbrio de se mostrar ao público sem ter de se despir totalmente. Mesmo assim, levanta um pouco a cortina nesta entrevista: fala da infância como maria-rapaz, de como fez as pazes com o seu passado ao conhecer os avós em Cabo Verde, do desconforto que sente com a máquina da World Music.
Fala, também, do enorme prazer de cantar e de estar a “lixar-se para tudo o resto”. Aos 39 anos, Sara Tavares já não é a menina tímida do Chuva de Estrelas, que ouvia e cantava Whitney Houston. Cravou o seu próprio caminho e hoje procura fugir das etiquetas fáceis. Já se sente mais à vontade para dar as suas opiniões, seja sobre que tema for: “A Madonna vem para aqui e acha que tem de conseguir o visto. Mas tu consegues um visto na América assim? Eu quando tenho de ir lá tocar passo as passas do Algarve para conseguir um visto”, comenta, entre risos, ligeiramente irritada com o que crê ser a sobranceria “do Ocidente”. Gostava de ver uma “coligação lusófona” e enerva-se com o estado do mundo; mas não há nenhuma irritação, nenhuma ferida, que não passe quando fecha os olhos e põe um disco de Stevie Wonder a tocar.
Sara Tavares assumiu desde logo a informalidade da conversa que começou de imediato por “tu”.



Cresceste no Pragal, Almada. O que recordas mais da tua infância ali?
Recordo-me de brincar muito, muito, muito. Dos amigos e da minha avó, claro, personagem incontornável.
Eras muito maria-rapaz? Li que jogavas muito à bola.
Super! Achava as raparigas uma seca. Achava-as muito maricas. No Pragal, precisamente, a frente do Cristo Rei dava para o rio e então havia aquelas ribanceiras. Mas era um bocadinho perigoso, então as raparigas não tinham muita coragem. Eu ia e era muito fixe. As crianças têm uns anjinhos que as protegem, não é?

(JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR)

E o futebol?
Eu levava muito a sério. Fui federada. Joguei em três clubes: no Figueirinhas em Cacilhas, no Pombal, que era mais no centro da Almada, e depois joguei futebol de 11 nas Terras da Costa. Aí foi quando desisti. O campo no futebol de 11 é muito grande, eu sou pequena, era um esforço muito grande. Tinha para aí 15 anos.
Mas esse gosto pelo futebol ficou, ainda acompanhas?
Por acaso não gosto de ver futebol. Mas gostava muito de jogar, tinha muito prazer em jogar. Sonhava com golos. Gosto de ver os campeonatos do Mundo e Europeus, mas de resto não vejo. Vejo outros desportos, os Jogos Olímpicos… Eu gostava era da sensação da ação. Também pratiquei atletismo, tinha muita velocidade quando era pequena.
E em casa, com a tua avó [dona Eugénia, que a criou como neta], que bons momentos recordas dela?
Tive uma infância normal. Apesar de não ter crescido com os meus pais, foi normal. Fui à escola, à creche, voltar para casa….
Onde jogavam dominó, não é?
Ah sim, jogávamos dominó. Não tínhamos televisão em casa, então os serões em vez de serem passados a ver televisão, eram passado a jogar dominó ou cartas.
Já nessa altura cantavas muito ou foi uma coisa que surgiu depois?
A memória mais antiga que tenho de cantar foi para aí com 9 anos. Cantava bastante quando chegava a casa, depois de fazer os trabalhos de casa.
Eras boa aluna?
Era, gostava. Aliás, há dias estive a puxar ali no meu Instagram uma imagem que partilharam da escola primária e aquelas fotos da turma. Eu estou lá com um grande sorriso! A 1ª classe é uma coisa que adoramos todos. Aprender a escrever… Adorei a escola. Só na 2ª classe é que não gostava porque mudei de professora e era uma professora mais à moda antiga, que ainda dava com a palmatória. Era mais arcaica. Usava métodos um bocado à Hitler, um bocado estranhos [risos]. A partir daí já foi uma relação mais estranha com a escola, mas de qualquer maneira gostava muito. E como não tinha irmãos em casa, gostava muito de ter aquela gente toda para brincar no recreio.
Era a oportunidade para ir descer pela ribanceira abaixo…
Isso era depois das aulas, quando já estava em casa e já podia ter ordem de soltura. Naquela altura ainda podíamos brincar na rua, pelo menos no Pragal. Havia muitos campos abertos, as nossas mães e pais deixavam-nos andar tardes inteiras. Nas férias de verão podíamos ir até à Costa a pé e voltar, e ninguém sabia onde é que andávamos. Era incrível, não nos acontecia nada. Era: “Às tantas horas tens de estar aqui”. E nós íamos, voltávamos, pintávamos a manta… [risos].
O que é que faziam? Davam só uns mergulhos?
Olha, pescávamos!
Quem te ensinou?
Ensinávamo-nos uns aos outros, arranjávamos umas canas, com aquelas plantinhas, as espigas. Pegávamos nas canas dos canaviais e depois aquelas espigas punhamos nas canas e fazíamos uns lacinhos. Às vezes passeávamos lagartos com aqueles lacinhos, apanhavas o lagarto, punhas o laço no lagarto e passeavas o lagarto. Fazíamos carrinhos de rolamentos, a descer desde o Cristo Rei cá para baixo… O Pragal é um monte. Então vinhas, vinhas, vinhas, vinhas, “desviem-se!” e tal, uns a correr atrás uns dos outros. Emprestavam-se bicicletas… Nunca tive uma bicicleta, mas os meus amigos emprestavam uma bicicleta para 10 e cada um ia à vez. Havia umas cabanas que fazíamos no meio do mato, havia um pub… Na horta do avô de um amigo meu, ele tinha construído com umas madeiras. E o que é que havia dentro do pub? Ele tinha lá uma telefonia e umas latas de sumo. Era um pub! E tinha escrito pub na porta e só uns é que podiam lá entrar, tinha porteiro.
Ainda tenho cicatrizes… Subíamos às árvores, depois caía e ia para casa muito caladinha deitar-me. A minha avó percebia logo: “Estás deitada. O que é que aconteceu?” e eu “Nada, estou com sono”. Sono às três da tarde…[risos].
E quando chegavas a casa com as cicatrizes, ouvias?
Ela ralhava-me muito. E desenvolveu o sentido argumentativo em mim. Nunca me deu, nunca me bateu. Mas ralhava muito, às vezes mais valia que me desse uma palmada.
Mas também compensava se calhar com outros carinhos?
Era muito fofa. A minha avó era muito fofinha, mesmo.
Li uma entrevista em que dizias que apesar de tudo te sentias um bocadinho diferente, por a tua avó ser branca e tu não [não tinham laços de sangue]. Era algo em que pensavas muito?
Eu achava normal, mas sentia que havia algo… Do lado dos bairros — o Bairro Branco, o Cor de Rosa, o Amarelo — viviam os africanos todos. E eu vivia deste lado. Quando andava na escola primária, andava com o pessoal do Pragal, depois comecei a andar na preparatória e no liceu. E no liceu automaticamente tive muita empatia com o pessoal africano. Comecei-me a aperceber de muita coisa, do quão eram marginalizados… Coisas básicas. “Como é que tu não sabes cuidar do teu cabelo?”, perguntavam, e eu dizia “a minha avó não me sabe pentear”. Não havia uma mãe ou uma tia que soubesse tratar dele.
Comecei-me a aperceber também que as outras pessoas do Pragal não me marginalizavam a mim, mas marginalizavam os outros dos bairros. “Estes pretos vêm para aqui fazer confusão!” E eu comecei a pensar, comecei-me a aperceber das diferenças. “Mas tu não és, tu és quase branca”, diziam.
Nessa altura tinhas 15, 16 anos?
Foi na adolescência, sim. Aos 18 saí do Pragal porque a minha avó faleceu e vim para Lisboa. Vim a aperceber-me disso também noutros sítios, noutros lugares, que havia racismo até em Cabo Verde, entre os próprios cabo-verdianos, porque uns são mais claros outros mais escuros. O racismo não vem necessariamente da cor da pele, vem da estupidez. Da ignorância.

