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sábado, 31 de janeiro de 2015

ALLAHU AKBAR

LÍBANO

*ALLAHU AKBAR* DEUS É O MAIOR

 



O Líbano é um laboratório de todos os terrorismos e fundamentalismos. Foi ali que tudo mais ou menos começou ou se aperfeiçoou. Viagem a um país onde a vida vale muito pouco

REPORTAGEM CLARA FERREIRA ALVES NO LÍBANO

Beirute define-se à chegada. A máfia dos táxis no aeroporto pratica a extorsão ao passageiro e depois oferece um cigarro durante a viagem para o centro.

“Quer um cigarro?” O motorista estende o pacote de mata-ratos. Compreende-se que toda a gente fume. O Líbano pode ser perigoso e está carregado de más memórias. Afinal, foi ali que tudo mais ou menos começou ou se aperfeiçoou. O terrorismo como luta de libertação ou como atentado, o islamismo radical travestido de operação política nacionalista e identitária, a tortura filmada em vídeo, o bombista suicida, a guerra entre cristãos, muçulmanos e judeus que assombra o século XX e que deforma o nosso século XXI. Se quisermos contar a história de mais de um século de conflitos do Médio Oriente, o Líbano oferece-nos o resumo ideal. Foi também ali que se ensaiou a primeira intervenção humanitária no século XIX, da França, uma potência colonial. Ainda se fala francês em Beirute.

Décadas de guerras civis e invasões ou ataques israelitas destruíram a cidade e deixaram cicatrizes na Baixa. A violência armada arrasou as casas, esburacou paredes, decepou milhares de vidas. Nos anos 70 e 80, as tribos e milícias combatiam de uma rua para outra, e usar uma arma equivalia ao bilhete de identidade. Exercitava-se o morticínio e o sequestro mas sendo Beirute... Beirute, mantinha-se um módico de vida noturna e o bar de hotel como lugar sacrossanto até ser bombardeado ou destruído pelos morteiros e canhões. Foi a sorte do Hotel Commodore, reduto dos correspondentes estrangeiros: bombardeado e reconstruído. É esta a marca de Beirute. No bairro muçulmano, rasgado pela Rua Hamra, ouvia-se música e vivia-se como vivem os libaneses, dentro da guerra mas sem exagerar.

A violência que o Líbano e Beirute conheceram foi tanta, é tanta, que os libaneses de Beirute decidiram não interromper as suas vidas por causa disso. Uns sobreviveram. Outros morreram, famílias inteiras. E apagaram a memória. É difícil falar com uma pessoa que não tenha tido mortos nas guerras. É difícil falar das guerras porque eles pretendem não se lembrar ou, quando se lembram, fazem por esquecer. Os mais novos dizem “Lembro-me dos israelitas, em 2006. Foi mau...” Os mais velhos dizem: “Foi há muito tempo, estamos em paz, isso é que importa!”

Em paz? Em Beirute sim, fora de Beirute não. Fora de Beirute, a sul e a norte do vale de Bekaa, a guerra continua, sectária, tribal, sanguinária. O sangue do conflito na Síria corre a manchar o Líbano, um rio de refugiados e de militantes armados que ameaçam a frágil paz libanesa. Em cada três ou quatro pessoas neste país uma é refugiada síria e o sofrimento desta gente é dificilmente imaginável. Contabilizados, mais de um 1,1 milhões. Não contabilizados, não há censos no Líbano, talvez um 1,5 milhões. O Líbano, 4 milhões, é o país que acolheu maior número de refugiados de um país que detestam e com o qual têm uma história de opressão e rebeldia. A Síria. Antes de o Líbano existir, ali era ainda a grande Síria, com capital em Damasco. E os sírios, até esta guerra civil, sempre consideraram o Líbano como um território seu, a ocupar ou sujeitar. Os portos do Líbano eram os portos deles, ponto de desembarque de armas. Beirute era a extensão cosmopolita de Damasco. Os libaneses rejeitam os sírios e impediram as Nações Unidas, o ACNUR de António Guterres, de instalar campos oficiais de refugiados no território. Os sírios fugidos da guerra estão espalhados pelo vale de Bekaa e as cidades costeiras, amontoados junto às fronteiras porosas, encurralados entre dois fogos. Às vezes, como disse um refugiado, teria sido preferível morrer das bombas na Síria do que de fome no Líbano. Subvivem em tendas improvisadas, montadas com restos de plásticos, oleados, cartões, mantas, bocados de cartazes de estrada, pedaços de madeira, tubos, fios, latas, cordas. Aquecem-se com lenha molhada e intoxicam-se com o fumo dos fogareiros. As chaminés são improvisadas. Cavaram trincheiras em volta das tendas no tempo da chuvas e agora cavam valas para se protegerem dos nevões. Os que não estão nestas tendas estão em estábulos e armazéns abandonados ou arrendados a proprietários libaneses que se aproveitam, ou estão nos terraços das casas inacabadas com os espigões ferrugentos à vista, cobrindo-se com tudo o que apanham à mão.

DESASTRE HUMANITÁRIO

No mesmo dia em que em Paris militantes islâmicos assassinavam judeus e a gente do Charlie, morreram três crianças nas montanhas de Qalamoun. Uma zona de combates. Uma tempestade de neve levou-lhes a tenda e morreram de frio. Os que não morrem de frio morrem de doença. Há crianças descalças na neve, a tossir, ranhosas. Há tuberculose, tifoide e sarampo, não há vacinas. Caras vermelhas e escaldadas pelo gelo, mãos gretadas e roxas. Os invernos são duros, nos contrafortes do Monte Líbano e do Anti-Líbano. O Líbano é o país das praias e das montanhas, onde, diziam os folhetos, se podia tomar banho no Mediterrâneo de manhã e esquiar à tarde.

Quando chego ao hotel, despachado o taxista com uma última sarabanda negocial, diz-me o grumete: “Frio? Não está frio. O seu avião veio de Londres? Eu quero ir para Londres, mais frio do que aqui mas não me importo, sou das montanhas, gosto do frio.” A gente mais nova quer ir embora, pressentem que o futuro não será radioso e o desemprego ameaça-os. Culpam os sírios. “Vêm para aqui e aceitam trabalhar em tudo por menos salário, estão a dar cabo de nós. Os sírios são uma praga.”


Contrastes O luxo dos bairros chique da baixa de Beirute, reconstruída pela Stop Solidere, a companhia fundada pelo milionário e ex-primeiro-ministro Rafiq Hariri, choca com a miséria e a desolação dos campos de refugiados sírios

As tempestades de janeiro sepultaram a “praga” em metros de neve. O conflito sírio gerou um desastre humanitário gigantesco, o maior desde a II Guerra Mundial. E os países doadores, os que as Nações Unidas reuniram em fins de 2014 para pedir fundos, deram apenas metade do dinheiro necessário. Comparados com os improvisos do Líbano, os campos da Turquia parecem exemplares. O Líbano tem pedido ajuda ao Ocidente mas a recusa em formalizar os campos, com medo que se tornem permanentes, e o orgulho e egoísmo da classe possidente libanesa, que vive num luxo proprietário, impedem mais ajuda aos desgraçados sírios. Em Beirute, finge-se que o drama não existe ou vitupera-se a rebelião contra Assad. Num restaurante italiano da Baixa, Maryam e a amiga, Mona, duas executivas de marketing, irritam-se: “O que queriam eles? Democracia? Liberdade? Não chegava a que tinham? Estão melhores agora? A Síria nunca teve democracia, nem sabe o que isso é. E quem tem de os aturar somos nós!” Não sei quantas vezes ouvi isto, ao falar com gente de um e de outro lado da Green Line, que divide a Beirute ocidental, árabe, da Beirute oriental, cristã. E fora de Beirute, o Hezbollah, movimento que nasceu no vale de Bekaa, pensa o mesmo. Apoiam Assad e dispõem-se a combater na Síria e a morrer pela Síria. Às vezes, nem precisam de sair do Líbano, porque a Frente Nusra, Jabhat al-Nusra, que se inspira na Al-Qaeda, e o ISIS, ou IE, ou Daesh, entram pelo Líbano dentro a matar.

