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domingo, 29 de dezembro de 2013

AS ESCADAS DA ESNOGA


AS ESCADAS DA ESNOGA

Topónimo que evoca o local onde esteve a sinagoga dos Judeus

Há anos, não sei há quantos, mas há mui­tos anos, uma Câmara do Porto resolveu mu­dar o nome às então chamadas escadas da Esnoga. Passaram a denominar-se escadas da Vitó­ria. Não conheço as razões que estiveram na origem daquela troca de nomes. Mas lamento que assim tenha acontecido. É uma daquelas mudanças que, a meu ver, não tem qualquer jus­tificação.
As escadas da Vitória, como os leitores sabem, liga a Rua de Belomonte à Rua da Vitória que, em tempos muito antigos, se chamou ou, pelo menos, parte dela, Viela da Esnoga. A palavra esnoga é uma corruptela de si­nagoga que identifica a casa de culto dos judeus.
O local onde as escadas da Vi­tória se encontram com a rua com o mesmo nome fica relati­vamente perto da igreja paro­quial de Nossa Senhora da Vitó­ria que, segundo estudos mo­dernos, foi o local onde esteve a casa de oração dos judeus: "por baixo da dita igreja de Nos­sa Senhora da Vitória estivera situada a sinagoga em uma rua ou travessa que em memória disso ainda conserva o nome de viela da Esnoga" escreveu o bis­po D. Rodrigo da Cunha, em 1623, no "Catálogo dos bispos do Porto". Esta sinagoga era, portanto, o templo que servia a comunidade judaica que vivia na comuna do Olival.
Até ao século XIV, mais con­cretamente, até 1386, os judeus viveram em Monchique, no bairro de Miragaia, onde ainda hoje persistem evocações da passagem dos filhos de Israel por aqueles sítios, nomeadamente na toponímia local como por exemplo nos nomes de uma rua, de um pátio e de umas escadas do Monte dos Judeus.
A pedido de D. João I, ao que parece, no cumprimento de uma promessa que este rei havia feito, a Câmara do Porto destinou um amplo local, chamado das Couvelas, junto à porta do Olival, para a construção da nova comuna judaica onde os judeus puderam viver em relativa paz, durante mais de um século, até à sua expulsão do reino em obe­diência a uma ordem de D. Manuel I de 1496. A judiaria do Olival era enorme. Ocupava sensivelmente todo o espaço compreendido entre as atuais ruas de São Bento da Vitó­ria, que antes se chamou de São Mi­guel; das Taipas, que até 1485 teve o nome de Rua do Olival; Belomonte, Ferraz e Caldeireiros. Era toda fechada e tinha duas portas: uma à entrada da Rua de São Bento de Vi­tória, onde está a fonte da cadeia; e a outra ao fim das já referidas esca­das da Esnoga.
No novo espaço os judeus paga­vam contribuição predial e porta­gens, mas tinham liberdade de ne­gócios, regiam-se por leis próprias e até mantinham açougue só deles.
Aos judeus não era todavia im­posto o dever de usar um vestuário especial como acontecia com os mouros. Mas eram obri­gados a ostentar sobre a vesti­menta que trajassem uma in­sígnia vermelha, tipo estrela de seis pontas, "do tamanho do selo real". Incorria no paga­mento de pesadas multas "todo o individuo judeu" que fosse apanhado fora da judiaria "de­pois da última badalada do to­que no sino de correr" que esta­va instalado na torre da porta do Olival. Esta proibição, diga­mos assim, era aplicada a todo o judeu de 15 anos para cima. Não era abrangido por esta dis­posição o judeu que vinha de viagem "e lhe anoitecia no ca­minho" ou o que, "chegando de noite de fora da terra" encon­trasse a judiaria fechada.

Restrições às mulheres

Às mulheres cristãs era proibida a entrada nas judiarias, a menos que, sendo casadas, fossem acompanhadas por dois homens ou por um, no caso de serem viú­vas ou solteiras. Estas disposi­ções tinham como objetivo im­pedir que houvesse relações en­tre indivíduos das duas crenças.
Também os judeus não po­diam entrar sozinhos em lar de mulher cristã, salvo se a visita fosse feita na qualidade "de físi­co ou cirurgião; ou alfaiate ou dobadores de roupa velha; ou te­celões, pedreiros e carpinteiros; e obreiros e braceiros de outros ofícios que pela sua natureza não possam ser feitos por outras pessoas".
Uma outra singular obrigação que era imposta aos judeus da comuna do Olival era esta: sem­pre que o rei vinha de visita ao burgo os judeus eram obrigados a "irem recebê-lo fora do lugar com danças e folias e suas tourinhas (rolos de pergaminho em que estava escrito o Pentateuco) encostadas ao peito como que a jurar-lhe fidelidade".
Em 1496 a vasta judiaria do Olival despovoou-se. Em 5 de dezembro daquele ano, o rei D. Manuel I ordenou à Câmara do Porto que intimasse os judeus a abandonar o local onde esta­vam desde 1386, recomendan­do, no entanto, que os deixasse sair em paz.

A HISTORIA DA JUDIARIA DE MONCHIQUE

A palavra Monchi­que tem origem em "montjuich" que, por sua vez, deriva de "mons judaeorum" que significa monte dos judeus.
Foi em Monchique, sítio do bairro de Mi­ragaia no Porto, que viveu a comunidade judaica antes de ser transferida para jun­to da porta do Olival.
A sinagoga desta ju­diaria ocupou o lu­gar (foto mais pe­quena) onde mais tarde seria construí­da a belíssima igreja gótica do mosteiro da Madre de Deus de Monchique de reli­giosas da Ordem de São Francisco. Este convento começou a ser construído no ano de 1535, pontifi­cado do bispo D. Pe­dro da Costa, por iniciativa de um ca­sal: Pedro da Cunha Coutinho e sua mu­lher D. Beatriz de Vi­lhena. Foi extinto em 1834. JORNAL DE NOTÍCIAS 29 DEZ 2013

sábado, 28 de dezembro de 2013

O fim dos antibióticos


pluma caprichosa

O fim dos antibióticos

Muitos cientistas e médicos estão à frente do seu tempo. E tempo é o que não temos
 