"Comecei-me a aperceber também que as outras pessoas do Pragal não me marginalizavam a mim, mas marginalizavam os outros dos bairros. “Estes pretos vêm para aqui fazer confusão!” E eu comecei a pensar, comecei-me a aperceber das diferenças. “Mas tu não és, tu és quase branca”, diziam."
         
Foi ao conheceres esses novos amigos que começaste a pensar sobre isso?
Sim, ao conhecê-los e ao visitar a casa deles, a ver as condições em que viviam. As pessoas dizerem que os prédios deles estavam todos estragados, que eles eram uns selvagens… Eram factos, nenhum daqueles prédios tinha elevador a funcionar. Mas tinha a ver com a segregação, tinha a ver com as condições de vida que eles tinham. A mãe estava a trabalhar no Estoril, se fosse preciso, ou na Baixa da Banheira, e tinha de sair tipo às cinco da manhã de casa e voltava à noite. Deixava os putos sozinhos o dia inteiro em casa. E eles vão fazer o quê? Pintar a manta, como nós fazíamos. Nós no Pragal não tínhamos elevadores, íamos cavar buracos nas hortas dos outros ou roubar os pintos das capoeiras. Eles tinham elevadores. Mas eu tive uma infância muito feliz, bastante rica… Tive a riqueza de estar muito perto da cidade, do campo, da praia.
Como é que surgiu a ideia de participar no Chuva de Estrelas? Alguém te disse ‘vai lá’?
Apareceu o anúncio na televisão. E eu tinha uma melhor amiga — que tenho, ainda — que me disse para mandar uma cassete.
Foste de autocarro para lá, não foi?
Apanhava-se o barco de Cacilhas para o Terreiro do Paço e depois autocarro. Fui com um vizinho, porque era preciso assinar um termo de responsabilidade e eu era menor. Ia contente.
E quando o programa acabou, tinhas alguma coisa pensada sobre a música que querias fazer?
Não, naquela altura nem sequer tinha pensado nisso, estava na escola, não tinha pensado na profissão que era possível ter. Até porque nem terminei o liceu. Ficou por decidir, a escolha fez-se por si. Ao longo dos anos, quando chegou aquela altura de ter ganho o concurso e a oportunidade… O prémio era fazer um disco, era um automóvel e um disco. Na altura o A&R da BMG [era Tozé Brito, responsável do departamento Artistas e Reportório da editora] dava total liberdade de fazer o disco que quiséssemos. Lembro-me de ele me ter dito: “Se quiseres fazer um disco de assobio, podes fazer um disco de assobio”. Era mesmo livre.
E isso foi bom ou bloqueou-te?
Não me bloqueou. Eu de facto sonhava muito em casa, cantar por cima dos discos era uma coisa que me dava muito prazer. E antes de ir ao concurso cantava na Igreja, portanto era uma coisa que eu sabia que me dava muito prazer. Achava que não era possível fazer uma vida profissional disso, mas sonhava. Então achei que tinha de aproveitar a oportunidade de uma maneira que me fosse autêntica, a ver se plantava ali algo a sério que desse frutos. A única coisa que me lembrei que fosse real foi cantar gospel, que era o que eu fazia de mais verdadeiro, a cantar na Igreja. Então o primeiro disco que fiz foi “Sara Tavares e os Shout”. Mas depois voltei à escola, porque sabia que o gospel não era uma coisa vendável, não tinha um circuito… Mesmo dentro da Igreja — porque há um circuito dentro da Igreja onde se pode fazer carreira, porque é grande –, eu não queria. Eram as minhas referências musicais, mas não eram uma referência de profissão.

Sara Tavares e os Shout, em 1996 (D.R.)



