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domingo, 31 de maio de 2015

A história não perdoa









 Miguel Sousa Tavares

A história não perdoa



Segunda-feira passada, uma notícia de “Le Monde” rezava assim: “O Estado Islâmico avança e os Estados Unidos não se mexem”. Podia ter escrito antes “A Europa não se mexe”, ou “A França não se mexe”, ou “A Inglaterra não se mexe”. Mas, ao atribuir a responsabilidade de uma resposta exclusivamente aos Estados Unidos, o jornal francês mostrou que certas coisas nunca mudam: quando há um trabalho sujo e difícil para fazer, quando é preciso arriscar vidas, a Europa confia que os Estados Unidos façam esse trabalho — mesmo que a ameaça ocorra dentro ou junto das fronteiras da Europa.

Verdade se diga que, neste caso, a responsabilidade dos EUA vem de trás: a emergência, na Síria e no Iraque, do Estado Islâmico, é uma consequência directa da irresponsável e criminosa Segunda Guerra do Iraque, lançada por esse infeliz ex-Presidente americano George W. Bush. Os que — aqui, como em diversas partes do mundo — usaram as suas tribunas, o seu poder e a sua influência sobre as opiniões públicas para as fazer engolir as mentiras fabricadas pela Administração Bush a fim de justificar uma guerra injustificável e sem sentido, bem podem dormir o sono dos irresponsáveis, mas não o dos justos: os 400 mortos que o EI assassinou nos três primeiros três dias após a conquista da cidade síria de Palmira, são apenas as últimas vítimas à data de uma ideologia de violência demencial que o mundo jamais tinha testemunhado, nem sequer sob o terror nazi. E tornada possível como sequela dessa guerra, entre todas, exemplo da leviandade dos decisores políticos.

Verdade se diga também que a França foi um dos países que, no Conselho de Segurança da ONU, compôs a maioria que resistiu ao pedido de invasão do Iraque apresentado por George W. Bush, tornando assim a intervenção ilegal à face do direito internacional. Dominique de Villepin, então ministro dos Estrangeiros da França, chegou a dizer ao secretário de Estado Colin Powell que as alegadas provas da produção de armas de destruição maciça, incluindo nucleares, por parte do regime de Saddam Hussein, não passavam de “uma falsificação grosseira” — (como o próprio Powell admitiria mais tarde, confessando-se enganado pelo seu próprio Governo). Também o então secretário do Tesouro americano, Paul O’Neill, declararia depois que, assim que tomou posse (em 2001 e através de uma nunca antes vista eleição fraudulenta), Bush já vinha determinado a invadir o Iraque, tendo pedido aos serviços secretos que lhe descobrissem um pretexto. O pretexto foi a inventada existência das tais armas de destruição maciça, que os inspectores da ONU no terreno e a Agência Internacional do Nuclear reiteradamente desmentiram. Mas que o célebre “quarteto da guerra” da cimeira dos Açores (Bush, Blair, Aznar e Barroso) juraram ser verdadeiro. Grandes líderes enganaram-se muitas vezes e algumas delas com consequências trágicas. Churchill cometeu um erro de estratégia militar que custou centenas de milhares de vidas durante a I Guerra Mundial, em Gallipoli, e um erro político com funestas consequências na Índia. Mas foram erros e pagou por eles: o primeiro, com a sua demissão do Almirantado, o segundo, com a perda das eleições inglesas. A diferença é que o quarteto dos Açores não cometeu erros, cometeu crimes políticos, mentindo de perfeita consciência e sem curar de avaliar as consequências da sua decisão. Mas, excepto Aznar, todos foram perdoados e premiados: Bush com a reeleição para um novo mandado, Barroso com a presidência da Comissão Europeia e Blair com o cargo de represente da UE para o Médio Oriente — onde nada fez senão algumas visitas faustosas a Jerusalém, assim acrescentando uma fortuna acumulada a dar conferências e servir de conselheiro/facilitador a alguns governos pouco recomendáveis.
 