É para essa região que quero ir. E para isso preciso de um motorista de confiança, expedito e que saiba livrar-se de sarilhos. Os jornalistas ocidentais costumam conhecer vários, mas a maioria dos correspondentes está a cobrir a guerra em Kobani, a partir da Turquia, ou no Iraque, a partir de Bagdade. O Vale de Bekaa tornou-se quase tão perigoso, na raia, como a Síria em Raqqa, capital do EI. Há incursões de militantes, obuses, canhões, decapitações de soldados do Exército Libanês raptados. Vídeos. Bombardeamentos, tanques, bombas. Os refugiados têm no seu meio militantes e extremistas sunitas e traficantes de drogas e armas, os fungos da guerra. Uma subcultura criminosa, que inclui o tráfico de antiguidades sírias pelo EI, instalou-se.

Recomendam-me um druso. Os drusos, uma seita exótica de raízes xiitas ismaelitas e que incorpora doutrinas neoplatónicas, gnósticas e pitagóricas, são considerados pela valentia e a inteligência, a destreza com que mudam de aliados e sobrevivem, caso do seu chefe Walid Jumblatt, que é um druso socialista ocidentalizado, que já foi pró-sírio e antissírio e que já foi praticamente tudo. Jumblatt é um génio político que recebe a congregação todas as semanas no seu palácio das montanhas cobertas de cedros. Os drusos detestam os extremistas islâmicos, como dantes detestaram o Hezbollah, que agora lhes parece o menor dos males. Os drusos são fiáveis, que é o que me interessa. Faris entra em cena.

Faris tem menos de 30 anos e diz que sabe guiar por lugares onde ninguém guia. Não terei um desastre de automóvel com ele, e os desastres de automóveis são uma constante na estrada para norte, no vale de Bekaa. Diz que tem uma casa nas montanhas drusas e que tenho de ir ver os cedros. Diz que tem a mãe e as irmãs na América e o pai no Líbano, mas o pai não o pode ajudar, é um druso pobre. Diz que o tio dele é rico, um general famoso, mas o tio vive com ameaças de morte e guarda-costas. Diz que estuda na universidade mas o dinheiro escasseia para acabar o curso atrasado. Diz que não tenciona abandonar Beirute, porque adora o seu país e não lhe apetece ir para a América. Diz que não posso usar o seu apelido quando escrever (o que muitos me dizem, sinal do medo que ainda reina por aqui). Nem máquinas fotográficas, que dão nas vistas. Faris tem os sapatos gastos e a sola aberta, a sorrir, uma camisa branca impecavelmente engomada. É orgulhoso e vaidoso. Quando lhe pergunto se está disposto a ir a Arsal ou Hermel, levanta-se e agradece, não, não vai. Checkpoints, mísseis, militantes, perigoso. Em Beirute, tudo é negociável e um não é sempre um talvez. São descendentes de fenícios, tudo tem um valor de mercado, gostam de dizer. Faris quer levar-me a Baalbek, a ver as ruínas do templo do sol, ou ao porto de Byblos. “O Líbano é tão bonito, e agora não tem um turista.” Troco Baalbek por Ras Baalbek, mais a norte, uma vila cristã que está a ser defendida dos extremistas sunitas da Nusra ou do EI por milícias de cristãos e xiitas. Ras Baalbek? Ras Baalbek é um compromisso. E Trípoli? Trípoli? A Al-Qaeda, o Exército Libanês, os sunitas e os alauítas andam aos tiros de um bairro para outro. E os campos de refugiados de Zahle e Bar Elias? Refugiados? Ele não gosta dos sírios, um monte de sarilhos. Zahle tudo bem, mas Bar Elias…. Melhor ver Baalbek, tão bonito. Acordámos em fazer a primeira parte da viagem até Zahle, uma segunda parte para norte e leste, conforme os acontecimentos no local. Agosto de 2014 foi mau, muitos mortos, muitos soldados libaneses raptados. Digo-lhe que o EI está entretido com o Iraque e Kobani, o eixo da guerra deslocou-se. Embora a Nusra esteja ativíssima no norte do Líbano e haja milícias extremistas sunitas, Al-Qaeda, EI, anti-Assad, etc., de Trípoli a Arsal. Arsal nem pensar, repete ele, Arsal é uma vila que caiu nas mãos dos militantes sunitas. Ninguém entra em Arsal. Um diretor de uma ONG que trabalha com os refugiados confirma-me que nem a polícia nem os militares libaneses nem o Hezbollah entram em Arsal, que é bombardeada pelas forças de Assad. Nem os fornecedores. Os camiões do leite ou de alimentos deixam os produtos em Labweh, e os de Arsal vêm buscar. Arsal é uma vila refém. O EI atacou-a e ocupou-a duas vezes. Consigo um acordo com Faris, do género “e depois logo se vê”. O género libanês. E, claro, verei os templos romanos de Baalbek. Como recompensa. Prometo ainda levá-lo a almoçar no regresso a Jounieh, na praia, num restaurante junto do casino que tem um peixe, garante Faris, que é “o melhor de mundo”. Caro, claro. Ele não pode pagar. Portugal tem o melhor peixe do mundo, replico. E fazemos uma aposta, se eu perder pago o almoço. Tenciono perder. Se Faris se portar bem, merece um almoço de príncipe.

E assim me encontrei na estrada para o vale de Bekaa, a discutir a mulher de George Clooney. Amal Alamuddin. Uma drusa. Os drusos mantêm uma comunidade coesa, fortemente hierarquizada, que pratica rituais em segredo e se protege mutuamente. “Nunca ouvimos falar dela até se casar com o Clooney. É uma família rica, a mãe passa muito tempo em Londres. Parece que a avó não gostou nada do casamento.” Os drusos casam com drusos. No Líbano, dividido por seitas, cada um casa dentro da sua. Os cristãos não casam com muçulmanos e vice-versa, os maronitas casam com maronitas. Os xiitas casam com xiitas, os sunitas com sunitas e de vez em quando misturam-se. Ou misturavam. Porque o fundamentalismo destrói e desencoraja o casamento fora da seita. “Claro que quem tem dinheiro casa com quem quiser”, diz Faris, numa alusão a Alamuddin. Apesar de defensora dos direitos humanos, Alamuddin não se interessa pelo Líbano nem pelos direitos humanos no seu país. Muito menos os dos refugiados sírios.

UM HISTORIAL DE CHACINAS

A estrada começa a serpentear a montanha e o frio, um sopro gélido que entra pela janela do carro, instala-se. O ar é mais puro que na costa, cheia de fumos dos escapes. A paisagem muda e é como mudar de país. Os carros raspam uns nos outros fora de mão, e os camiões deslizam a alta velocidade. Compreende-se que Faris puxe pelos galões de motorista. A estrada para Homs, que atravessa Bekaa, está mal assinalada, mal alcatroada, ameaçada por rampas e ravinas. Um único autocarro serve a região, o que quer dizer que toda a gente tem um carro. Velho. Rebentado.

A cidade de Zahle, a capital do vale de Bekaa, fica a 1000 metros. Um casario empoleirado e hotéis fechados na Cidade do Vinho e da Poesia. O historial da cidade, como o do país, é de violência e chacinas. A maioria é grega católica, com uma ínfima percentagem de ortodoxos, xiitas e de drusos. Os judeus emigraram durante a guerra civil. Ali nasceu o pai de Omar Shariff, antes de partir para o Egito. Eram gregos católicos, o ator só se converteu ao Islão pelo casamento com uma muçulmana. Para todos os efeitos, Zahle é uma cidade cristã, onde os sírios, devido a uma chacina nos anos 80, não são bem-vindos. Há sírios por todo o lado. E vários campos de refugiados, mais ou menos organizados, nos arrabaldes. Dentro das tendas, encontram-se mulheres e crianças, as caras massacradas. Muitos homens estão ainda na Síria, ou morreram, desapareceram. As tendas são frágeis. A comida e a água escassas. Apesar das pressões, e da boa vontade de trabalhadores humanitários e de libaneses condoídos, muitas escolas da região recusam acolher as crianças sírias. Zahle tem algum registo de refugiados, um luxo que não é possível noutros lugares, onde se foram espalhando pelo terreno livre, as mesquitas, as construções abandonadas, mais tendas. Rodeada de seguranças e soldados do Exército Libanês, Angelina Jolie visitou Zahle, e Arsal, em fevereiro de 2014. Hoje, Arsal estaria fora de questão. A situação consegue ser sempre pior no dia seguinte. Mais do que uma geração de crianças será sacrificada no conflito sírio, e não terão para onde voltar, se e quando a guerra acabar. A transformação destas crianças, muitas órfãs, em militantes extremistas é um risco. O recrutamento nunca acaba. E o tempo corre a favor dos radicais. Só os sírios ricos exilados em Beirute podem mandar os filhos para as boas escolas e universidades. Ou usar os grandes e bem equipados hospitais. Os pobres estão entregues à ajuda humanitária, libanesa ou internacional. Muitas destas ONG deixaram de poder operar em território sírio.