Querias fazer outro tipo de percurso?
Queria, mas não estava bem decidido. Eu também gostava muito de desenhar… Por isso tive de voltar à escola para ver se pensava melhor. Então fiquei dois anos à noite, mas a BMG chamou-me para fazer outro disco, já fora do âmbito do prémio. E depois tive de pensar mais a sério. Aí quis ir a Nova Iorque, porque identificava-me com a Lauryn Hill, com esses cantores do RnB, do hip-hop.
Que aqui não havia muito.
Que aqui não havia. E pensei: “Com quem me identifico? Gosto daqueles. Onde é que eles fazem música? Ali. Quem são os produtores? São aqueles.” E falei com o A&R outra vez e disse: “Olha, gosto destas pessoas e gostava de trabalhar com quem eles trabalham.” E ele disse-me: “Essa cena é completamente fora da caixa e acho que não vai ser possível.”
Porque não havia mercado para isso em Portugal?
Não há. “Estás a ser miúda, mas se quiseres pago-te um bilhete e vais à tua responsabilidade”. Ele não se responsabilizou, só pagou o bilhete. Eu fui lá à BMG, bati à porta do A&R de lá e tal e reuni-me com o tal produtor que eu gostava da Lauryn Hill.

(JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR)



Quem era o produtor?
Chama-se Andre Slevin. É latino, já não me lembro se é mexicano, se cubano. Falámos e ele achou que eu não tinha material, canções feitas. Mas tivemos umas conversas super fixes. Comprei umas guitarras, falei com o A&R também… Ele disse “tens de trabalhar com o Clive Davis, com o Baby Face, são os produtores da Whitney e da Toni Braxton”. E eu depois pensei “não!”. Comecei a sentir: “Sou bué lisboeta, afinal não”. Estava ali a ver-me em Nova Iorque, em Times Square, fui visitar as igrejas, fui ver gospel e pensei: “Ya, fixe. Mas não sou daqui”.
“Absorvi, gostei, mas não é para mim”.
Porque, tipo, estás sentada com eles [produtores americanos] e perguntam-te: “De onde é que tu vens?” E tu tens de dizer “venho de Lisboa”. “O que é que falas?”, “Português”. “O que é que tens na mala?” e automaticamente tu queres mostrar o que tens na mala. Foi aí que comecei a fazer um rewind e a dizer “olha, eu tenho de partilhar o que tenho de meu”. Comecei a pesquisar outros produtores, outras músicas e comecei a procurar os artistas afro-francófonos. E anglófonos, mas sempre afros. O Salif Keita, o Omou Sangaré, a Miriam Makeba… Naquela altura eu conhecia a Whitney Houston mas não conhecia a Miriam Makeba! Erros crassos.
Então comecei a fazer essa pesquisa toda e fui dar a um produtor congolês, o Lokua Kanza. Fiz o primeiro disco meu de fusão, que foi o “Mi Ma Bô”. Esse foi o disco que tinha a pretensão de ser lusófono, afro-europeu, mas acabou por ser uma coisa muito francófona.
Por influência dele também…
Muito por influência dele, porque ele tinha 20 anos a mais do que eu. Foi tudo feito em França, por músicos franceses e africanos — muitos congoleses, muitos das Antilhas… Não foi feito com músicos portugueses. Aprendi muito sobre o estúdio, como se monta um disco e depois apliquei isso no “Balancê”. Acho que a partir do “Balancê” é que encontrei uma linguagem.

"Mi Ma Bô", disco de ouro (D.R.)



Foi a tua grande explosão, dentro e fora de Portugal. Nomeada para vários prémios, disco de platina… Como é que foi o disco ter aquele sucesso, estavas à espera? Sentias-te realizada com aquele disco?
Eu estava super feliz. Aliás, quando vejo as fotos, até no tamanho do cabelo que eu tinha…. Tenho umas grandes dreads, estava saudável, estava feliz. Andava a tocar guitarra bem, estava cheia de saúde.
As coisas parecia que encaixavam?
As coisas estavam a encaixar, tinha músicos muito bons à minha volta. Estavámos a entender-nos bem. Até tinha uma lenda da música de Cabo Verde a tocar comigo guitarra, o Boy Gé Mendes, um cantor que eu admiro imenso. É uma influência, para mim, gigante. Tem um reportório lendário em Cabo Verde, e estava a tocar guitarra de acompanhamento na minha banda!
Como é que surgiu essa participação dele?
Ele era muito meu amigo e eu ia aos concertos dele. Quando ele vinha a Portugal às vezes ficava na minha casa e eu pedia-lhe para me ensinar coisas na guitarra. Fazia canções e pedia-lhe para desenvolver essas próprias canções na guitarra. E depois às tantas estávamos muitas horas a completar as minhas guitarras e depois gravávamos. E eu estava também a ajudá-lo a fazer as maquetes dele, porque também tenho esse lado, tenho uma logística boa. Ajudo muitos dos meus colegas a organizarem as canções deles, a gravar… Tenho disponibilidade. Consigo passar dias com eles, “agora vamos fazer isto”, “agora vamos fazer aquilo”… Se calhar não sou assim para mim, mas sou para os outros. E fiz muito isso para ele.
Dá-te gozo ajudares alguém a compor e a organizar?
Dá-me muito gozo. Porque quando alguém é muito talentoso, tu também queres… Porque o Boy Gé, por exemplo, é muito talentoso, mas não se consegue organizar. E eu vou lá arrumar que é para poder ouvir! Sou madrinha do filho dele, passámos muitas horas juntos e de repente passámos a ter prazer a tocar juntos. Daí a passar para o palco foi um instante.
Eu estava muito contente com o “Balancê”. Acabámos por trabalhar mais, mas estávamos com uma editora que ao princípio foi muito positiva na relação com eles, que era a World Connection, uns holandeses. E foi fixe trabalhar fora de Portugal, demos a volta por fora. Estava a ser neutro, não estava a ser tratada como um produto português, nem como um produto cabo-verdiano, estava a ser tratada como música.
Não te sentiste posta numa caixinha?
Não. Eles fizeram esse trabalho bem. Estavam a trabalhar também com a Mariza e vimos o trabalho que fizeram com ela, porque tinham uma visão neutra. Se calhar se a Mariza tivesse sido divulgada ou comercializada por uma editora portuguesa teriam logo tido alguns bloqueios, porque a Mariza é africana, a cantar fado. Bloqueava-os logo. A Cesária nunca fez a carreira dela… Tentou muitas vezes passar por Portugal, mas foram os franceses que a deram a conhecer ao mundo. Às vezes há bloqueios. Já conheces um amigo e sempre conheceste o teu amigo louro; de repente custa-te ver o teu amigo com outros olhos.