A resistência aos antibióticos é um problema tão generalizado e perigo­so como as alterações climáticas, mas não recebe um décimo da atenção. As pessoas continuam a olhar para o anti­biótico, uma das grandes descobertas científicas, como remédio infalível. Exigem-no e tomam-no para tudo. Os alertas, vindos tanto da comunidade científica como dos médicos que todos os dias são confrontados com problemas de resistência, não têm sido suficientes para a mobilização da consciência coletiva ou da decisão política. A União Euro­peia parece ter acordado para o proble­ma, mas emitiu preocupações mais do que
uma policy vigorosa. Ninguém imagina um mundo sem antibióticos. A professora Sally Davies, Chief Medicai Officer for England, acaba de publicar um livro aterrador, "The Drugs Don't Work". Davies calcula que, na Europa, haja 25 mil mortes/ano por resistência, tantas como em acidentes de viação. Numa geração, quase todos os antibióti­cos deixarão de fazer efeito. As compa­nhias farmacêuticas deixaram de investigar novos antibióticos, preferem concentrar os recursos em drogas que tratem doenças crónicas. O retorno do investimento em novos antibióticos é pequeno e qualquer novo antibiótico deixa rapidamente de fazer efeito. Desde 1987, escreve Davies, nenhum antibacteriano inovador chegou ao mercado.
Na entrevista publicada neste núme­ro, o professor José Melo Cristino, diretor da Patologia Clínica do Hospital de Santa Maria e um dos notáveis microbiologis­tas portugueses, faz o diagnóstico da situação. A atenção dos políticos tem sido escassa e as decisões têm faltado. O assunto foi discutido por agentes políti­cos e burocratas em duas reuniões inter­nacionais, em Doha e em Roma Os países nórdicos, a Noruega e a Dinamar­ca, têm atacado o problema com méto­dos eficazes e com zelo e têm das mais baixas taxas de resistência. O uso de antibióticos foi proibido na agricultura e piscicultura na Noruega, e a receita de antibióticos é considerada excecional. Tal como na Alemanha. Uma das bactérias mais resistentes, o estafilococos aureus, tem uma variante perigosíssima, o MRSA que resiste a quase todos os antibióti­cos, incluindo a vancomicina. Nos Esta­dos Unidos, a variante MRSA é considera­do uma praga, e o disfuncional sistema de saúde americano, com o excesso de assepsia e o uso e abuso de antibioterapia, é responsável por dezenas de milha­res de mortes e infeções com recidivas. O MRSA característica infeção hospita­lar, passou para a comunidade, onde adquiriu mais agressividade e tem ataca­do corpos saudáveis e não imunodeprimidos. Vários atletas de futebol americano foram infetados por contacto de feridas e alguns morreram. Os americanos, quan­do isto chegou ao jornais, descobriram que tinham uma "epidemia" de MRSA.
Seguiu-se o pânico. Muitos dos doentes infetados sentem-se verdadeiros lepro­sos, dadas as características da infeção, ou sofrem a descriminação de um doen­te com sida. Os relatos são assustadores.
Portugal tem das mais elevadas taxas de colonização do nariz por estafi­lococos aureus, sem que os colonizados suspeitem. Nos hospitais, a taxa de infeção por MRSA é de quase 50%, um número brutal. E não é apenas o MRSA que deve causar terror. Outras bactérias, com características tão agressivas, desen­volveram resistência ao antibiótico.
Uma das respostas a esta crise seria a investigação e utilização dos bacteriófagos, que são usados há décadas na antiga URSS e nos países de Leste. Os bacteriófagos são vírus isolados em águas de esgoto e que atacam as bactérias, destruindo-as ou enfraquecendo-as. Em Portugal, um grupo de investigadores da Universidade do Minho está a apurar um bacteriófago para uma bactéria gram-negativa (o aureus é gram-positiva) e espera ter resultados num futuro próximo. E, agrega­da ao Instituto de Biologia Molecular, em Lisboa, uma empresa, a TecnoPhage, trabalha em bacteriófagos com resultados encorajadores. Este será o caminho, mas a medicina tradicional e a burocracia europeia colocam entraves a tratamentos que, mais tarde ou mais cedo, terão de substituir os antibióticos. Claro que a Big Pharma não aprecia a concorrência. Na Geórgia em Tbilisi, o Instituto Eliava possuía a maior experiência e talvez o maior banco de dados de bacteriófagos. Depois do desmantelamento da URSS e na recente guerra com a Rússia de Putin, este banco foi destruído e roubado por Moscovo. Muitos cientistas emigraram para países ocidentais. Hoje, o Eliava tem resistido com ajuda e dinheiro privado dos americanos. E muitos doentes ameri­canos irrecuperáveis e intratáveis nos EUA viajam para a Geórgia. Os resultados positivos são, estatisticamente, próximos dos 100%. O Eliava merecia mais atenção do que a que tem tido. Muitos cientistas e médicos estão à frente do seu tempo. E tempo é o que não temos. REVISTA 28-12-2013

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O Porfírio do Cimbalino e a Balança Falante


histórias da cidade


No ano 2000 editei um pequeno li­vro que recolhia textos de humor e sá­tira (ilustrado com desenhos publica­dos no Jornal de Notícias) a que dei o nome Cimbalino Curto, e o jornalista Via­le Moutinho atribuiu-lhe três estrelas (nu­ma escala de cinco) na recensão crítica que fez no jornal Diário de Notícias. Um dia o telefone tocou no meu ateliê. Do outro lado, alguém me dizia que fa­lava de Lisboa... e eu a registar a força do seu sotaque tripeiro! - Olhe, eu mo­ro em Lisboa e estou farto de procurar o seu livro Cimbalino Curto, mas não o encontro nas livrarias. Fui ao Diário de Notícias para me darem o seu contac­to, mas também não sabiam quem vo­cê era. Tiveram que telefonar para a de­legação do Porto, e só assim pude che­gar à fala consigo. Sabe? É que eu sou o inventor do cimbalino!... E disse-o com tanta convicção e entusiasmo que, de imediato, lhe propus um encontro pa­ra que me contasse essa sua invenção. Combinamos dia e local, meti-me no comboio, encontramo-nos junto ao ele­vador da Bica e fomos almoçar bacalhau com grão. Bom conversador, o meu leitor even­tual chamava-se Porfírio. Rumou a Lis­boa em 1959 para chefiar a FAEMA, re­sidia em Oeiras, e nasceu no Porto (Fre­guesia de Santo Ildefonso) em 1928, ten­do vivido a meninice e juventude numa "ilha" da rua de S. Victor. Em miúdo este­ve, por um triz, para participar, como fi­gurante, no filme de Manoel Oliveira, Ani­ki Bobó. Só não o fez porque adoeceu e quando se iniciaram as filmagens esta­va internado nas Goelas de Pau (Hospi­tal Joaquim Urbano). A sua mãe, viúva, não queria vê-lo para­do. Por isso, aos sete anos, ajudava-a a carregar canastras de pão para a Calça­da de Monchique e, no Verão, ía para a praia da Foz vender copos de água com limão, de um regador forrado com he­ras. Carregou carvão e farinha, foi marçano, vendeu fruta aos trabalhadores que construíam o Coliseu do Porto, e aos do­mingos recebia gorjetas de viúvas por limpar jarras e floreiras no cemitério do Prado do Repouso.
Aos 14 anos era aprendiz de serralhei­ro na Metalúrgica Henrique F. dos San­tos, no Largo do Corpo da Guarda. Entre os vários artigos fabricados nessa ofici­na contavam-se máquinas de café de sa­co, açucareiros, cafeteiras e leiteiras. Mas também se procedia a consertos e, nes­se sentido, às segundas-feiras, o Porfírio dava uma volta pelos cafés da baixa por­tuense recolhendo as peças com neces­sidade de arranjo.
Dessas rondas profissionais recordava os cafés Java, Majestic, Águia D'Ouro, Palladium, Brasileira, Tivoli, Atneia, Arcá­dia, Sport, Central, Victoria, Astória e Bra­sil, e ainda a Confeitaria Palace, estabele­cimento de gabarito, que existia ao fun­do da rua 31 de Janeiro, na curva para Sá da Bandeira. No primeiro andar fun­cionava a redacção do jornal O Século. O Porfírio também arranjava fechadu­ras, e muitas vezes foi chamado a casas de prostituição onde, inexplicavelmente, as fechaduras avariavam muito!... Nes­sas andanças acabou por fazer amizade com muitas "mulheres da vida". Na dé­cada de 1950 Salazar proibiu a prostitui­ção complicando a vida a muitas profis­sionais do sexo, e o Porfírio recorreu às amizades que fez com os proprietários dos cafés da baixa, conseguindo empre­go para muitas delas. Uma das obras metalúrgicas que as suas mãos ajudaram a construir, e que recor­da pela sua imponência, é um candeei­ro de tecto que pode ser visto no hall do Teatro Rivoli. Um dia o Porfírio mudou de casa e de patrão. Instalou-se na rua de Santa Catarina, no número 630, e arran­jou emprego no número 610, na oficina metalúrgica de Manuel Ferraz, pegada à Casa NunÁlvares. Em 1948 veio a "co­queluche" das lâmpadas fluorescentes e o Porfírio especializou-se na nova técni­ca de iluminação. Também fez holofotes para a Tobis, máquinas de cortar fiambre e de medir azeite, cadeiras de barbeiro e balanças. Entretanto o serviço militar interrompeu-lhe a profissão numa altu­ra em que a guerra da Coreia obrigou o Estado Português a defender os territó­rios de Timor e Macau. O Porfírio só não foi mobilizado porque era considerado o amparo de família, por ser órfão de pai. Em 1950 a oficina mudou-se de Santa Catarina para a rua de Noeda (Campa­nhã), e uma nova especialização estava reservada ao Porfírio.