Tensão Ao sobrelotado campo de refugiados palestinianos de Chatila chegaram os palestinianos fugidos da Síria, e mais sírios, e a convivência é caótica

As mães das crianças choram ao contar as histórias. Vêm de Alepo, de Homs, viram a família morta, a mãe, o pai, o irmão, o marido, viram a casa destruída, ouviram o zumbido dos mísseis e o ronco dos aviões, os tiros, na desolação das cidades onde as milícias contra e a favor de Assad semeiam destruição. As histórias acabam por repetir-se, são todas parecidas. Histórias de guerra. Em Zahle falo com Mikael, um comerciante libanês. “Não queremos aqui os sírios, isto é uma vergonha, esta gente toda. Se os ajudarmos a instalarem-se, nunca mais partirão. As escolas ficam a ser campos de refugiados. E estamos fartos. Já tivemos os palestinianos, agora os sírios, não é possível viver assim. O Líbano não chega para todos.”

O Líbano prefere resolver o problema à sua maneira do que trabalhar com as Nações Unidas para alojar populações deslocadas. Pede ajuda financeira internacional. Com as exceções salvadoras, em toda a parte do país se encontra ressentimento. No tempo em que a Síria mandava no Líbano, os sírios eram considerados arrogantes. Eram detestados. Agora, esta população é hostilizada. No fértil vale de Bekaa, os sírios que arranjam trabalho trabalham nos campos, a colher fruta ou legumes, uvas, batatas, feijões. Antes dos nevões. Muitos destes trabalhadores são crianças, mão de obra quase escrava, que é explorada segundo um sistema de shawish pelos homens sírios. Recrutam-nas para os campos e pagam-lhes menos de um euro por dia. Nos campos improvisados do vale de Bekaa, onde as Nações Unidas não chegam, os refugiados têm de pagar o aluguer dos colchões, dos fogareiros, da televisão portátil, da antena, da tenda miserável. Não existem condições da sanidade nem água potável. Os manda-chuvas sírios, ou os libaneses donos dos terrenos e das propriedades, estabelecem os preços. As ONG fazem o que podem, sem conseguirem controlar a exploração. Tentam improvisar escolas, provisionar a comida e a água. Muitos destes refugiados já eram populações deslocadas dentro da Síria, até arribarem a Bekaa. Muitos vieram de Homs e Alepo, alguns vieram de Kobani. Nas montanhas e planaltos, quando os combates recomeçam, eles movem as tendas. Os de Qalamoun, os de Arsal, deslocaram-se para sul e oeste. No inverno, morrem mais. E não podem ser enterrados nos cemitérios libaneses, rigorosamente divididos por religiões. Um libanês doou terras junto da fronteira para enterrar os sírios, sem preocupações religiosas de vizinhança.

A FORÇA DO HEZBOLLAH

Em Bar Elias, ou em Qab Elias, dois subúrbios de Zahle, a situação é desesperada. Em dezembro, acabaram-se os cupões eletrónicos que serviam para comprar comida nas lojas. Os cupões das Nações Unidas, World Food Program, que ficou sem dinheiro. Começou a fome.

Na estrada de Zahle para norte, na direção de Baalbek, a leste do rio Litani, a paisagem começa a mudar, a região é menos verde, terra amarelecida pelos séculos, habitada desde o Neolítico. Baalbek, onde os templos greco-romanos de Heliopólis determinam a paisagem, é um reduto do Hezbollah, com uma mesquita de belos azulejos e mosaicos, de cúpula verde, paga pelo Irão. A cidade está calma mas não se avistam os vendedores de camisetas e cachecóis do Hezbollah. Não há turistas. Os guias, desesperados, lançam-se sobre mim, numa algaraviada. Gritam uns com os outros para me mostrar os templos, a mais bem preservada ruína do Líbano, que foi palco de um festival importante durante anos. 30 dólares. Os homens perderam o modo de vida e têm olhos desconfiados, em fenda. O santuário de Júpiter-Baal, onde eram praticados sacrifícios de sangue, era um dos maiores do mundo. Dedicado ao sol, desgastado pelo sol, é imponente, com colunas grossas, pesando mais de 60 toneladas que sobrevivem ao tempo. Dois outros templos, dedicados a Vénus e a Baco, fazem-lhe companhia. O de Baco é o mais bem preservado templo romano do mundo. O guia é xiita, os filhos são combatentes do Hezbollah. Nada de fotos minhas, diz-me. Mas conversa, conta que tem medo que o filho morra na Síria. Vai narrando em voz monótona a história decorada das pedras e pedreiras de Baalbek, a proeza arquitetónica de mover megálitos no século I. O Hezbollah, para ele, é a única defesa contra o extremismo sunita, o IE de assassinos que pretendem submeter o vale de Bekaa e tomar as cidades. “Eles são os nossos inimigos, há que detê-los. Aqui, todos temos armas, estamos preparados. Defendemos o Líbano dos israelitas e defendê-lo-emos dos inimigos que vierem da Síria. Sempre fizemos a guerra, estamos dispostos ao sacrifício. Allahu Akbar!” Usa a palavra mártir. O Hezbollah, graças à inteligência de Hassan Nasrallah, o líder, é hoje um partido e não um grupo de guerrilheiros, e é o partido que controla a política interna libanesa, que só pode ser descrita como uma manta de retalhos, alianças de seitas e religiões.

Nos anos 80, o Hezbollah e o Irão usaram o terrorismo como arma contra os americanos, matando centenas de marines e raptando William F. Buckley, o chefe da CIA em Beirute, e produzindo a primeira de uma série de cassetes vídeo da tortura, enviadas para as embaixadas americanas. A cassete arrepiou a CIA, dando origem ao negócio de armas com o Irão, conhecido por Irangate ou escândalo Irão-Contras, no tempo de Reagan. Buckley, morto ao cabo de anos de tortura física e psicológica (a cassete tirou o sono ao diretor da CIA, William Casey), denunciou toda a rede de espiões do EUA no Médio Oriente, nunca mais reconstruída. Para libertar Buckley e outros reféns, os americanos venderam armas ao Irão e com o dinheiro armaram os Contras da Nicarágua. A política americana na região nunca foi brilhante. O libanês Imad Mughniyeh foi considerado o autor do rapto de Buckley e foi assassinado em Damasco em 2008 numa operação conjunta dos israelitas e americanos. Um filho, Jihad Mughniyeh, um comandante do Hezbollah, foi morto agora pelos israelitas, na segunda semana de fevereiro, em Quneitra, montes Golã, junto com outros comandantes. A retaliação virá, um círculo vicioso de vingança. O Hezbollah é hoje um grupo que os libaneses não xiitas aceitam e que acham que impede Israel de voltar a invadir ou bombardear o país. Legalizaram-se, por assim dizer. Nasrallah condenou inequivocamente os atentados de Paris e o extremismo, que considerou pior que os cartoons.

O Hezbollah já não é um grupo de guerrilheiros mas um partido que controla a política interna libanesa

De Baalbek seguimos para norte, para Labweh ou Laboue, em francês. Os checkpoints aumentam, começam as identificações. Os soldados libaneses estão em alerta máximo, mas o simples facto de existir um Exército libanês, unido, é um milagre de unidade nacional. O EI tem em seu poder soldados libaneses, xiitas na maioria, que vai torturando e decapitando enquanto entretém falhadas negociações com o Governo libanês.