"Vi a Cesária Évora no aeroporto. Foi de cadeira de rodas lá fora fumar. E a primeira vez foi precisamente 'olha, esta é a Sara, conheces a Sara?' e ela 'sim, perfeitamente, podes ir comprar-me um maço de cigarros?'. A primeira vez conheci-a com o cigarro e a última vez que a vi também." 



Achas que isso acontece em Portugal com as editoras?
Às vezes não têm sequer a elasticidade ou o dinheiro… Muitas vezes são sucursais das outras editoras internacionais. Temos estado a assistir nos últimos 10 anos, 15 anos, a muitas editoras a fechar.
Falaste ainda há pouco da Cesária. Chegaste a conhecê-la?
A primeira vez que estive com a Cesária tinha p’ra aí 15 anos. Estivemos juntas várias vezes ao longo dos tempos. A última vez que a vi foi há uns anos, antes de ela falecer. Parece que não faleceu… Via-a no aeroporto. Foi de cadeira de rodas lá fora fumar [risos]. E a primeira vez foi precisamente “olha, esta é a Sara, conheces a Sara?” e ela “sim, perfeitamente, podes ir comprar-me um maço de cigarros?” A primeira vez conheci-a com o cigarro e a última vez que a vi também. Dessa vez ela pediu à Ana Zé, que é a produtora dela, para me dar um disco que ela gravou na rádio de Cabo Verde quando era muito novinha, o primeiro disco que tinha gravado. É um disco em que ela tinha uma voz super diferente, muito simples. E ela era um doce. Era como dizia, um copo de água. Uma pessoa super transparente.
A tua ligação a Cabo Verde… Quando é que foste lá a primeira vez?
Tinha 16 anos.
E quando é que começaste a sentir “há coisas aqui onde me revejo”?
Cabo Verde exigiu-me que fizesse parte da minha música. Cabo Verde sentou-se no meu colo: “Estamos aqui, somos parte de ti. Fala em crioulo por favor, canta esta morna.” Eu estava uma vez em casa e o Paulino Vieira, que é só um grande génio de Cabo Verde, ligou-me para casa e disse: “Preciso que te encontres comigo porque preciso de te falar de umas coisas”. Fui ter com ele e ele ensinou-me p’ra aí 10 canções que fazia questão que eu soubesse. Eram músicas de embalar, outras eram mornas… Eram 10 clássicos de Cabo Verde que eu tinha de saber! E a primeira vez que fui foi a convite do Cavaco Silva, numa visita oficial, cantar com uma banda de lá, os Tubarões. Toda a gente se organizava para me ensinar crioulo. Era o Bana, a Cesária, a Celina… Os grandes todos à minha volta, com muito carinho, a ensinar-me. Não é “queres que Cabo Verde faça parte da tua cena?”, é “nós fazemos parte”.

(JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR)
 Isso foi bom ou sentiste que foi imposto?
Em relação à infância, em que às vezes me tinha sentido confusa e até… Até não era tanto por causa do racismo, era a ausência dos meus pais. De repente o país inteiro eram os meus pais. E eu dizia tipo “ya, obrigada” [risos]. Em Cabo Verde às vezes tens problemas em chegar ao fim de um dia e não estares enjoado — dão-te tanta comida, tanto afeto, que às vezes tens de te resguardar para não ser demais. De facto colmatou aquela cena que eu sentia de não pertencer a lado nenhum. Tu sais do avião em Cabo Verde e és de lá. Mesmo que não sejas de lá! Já foste a Cabo Verde?
Não.
As pessoas adoram-te. Porque o pessoal é bué simpático, mesmo. Há um ou outro que é mais brincalhão, de uma forma mais reguila, mas são super simpáticos. Então os mais pobres… Têm sempre de te dar um ovo, um pacote de leite, um sumo, uma fruta.
“És uma de nós agora.”
Não sei se é aquela coisa de ilhéu ou de terem tanta necessidade de sentirem novidades de fora. Tu és uma novidade, tu trazes uma camisola nova, um dizer novo. És um telejornal em forma viva. Eles têm uma forma de te agradecer isso.
E de que forma é que isso passou para a música? O que é que agarraste?
Tive o privilégio de conhecer muitos dos escritores, muitos dos atores, pessoas da cultura de Cabo Verde. E só vim a perceber mais tarde o quão relevantes eles eram para a cultura de Cabo Verde. Estava sempre com um bloco. Era muito tímida, então estava sempre a tomar notas. Não percebia o que as coisas queriam dizer, porque não percebia o crioulo todo, principalmente o de Santiago, que é um crioulo mais parecido com o português arcaico. Não percebia algumas expressões e apontava e depois ia perguntar o que é que queria dizer. E tomei sempre muita atenção.
Fui conhecer os meus avós ao interior da ilha e percebi muita coisa. Percebi a ausência do meu pai. Percebi que a minha avó é igual ao meu pai só que em mulher, era fotocópia. Mas também era o inverso do meu pai, era de uma doçura… O meu pai é muito ácido. Ela era o reverso da mesma moeda. E percebi porque é que as famílias cabo-verdianas são tão disfuncionais, que 90% das crianças são educadas pelos tios, pelos avós, porque é um país de emigração. E são os emigrantes que alimentam os que estão lá. Portanto ajudou-me imenso a fazer as pazes com os meus pais. Na minha música, passou a ser uma música não só espiritual, de fé, mas concreta. Eu agora sinto isto, não sinto isto no futuro.
“Já sinto isto”?
E dou valor a isto. E estou mais em paz. Depois com a coisa da World Music… Já são coisas diferentes. Tive de aprender a lidar… São outros quinhentos, a cena da World Music.