La Cimbali e o cimbalino

Em 1956 a boa fama profissional da ofi­cina de Manuel Ferraz levou a que fos­se escolhida para agente da marca La Cimbali, moderna máquina italiana de ti­rar cafés. Porfírio foi a Itália fazer uma es­pecialização para poder reparar as no­vas máquinas, cuja primeira foi montada no Café Central, em Anadia. Seguiu-se a montagem de máquinas nos cafés Águia d'Ouro, Palladium, Âncora dOuro, Tropi­cal, Brasileira e Confeitaria Lobito (Largo do Padrão) no Porto, e nos cafés Sport e Pátria, em Matosinhos. O Porfírio era co­nhecido em todos os cafés, e o seu passa­do profissional merecia confiança. Hones­to, simpático, alegre e bom conversador, facilmente convenceu todos os indus­triais do ramo a deixarem montar uma das modernas máquinas nos seus esta­belecimentos, à experiência. Um engenheiro italiano, de nome Cam­po Nuovo, acompanhava o Porfírio e in­formava os donos dos cafés que só se procederia à venda da máquina se se comprovasse a eficácia do novo mo­do de servir café à italiana, se o interes­se dos clientes justificasse e se houves­se vontade de aquisição por parte do proprietário do estabelecimento. E foi a que começou o problema. Ninguém pe­dia café de máquina!... Passavam-se os dias e o café à italiana não tinha clien­tes. Aquilo parecia um fiasco e o italia­no Campo Nuovo começou a desani­mar e pensou regressar a Itália com as máquinas. Entendendo es­se desânimo, e cheio de boa vontade em ajudar, o Porfírio percebeu a fal­ta de informação que fa­zia o desconhecimento do produto pelos poten­ciais consumidores, e sugeriu ao italiano:
- Ó senhor engenheiro, porque é que o senhor não faz um cartaz a dizer assim: "Não peça café. Pe­ça um cimbalino e veja a diferen­ça". Campo Nuovo arregalou os olhos De imediato viu que acaba­ra de nascer um nome para o no­vo produto que era o café da má­quina La Cimbali!
Aceitou a ideia, mandou tipografar car­tazes com a frase sugerida pelo Porfírio, distribuiu-os pelos cafés... e algum tem­po depois já pôde facturar as máquinas instaladas!
Os bons apreciadores de café aderiram ao "cimbalino" que se tornou num êxito e numa marca do Porto, e o Porfírio re­cebeu um prémio de 5.000 escudos pe­la ideia!

A balança falante

A Farmácia Estácio, pegada ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto, era famosa por ter uma balança que falava! Recor­do o momento mágico em que a minha mãe me levou a pesar-me nela. Subi pa­ra o prato, o ponteiro movimentou-se no mostrador apontando para o meu peso e, ao mesmo tempo, uma voz metálica saiu da balança, informando: "Vossa Ex­celência pesa vinte e quatro quilos e du­zentos gramas"!... Estávamos na década de 1950 e a técnica de gravação sono­ra não tinha a sofisticação necessária pa­ra explicar o fenómeno! O Porfírio fazia a manutenção da balança falante, e explicou-me o seu funcionamento. A balança, colocada na entrada da farmácia, nunca mudava de lu­gar. Nem podia!... Estava presa ao chão por parafusos. E na ca­ve, precisamente sob a balança, havia uma mesa sobre a qual se encontrava outro mostrador ligado por um veio ao tecto... ao prato da balança que esta­va na lojal Essa mesa era o pos­to de trabalho de uma funcio­nária que endereçava sobrescri­tos, empacotava comprimidos e rotulava xaropes, enquanto espe­rava que um cliente se fosse pesar. Quando tal sucedia, o mostra­dor da cave apontava o mesmo peso que o clien­te comprovava visual­mente, enquanto que acendia uma lâmpada vermelha, chamando a atenção da funcioná­ria. Esta, tinha um mi­crofone e um botão para o ligar, e dizia o peso que via no mos­trador que tinha à sua frente, e que o cliente ou­via na saída do som por de­trás do painel do ponteiro! Às vezes, momentanea­mente, a balança "avaria­va"... mostrava o peso, mas não falava. Isso acontecia quando a funcionária da cave... ia fazer um xi-xi...
 
GRANDE PORTO MAGAZINE Dezembro 2014  | histórias da cidade
Onofre Varela

Onofre Varela nasceu no Porto em 1944, estudou pintura e exerceu a actividade de desenhador gráfico em litografia e agências de publicidade, antes de abraçar a carreira de jornalista (na área do cartune), em 1970, no jornal O Primeiro de Janeiro. Colaborou com a RTP, desenhando em directo a informação meteorológica no programa Às Dez e animando espaços infantis. Foi caricaturista e ilustrador principal no Jornal de Notícias, onde também escreveu artigos de opinião, crónicas e entrevistas. Premiado em Portugal e no estrangeiro nas áreas da caricatura e da criação de logótipos, expôs os seus trabalhos satíricos em Portugal, Espanha, França, Turquia, Macau e Brasil. Publicou O Peter Pan não existe, Caminho, 2007; é coautor de Cinco Enterros do João, Arca das Letras, 2006. Onofre Varela é uma das personalidades mais conhecidas da região do Porto.

Afurada, Canidelo e Madalena







Passeio pela marginal desde a Afurada, Canidelo e Madalena, Vila Nova de Gaia



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Desejamos a todos bom Natal e bom ano, mas como é que se vive num País sem futuro?















No fim de contas o Pai Natal também se veste de vermelho e é velho, duas sinistras condições para a revolta nestes dias