Faris não quer continuar. Explico as inúmeras vantagens do passaporte português. O perigo extremista, ali, chama-se Frente Nusra. Expulsa pelo EI dos territórios do leste da Síria quer controlar a zona da fronteira com o Líbano. Existem outras milícias sunitas, cujos nomes ninguém retém. Parece que o EI e a Nusra assinaram um armistício. Ou não. Em Alepo combatem-se. A Nusra tem e teve em seu poder reféns ocidentais, jornalistas, que troca como cromos.

Os dólares falam mais alto. Faris acede. Nunca esteve naquelas paragens, é arriscado. “Mas um druso não é cobarde!” A Força de Defesa Nacional síria, milícias pró-Assad, faz incursões na região e ataca as posições da Nusra. O EI também tem a sua quota de mercado. A Frente Nusra está bem armada e tem, suspeita-se, mísseis Tow, que exibe na internet. Assad está melhor equipado, com armas russas. O EI tem armas americanas, roubadas aos iraquianos. A sul de Idlib, onde James Foley foi raptado, a Nusra controla as fações anti-Assad. No meio destas disputas de território, estão as tendas e os refugiados sírios. É a pior situação. Na estrada para Arsal, no terraço de uma casa por acabar, encontro uma família como tantas, mãe e filhos sem pai. A mãe está paralisada, uma bala na coluna, e nunca consegue descer do terraço. Muitos destes refugiados estão amputados, paralisados, estropiados. Não há cadeiras de rodas nem próteses. Amina deixou de chorar, tem uma secura na cara que esconde com o véu. As crianças olham espantadas. No inverno, alguém teve de retirar Amina dali, retirá-la da neve. Amina e os filhos vieram de Alepo, com um cunhado. O marido foi morto à frente dela. Ela foi alvejada, nem sabe por quem. Tratada num hospital rebelde. Fugiram e conseguiram chegar ali. Tinha uma vida boa, em Alepo. Gastaram as economias todas na fuga, sobrou pouco dinheiro. É difícil ouvir o relato. Compreende-se a razão porque muitos jornalistas insistiram em contar o drama desta gente, arriscando a vida. Ou morrendo, como Foley. E nunca será suficiente para mobilizar as consciências. Muitos dos refugiados dizem a mesma coisa, teria sido preferível morrer na Síria. Amina diz isso, numa voz calma. Se tivessem morrido todos, como o marido, teria sido melhor. Não sabe o que há de fazer. Uma ONG síria ocupa-se de a ajudar, com os poucos meios que tem. Ao terraço de Amina, e dos outros como ela, não chega a ONU. O exílio mede-se em seis metros quadrados de cimento e cobertores puídos. Sem teto. Faris, abanando a cabeça, repete, “porque é que eles decidiram combater Assad? Tinham uma boa vida, e agora?”

O sangue do conflito na Síria corre a manchar o Líbano, um rio de refugiados e de militantes armados que ameaçam a frágil paz

A perplexidade toma conta de nós, não tenho uma consolação para o desespero de Amina, que só quer dar de comer aos filhos, não sabe dos combates pela liberdade e a democracia. O cunhado sumiu. Uma das crianças, descalças, começa a chorar. É um quadro de solidão. São tantos assim, deslocados, desapossados, abandonados. Todos iguais, vítimas. Estão, de facto, por todo o lado. Um compatriota dá uma ajuda a Amina, mas a sua vida não é melhor. É mais um refugiado, um dos indesejados. É um homem precocemente envelhecido, de cachecol ao pescoço, a bater os pés gelados no chão. Durante a noite, o frio de Bekaa é insuportável. “Nem os jornalistas querem saber de nós. Tiram fotografias e vão embora.”

Segundo o jornal “Al Akhbar”, a segunda tempestade de neve deste janeiro matou quatro sírios, quatro bangladeshi, três libaneses e um palestiniano. Uma mulher, Ramah, morreu gelada. Lembrei-me de Amina. O ACNUR distribui cupões de combustível e dinheiro, mas a ajuda é insuficiente. Em Beirute, foi encenada há pouco tempo, com refugiadas sírias, a tragédia “Antígona”, dando voz a um texto clássico que retrata a sua perda, a sua dor. Uma ONG, Aperta Productions, achou que era apropriado ressuscitar o texto de Sófocles.



Mais do que uma geração de crianças será sacrificada no conflito sírio, e não terão para onde voltar, se e quando a guerra acabar. A transformação destas crianças, muitas órfãs, em militantes extremistas é um risco

Na aldeia de Ras Baalbek, de maioria cristã, há patrulhas xiitas e cristãs, aliadas, que se organizam para proteger a vila dos militantes de Arsal, que mataram soldados do Hezbollah num posto de observação. A crispação é tal que ninguém quer falar. Um xiita da aldeia de Brital diz que se mobilizaram e foram até à fronteira, depois do ataque, armados até aos dentes, mas os sunitas radicais desapareceram atrás dos montes do Antilíbano. Há quem acredite que o Mahdi, o messias do xiitas, aparecerá um dia por ali, vindo desses montes. Há quem acredite que esta situação catastrófica é o presságio do apocalipse e do fim do mundo e que o Mahdi triunfal virá chefiar as legiões. Allahu Akbar! Por causa de Arsal, 5 mil refugiados foram expulsos da região. O EI tomou Arsal em agosto de 2014, e as bandeiras negras causaram pânico, muitos fugiram para Labweh, de maioria xiita. Aqui, o recolher obrigatório dura 14 horas e no silêncio ouvem-se, durante a noite, explosões de artilharia. Grupos de vigilantes circulam na escuridão. Allahu Akbar! Há homens com Kalashnikovs e coletes à prova de bala por toda a parte, checkpoints improvisados, carros destruídos, vestígios dos combates. Depois de Labweh, avisam, é território “deles”, terra de emboscadas. O EI já não controla Arsal mas pode aparecer a todo o momento, ou os aviões sírios a bombardear. Os xiitas, cristãos e sunitas da região viveram juntos durante décadas, habituados a partilhar a terra e os negócios. A guerra desperta um velho ódio e o tecido social do Líbano, no vale de Bekaa, rasga-se lentamente sob pressão. Israel deixou de ser o único inimigo. Fayad, sírio, um dos velhos vindos de Arsal, conta que quando o EI chegou começaram os assassínios, as execuções, as torturas. Os raptos e os resgates. A estrada para Labweh foi cortada e o terror instalou-se. Os soldados libaneses foram raptados, e os que não morreram ou foram decapitados e mostrados no Twitter continuam a esperar que o Governo libanês consiga negociar a libertação (dinheiro ou troca de prisioneiros). Arsal é um lugar incerto onde a vida vale pouco. Na mesquita, os refugiados amontoam-se.

PAÍS DE CONTRASTES

Regresso a Beirute ao cabo de dias no vale de Bekaa. O contraste não pode ser maior. Na Rua Hamra, como de costume, há música e alegria, cafés cheios de gente a fumar shisha, lojas abastecidas. Na Rua Verdun, a 5ª Avenida de Beirute, as montras chiques rivalizam. Na American University, cara, privada, a melhor escola do Médio Oriente, estudantes aplicam-se sobre os computadores. Na Corniche e junto das Pigeon Rocks, em Raouche, há ciclistas e praticantes de jogging noturnos que ouvem música nos iPhones, há gente que passeia devagar. Uma fila de pescadores à linha. Na Baixa, nos antigos souks reconstruídos por Rafik Hariri, é como se entrássemos nas ruas elegantíssimas de uma cidade europeia. Um arremedo de Paris. Prada, Vuitton, Hermès, Armani, Versace (um favorito local) Cartier, Tiffany’s, todas as grandes marcas têm uma loja, e mulheres carregadas de joalharia fazem compras entrando e saindo de Range Rovers. Os milionários do Líbano sempre prosperaram na guerra. Há stands da Rolls-Royce e da Ferrari. E as lojas de vestidos com lantejoulas de Zuhair Murad e Elie Saab, onde se abastecem a sra. Clooney e Hollywood, ocupam edifícios inteiros, com seguranças armados à porta. Há tanques e soldados de vigia na Baixa e na Green Line. Ruas intransitáveis. Revistas. O medo dos suicidas e das bombas.