"Fui conhecer os meus avós ao interior da ilha e percebi muita coisa. Percebi a ausência do meu pai. Percebi que a minha avó é igual ao meu pai só que em mulher, era fotocópia. Mas também era o inverso do meu pai, era de uma doçura… O meu pai é muito ácido. Ela era o reverso da mesma moeda." 



Não gostas de ser posta debaixo desse chapéu?
É um termo muito pejorativo, muito pernicioso.
Porque mete no mesmo saco coisas muito diferentes?
A World Music é supostamente a música do Terceiro Mundo. E não é o Terceiro Mundo que manda na World Music. Continua a ser o Ocidente, que é dono das editoras, das agências, dos festivais… E que define o que é a World Music. Continuam a ser os media, que dão as cinco estrelas aos discos. Eu achei o máximo, a primeira vez que ouvi o termo. Porque achava que era a música global, a arte universal. A arte da fusão. Mas não. É turismo sem sair, é o turismo que vem até nós. A música da Somália… Em vez de sairmos daqui do Botequim, vem até nós. Ou seja, não pode ser um somali moderno, tem de ser uma coisa de folclore. E aí é que a coisa se torna perniciosa. Via-me sempre a ter de responder ao “vem de Portugal? Então, fado?” Cabo Verde: “Cesária?” E eu dizia não. Então… “You’re not authentic.”
Disseram-te isso?
Um monte de vezes. E tu gastas muita energia. “Não, não, não, não, não.” Mas as pessoas não têm de saber… E às tantas “ok, tenho de simplificar”. Mas porque é que eu tenho de me simplificar? Parece que tens de travar o teu desenvolvimento para poder acompanhar o metabolismo do teu consumidor. Eu lia muitas críticas a outros músicos, como o Richard Bona… “Está a tentar ser o Marcus Miller”. Está a tentar? Porque é que ele não pode tocar jazz? Não pode ser moderno? O Marcus Miller pode viver no ano 2017, mas o Richard Bona tem de se manter no ano de 1997. Why? Zanguei-me muito. Por isso é que estive oito anos sem fazer nada, não foi somente por causa de doenças. Fiquei bué zangada com isto. As pessoas ficavam impressionadas porque eu falava bem inglês… What the fuck? [risos].
Há essa incompreensão na World Music mas também se estende a outras áreas, é isso?
Completamente. Isto é só a banda sonora do que se está a passar. A crise dos refugiados, a crise climatérica… Para mim o kuduro é a banda sonora da Guerra Civil em Angola. O facto de os governos serem aliados a favor do capitalismo e não da qualidade do planeta ou da qualidade de vida do ser humano… Não tem lógica.
Foi sobretudo essa irritação que te fez parar? Li que à altura dizias que o ritmo estava a ser muito intenso… Sentiste-te sugada pela máquina?
Eu parei em 2009. Em 2010 retomei, mas nada parecido com que era. Mas eu parei de urgência, tive um tumor no cérebro. Tive de ser operada.
Ou seja, se não fosse isso não terias parado?
Sim, iria cumprir a agenda. Mas teria de ter parado mais cedo ou mais tarde, porque tinha muitas crises de cansaço. Já estava a dar muitos sinais de exaustão. Mas porque gostava muito e na vida é-nos ensinado que ser campeão é que é bom, continuava a puxar por mim. E porque também estava a ir a sítios fantásticos, a conhecer malta fantástica. Tinha o peso de estar a alimentar uma equipa… A Cesária viajou até ao fim, há imensos exemplos de músicos que fazem até ao fim e às vezes não é por eles, é porque uma equipa que não ganha direitos de autor depende deles. Pesa-te. E é lixado. As pessoas compram bilhetes, são dinheiros irrecuperáveis. Mesmo que tenhas um atestado médico que te permita não cumprir esse compromisso, as pessoas perdem dinheiro. E podia estar outro artista naquela sala. Então quando dizes “não vou”, pensas em tudo isso. Não sou exatamente um artista de rock
Mas tiveste de parar, não foi uma escolha.
Não. E foi um alívio. Acho que foi a maneira que a vida arranjou de me aliviar.

Na tour pelos Estados Unidos, em 2007, durante o período mais intenso de trabalho da sua carreira (D.R.)



Nesse momento em que soubeste que tinhas de ser operada, pensaste que ias poder voltar à música?
Na altura conversei muito, procurei muitos médicos e descobri logo com quem podia tratar-me. Explicaram-me logo que era resolúvel, havia a operação e um tratamento pós-operatório. Voltei ao trabalho nove meses depois.
Apesar de tudo foi uma coisa rápida. Mas houve ali um período em que achaste que podias perder a fala, não foi?
Eles explicaram-me que se tirasse tudo o que tinha na cabeça, ia ficar sem a função da fala. O cérebro está cheio dos nossos comandos, se tiras uma coisa, vai alguma coisa à vida.
Para uma cantora, receber essa notícia… O que é que pensaste?
Há uma coisa que se chama plasticidade do cérebro. O cérebro recupera ao longo dos anos. Não é certo, mas ele pode recuperar as ligações. Se o caminho passa por aqui e tu fazes um corte aqui — e deixas de ter essa função — ele pode reconstruir esse caminho. Por isso é que as pessoas fazem terapia quando têm um AVC, por exemplo, e conseguem às vezes voltar a ter essas funções.
Quiseste acreditar que isso podia acontecer, que tudo ia correr pelo melhor?
Sim. E deram-me muita fé que se podia fazer. E não tive problemas!
Nove meses depois estava tudo bem. Mas não voltaste logo à música, pois não?
Nove meses depois estava a fazer um concerto.
Mas não um álbum [não gravou nenhum álbum entre “Xinti”, em 2009, e agora o “Fitxadu” em 2017].
Ah, sim. Mas gravei coisas com outras pessoas. Fiz viagens, fiz uma peça de teatro para crianças, que é o Bom Feeling. Comemorei os 20 anos de carreira no S. Luís…


No espetáculo dos 20 anos de carreira (ALFREDO MATOS)