Desejamos a todos bom Natal e bom ano, mas como é que se vive num País sem futuro?
Mais uma vez foi anunciado um pra­zo para a "austerida­de". Quinze anos, pelo menos. Se to­marmos à letra o "programa" vindo das várias troikas, FMI-UE-BCE, ou Passos-Maria Luís-Moedas, ou Neves-Lourenço-Bento, ou qualquer das suas variantes, serão precisas décadas. Se tomarmos à letra as promessas de man­ter a "austeridade" pelos anos necessários para "resolver" o problema do défice e da dívida, como política "inevitável", é de dé­cadas que falamos.
Como é que se vivem décadas de "aus­teridade"? Não se vivem. Com troika ou sem ela, com plano cautelar ou sem ele, o que nos dizem os governantes é que a "aus­teridade" é para ficar como novo modo de vida "ajustado" dos portugueses. Esta pers­pectiva de "vida" é impossível em democra­cia, só em ditadura. Só com ditadura ou com guerra civil é que é possível esse "ajus­tamento". Se continuarmos a viver em de­mocracia, é impossível. Mais, é economica­mente autodestrutivo, ou seja, os efeitos que gera este longo "ajustamento", se se viesse a verificar, tornam-no insustentável, logo ineficaz, logo errado.
Começa porque, para muitos, não é se­quer uma perspectiva de "vida" viável. Para uma parte importante dos portugue­ses com mais de 6o anos, tira-lhes qual­quer hipótese de, na sua vida terrestre, co­nhecerem qualquer melhoria, bem pelo contrário. Depois para muitos adultos com 40 anos, por exemplo, para os chamados "desempregados de longa duração", é igualmente um beco sem saída, cujo agra­vamento se acentuará com a passagem do tempo. Impossível "viver" a não ser com legiões de pobres na rua, como na Gran­de Depressão americana. E não há ne­nhum New Deal à espera.
Exagero? Só é exagero porque não irá acontecer, porque, a prazo mais curto do que pensam os seus proponentes, que também não têm muita confiança na pos­sibilidade de as suas políticas serem sus­tentáveis - pelo efeito da "politiquice" elei­toral, dizem com desprezo -, haverá mu­danças de política, quer sejam feitas a bem ou a mal. Suspeito que a mal, mas isso é outra questão.
Um poderoso acelerador do fim desta política é o crescimento da desigualdade. Como é que se vivem décadas de "austeri­dade" desigualmente distribuída? Não se vivem sem revolta. Por aqui me fico. Bom Natal. No fim de contas o Pai Natal também se veste de vermelho e é velho, duas sinis­tras condições para a revolta nestes dias. •

Passos Coelho no fim do último conselho europeu

Do ponto de vista da observação da "literacia" governativa, as declarações de Passos Coelho no fim do último conselho euro­peu são muito interessantes de analisar. Refiro-me ao conjunto das declarações e não apenas à leitura de um texto preparado so­bre a decisão do Tribunal Constitucional.
Dou um prémio a quem for capaz de en­tender as primeiras declarações sobre o pró­prio Conselho Europeu e as suas decisões sobre a União Bancária. O site do governo ajuda porque está inacessível com um "erro 404" na página que devia ter estas declara­ções. Compreendo que nem o computador as queira colocar em linha, porque foram tão entarameladas, tão confusas, tão desprovi­das de lógica e de rigor vocabular, que era penoso ouvi-las. O Sol tentou, com um gi­gantesco esforço, dar-lhe algum nexo e fi­cou assim:
"Pedro Passos Coelho congratulou-se hoje com os avanços alcançados para a união bancária, mas defendeu que a União Europeia deve procurar 'um compromisso mais alargado' e reforçar o novo fundo de resolução de bancos (...). Passos Coelho considerou importante a aprovação do Sis­tema de Garantia de Depósitos e do Meca­nismo de Resolução Bancária, mas subli­nhou que nesta segunda componente da união bancária (...) queria 'um compro­misso mais alargado, que permitisse não deixar dúvidas aos mercados'.
'É verdade que os esforços que foram realizados de aproximação entre os Estados-membros foram importantes e foi possível chegar a uma solução, mas não era a solução que nós desejávamos (?) a verdade é que julgamos que esse acordo [para a união bancária] precisa de ser me­lhorado na discussão que agora se vai tra­var com o Parlamento Europeu. Espera­mos que alguns dos defeitos que ainda encontramos na solução que foi desenha­da possam ser superados.' (...) O primeiro-ministro afirmou contudo que com es­tas medidas a União Europeia está mais 'robusta' e mais bem preparada para res­ponder a eventuais crises."
O vocabulário é conhecido: "alavancar", "impulso", "relevância", "componente", "compromisso", "suficiente", "desenho/de­senhada", "superados", "resolução", algu­mas palavras ditas em português mas pen­sadas em inglês, e repete-se até à exaustão. Nenhuma frase avança sem tropeçar nos seus próprios pés, tanta é a densidade vo­cabular para dizer algo muito simples: a reunião não correu bem para Portugal e para os seus interesses e a culpa é dos ale­mães. O primeiro-ininistro quer e não quer dizê-lo, mas não sabe como.
Depois, no comunicado escrito por um dos seus assessores ou pelo ministro da "comunicação", sobre a decisão do Tribu­nal Constitucional, a coisa acalma. O comu­nicado percebe-se muito bem, bem demais. Mas o comunicado tem um autor que re­solveu, como é típico nos intelectuais, subs­tituir "Portugal" por "República". Devia es­tar a ler algum texto influenciado ou por um anglicismo do tempo dos founding fathers ou de um teórico francês, que mui­to habitualmente fazem esta substituição do nome do país por "República". OK, tinha essa marca de origem, mas percebia-se.
Logo a seguir, respondendo a pergun­tas, Passos Coelho, certamente influencia­do pelo seu assessor, passou a usar a ex­pressão "República" a torto e a direito e deixou de se perceber. Há aqui um proble­ma, daqueles que o exame do dr. Crato diz querer resolver. •

Quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré provérbio popular

SÁBADO 23-12-2013

domingo, 22 de dezembro de 2013

FALEMOS DO NATAL


FALEMOS DO NATAL
No Porto, em véspera do Natal, o ambiente era de romaria rural
Não tenham dúvida: o Natal mu­dou e muito. Aliás, está tudo a mudar. À semelhança do que vem acontecendo em relação a muitas outras tradições, a Festa da Nativi­dade está a atravessar uma profunda fase de transição. 