A construção é o grande negócio, mas o negócio já teve melhores dias. As gruas paradas esfaqueiam o horizonte e as lojas por abrir, o Harry’s Bar de Veneza, a Brasserie de Paris, são muitas. As casas junto da Place de l’Étoile estão desertas. Na Praça dos Mártires, cartazes com fotografias de Hariri e da multidão da Revolução dos Cedros que expulsou os sírios assinalam o herói nacional.

Ao lado de um hotel de luxo, o Phoenicia, que tem o melhor bar de Beirute, o fantasma arruinado e baleado do Holiday Inn ficou tal qual, um monumento a lembrar a primeira frente da guerra civil nos anos 70, em Minet-al-Hosn. A “guerra dos hotéis”. Cristãos de direita, esquerdistas e palestinianos disputaram-se ali. O arruinado Hotel St. Georges, na Corniche, baleado, ostenta um cartaz a dizer Stop Solidere, a companhia que Hariri fundou para a reconstrução. O St. Georges vai ser reconstruído. Uma alta torre de apartamentos, o “céu dos snipers” durante a guerra, vigia a paisagem. O passado insiste em não ser apagado, como sonhava Rafiq Hariri. O filho, Saad, vive em Paris, por razões de segurança, apesar de ser o chefe de um movimento político, o Futuro. Os milionários de Beirute têm casa em Londres ou Paris. À noite, a cidade rica é uma festa. Há um desatino como se encontra na noite de Telavive, o epicurismo de gente sitiada. O luxo é ostensivo, e o consumo também. Álcool e haxixe são consumidos naturalmente pela “jeunesse dorée”.

A construção é o grande negócio mas já teve melhores dias. As gruas paradas esfaqueiam o horizonte e as lojas por abrir são muitas

Nos arredores, a sul, tudo muda. Ao sobrelotado campo de refugiados palestinianos de Chatila chegaram os palestinianos fugidos da Síria, e mais sírios, e a convivência é caótica. Ninguém sabe o que se passa dentro de Chatila. Nos distritos do Hezbollah, Dahieh, a pobreza é esquálida, sem cor, casas escalavradas. Israel bombardeou fortemente em 2006. Dezenas de cartazes de Nasrallah proclamam a supremacia do Hezbollah. Allahu Akbar! Todas as mulheres estão vestidas de negro e com a cabeça coberta. Dahieh é muito diferente de Beirute ocidental, mas nas ruas e passeios iluminados de Hamra há novas personagens dramáticas. Crianças sírias engraxam sapatos, fazem recados, carregam mercadorias. Outras são pedintes, ou vagabundas. São muitas, de olhos famintos. Mulheres com crianças pedem esmola, viúvas de guerra sem abrigo. Como no Afeganistão. Os libaneses ignoram-nos, raros mostram compaixão. Algumas destas crianças acabam traficadas. Faris, sentado no restaurante de Jounieh, a comer o prometido peixe, assegura que “os sírios são diferentes de nós. Não têm princípios. Vendem os filhos, as filhas. Há prostitutas grávidas, e as mulheres continuam a ter filhos para os poderem pôr a trabalhar ou vender. Toda a gente sabe!” Existe tráfico de crianças, prostituição, mas a miséria deixou os refugiados sem opções e nas mãos de mafiosos. Faris costuma apontar os sírios a dedo, diz que têm “uma cara distinta, nada parecida com a libanesa”. Traços duros, escuros. Os sírios são semitas, mas os olhos afundados são resultado da guerra e não da raça. Respondo-lhe que aquilo é racismo. Faris olha para longe, para o sol pálido e o mar batido pelo vento invernoso, encolhe os ombros, está zangado: “Racismo? Vivemos com guerras, invasões, temos uma Green Line guardada por tanques no meio de cidade, temos armas em casa, toda a gente tem família assassinada, temos os piores vizinhos do mundo, Israel e a Síria, temos o Hezbollah a mandar em nós, temos os palestinianos que ninguém quis, temos os extremistas, temos os terroristas, fomos destruídos várias vezes, e você, que vem de um país perfeito, Portugal, acha que somos racistas? Quando ninguém nos ajuda e os sírios nos tiram os salários, os empregos? Eu acho que somos muito normais, dada a nossa História. Olhe em volta, isto não é um restaurante normal, com o melhor peixe do mundo, de um país normal? Se os outros fossem como nós…”

“Quer um cigarro?”
e@expresso.impresa.pt

CONTRA TOLERÂNCIAS (DE PONTO)

LUÍS PEDRO NUNES


CONTRA TOLERÂNCIAS (DE PONTO)

Porque se decidiu que podemos chegar atrasados a tudo?

Seria interessante descobrir quem foi a alimária que pôs a circular que os portugueses não são pontuais. Será coisa com mais século menos século, porque sem relógios também não havia necessidade de grande pontualidade. A caravela partia ao nascer do sol e o herege era queimado ao entardecer no Terreiro do Paço (tragam as vossas canas de casa para o picar com brasas). Nada de complicado e sem necessidade de pontualidade ao minuto nessa altura. 

getty images

A verdade é que esta fama de “atrasos sistemáticos” — que é desnecessária e prejudicial — perpetua o facto. Se somos assim, então posso atrasar-me sem drama. Aliás, até é natural que o faça. Se é nacional e genético há uma condescendência para a minha bandalheira. Até ficaria mal chegar a horas. Se o mito de sermos um povo brando e não violento pode ser facilmente contestado com o nosso terrível passado histórico, já o facto de uma tendência no ADN para o atraso (em termos de pontualidade) é uma deficiência que nos deveria levar a ponderar: é que pode parecer desprezo pelo outro, arrogância, mas é apenas incapacidade de autoorganização e de conceber que pode haver quem esteja à nossa espera, e, também, que não irão chegar todos magicamente atrasados ao mesmo tempo. É que, estranhamente, há portugueses pontuais. Sem necessidades de desculpas parvas.

Somos uma sociedade tolerante em relação a certas fraquezas e minudências. Tornámo-las normais, que já fazem parte da nossa personalidade coletiva sem que ninguém seja capaz de explicar porque raio é que são aceitáveis. Mas quem é que decidiu um dia que não somos pontuais? Não há absolutamente nada que impeça a maioria dos portugueses de o serem, se o vizinho do lado com os mesmos dramas que os nossos consegue ser. Não, não é a crise, a vida ou o destino. Ou até pode ser. Mas tudo isso, com meia hora mais cedo de rewind, deixava de contar.

Quando comecei na minha profissão fui alertado para não ser pontual, porque ninguém era. Dava mau ambiente. E, de facto, quando chegava a horas estranhavam, porque nunca tinham visto um jornalista chegar a horas. A verdade é que não havia nenhum motivo para que os jornalistas não fossem pontuais. A não ser o facto de saberem que não sofriam qualquer sanção moral ou social, e ainda lhes dava uma aura de que eram seres muito mais ocupados do que os restantes mortais.

De onde virá esta determinação de tolerância de ponto ad eternum, que os portugueses decidiram dar a si próprios? Fica quase uma sensação de irmandade quando dois portugueses confessam sussurrando que são obsessivamente (atenção ao obsessivo, como se fosse uma patologia) pontuais. Como se fossem traidores da “raça”. Alemães imiscuídos. Dois seres estranhos que se cruzam num espaço em que o tempo é de uma relatividade pachola, em que o normal é a anormalidade do atraso: “Relaxa, afinal foi só meia hora...” Claro. Afinal quem está errado? É o bizarro, o que está todo “stressadinho” com as horas?

Não, não é aceitável. Quem é pontual vive diariamente a esperar 5, 10, 20 ou 30 minutos pelas disfunções dos outros. Quem é pontual não pode gerir a sua vida porque os outros são incapazes ou não querem gerir a sua. Pior: acham o seu tempo mais importante que o dos outros. Ou nem acham nada. Porque há vezes em que nem se dão ao trabalho de inventar uma justificação para o atraso. “Sou assim.”