Aproveitaste para fazer outras coisas que te apeteciam não tão amarradas ao calendário. Essa paragem forçada deu-te mais à vontade para fazeres as coisas conforme queres?
Sim. A palavra ‘fitxadu’ quer dizer… A tradução em inglês é mais fiel do que em português, é “close“, “close to my heart“, “perto”. ‘Fitxadu’, apertado no meu coração. Deu para voltar a trazer a música para perto, trazer o controle para perto. O controle do prazer, o centro do prazer. De certa forma também fechar aquela coisa da chateação. Houve uma altura aí há dois anos que me lembro de fazer um concerto em Cabo Verde, no Crioulo Jazz, e ter dito à minha manager e aos meus músicos: “Olhem, só vos quero dizer que vou deixar de cantar.”
Eles ficaram a olhar sem perceber, não?
Não, eles disseram “a gente entende”. Porque eu estava sempre muito zangada na estrada. Disse: “Assim não vale a pena, estou sempre de fronha”. Eu gosto que os artistas que vou ver estejam contentes. Acho que estão a fazer um ‘desserviço’… Ou então estão ali armados em bonecos, estão a rir e de facto estão a fazer um esforço para rir. Isto faz algum sentido? Então disse “era só para vos dizer que vou deixar de cantar” e até me deram palmadinhas nas costas! Todo o mundo disse: “Tenho muita pena, mas entendo”. E a partir dali, o facto de ter dito aquilo iniciou outro processo fixe. Porque eu disse: “Não quero!”
Porque expressaste essa raiva?
Não é a doença que te tira a voz. Já muito depois disso disse “tenho voz, mas não me apetece”. Tenho uma carreira e tenho esta possibilidade profissional que me faz pagar renda e que me alimenta, mas não quero.
Porque é que não te apetecia?
São muitas coisinhas. Às vezes é a expectativa das pessoas, irritava-me. É seres um livro aberto para estranhos, às vezes. Eu sou muito fechada. E qualquer estranho se mete na rua, tu não tens maneira de te proteger. Se uma pessoa é educada diz “bom-dia, Sara”. Se uma pessoa é peixeira diz-te “eh pá, não falas a ninguém?”. Eu estava farta disso. Assim que punha o pé na rua… Por exemplo, quando tinha o cabelo cortado [por causa da operação], muita gente me dizia “estás gorda, ficavas muito melhor com o cabelo comprido”.
Diziam-te isso na rua?
Sim. E naquele estado frágil, em que ninguém sabia o que se passava… Não há carreira que pague isso. O que é que dá o direito de chamarem [sussurra] filho da puta ao Ronaldo? O que é que dá o direito a ti de chamares nomes? Tu não conheces! Fartei-me. Comecei a fazer contas, “até posso ganhar xis de direitos de autor, ou de cachet“, mas se calhar mais vale ser massagista, ter uma horta e ganhar menos. Havia pessoas que entravam no Facebook e diziam: “Gostei de tudo. Mas gostava mais do cabelo assim”. Eu a falar disto ainda me sinto defensiva, acho que ainda se sente. Porque quando fazes música, não vendes só música. E principalmente o público não está educado para… Mesmo em família, eu sento-me a ver televisão e os pivots dos telejornais, as pessoas dizem logo “ai esta está despenteada, o que é que lhe deu para vestir assim hoje? Está gorda! Está velha!” [risos] Tu conheces algumas jornalistas do telejornal desde muito novas, começas a vê-las a tapar a barriga na televisão… É triste envelhecer em público.
E o que é que te fez agora dar o clique e querer voltar?
O Stevie Wonder [sorri]. Eu oiço o Stevie Wonder e que se lixe o resto. O Stevie Wonder continua a dar-me muito prazer, o Bob Marley continua a dar-me muito prazer, fecho os olhos e oiço a Cesária ou a fadista aqui de Alfama e ela está-se a lixar para o resto. E eu tento fazer o mesmo.
Como é que foi regressar a estúdio tanto tempo depois?
Fiz muitos processos antes de chegar a este disco. Fiz muitas famílias de canções até chegar a esta famíliazinha pequena. Tinha muitas canções, fui diminuindo, fui fazendo outras… Riscava, riscava, riscava. Tive três pessoas-chave com as quais compus — bem, uma não, que é a minha manager –, as outras foram o Kalaf e o Double. O Double é um rapaz do hip-hop e o Kalaf deves saber quem é. E o N’du, que fez a pré-produção comigo. Eles ajudaram-me a fazer um conceito, a escolher as canções, a esculpi-las. Para cada canção tinha várias letras, vários textos.


Em estúdio, durante as gravações do “Fitxadu” (D.R.)

Deste uma entrevista ao Público em que falavas que quiseste ir procurar as várias “Lisboas africanas”, que não estão por vezes tão presentes na rádio. Onde foste?
Este disco foi feito entre Santos — a sala era na Rua da Boavista, chamava-se Boavista 77 –, Massamá, Cacém… Procurei mais uma rede de amigos, não fiz questão de afirmar nada em especial, a cena foi fazer um team work. Fiz questão de usar esta gente que está toda aqui, com o plus de usar a eletricidade, porque acho que cada vez mais o pessoal da música eletrónica está a ganhar terreno.

"Fartei-me. Comecei a fazer contas, 'até posso ganhar xis de direitos de autor, ou de cachet', mas se calhar mais vale ser massagista, ter uma horta e ganhar menos."
         
E cada vez mais a música que se pensa que vem da África lusófona é feita cá. Como na altura a música eletrónica que tocava em África era feita na Holanda — pá, o Tó Semedo, os Quatro, os funanás e as kizombas da vida eram feitos na Holanda, porque os grandes produtores estavam lá a viver. E agora, o Nélson Freitas, o C4, o Matias, o Yuri da Cunha… Cá são responsáveis por grandes hits e pensa-se que é feito lá em Angola. Os panos que compras no Senegal, se fores lá ver, são “Made in Amsterdam” [risos]. Isso é irónico e é engraçado. Lisboa está a ser um entreposto bem fixe e bem rico. Temos de valorizar isso. O disco podia-se chamar “Made in Lisbon”. Na linha de Sintra, na Apelação, na Baixa da Banheira, no Barreiro… Aí é que estão os grandes produtores da música de dança. E estão mesmo a fazer grandes cenas. A malta pensa que são gajos estrangeiros, mas não, vêm de Massamá e da Reboleira e produzem música no home studio deles. Portanto, “Made in Lisbon”.
Estás preparada para voltar a subir ao palco?
Estamos a ensaiar e já fizemos dois concertos. Estou mais do que preparada. A malta está-se a divertir bué a reinterpretar o disco.
E voltaste a divertir-te a cantar?
Completamente.