Nestes dias tão conturbados pela crise que está a afetar milhares de portugueses; nes­tes tempos de incerteza, de raivas, de impo­tência, de insatisfação, mas também de an­seios, sempre com o espírito do Natal pre­sente, vamos regredir no tempo, olhar lá para trás e, para compensar as agruras pre­sentes, tentar encontrar uma certa pacifi­cação, algum espírito de fraternidade na evocação dos natais celebrados pelos nos­sos avós.
Há cem anos, aproximadamente, o Natal no Porto ainda era uma festa que se vivia profundamente dentro do espírito religio­so da época e no seio da família.
O centro das celebrações, se assim se pode dizer, eram a consoada, ou ceia de Natal, e a Missa do Galo, na igreja mais próxima, a que não faltava ninguém, nem velhos nem novos.
Ao cair da tarde da véspera de Natal, a ci­dade despovoava-se.
Uma notícia, publicada na véspera do dia de Natal de 1898, nas colunas do JN, permite-nos fazer reconstituir essa "véspera do grande dia", há mais de cem anos. Dizia assim: "a cidade oferece animadíssimo as­peto, nas ruas, nos estabelecimentos de todo o género e, muito particularmente, nas estações dos caminhos de ferro, onde se contam por milhares os que partem e os que chegam para a ceia com a família, ar­rastados pela força de uma tradição que, fe­lizmente, ainda se mantém viva na alma portuguesa". Naquele ano já o mosteiro de São Bento da Ave Maria, que ficava onde agora está a estação ferroviária de São Bento, andava a ser arrasado. Com a sua demolição perdeu-se uma das mais belas e antigas tradições portuenses ligadas à festa natalícia: a do ale­gre toque do "Angelus", pela garrida (sino pequeno) da torre da igreja do convento, ao fim do dia da véspera de Natal, a anunciar que era chegada a hora para que todos se sentassem ao redor de ceia.
A última vez em que a garrida tocou o "Angelus" foi em 1891, o ano da falhada re
volução republicana do 31 de janeiro. Logo no ano seguinte, em maio, morreu D. Ma­ria da Glória Dias Guimarães, a última aba­dessa do convento que imediatamente co­meçou a ser desmantelado. Em 1892, já não se ouviu o "Angelus".
Ao toque da garrida, os estabelecimentos começavam a fechar as portas, os vendedo­res dos mercados levantavam as tendas e as ruas iam ficando desertas. Toda a gente recolhia ao aconchego do lar para celebrar o nascimento de Jesus em família. Duran­te o dia, a azáfama na cidade fora intensa.
Desde manhã, muito cedo, que os dois grandes mercados públicos da cidade, o Anjo e o Bolhão, regurgitavam de povo na azáfama das compras. Ao lado, onde agora corre a Rua do Dr. Ferreira da Silva, fazia-se, só por alturas do Natal, um típico mercado de mel. Mais adiante, junto à tone dos Clé­rigos, juntavam-se as vendedeiras de hor­taliça, vindas das úberes terras da Maia e de Matosinhos, a oferecer as tenras tronchu­das indispensáveis, ao lado do bacalhau da tradição, em ceia de Natal que se prezasse.
Muito perto do mercado do Anjo, na an­tiga Praça dos Voluntários da Rainha, atual Praça de Gomes Teixeira, ou dos Leões, fa­zia-se o mercado da farinha e do pão, antes de ser transferido para a Praça de Santa Te­resa, hoje de Guilherme Gomes Fernandes. Ao redor do recinto funcionava um sem-número de mercearias e confeitarias que na quadra natalícia não tinham mãos a me­dir. Muitos destes estabelecimentos fun­cionavam nas arcadas do edifício da Acade­mia. Era em alguns deles que se vendia aquele pão comprido (cacete) usado para fazer as rabanadas.
Onde agora está a Praça da Liberdade, ha­via uma sempre muito afreguesada feira de doces tradicionais do Natal e de pinhões que eram levados para casa para serem uti­lizados no costumado jogo do rapa que se seguia imediatamente à ceia e que durava até à hora de ir assistir à Missa do Galo. Vendiam-se, especialmente, "corações de pão de ló com pombinhas de açúcar".
Por entre os tendeiros e os fregueses, ci­randavam os carrejões galegos a tocar gai­tas de foles, ferrinhos e rabecas, enquanto um deles estendia a boina a pedir o óbolo desejado.
Tudo isto foi sendo esquecido com o rodar do tempo. Em algumas igrejas ainda se arma o presépio e a dos Carmelitas até pri­ma por apresentar umas dezenas deles, al­guns bem interessantes, mas já pouca gen­te disponibiliza tempo para fazer a ronda dos presépios pelas igrejas do Porto.
O Natal, hoje, é um negócio, talvez a maior e mais bem engendrada operação de marketing dos tempos modernos. Apesar de tudo, bom Natal para todos. JORNAL DE NOTÍCIAS, 22-12-2013

sábado, 21 de dezembro de 2013

Volta, Marx, estás perdoado

pluma caprichosa
Volta, Marx, estás perdoado  
O sistema capitalista estará tão esquecido da história que se autocondenará a repeti-la

Já escrevi sobre o tal 1%, o grupo seleto que deu um trambolhão nos idos de 2008/2009, sacudiu a poeira e seguiu rumo ao sol da riqueza nascente. Devida­mente refinanciada pelos nossos impos­tos e sacrifícios. A guerra foi ganha e não pelo lado da gentinha. Enquanto a famosa esquerda e a social-democracia andam à procura do bilhete de identida­de, ou de si mesmos como nas telenove­las, da sua doutrina, programa, ideologia, prática ou o que quer que seja, a direita foi reformulando o mundo às ordens do capitalismo. O derradeiro herói românti­co da esquerda, o Presidente e Prémio Nobel, Barack Obama, estatelou-se. Guantánamo continua aberta e o Obama-care fechado.
Enquanto se fabricarem dólares, quantitative easing, a economia vai melhorzinha, obrigada, sobretudo a europeia. E o obamista ex-secretário do Tesouro e ex-Reserva Federal, Timothy Geithner, depois de salvar o mundo da falência (leia-se o sistema financeiro e Wall Street) deslocou-se para uma firma de equity sediada em, adivinharam, Wall Street. A Warburg Pincus fez dele presi­dente. O nome Warburg pertence a uma dinastia ilustre de banqueiros de origem judaica e veneziana do século XVI. Tem a sua tradição. A única pessoa que tentou ameaçar Wall Street (depois do desgraçado Eliot Spitzer) e defender o contribuinte e consumidor americano, Elizabeth Warren, uma académica de Harvard, que criou o U.S. Consumer Financial Protection Bureau e foi nomea­da presidente do painel do Congresso que supervisionava o TARP, o programa de resgate de Wall Street, acabou por ser afastada por Obama devido às pres­sões, adivinham, de Wall Street. Eleger Obama custou uma pipa de massa. Warren, batalhando os 'seus' democra­tas (à procura do bilhete de identidade), foi eleita senadora pelo Massachusetts.
Na Europa, um caso de estudo do triunfo dos mais fortes sobre os mais fracos, o imperador da austeridade Wolfgang Schãuble acaba de ser recon­duzido no cargo de ministro das Finan­ças, para, após o soluço eleitoral, restabe­lecer a dita e de um modo geral promo­ver a solidez e prosperidade alemãs, salvando os bancos que alinharam nos disparates e outros veículos 'estrutura­dos' comprados em, adivinham, Wall Street. Os bancos do cartel e da vigarice, devidamente reestruturados e recapitalizados, pagaram umas multas e seguem caminho, queixando-se muito. Incluindo o probo Deutsche Bank, onde os portu­gueses remediados abriram conta depois de verificado o óbito dos bancos nacio­nais. A história é escrita pelos vencedo­res. E Schãuble regressa com o patrocí­nio da esquerda alemã, o SPD, que nem reparou que tinha perdido o bilhete de identidade. De François Hollande nem é bom falar, por uma questão de decoro. Nos países nórdicos, já não há sociais-democratas. Há sistemas herdados da social-democracia que, com o exemplo da Holanda e da Suécia, a direita eleita tentará destruir usando muito as pala­vras liberdade e comunidade.
O futuro é, será, o triunfo absoluto de um sistema capitalista internacional sem controlo e sem fronteiras, sem adversário, desde a morte da URSS. Um sistema imune e inimputável, que recru­tará os melhores agentes que a sociedade for produzindo. E quem não fizer parte deste mundo será eliminado. Evidente­mente, os pobres e remediados querem fazer parte deste mundo, ninguém lhes oferecerá outro. Formam a nova classe social dos consumidores. Os protegidos e desprotegidos lutarão entre si com vigor e deslealdade para abocanharem as migalhas do banquete. "The Hunger Games".
Uns morrerão e deixarão de ser obstáculo. E outros serão remetidos para as franjas do sistema, onde deambularão num Purgatório sem Dante nem Virgílio por companhia. A consciência literária será eliminada e a poesia, lamentável reminiscência da debilidade humana, será como todas as artes, um produto "do mercado".
O triunfo do que se chama por aí a ideologia neoliberal, mais não é do que um ato de autopreservação, uma posição altamente pragmática e nada ideológica (a ideologia é um pretexto para agentes políticos) determinará quem pertence e aceita as regras dos Jogos da Fome e quem as rejeita. Os rebeldes e os rejeita­dos, naturalmente, serão eliminados.
E nesta utopia, donde virá para uma parte considerável da humanidade um considerável bem-estar, chegamos ao ponto interessante. Em vez de ser o capitalista a sacudir a poeira e rumar ao sol nascente, será o explorado e o insubmisso a sacudir a poeira do velho Karl Heinrich Marx. A velha luta de classes. Os desapossados da classe trabalhadora ou ociosa, não todos mas os suficientes, revoltar-se-ão contra "a ditadura da nova burguesia". E o novo proletariado regres­sará para impor a sua ditadura. O sistema capitalista estará tão esquecido da histó­ria que se autocondenará a repeti-la.
REVISTA 21-12-2013

Macacos e desencontros


em manutenção

Macacos e desencontros

O fim do pequeno acaso que mudou a história

(O que fizeram do homem das cavernas?)