E é falso, suas anémonas! Não é só meia hora. São mil vezes meia hora. São os médicos professores doutores, esses deuses, que não querem saber e chegam duas horas atrasados ao consultório. São as reuniões à portuguesa, que são marcadas para as 15 mas às 15h16 ainda está a entrar gente. E depois tiram o casaco. E depois ainda vão buscar o cafezinho. “Desculpem... estacionar aqui é terrível”. Mas toda a gente que trouxe carro teve que estacionar, tirando eu que vim de helicóptero, minha besta.

Quem é pontual perde duas vezes. Perde porque se prepara antecipadamente para chegar a horas. E perde porque muitas vezes vê um tipo sem consideração por si próprio e pelos outros anunciar que a sua quinta-avó acabou de morrer. E assim o seu dia desmorona — os seus compromissos, a sua vida pessoal – porque a junção de fatores como, um tipo que não acordou, que não lhe apeteceu ser pontual ou não quis aparecer vai ter um efeito dominó.

Ahh, mas o que fazer? Somos portugueses, chegamos todos atrasados, não há nada a fazer, o que é que se pode fazer? Relaxa. Foi só meia hora. Não sejas intolerante. Je suis portugais.


MODERNICES


Mexa-se para recarregar as baterias
Conseguem inventar muitos gadgets para usar fora de casa, mas as inefáveis baterias duram cada vez menos. É trágico que a de um telemóvel já nem dure meia manhã. É, pois, lógico que o passo seguinte fosse inventar um gadget para recarregar as baterias dos gadgets enquanto se anda com os gadgets ao ar livre, aproveitando o movimento do humano que está a usar o dito. Já se tinha tentado a energia solar e outras manhas que tais mas, de facto, a energia cinética é a mais apropriada, quando se pensa que muitos destes aparelhómetros são para gente muito energética. Bom, e se não é vão obrigá-lo a ser porque, se quer recarregar o telemóvel, é bom que suba as escadas em vez de ir pelo elevador. Ou que vá a pé e depressa para passar dos 5% para os 10% de energia no ‘telelé’. O princípio é bom. Tratou-se de um projeto que conseguiu fundos por kickstarter (mais de 300% do que o necessários) e está já a receber encomendas.


Jornal Expresso SEMANÁRIO#2205, 31 de janeiro de 2015

NOS CAMPOS


PLUMA CAPRICHOSA

Clara Ferreira Alves

NOS CAMPOS


Em Auschwitz não sabemos quem somos, nem de onde vimos, nem para onde vamos. Sobrepõe-se a esta solidão, inevitavelmente, uma ausência de sentido que só pode ser preenchida pelo desgosto

No dia em que fui a Auschwitz caía neve, amaciando as arestas. Uma neblina cobria os campos e as ervas de gelo cristalizado. Éramos não mais de cinco ou seis pessoas. Judeus americanos. Passavam uns dias sobre a data da libertação, estava-se no princípio de fevereiro. Cracóvia estava deserta e nem o quadro de Leonardo estava no lugar do costume, emprestado para a grande exposição de National Gallery.

Tinha adiado aquela visita durante anos. Auschwitz, um lugar e um símbolo, começa por ser uma construção mental, alimentada pela narrativa histórica, os relatos dos sobreviventes, a memória, o cinema, a literatura, a fotografia, o museu. No Yad Vashem, em Israel, Auschwitz ganha espessura mas nada se compara à realidade. Pensamos que estamos preparados para aquele momento, para a realidade, e descobrimos, como dizia T.S. Eliot, que não suportamos demasiada realidade. Não há muito que se possa escrever sobre os campos que não tenha sido escrito. Como inscrever na nossa consciência o extermínio mecânico de seres humanos? Os próprios sobreviventes têm dificuldade em aceitar a sua inclusão naquele lugar assombrado. Cada um aceita ou rejeita o facto à sua maneira. Uns falam em perdão e compreensão, outros recusam o esquecimento e o perdão, visto como uma traição aos mortos. Primo Levi, como tantos outros, morreu de tristeza. E recordando Primo Levi, que se tinha suicidado há pouco tempo, vi Jorge Semprún, deportado para Buchenwald, chorar num improvável salão de hotel. Lágrimas grossas. As palavras secaram e as pessoas que passavam olhavam de lado, admiradas. Um luto, decerto.

Auschwitz é luto. E é o lugar mais triste do mundo. Não é só a tristeza da paisagem, as lâmpadas lúgubres, o letreiro ignóbil, o arame farpado, a fileira de casernas, o corredor de hospital, o instrumento cirúrgico das experiências médicas, os cabelos das vítimas, os dentes das vítimas, os sapatos das vítimas, as caras das vítimas. Os objetos. Os derradeiros sorrisos. As latas vazias de Zyklon B. Os números tatuados. Aqueciam a agulha numa chama, mergulhavam-na em tinta, espetavam-na no braço. As crianças choravam, doía. A seleção. A desumanização. O duche. O túnel do crematório. O encarceramento. O sonderkommando, um judeu condenado a atormentar um judeu. Dois mil gaseados em vinte minutos. E a orquestra continuava a tocar.

Não é só isto a tristeza de Auschwitz. É uma tristeza mais funda, a de um lugar onde se dissipa uma ideia de Deus. É um lugar terminal da solidão humana, a solidão de uma espécie navegando no espaço sideral, sem princípio nem fim. Uma solidão cosmológica. Não sabemos quem somos, nem de onde vimos, nem para onde vamos. Sobrepõe-se a esta solidão, inevitavelmente, uma ausência de sentido que só pode ser preenchida pelo desgosto.

De certo modo, nenhum de nós sobreviveu a Auschwitz. Ou à nossa consciência de Auschwitz. J.M. Coetzee escreveu que nenhum romancista europeu pode libertar-se desse peso, desse fantasma, dessa interrogação. Não seria possível escrever na Europa sem interiorizar Auschwitz. Pensar Auschwitz. Ele mesmo, sul-africano, tem dedicado tempo a este lugar. Martin Amis vive há anos assombrado pela radical incompreensão de Auschwitz, da naturalidade da morte para os nazis. O som daquela orquestra a tocar aureolada do fumo negro das chaminés. O cheiro da carne queimada. William Styron, que não era judeu, escreveu “A Escolha de Sofia”, uma romance sobre a seleção, o processo inicial da chegada aos campos. Quem vive e quem vai morrer. Uma mãe, uma polaca católica, é obrigada a escolher um dos filhos. A tragédia grega parece compassiva comparada com esta escolha prática, salomónica. Styron quis uma personagem não-judia, prisioneira política, para universalizar o dilema de Auschwitz. Que espécie comete tal atrocidade? A Alemanha, inevitavelmente, carregará Auschwitz para sempre.

Nevava, no dia em que fui a Auschwitz, e não estava preparada. A sequência, a precisão geométrica, a contabilidade aritmética. Depois do confinamento de Auschwitz chega-se à larga desolação de Birkenau. Uma linha reta divide o campo. O caminho de ferro entra pelo portão de Birkenau e acaba no fim da linha, última estação. Estavam, ao crepúsculo, uns vinte graus negativos. O frio era um torno nos ossos, retalhava a pele. Como teria sido? Enrolados em trapos, seminus, trémulos, doentes, aguentando o horror do inverno como parte substantiva do terror nazi. Em Birkenau, o desgosto torna-se uma dor física, uma farpa de gelo no peito.