Texto de Cátia Bruno, fotografia de João Porfírio.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

De Dijsselbloem a Centeno

A lagartixa e o jacaré





José Pacheco Pereira

De Dijsselbloem a Centeno



O País está condenado a ter a mesma política durante décadas para que ela possa ter resultados, em particular dando prioridade ao pagamento da dívida, por meio de uma austeridade assente na contenção de salários e pensões, diminuição das funções do Estado, pobreza assistida e desregulação e baixa de impostos para as empresas, na esperança de que talvez isso possa significar algum incremento económico


1. Há um problema de fundo na política portuguesa: não tem futuro. Aliás quando se olha com atenção para o nosso debate político percebe-se que ele anda à roda de trivialidades e, se retirarmos do prato comunicacional essas trivialidades, não sobra nada. Ou melhor, sobra: um grande silêncio, uma grande autocensura, um grande indizível, para não dizer tabu, que é palavra que se gastou demais. E esse vazio cheio de sentido é o modelo económico e social imposto pelas "regras europeias", assente em défices quase zero, numa dívida que consome uma parte gigantesca da riqueza nacional, com a deslocalização de múltiplos poderes para instâncias exteriores – com a castração do parlamento nacional dos principais poderes que o justificam, ou seja, o poder de decidir as políticas económicas e orçamentais mais adequadas para o País –, e com votos de primeira (os que podem definir políticas, ou seja, que podem aceitar as políticas "aceitáveis") e os que não servem para nada, ou seja, os que não podem ser traduzidos em políticas sem profunda perturbação do establishment.

2. O País está, assim, condenado a um futuro de mediocridade, mediania na melhor hipótese, pelos séculos dos séculos. Pior ainda, está condenado a surtos de crescimento em condições muito favoráveis – como as que hoje vivemos com o turismo e algumas exportações –, mas sem capacidade de sustentabilidade. Ou seja, passado o surto benfazejo, voltaremos a ter de apertar o cinto, ou pelo menos a viver com uma pobreza mais estabilizada na melhor das hipóteses. É o que nos dizem o PSD e o CDS e chamam a essa viragem, que no fundo é o retorno à normalidade do que nos permite o modelo "europeu", a vinda do Diabo. Mas, pior ainda, é o que o PS também nos diz, mesmo não o dizendo. Deste ponto de vista não há muitas diferenças e é por isso que Centeno está bem no Eurogrupo, o intérprete do Tratado Orçamental e o ponta-de-lança das "regras europeias" que na verdade não são regras (porque nem todos as aplicam, como é o caso de França), nem são europeias visto que abrangem apenas uma parte dos países da União, que tem a moeda única.

3. O que nos dizem PSD e CDS (e o PS não pode dizer, mas faz), e que Cavaco Silva expressou de viva voz, é que o País está condenado a ter a mesma política durante décadas para que ela possa ter resultados, em particular dando prioridade ao pagamento da dívida, por meio de uma austeridade assente na contenção de salários e pensões, diminuição das funções do Estado, pobreza assistida e desregulação e baixa de impostos para as empresas, na esperança de que talvez isso possa significar algum incremento económico. Até lá, não há esperança de se poder mudar a política sem nos cair a "Europa" em cima, como aconteceu com a Grécia. Na verdade, nada prova que esta política possa dar resultados, nem em décadas, a não ser manter Portugal na cauda da Europa, com uma política de protectorado e de assistência pelo bom comportamento, mas sem sairmos, na expressão popular, da cepa torta. A aliança "europeia" que nos governa chama a isto a "realidade" e não adianta tentar pensar e muito menos actuar fora da caixa. A caixa é de betão e de ferro. Claro que assim não admira que não haja futuro.

4. A esquizofrenia da nossa vida pública é que muitos dos defensores desta política "europeia" não acreditam de todo nela. Afirmam em pequeno comité que a dívida é impagável e que terá de haver uma reestruturação, e que a política de défices zero impede qualquer crescimento do País e é completamente desadequada das necessidades de Portugal. E depois acrescentam que não é possível fazer nada. Esta sensação de impotência tem um efeito devastador de os levar a uma enorme preguiça política, a acomodar-se às "regras" e a nem sequer usar as oportunidades que existem e podem existir de as mudar, ou sequer de ter uma permanente pulsão e pressão para que sejam mudadas. Tendem logo a argumentar com argumentos ad terrorem e a queimar qualquer terreno que possa existir, e acantonar quem levanta estas questões no campo do radicalismo. Não é assim e não precisa de ser assim.

5. A Europa está um caos, e parte desse caos vem também destas políticas com que se respondeu à crise financeira. O crescimento do populismo acompanhou as políticas de austeridade e gerou bloqueamentos em questões tão cruciais como a dos refugiados. Como pano de fundo, a União Europeia e em particular o Eurogrupo "sugaram" para políticas não votadas a escassa democracia que já existia em matérias europeias. A conjugação de todos estes processos bloqueou a política e travou o futuro. Para países como Portugal é ainda mais grave esse bloqueamento, e é de uma ironia quase trágica, que Centeno, socialista, vá substituir Dijsselbloem, socialista, na ponta de lança dessas políticas.
Revista SÁBADO,  10-12-2017

domingo, 10 de dezembro de 2017

A Sé portucalense


A Sé portucalense


Começou a ser construída no século XII e ficou pronta no século XIII 



A Sé do Porto não é o templo mais antigo da cidade. Esse privilégio, se assim se pode dizer, cabe por intei­ro à igrejinha românica de Cedofei­ta. Portugal ainda não existia como pais livre e independente, e o pe­quenino templo já era gente. A nossa Sé, um robusto edifício, também de estrutura ro­mânica, é obra da segunda metade do sécu­los XII, que se prolongou pelo seguinte.