Ansiedade. Ataque de ansiedade.
Estou paralisado. Sensação de morte iminente. O cérebro está convencido que o corpo não se consegue mexer. Mas é mentira. Quer dizer. O corpo não está mesmo paralisado. O que se passa? É o stresse, a adrenalina — o diabo da adre­nalina — tem vindo a acumular-se ao longo dos dias. O sistema está cheiinho dela e tenho fingido que estou calmo. Agora bastou um pequeno incidente e caí para o lado: só porque fiquei sem bateria no iPhone. 'Paniquei'. Pensei: estou incomunicável. E se me acontece qualquer coisa? Aconteceu isto. Ironia.
Aí em 2053 já devem ter controlado esta coisa dos ataques de pânico. E nem devem perceber o que é "estar sem bateria". Isto do pânico tem sido uma pandemia nas "profissões de topo" — gente fina e bem cuidada que de repen­te tem um fanico e afinal não é nada, uma malade imaginaire. E não é. Ou até é. O cérebro tem estado a receber or­dens de "foge, foge que vem aí um tigre com dentes de sabre!" e eu sempre com ar calmo e cara de póquer. Fanico. Vocês sabem. A neurociência é o Cabo Canaveral destas décadas. Tem-se avan­çado para os confins do cérebro. Escava­ram lá para o hipotálamo e deram de caras com o homem primordial — o tal do macaco nu. Nem mais... o bom e velho hominídeo caçador a expandir-se desde África, ainda controla muito do que é a vida relacional do homem tecno­lógico. Agora é moda. Tem sido um exagero, se querem que vos diga. Os homens falam menos? É, no tempo da caça iam calados. As mulheres lêem melhor as expressões faciais? São mi­lhões de anos a olhar para a cara de bebés. Mas aí em 53: que terão feito desse homem/mulher das cavernas que vive em nós? Vão expulsá-lo? Vão obrigá-lo a uma igualização de géne­ros, dado que ele é politicamente incorreto? Vão civilizá-lo? Ensinar-lhe maneiras? Chipá-lo? O macacão vai ser expulso do cérebro? (Ser ou deixar de ser?)
Agora que estamos a perder a capacidade de estarmos incomunicáveis, apercebo-me do poder do desencontro. Falo apenas do desencontro físico entre duas pessoas, o acaso, o aleatório, o pequeno erro humano ao anotar uma morada, a hora certa. O desencontro é tudo menos um não-evento. É um motor potente da história, da tragédia (da literatura, da ópera) e das nossas vidas. Quantos amantes se matam na convicção de que o outro está morto? Romeu e Julieta, António e Cleópatra.
Quantas batalhas se perdem porque o mensageiro não chega, o pombo-correio é abatido, porque um pequeno pedaço de informação foi mal copiado e os reforços não chegam? Quantas histórias de amor não acabam bem como a de Cary Grant e Deborah Kerr, em "Affair to Remember", quando seis meses depois, devido a um acidente, ela falta ao encontro no Empire State Building? São ausências que alteram o destino e a história, a vida que começa a ser outra que já não é a que iria ser (os patetas chamam-lhe "quânticos", no sentido de poder existir um universo alternativo). E em 2053 quando todos soubermos sempre de todos, mesmo dos solitários desesperados; quando todos estivermos sempre localizados e contactáveis — como já quase estamos em 2014 — e esse elemento aleatório desaparecer, que outro X será dominante na introdu­ção de caos nas nossas vidas?
Mas ainda se perceberá a noção de desencontro? Conseguir-se-á perceber que dois seres humanos poderiam estar em aflição em duas esplanadas a 50 metros de distância à espera um do outro? Hoje já não percebemos bem como éramos capazes de nos mover­mos sós, sem tecnologia, no meio de uma massa de gente — sem ajuda de gadgets eletrónicos.
Teremos sido a última geração a experienciar o prazer de estar só sem que ninguém saiba de nós? O desencon­tro, estar fora da rede, será tão assusta­dor como agora nos parece aquela imagem de uma astronauta a desprender-se da nave e a afastar-se para o infinito.
Imaginem agora os nossos netos, em 2053, largados numa multidão sem qualquer defesa tecnológica que os 'proteja' de estarem ilocalizáveis. Ui! Devem ter um disparo de adrenalina que rompe qualquer sistema bioprotetor cerebral, que ficam estateladinhos no chão a espumar. "Ataque de pânico? Oh, menino, isso é tão início de século..."

REVISTA 21/DEZ/13

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

George Gershwin - Rhapsody in Blue, Summertime

Rhapsody in Blue

"Rhapsody in Blue" é uma composição de George Gershwin que combina elementos de música clássica e do jazz.

História
Em 1924, a convite do maestro Paul Whiteman, Gershwin concebeu sua composição mais célebre. O artista hesitou muito devido à polêmica que seu estilo, misturando elementos de jazz e música erudita, vinha causando desde seu primeiro sucesso, a canção "Swanee" interpretada por Al Jonson no musical Simbad. Mas apesar dos receios, ele aceitou a tarefa. Daí nasceria a famosa "Rhapsody in Blue". As discussões em torno da obra só seriam superadas pelas da ópera "Porgy and Bess" onde o autor aborda temas raciais de forma radical para a época.
Na primeira apresentação pública de "Rhapsody in Blue" estavam presentes como ouvintes nomes como Stravinsky, Rachmaninov e Leopold Stokowski.

Curiosidade
A composição foi utilizada no filme Fantasia 2000 da Disney. Durante sua apresentação era mostrada a vida de diferentes pessoas e suas próprias dificuldades, em forma de animação, ambientada na cidade de Nova York, cidade natal de Gershwin.



Porgy and Bess
Porgy and Bess é uma ópera do compositor americano George Gershwin, com libreto de DuBose Heyward, e letras de Heyward e Ira Gershwin, executada pela primeira vez em 1935. Teve como base o romancePorgy, do mesmo DuBose Heyward, e a peça posterior de mesmo nome, que ele escreveu juntamente com sua esposa, Dorothy Heyward. As três obras lidam com a vida de negros americanos na localidade fictícia de Catfish Row (baseada em Cabbage Row1 ) em Charleston, na Carolina do Sul, no início da década de 1920.
Concebida originalmente por George Gershwin como uma "ópera folclórica americana", Porgy and Bess estreou em Nova York no outono de 1935, e tinha um elenco composto unicamente de cantores negros com formação clássica - uma escolha artística ousada na época. Gershwin escolheu a música Eva Jessye, também afro-americana, como diretora de coro da ópera.
A obra não foi amplamente aceita como uma ópera legítima nos Estados Unidos até 1976, quando a produção da Houston Grand Opera da partitura completa de Gershwin a estabeleceu como um triunfo artístico. Nove anos mais tarde, a Metropolitan Opera de Nova York interpretou a obra pela primeira vez, transmitindo-a ao vivo como parte de suas tradicionais apresentações de sábado à tarde. A obra atualmente é considerada parte do repertório operático tradicional, e costuma ser executada internacionalmente. Seu sucesso, no entanto, não veio sem controvérsias; desde o início alguns críticos a consideraram um retrato racista dos negros americanos.
"Summertime" é a canção mais conhecida de Porgy and Bess; outros trechos populares que foram gravados e lançados frequentemente no formato de canção são "It Ain't Necessarily So", "Bess, You Is My Woman Now", "I Loves You Porgy" e "I Got Plenty o' Nuttin'". A ópera é admirada pela síntese inovadora de Gershwin das técnicas orquestrais europeias com os idiomas do jazz e da música folk.
O libreto conta a história de Porgy, um mendigo deficiente físico que vive nas favelas de Charleston, Carolina do Sul. Fala sobre sua tentativa de resgatar sua amada Bess das garras de Crown, seu amante violento e possessivo, e Sportin' Life, o traficante. Nos trechos em que o romance e a peça teatral são diferentes entre si, a ópera geralmente segue a linha da peça.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

A Propósito de Llewyn Davis

A Propósito de Llewyn Davis

Título original: Inside Llewyn Davis
De: Ethan Coen, Joel Coen
Com: Oscar Isaac, Carey Mulligan, John Goodman
Género: Drama
Classificação: M/12
Outros dados: EUA/FRA, 2013, Cores, 105 min.