Uma visita a Auschwitz devia fazer parte do currículo da educação europeia. Um dia destes, não sobrará um sobrevivente. Um desses velhos de olhos macerados que setenta anos depois continuam espantados por estarem vivos e que foram as crianças de Auschwitz.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2205, 31 de janeiro de 2015

Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos










Miguel Sousa Tavares


Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos


ILUSTRAÇÃO HUGO PINTO


O “nós não somos a Grécia”, repetido por esta maioria como um mantra, é das frases politicamente mais estúpidas que me foi dado ouvir. É claro que nós somos a Grécia a partir do momento em que quisemos ser europeus e porque a Grécia é a Europa: foi a Grécia que fundou a civilização europeia ao abrigo de cujos valores queremos continuar a viver. Porque a Europa — entre outros, sonhada pelo alemão Adenauer — é muito mais do que o défice e a dívida, os investidores e os mercados. É uma ideia política — de democracia, de espaço de todas as liberdades, de defesa dos cidadãos contra os abusos dos poderes, de progresso social, económico e científico, de paz e de segurança comum — a que se juntou depois a difícil tarefa de a englobar também num espaço económico comum, sem fronteiras comerciais e cimentado numa moeda única. Seria uma tragédia que as dificuldades de consolidação da moeda única, causadas pelas desigualdades à nascença entre os países aderentes e pelas desigualdades das regras de jogo entre eles (diferentes taxas de juros para as empresas e para as dívidas públicas, diferentes regimes fiscais, diferentes condições para a poupança e investimento) conduzissem à implosão daquilo que foi fundamental na criação da União Europeia. Mas é para aí que parecemos caminhar: a Europa que enfrenta a ameaça do fundamentalismo islâmico mas que rejeita integrar a Turquia, que cerca a Rússia e se vai enfiando cada vez mais no vespeiro ucraniano, que aceita o neofascismo húngaro mas não se conforma com a vontade democraticamente expressa pelos gregos de querer mudar de vida, essa Europa caminha para a desagregação. Foi construída por visionários e, se nada de substancial mudar, vai ser destruída por merceeiros.

Sim, eu sei tudo sobre as culpas da própria Grécia na sua ruína actual. Poucos anos depois da adesão da Grécia à UE, passei lá uma semana a fazer uma reportagem para a RTP, sobre os efeitos dessa adesão. Ouvi de viva voz, e não reportado por outrem, governantes, empresários e agricultores, explicarem-me como aquilo era uma coisa extraordinária: recebia-se dinheiro de Bruxelas para tudo e não era preciso fazer nada (o mesmo que, em menor escala, se passou aqui, na prodigiosa década de governação cavaquista, que se seguiu à nossa adesão). Depois, fui lendo sobre as 200 profissões de “desgaste rápido” que davam direito a pensão de reforma completa após 25 anos de trabalho, sobre os 27 jardineiros para tratar um hectare de jardim público, os 20 motoristas ao serviço de um director-geral, as escabrosas despesas militares, a fuga ao fisco como desporto nacional, a corrupção, de baixo para cima e até ao topo, instituída como fonte de rendimento paralela. Mas também vi como Bruxelas fechou os olhos a tudo, como o Goldman Sachs ajudou o Governo grego a ocultar a situação desastrosa das contas públicas, como a Alemanha, não ignorando o que se passava, vendeu cinco submarinos a um Governo de um país falido, com os bancos alemães a financiarem a compra, e como é que, depois, os 240.000 milhões emprestados pela troika serviram, antes de mais, para livrarem a banca alemã do sarilho em que, por simples avidez, se tinha enfiado.

Também não ignoro como o programa do Syriza está cheio de verborreia demagógica da esquerda — quando, por exemplo, se propõe taxar a 80% as “grandes fortunas” (a partir de um milhão de euros), como se fossem essas “grandes fortunas”, que rapidamente emigrariam, a salvar as contas públicas e não os milhões de pequenos e médios contribuintes que acham que só os ricos é que devem pagar impostos. Ou quando se propõe, e bem, atacar a “grande corrupção”, mas fingindo não ver a outra, como a dos médicos que recebem “envelopes” para ver os doentes nos hospitais públicos (cuja denúncia, feita pelo José Rodrigues dos Santos, como lhe competia, provocou a ira de um dirigente do BE, o “nosso Syriza” — que, pelos vistos, é “Charlie”, mas não tanto).

Sim, levo tudo isso em conta, incluindo o argumento ad terrorem esgrimido contra o novo Governo grego: se eles não têm dinheiro, se dependem dos empréstimos dos outros, como é que se atrevem a querer ditar regras e revogar unilateralmente o que acordaram com a troika — coisas como a nacionalização por atacado e a preços de ocasião de portos, aeroportos e electricidade (como nós fazemos), a redução de 25% do salário mínimo, o corte de electricidade a 300.000 pessoas que não têm dinheiro para a pagar, ou essa medida de uma profunda insensibilidade social que é a de deixar de prestar cuidados de saúde a quem esteja desempregado há mais de três meses e não tenha meios para pagar os cuidados a prestar? Sim, como é que eles se atrevem?

Não, isto não é uma história de criancinhas, como quer esperançosamente pensar Passos Coelho. Isto é política a sério, política dura, feita de escolhas difíceis, de opções que vão marcar os tempos

Atrevem-se, porque quem já quase tudo perdeu, pouco mais tem a perder. A agenda da troika para a Grécia, fruto de uma irresponsável incompetência e de uma vontade punitiva amoral, produziu centenas de milhares de desempregados e novos emigrantes, reduziu o Estado social aos tempos anteriores a Bismarck e cilindrou a classe média, sem a qual nenhum país tem futuro. Ao fim de seis anos de uma austeridade ditada por um misto de fanatismo ideológico e experimentalismo económico, a Grécia conseguiu, de facto e em troca da destruição da sua economia, atingir um saldo primário positivo das contas públicas de 6,5%. Ou seja: o Estado grego gasta menos 6,5% do PIB do que aquilo que recebe. Está rico, então? Não, porque tudo isso e muito mais é absorvido com o serviço de pagamento da dívida, capital e juros. Diz Bruxelas e Berlim, e dizia o ex-PM Samaras, que, todavia, os resultados do sacrifício feito compensaram e já se vê reflexos disso no crescimento de 0,7% do PIB em 2014 — o mesmo que diz o nosso Governo, com idêntico crescimento. É maravilhoso, de facto, não fosse o facto de a dívida acumulada atingir 180% do PIB! Isto é, a crescer a este ritmo, seriam precisos mais de 200 anos, cinco gerações, para pagar a dívida (a menos que, como insultuosamente sugeriram alguns alemães, os gregos lhes vendessem as ilhas). Eu sei que quem deve tem de pagar, mas também julgo que quem tem a haver só se for estúpido é que sufoca o devedor. Como escreveu Alexis Tsipras há semanas, a vitória do Syriza seria, antes de mais, a vitória do bom senso sobre o fundamentalismo ideológico. É verdade que a Grécia já beneficiou de um substancial corte no montante da dívida, mas também é verdade que a dívida não parou de crescer desde então, nem vai parar, porque a política de terra queimada imposta pela troika impede que seja o crescimento económico a financiar o pagamento. Como fez a Alemanha no pós-guerra.

Se a Europa — isto é, a Alemanha — forçar o Governo de Tsipras a capitular, muita gente ficará feliz com o desfecho. Mas são inconscientes: estarão apenas a antecipar o fim da Europa. A capitulação e humilhação da Grécia detonará, entre muitos povos da Europa, uma onda de ódio antialemão e de frustração com Bruxelas que será terra fértil para extremismos e radicalismos bem mais perigosos e incontroláveis. O desespero nunca foi bom conselheiro. A chancelerina Merkel devia meditar na célebre frase de Kennedy: “Os que tornam impossível a revolução pacífica tornam inevitável a revolução violenta”.

Não, isto não é uma história de criancinhas, como quer esperançosamente pensar Passos Coelho. Isto é política a sério, política dura, feita de escolhas difíceis, de opções que vão marcar os tempos. Coisas que os dirigentes europeus actuais já esqueceram. Mas quer eles queiram acreditar quer não, nada vai ficar na mesma. É impossível.

Miguel Sousa Tavares 
escreve de acordo com 
a antiga ortografia

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2205, 31 de janeiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Whiplash – Nos Limites

Quando a disciplina chega ao nível da tortura

TEXTO ALEXANDRE COSTA

PROFESSOR E ALUNO J. K. Simmons e Miles Telier surgem como professor e aluno de uma escola de jazz nova iorquina
“Whiplash – Nos Limites” é um filme sobre a sinuosa relação entre um talentoso estudante de bateria de uma escola de jazz e o seu ultra-exigente professor.