Os EUA vêem-se envolvidos num atoleiro político-militar em que os inimigos ocultos são os seus aliados oficiais e os aliados ocultos são os inimigos oficiais

Pior do que a invasão do Iraque e do prazer propagandístico de ir destruindo e eliminando as várias cartas do baralho com que os americanos classificavam as principais figuras do regime de Saddam, foi a destruição do Exército e do próprio

ILUSTRAÇÃO HUGO PINTO
Estado iraquiano e o reatar do clima de guerra civil entre sunitas e xiitas, que no passado já dera origem a uma guerra entre o Irão e o Iraque. O subsequente processo de “nation building” de um Iraque “livre e democrático”, feito em cima do papel por uma trupe de ignorantes profissionais aliada a grupos de empresários especializados na reconstrução de países destruídos, produziu os mesmos trágicos efeitos que antes já se tinham visto no Kosovo. Mas com várias agravantes: o Iraque, criado pelos ingleses após a I Guerra Mundial, é um aglomerado caótico de três nações, separadas por ódios tribais milenares e diferenças culturais e religiosas irreconciliáveis, que a ditadura de Saddam, apesar de tudo, mantinha como um arremedo de Estado — e que os americanos, pura e simplesmente, desprezaram. Tornou-se assim um país inviável, onde, como bem notou há dias o secretário da Defesa americano, “o Exército não quer combater o Estado Islâmico”. E como haveria de querer se os americanos decapitaram as chefias e, facilitando o regresso dos xiitas ao poder, instalaram o confronto nas próprias fileiras militares?

E foi assim, sobre as ruínas de um país artificialmente criado pelos interesses pós-coloniais e que, com a sua guerra particular, George W. Bush devolveu ao estado tribal, que o Estado Islâmico, finda a paciência dos contribuintes americanos para os custos do “nation building”, encontrou o vazio ideal para se instalar e, pelo terror sabiamente amplificado pelos modernos canais informativos das redes sociais, se ir espalhando como peste. E, ironia das ironias, só lhe resistem os curdos (que os americanos não querem armar para não ferir as susceptibilidades da Turquia, membro da NATO e apoiante discreto do EI), a Síria de Assad (declarado terrorista pelo Congresso americano), e o inimigo número 1 da América e do mundo livre — o Irão, que é o único país estrangeiro com tropas no Iraque, a combater os sunitas do EI, em defesa dos xiitas que os assassinos do EI degolam todos os dias. E quem protege o EI e o apoia? Os mesmos que protegeram e apoiaram a Al-Qaeda: a Arábia Saudita e o Qatar. Ou seja: os EUA vêem-se envolvidos num sarilho impensável e num atoleiro político-militar em que os inimigos ocultos são os seus aliados oficiais e os aliados ocultos são os inimigos oficiais. Se assumirem a contradição e aceitarem os que querem combater o EI, terão de legitimar a ditadura sanguinária de Assad, na Síria, e o Irão dos ayatollahs, fazendo vista grossa aos seus esforços para se dotar da bomba nuclear. E, de caminho, arriscam-se a alienar de vez a sua aliança com a Arábia Saudita e a ficarem cativos da chantagem de Israel. Se, pelo contrário, cruzarem os braços como “Le Monde” os acusa, e ficarem à espera que seja o inexistente Exército iraquiano a resolver o problema, arriscam-se a ver o EI tomar conta do Iraque e depois da Síria, tornando-se a nova potência regional e de uma irracionalidade nunca vista.

Eis onde nos conduziu a estupidez e o narcisismo de George W. Bush, ansioso por se declarar “um Presidente em guerra” e assim fazer esquecer a sua oculta e nada honrosa folha de serviço militar durante a guerra do Vietname — que, segundo os poucos dados oficiais disponíveis, passou ao serviço da Força Aérea... do Texas. Ele era o que era e mais não prometia; mas os seus aliados de circunstância bem que se podiam enterrar de vergonha ou remorso. Milhares de pessoas inocentes morreram devido ao seu ‘erro’ de avaliação, em 2004; milhões abandonaram as suas casas e as suas vidas para fugir ao terror do EI e naufragam no Mediterrâneo a tentar chegar à Europa que os traiu; e lá, nas terras da antiga Mesopotâmia, cresce e espalha-se um monstro que ainda olhamos como curiosidade exótica, antes de se transformar num pesadelo próximo e real. E os responsáveis políticos por isto dedicam-se à pintura, às conferências milionárias e às sinecuras universitárias onde dão lições sobre como gerir o mundo. Como se nada fosse com eles.

Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2222

ESTUPIDEZ COLETIVA


PLUMA CAPRICHOSA







 Clara Ferreria Alves

ESTUPIDEZ COLETIVA 

Duas decisões estratégicas teriam sido a construção do aeroporto fora da cidade de Lisboa, um hub à altura do tráfego futuro, e a construção de uma rede de alta velocidade ligada à Europa 
Um dos indicadores civilizacionais de um país é o seu sistema de transportes. Se olharmos para o Brasil, vemos a perpétua disfunção brasileira no modo como um país com recursos se dedicou a não investir um cêntimo numa rede de transportes e como não dispõe de uma rede de estradas, de transporte ferroviário, de transportes coletivos urbanos. De bons aeroportos. Ou uma companhia aérea mais do que sofrível. Tudo o que está errado na pública administração do Brasil se vê no pesadelo do trânsito de São Paulo. A Varig? Não faliu, ruiu. E nós apanhámos, via TAP, os cacos (prometi não falar mais na TAP mas há novidades escandalosas). Parece que Dilma Rousseff olhou para a China e resolveu, empurrada pelas manifestações, dotar o Brasil de uma rede ferroviária semelhante. Conhecendo o historial do Brasil, e a junção da complacência com a corrupção, só podemos rir. O Brasil é o seu sistema de transportes. Do mesmo modo que o Japão é o metro de Tóquio e os bullet train, os comboios rapidíssimos que partem ao segundo, que nunca se atrasam e percorrem todo o país. A ordem, a organização e a inteligência coletiva dos japoneses vêem-se no seu sistema de transportes.

Portugal é, como todos sabemos, um país altamente disfuncional e a disfunção precede a austeridade. Duas decisões estratégicas fundamentais teriam sido a construção do aeroporto fora da cidade de Lisboa, um hub à altura do tráfego futuro com a Europa, África, Ásia e América do Sul, e a construção de uma rede de alta velocidade ligada à Europa. Estas decisões deveriam ter sido tomadas e executadas antes de Sócrates, mas os interesses em disputa e a ganância dos operadores, respaldados nos habituais escritórios de grandes advogados e numa banca ávida de lucro fácil fez com que nunca os agentes políticos conseguissem chegar a uma decisão. Os agentes políticos são o que são. Privilegiaram o transporte individual e a construção de autoestradas (hoje vazias) e deixaram que os transportes ferroviários e os transportes urbanos se degradassem ou perdessem dinheiro até se tornarem insustentáveis. Os transportes de Lisboa são erráticos e ineficazes, o metro é insuficiente e não serve bairros históricos como a Estrela ou as Amoreiras, Campo de Ourique ou Campolide. Desistiu-se, simplesmente, de servir uma parte da cidade. Desistiu-se de retirar os carros do centro e permite-se que durante os dias de semana se formem filas intermináveis de trânsito dos trabalhadores suburbanos nas ruas da capital. Os moradores de Lisboa pagam a fatura da poluição juntamente com o metro quadrado mais caro de Portugal. A linha de Cascais está decadente e mete nojo. A linha de Sintra é uma vergonha. O metro e os autocarros fazem greve todas as semanas e continuam a ser, como se sabe, altamente dispendiosos. Nunca foi criada a célebre autoridade metropolitana de transportes. E ao fim de semana, bairros históricos são invadidos por gente em busca de entretenimento e restauração que não prescinde do automóvel. Não há silos à entrada da cidade. Não há elétricos rápidos como noutras capitais europeias. As decisões são remendos. As mexidas na Avenida da Liberdade trouxeram mais trânsito para o Príncipe Real e as Amoreiras (as filas que o túnel do Marquês tinha anulado regressaram em força intoxicando a atmosfera) e optou-se por remover os carros velhos quando seriam todos os carros que deveriam ser removidos do centro histórico alargado. E pensa-se, ciclicamente, em construir um parque de estacionamento no Príncipe Real, projeto demencial e atentado ecológico que os moradores têm conseguido combater. No essencial, o sistema de transportes de Lisboa não presta e não presta um bom serviço. Circulam autocarros vazios. O aeroporto no centro da cidade, com o aumento do tráfego aéreo, é um erro colossal que só por milagre não tem tido consequências catastróficas. Os aviões passam a raspar os prédios. E aterrar em Lisboa, com os ventos, é difícil. O interior do aeroporto, desde a privatização, tornou-se um centro comercial, mas as zonas de desembarque não têm passadeiras rolantes (obrigando a percursos quilométricos) e as novíssimas lajes estão, depois das recentes obras, partidas. Querem que sejam os passageiros de táxi a pagar à ANA a taxa que ela passou a dever à CML, através da tarifa fixa. O comboio para o Porto, o pobre Pendular, ganha no percurso uma dezena de minutos e uma distância de trezentos quilómetros demora três horas a ser percorrida. A privatização da TAP, um processo nebuloso e provadamente malicioso, conheceu um desenvolvimento com os aviões a apodrecer em Sevilha do sr. Efromovich (uma história inacreditável), à espera que o Governo decida (?) qual dos brasileiros fica com a TAP e quanto é que vamos pagar da dívida da TAP antes de a oferecer (palavras de Pais do Amaral). Tudo isto diz tudo sobre nós. É a estupidez coletiva. 
 