1961. Llewyn Davis é um cantor de música folk que ambiciona dar-se a conhecer ao mundo. Com o Inverno a chegar a Nova Iorque, vagueia por Greenwich Village de guitarra na mão, em busca da grande oportunidade da sua vida. Até hoje, apenas pôde contar com a ajuda dos amigos, que lhe foram dando um lugar para dormir nas noites mais frias e inventando formas de o ajudar a sobreviver ao dia-a-dia. Apesar de nada parecer correr como o esperado, Llewyn tem agora uma última esperança: ir a Chicago para uma audição com o influente agente musical Bud Grossman.
Escrito e realizado pela dupla Joel e Ethan Coen (“Fargo”, “Este País Não é Para Velhos”, “Indomável”), o filme é vagamente inspirado na vida de Dave van Ronk, cantor folk norte-americano que liderou o cenário musical de Greenwich Village durante a década de 1960 e que inspirou outros grandes ícones, como Bob Dylan, Phil Ochs ou Joni Mitchell. O filme teve a sua estreia mundial no Festival de Cannes, a 19 de Maio de 2013, onde recebeu o Grande Prémio do Júri. Nos principais papéis surgem os actores Oscar Isaac, Carey Mulligan, John Goodman e Justin Timberlake. PÚBLICO



Retrato do artista

Tiago R. Santos:
A verdade é que os ir­mãos Coen parecem incapazes de realizar um mau filme. OK, abro uma excepção para "O Quinteto da Morte" (2004) e reconheço que "Des­truir Depois de Ler" (2008) e "Crueldade Intolerável" (2003) são obras menores, mas basta olhar para dois minutos de "A Propósito de Llewyn Davis" para percebermos que os auto­res americanos continuam a ser nomes incontornáveis do cine­ma contemporâneo.
Até porque, como poucos, têm a coragem de reconhecer a crueldade do mundo que retra­tam e que nos rodeia e trans­formá-la numa melancólica viagem repleta de personagens fascinantes e humor negro. Nesse sentido, "A Propósito de Llewyn Davis", a história de um cantor folk talentoso que tenta ganhar a vida na Nova Iorque de 1961, tem vários pontos em comum com "Um Homem Sério" (2009), onde Larry Gopnik procurava algum sentido cósmico para as suas súbitas desgraças, apenas para encontrar o vazio. Llewyn Da­vis (o óptimo Oscar Isaac), por seu lado, quer que o seu talen­to seja reconhecido, talvez por­que assim as evidentes falhas de carácter que vai revelando possam ser perdoadas, mas cada estrada que percorre pare­ce não ter saída. E, como sem­pre acontece quando se fala de um filme dos irmãos Coen, to­dos os outros aspectos são igualmente intocáveis: a foto­grafia de Bruno Delbonnel é deslumbrante, realçando os te­mas do filme com a sua palete de castanho e cinzento, a re­constituição da época perfeita, tal como o elenco - do habitual John Goodman a Justin Timberlake e ainda com um dos melhores gatos da história do cinema. E depois há a música: tal como aconteceu com "Ir­mão, Onde Estás?" (2000), a colaboração com T-Bone Burnett resulta no que será um imediato clássico das bandas sonoras. Para qualquer pessoa que goste de cinema, um filme dos Coen que estreia no dia 19 de Dezembro é a garantia de festas felizes, tentações 19-12-2013

O homem do relógio que goza connosco














Há pelo menos um relógio cujo tempo decrescente não se mede num googolplex, ou seja, num número com muitos zeros à frente, que é o que mede o tempo que falta para que Paulo Portas regresse ao exílio no seu confortável e pequeno CDS

O homem do relógio que goza connosco


Portas, demasiado habitua­do a uma sucessão de tru­ques mediáticos que du­rante muito tempo fez com impunidade e que hoje ninguém suporta, re­solveu colocar no CDS um relógio que conta de forma decrescente o tempo que falta até a troika se ir formalmente em­bora. De imediato, eu e muito mais gen­te imaginou dezenas de outros relógios que podiam ser colocados em cada es­quina de Portugal, medindo o tempo que falta para uma imensidão de outras coisas, todas muito mais significativas do que a data artificial em que a troika deixa de vir com espavento ao Terreiro do Paço, para reunir discretamente num gabinete em Bruxelas ou em Frankfurt ou Washington.
Alguns desses relógios andariam tão lentamente e o tempo que medem é tão longo que parecem parados. Por exem­plo, o que medisse o tempo até que um "desempregado de longa duração" tor­nasse a ter emprego. Ou o que mediria quando o número de pobres em Portu­gal diminuiria, não por uma habilidade estatística, mas na realidade. Ou o que mediria o tempo que os juros demoram a recuperar depois da "crise Portas", e quanto tempo Portugal precisa para re­cuperar desses estragos "irrevogáveis". Ou, já agora, o tempo que falta até a pa­lavra "irrevogável" significar de novo ir­revogável.
Mas há pelo menos um relógio cujo tempo decrescente não se mede num goo­golplex, ou seja num número com mui­tos zeros à frente, que é o que mede o tem­po que falta para que Paulo Portas regres­se ao exílio no seu confortável e pequeno CDS. Se tudo correr mal, será em 2015 e não antes como deveria ser se houvesse justiça divina. E daí não sei, o António José Seguro ainda o recicla... •

Onde a chantagem sobre o Tribunal Constitucional é unívoca

Dou de desconto que muito do que se diz serem pressões são opiniões, seja sobre a Constituição, seja sobre a constituição do Tribunal Constitucional, seja sobre as suas decisões tomadas e a tomar. Dou também de desconto de que pode ser legítimo que órgãos como o Governo e os seus mem­bros, ou os estrangeiros da troika, pos­sam opinar sobre o Tribunal Constitucio­nal. Tenho dúvidas sobre essa legitimida­de, mas concedo. Mas um primeiro-mi­nistro dizer que uma decisão do Tribunal Constitucional tem de ser tomada num certo sentido, senão quem vai pagar os seus custos são os portugueses, com vá­rias calamidades, de novos impostos a um eventual resgate, isto é sem dúvida ne­nhuma uma pressão indevida, inadmissí­vel e inaceitável. Que concite a favor da sua pressão - e muitas declarações da troika são incentivadas e apoiadas pelo Governo - os nossos ocupantes é mais do que uma pressão, é uma traição. Mas como estamos num País em que vale tudo, des­de que seja contra os mesmos, a impuni­dade está garantida. •