Já agora, uma pequena advertência, sem qualquer sentido de admoestação: o nome do edifício é sé ou catedral. Sé, porque é a sede do múnus apostólico do bispo; cate­dral porque é nesse edifício que está a cá­tedra, a cadeira a partir da qual o bispo fala à sua comunidade. O uso sistemático de "sé catedral" é erro crasso. Trata-se de um pleo­nasmo sem qualquer sentido.

Deu começo aos trabalhos de construção da catedral portucalense a rainha D. Teresa, mãe do nosso primeiro rei. Mas terá sido já a mulher de D. Afonso Henriques, D. Mafal­da, quem acabou a obra. É de supor, no en­tanto, que a igreja não tivesse ficado com­pletamente pronta. Efetivamente, no testa­mento de um tal Gondisalvi Gondissalvus, eclesiástico, lavrado na era de 1300 (ano de 1262) e que vem citado no Censual do Cabi­do, determina-se que uma verba de uma dezenas de libras devem ser destinada a custear as obras da Sé.

O edifício, monumental, com o aspeto ainda perfeitamente percetível de igreja fortaleza, com ameias e tudo, foi levanta­do, segundo uma antiga tradição, no local onde anteriormente terá existido um cas­telo suevo. Outra velha narrativa diz que à data em que D. Teresa doou, em 1120, o ar­ruinado burgo portucalense ao bispo D. Hugo, no local onde agora está a catedral, existia uma modesta ermida da invocação de Santa Maria.

Ao longo dos séculos, a catedral do Por­to foi alvo de muitos restauros, acrescen­tos, mutilações, também, algumas a pode­rem mesmo ser consideradas de lesa-património. Na frontaria, por exemplo, são por demais evidentes as profundas altera­ções introduzidas no século XVIII, como aliás se pode induzir da leitura da inscri­ção patente na arquitrave da porta princi­pal. Do século XIII, é a belíssima rosácea e as pedras das torres.

Numa das pedras da torre virada a nor­te, existem dois curiosos elementos escul­tóricos: um "signus salomonis" (sino saimão) que fica junto ao primeiro gigante; e a figura de uma barca, que os especialis­tas dizem ser a mais antiga representação iconográfica de uma embarcação que é por vezes identificada como sendo uma coca (esta, de origem nórdica, era utiliza­da no tráfego costeiro).

Mas há também quem considere aque­la figura esculpida no granito como sendo o navio de S. Vicente e ligue a sua existên­cia na referida torre da catedral à lenda de S. Vicente mártir, que é o padroeiro de Lis­boa e foi o primeiro padroeiro da cidade do Porto.

A lendária história é conhecida: o diá­cono Vicente foi martirizado por Daciano, governador de Saragoça e Valência, por ordem expressa do imperador Maximia­no. O corpo de S. Vicente, continua a len­da, foi recolhido num barco que, sob a proteção de dois corvos, aportou ao rio Te­jo. D. Afonso Henriques trouxe um braço do mártir para o Porto, e S. Vicente foi pa­droeiro desta cidade de 1173 a 1453.

Foi grande, no Porto, o culto de S. Vicen­te cuja imagem esteve na capela de Nossa Senhora da Encarnação, também conhe­cida por capela de S. Tiago, que ficava nos claustros da Sé. A festa a S. Vicente era no dia 22 de Janeiro e tinha como promoto­res os correeiros, peleiros, caldeireiros e douradores que tomaram o mártir como patrono.

Em 1758, realizou-se no Porto uma im­ponente procissão que teve como fim principal pedir "pela saúde de sua majes­tade fidelíssima" que era o rei D. José I. O monarca havia sido vítima de um atenta­do, de que saíra gravemente ferido. Daí, as procissões e preces públicas. No préstito que se realizou no Porto, a 28 de janeiro daquele ano de 1758, figurou um andor com a imagem de S. Vicente, que "por ser milagrosa se lhe imputou a saúde do rei", consta de um panfleto da época.

A imagem de S. Vicente está na Sé, no al­tar de Sant' Ana, no transepto, perto da por­ta que dá acesso à sacristia, onde antiga­mente esteve a capela da família dos Alões.

Durante muitos anos, em frente à ima­gem de S. Vicente, na catedral, esteve sempre acesa, de dia e de noite, a chama de uma lamparina de azeite. Em 1600, foi criado um prazo, segundo o qual um tal Francisco de Carvalho, morador no lugar de Melres, então do extinto concelho de Aguiar de Sousa, que ali tinha um olival, era obrigado a oferecer, anualmente, dois almudes de azeite, que à sua custa tinha a obrigação de trazer a esta cidade do Por­to, para que nunca se apagasse a chama votiva no altar de S. Vicente. •

A história da padroeiro S. Pantaleão 

S. Pantaleão, médico e mártir arménio, substituiu S. Vicen­te como padroeiro do cidade. As relíquias de S. Pantaleão chegaram ao Porto em 1453, sendo recolhidas na igreja paroquial de S. Pedro de Mi­ragaia. Nesse mesmo ano, houve no Porto uma grande e mortífera peste que começou junto à Porta do Olival. Os moradores de Miragaia im­ploraram a proteção de S. Pantaleão e, como a peste não chegou àquele então muito populoso bairro ribeiri­nho, os moradores locais to­maram isso como um mila­gre e S. Pantaleão passou, desde logo, a ser o padroeiro da cidade. Em 1499, o bispo D. Diogo de Sousa ordenou que as relíquias de S. Panta­leão, que também era o pa­droeiro dos médicos católi­cos, fossem levadas para a Sé, deixando em Miragaia um braço. A última procissão em honra de S. Pantaleão (foto) realizou-se nos idos de cin­quenta do século XX, nas imediações da Sé.


A atual padroeira do Porto é Nossa Senhora de Vandoma

JORNAL DE NOTÍCIAS, 10 DEZ, 2017

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