Escrito e realizado pelo aspirante a baterista Damien Chazelle, “Whiplash” leva-nos até a uma ficcional escola de jazz nova iorquina, marcada por um ambiente extremamente competitivo


Miles Telier é Andrew, um promissor estudante de bateria de 19 anos, J. K. Simmons é Fletcher, um ultra-exigente professor, que tem como lema obrigar os seus alunos a ultrapassarem os seus limites de modo a atingirem a excelência.

Entusiasmado pelo talento de Andrew, Fletcher vê nele o seu discípulo ideal e dedica-lhe especial atenção.

No início do filme descobre-se que um dos seus antigos alunos se suicidara, algo a que ele não parece dar especial importância.

Em contraste com o pai de Andrew, que é um medíocre mas afetuoso professor de liceu, Fletcher surge como um mentor insensível, marcado por um rigor e exigência que atingem níveis de enorme crueldade.

A humilhação perante a mínima falha

A relação que estabelece com o seu discípulo predileto, que faz questão de humilhar perante a mínima falha, ganha mesmo contornos de puro sadismo.

Fatores que em vez de desincentivarem Andrew levam-no a empenhar-se ainda mais a fundo, ao ponto de largar a sua namorada de longa data para estar totalmente centrado na música.

A sua paixão pela música e determinação em tornar-se num grande baterista de jazz acabam por levá-lo tortuosos caminhos.

“Whiplash” começou por ser uma curta-metragem, antes do realizador e argumentista ter desenvolvido a história neste novo filme que agora estreia em Portugal.

Para além de ter estar nomeado para os Óscares em cinco categorias, o filme foi contemplado com diversos prémios e valeu a J.K. Simmons o Globo de Ouro de Melhor Ator Secundário.

Trailer
Título “Whiplash - Nos Limites”
Realização Realização Damien Chazelle
Atores Miles Teller, J. K. Simmons, Melissa Benoist, Chris Mulkey, Suanne Spoke
Duração 107 min.
Pontuação dos críticos do Expresso:
Jorge Leitão Ramos–três estrelas
Vasco Baptista Marques–duas estrelas
Expresso 29 JAN, 2015

domingo, 25 de janeiro de 2015

Rua do Bonjardim


Rua do Bonjardim

Nome que evoca o bucolismo dos subúrbios do burgo medieval



Aquela parte da Rua de Sá da Ban­deira que vai da esquina da Rua de Sampaio Bruno até à Rua de 31 de Janeiro, como a vemos ago­ra, tem pouco mais de século e meio.

Até finais do século XIX, mais ano menos ano, aquele troço da artéria em questão ainda era a continuação da Rua do Bonjar­dim. Uma artéria que, como o próprio nome deixa adivinhar, evoca as paisagens rurais, rústicas e campesinas que os viajan­tes e peregrinos encontravam quando saíam da cidade medieval.

A saída aqui fazia-se pela porta de Carros, aberta na muralha fernandina num local que podemos situar mesmo em frente à entrada principal da moderna igreja de Santo António dos Congregados.

Primitivamente, o que se abriu naquela parte da muralha (1409) foi um simples postigo.

Só cento e doze anos depois (1521) é que foi rasgada a porta, igualmente por inicia­tiva de D. Manuel I.

O mosteiro das monjas beneditinas de S. Bento da Ave Maria já estava de pé, no si­tio onde mais tarde se construiu a estação ferroviária de S. Bento.

E também já estava aberta a Rua das Flo­res, mandada rasgar, por aquele mesmo monarca, ao longo dos "vergéis do bispo".

Começou por se chamar Rua de Santa Ca­tarina das Flores por causa de uma imagem daquela padroeira que existia à entrada da artéria para quem nela entra pelo largo de S. Domingos.

A abertura da Rua das Flores teve um objetivo bem definido: a ligação rápida e có­moda, via largo de S. Domingos, da parte ribeirinha, nomeadamente da Praça da Ri­beira, com novos aglomerados populacio­nais que iam crescendo para norte, nomea­damente ao longo da margem direita do rio da Vila, hoje encanado no subsolo da Rua de Mouzinho da Silveira, e nos terrenos cir­cundantes do mosteiro das freiras. Em 1599, a Rua do Loureiro ainda não tinha nome e aparecia mencionada nos docu­mentos da época como rua que vai da rua Chã para S. Bento.

Nos primeiros anos do século XV, um pa­voroso incêndio destruiu quase todo o ca­sario da Chã que era, como facilmente se imagina, de taipa e coberto de colmo.

A reconstrução começou logo a seguir, mas as casas, agora, eram feitas de pedra. Sabemos isso porque a Câmara, em 1408, publicou um edital em que determinava que a porta de Carros devia ficar aberta para além do horário normal de funcionamen­to para facilitar a passagem dos carros que conduziam a pedra para "a reconstrução da Rua Chã".

Desde os finais do século XIV que já fun­cionava na Rua Chã "uma estalagem gran­de e boa".

Voltemos à Rua do Bonjardim. Quem se dedica ao estudo da história do Porto ou do seu desenvolvimento urbanístico sabe que há pouco mais de trezentos anos, do lado de fora da muralha fernandina, para quem dela saísse pela porta de Carros, ape­sar de já haver algumas ruas, o que os via­jantes mais viam era campos de cultivo, lameiros, extensas ares cobertas de olivei­ras ou laranjeiras, caminhos como os de qualquer aldeia do interior e soutos de car­valheiras.
DURANTE O CERCO DO PORTO A IGREJA DOS CONGREGADOS SERVIU DE QUARTEL E DE ARSENAL DO EXÉRCITO LIBERTADOR
O primeiro edifício com alguma enverga­dura que se construiu naquele sítio da par­te de fora do muro foi, em 1660, o conven­to dos padres da Congregação do Oratório, vulgo os Congregados. A fachada principal dessa casa monástica ficava mesmo em frente à porta de Carros. Voltada para onde viria a ser construída a praça hoje chama­da da Liberdade, ficavam os dormitórios dos religiosos cada um deles com sua alta janela. Os Congregados alugavam os espa­ços que ficavam por baixo dos dormitórios para os fins mais diversos. Havia estabele­cimentos, locandas de comes e bebes e sim­ples armazéns de mercadorias diversas.
Com a extinção das ordens religiosas o convento foi posto à venda em hasta públi­ca. Comprou-o o brasileiro de toma viagem Manuel José de Sousa Guimarães que nele pretendeu montar uma fábrica de tabaco, o que não foi permitido. A administração da igreja foi entregue à confraria de Santo António da Porta de Carros à qual, aliás, já pertencia por doação do Município feita em 1657.

Quando, já ao beirar do século XX, a Câ­mara resolveu alargar a parte da Rua do Bonjardim que ia da esquina da Rua de Sampaio Bruno até à embocadura da Rua de 31 de Janeiro, o projeto elaborado para esse fim previa, entre outras coisas, a de­molição de parte do mosteiro dos Congre­gados. O assunto deu que falar e esteve na origem de um longo pleito judicial, mas a obra acabou por se fazer.

A porta de Carros foi desmantelada em 1888. Era uma das mais movimentadas de quantas havia ao longo da muralha fernan­dina e, dizem entendidos nessa matéria, que devia ser bem curiosa, mesmo esplen­dorosa, por ser do tempo de D. Manuel I o introdutor do estilo manuelino.


A HISTORIA DA IGREJA DOS CONGREGADOS 

A primitiva capela de Santo António da Porta de Carros foi demolida em 1694. No seu lugar foi construída nova ermida, que ficou concluí­da em 1703. Ao longo dos anos, também este templo viria a sofrer alterações até à constru­ção da igreja que ainda hoje prevalece. À frente deste templo havia uma espécie de pátio ou átrio a que se tinha acesso através de uma am­pla escadaria (foto mais pequena) que obras de renovação do local fizeram desaparecer em 1913. A construção da escadaria, no século XIX, deu que falar. Queixavam-se os mais puritanos de que as senhoras, para as subir, tinham de puxar o vestido, o que permitia aos homens verem-lhe os tornozelos... O que para a época era, no mínimo, escandaloso.
JORNAL DE NOTÍCIAS 25 JAN 2015




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