Vou repetir o que escrevi há mais de um ano sobre a Tecnoforma
Não costumo citar o que já escrevi, mas as notícias recentes dadas pelo Público sobre o programa Foral, criado com fundos eu­ropeus para promover a formação profis­sional dos funcionários das autarquias, envolvendo Relvas como decisor e Bran­quinho como beneficiário, mostram mais uma vez sempre os mesmos nomes, as mesmas empresas, sempre as mesmas re­des. É um modus operandi que corrompe o funcionamento da nossa democracia, des­via recursos do Estado para enriquecimen­to privado e tem como instrumento fun­damental o controlo dos mecanismos par­tidários. Também, como de costume, ninguém liga nenhuma, e as notícias fo­ram cuidadosamente silenciadas pelos ou­tros órgãos de comunicação, a começar pela televisão. Aqui vai a citação: "(...) o núcleo duro partidário do PSD tem carreiras de dois tipos: ou na advoca­cia, ou num 'privado' muito especial, aque­le que vive da dependência do Estado e das decisões políticas seja ao nível central, seja ao nível autárquico. Os casos de Pas­sos e Relvas são típicos, porque uma par­te fundamental da sua carreira é feita den­tro dos partidos, nas 'jotas', passam pe­los cargos mais ligados ao controlo polí­tico 'distributivo' no Governo (Relvas) e são empregados por terceiros em empre­sas em que as redes de ligação com o po­der político são fundamentais para aceder aos 'negócios'. (...) Essas áreas incluíam a formação, no tempo áureo dos fundos, e depois nos sectores como o ambiente, energias renováveis, resíduos e constru­ção, tudo áreas que conheceram grande expansão com dinheiros públicos nos úl­timos anos. [Hoje as empresas de 'comu­nicação' e marketing têm papel idêntico.] O caso da Tecnoforma, envolvendo Passos e Relvas, é típico de uma espécie de empre­sas 'jota', em que pessoas com carreiras políticas interdependentes entre si se or­ganizam para aproveitar as oportunida­des que o acesso ao poder político cria. (...) Não é por acaso que o 'privado' que encontramos nos curricula governamen­tais, como estes de que falamos, é sempre do mesmo tipo. Não encontramos nunca nenhum genuíno empresário que já esti­vesse 'feito' antes de ir para o Governo. (...) Nunca temos no topo do poder par­tidário e governamental outro tipo de privado que não seja o fortemente depen­dente do poder e das redes de conheci­mentos pessoais, assentes na interdepen­dência e na confiança."  
É mais uma vez o mesmo. •

Quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré provérbio popular
SÁBADO, 19-12-2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

O TÚNEL DE S. BENTO


O TÚNEL DE S. BENTO

A história do barbeiro que ajudou a expulsar os franceses

Ao passar os olhos por um velho documento existente no meu arquivo em que se alude à liga­ção ferroviária da Estação das Devesas, em Gaia, à então chamada Fei­ra de S. Bento, (atual Praça de Almeida Garrett), local escolhido para a constru­ção da "estação terminus", na parte em que se faz referência à construção do tú­nel, ainda hoje chamado de S. Bento, de­parei com este parágrafo: "a linha suple­mentar, pertencente à Companhia do Minho e Douro, acompanhará a da Com­panhia Real até à Rua do barão de Nova Sintra, onde se desviará para entrar no tú­nel da Quinta da China e, depois de atra­vessar os terrenos da Quinta do Roriz, prosseguirá nos túneis do Seminário e de D. Carlos para acabar na cerca do extinto convento da Ave Maria "
Achei isto muito curioso e dei comigo a reconstituir aquele itinerário.
Antes porém, uma explicação. Havia, pelo menos, duas companhias ferroviá­rias: a Real, que era a que vinha de Lisboa e acabava em Campanhã; e a do Douro e Minho (legenda existente ao alto do átrio da Estação de $. Bento), que servia estas duas regiões nortenhas.
E agora o itinerário: a Quinta da China, velha de muitos séculos, ainda existe e continua a ter uma privilegiada situação sobranceira ao rio Douro. No século XVIII, pertencia a João Lopes Ferraz que, escreveu Rebelo da Costa, na sua "Des­crição topográfica e histórica da cidade do Porto", publicada em 1788, "na grandeza da sua casa, do seu terreno, jardins, árvo­res e muros tem poucas semelhantes". Ou seja: no Porto, não havia outra que se lhe assemelhasse. O nome da quinta, segundo uma antiga tradição, tem a ver com a atividade co­mercial do proprietário, que negociava com produtos provenientes da China, no­meadamente louças e tecidos. Durante o Cerco do Porto (1832/1833), foi montada ali uma bateria dos liberais. E quando se construiu a estrada ao longo da margem direita do rio Douro, entre o Freixo e os Guindais, a parte mais baixa desta pro­priedade desapareceu.
A Quinta de Roriz ocupava, se assim se pode dizer, a parte sobrante da Quinta do Prado, onde agora está o cemitério do Pra­do do Repouso e que, antes da construção deste, pertencia ao bispo. Essa parte, ou seja, os terrenos que desde a Quinta do Prado se desdobravam em socalcos até ao rio Douro, foram postos à venda em hasta pública, tendo sido comprados pelo brasi­leiro de torna viagem José Joaquim Leite Guimarães, a quem o rei D. Luís deu o ti­tulo de barão de Nova Sintra, em Novem­bro de 1863. Com a morte deste titular, a propriedade foi de novo posta à venda, tendo sido adquirida, em 1871, pelo ban­queiro José Inácio Ferreira Roriz, que nela instalou duas fábricas, uma de moagem e a outra de sabão. O banqueiro, cujo esta­belecimento bancário funcionava na Rua das Flores, faliu estrondosamente em 1876. Os seus bens foram leiloados e a Quinta de Roriz, depois de ter passado por vários proprietários, foi comprada, em Maio de 1904, pela Empresa Cerâmica Portuense, proprietária da Fábrica de Louças de Massarelos que ali instalou um dos seus núcleos industriais para o fabri­co de tubos de grés e de louça sanitária.
E chegamos ao monte do Seminário. Este sítio ficou célebre na história do Por­to, além de outros motivos, por ter sido por ele que as tropas anglo-lusas entraram na cidade, em 12 de Maio de 1809, para ex­pulsar os soldados franceses do general Soult, que abandonaram o Porto em fuga desordenada. A escalada do monte foi o culminar de uma hábil manobra das tro­pas portuguesas e inglesas, em que cola­boraram, com entusiasmo e muito dedi­cação, os próprios habitantes da cidade.
Sabe-se, por exemplo, que na véspera da chegada do exército anglo-luso à margem esquerda do Douro, um barbeiro do Porto saiu da cidade, ainda noite cerrada, dentro de um barquito que foi deixar no outro lado do rio, junto da Capela do Senhor de Além. Horas mais tarde, o mesmo barbei­ro, mais dois outros indivíduos, vieram naquele barco ao cais do Porto buscar mais três barcos maiores, que viriam a ser uti­lizados pelos oficiais e soldados anglo-lusos para atravessarem o Douro.
O monte do Seminário tem este nome porque, no edifício onde agora estão os Salesianos e, antes, esteve o Colégio dos Órfãos, funcionou o Seminário diocesa­no de Santo António, fundado em 21 de Julho de 1804 pelo então bispo do Porto, D. António de S. José de Castro.
As obras de construção prosseguiram mesmo durante a ocupação francesa. O edifício era grandioso. Ainda hoje, domi­na o cume do monte com a sua imponên­cia. O primeiro ano letivo do seminário foi o de 1811/1812. Em 1832, ano da en­trada no Porto das tropas liberais, ainda tinha aquelas funções e funcionava em pleno. JORNAL DE NOTÍCIAS 15-12-2013

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