Jornal Expresso SEMANÁRIO#2222

DAD BOD ESTÁ NA MODA?

HÁ HOMEM
LUÍS PEDRO NUNES 
 
DAD BOD ESTÁ NA MODA?


O grau de credulidade em idiotices está a chegar a um ponto de não retorno

Então? Agora é o dad bod que está a dar, hein? — disseram-me, à espera da minha aprovação de alegado especialista em tendências de gajo. Não fazia a mais pálida ideia do que estava a falar. “Dad bod? Dad bode?” Saquei da minha inteligência de bolso e introduzi o termo no Google. Saíram milhares de correspondências com menos de oito dias: “New York Times”, “Fox News”, “Daily Show”, e um fogo noticioso global que se tinha prolongado por duas ou três ondinhas de contradição — que agora duram seis dias.Mas que raio é o tal do dad bod? Vou poupar-me a grandes teorias e passarei já a uma súmula conceptual para aviar isto. O termo vem de dad — pai e bod — corpo. Assim a “internet estaria a derreter porque as mulheres, afinal, gostam é de dad bods e não de homens musculados”. Novamente para abreviar. Foi uma jovenzita que escreveu um texto sobre o assunto que atiçou “a internet e a pôs a falar” do dad bod. Que começou por ser o corpo do Leo diCaprio, meio fora de forma ou um achaque edipiano com o maduro mauzão do American Idol, o Simon “qualquer coisa”, que tem uns 50 mas é enxuto, mas, claro, tem já uma mama-d’homem descaída com certeza. A ideia inicial seria a de um quarentão que vai ao ginásio mas que tem um projeto de barriguita agarrada à cintura. Neste assunto as mulheres têm toda a razão: isto é uma aberração sexista. Sem qualquer estudo — nem mesmo daqueles da treta — apenas um “a net diz”. O dad bod tornou-se assim uma verdade noticiável por apresentadores de TV com cinta a apertar o abdómen a garantirem que iam passar o fim de semana a beber cerveja: afinal as mulheres gostam é de homens “fora de forma e com barriga. Quem havia de dizer? ahaha”. Rapidamente passou do tipo em forma, com um pouco de adiposidade abdominal, para o relaxadão badocha. Então não é que as mulheres acham sexy os tipos que não fazem desporto e passam a vida no sofá? A tese evoluiu em poucos dias. Sancionada pelos grandes grupos de media norte-americanos. E replicada pelo mundo. Ora, os blogues de defesa dos direitos das mulheres reagiram. “Corpo de pai? E o corpo de mãe? O tal que carrega um ser humano a crescer durante nove meses? Esse não é sexy?” Mulheres aproveitaram para colocar os seus mom bod no Facebook — as suas barrigas que tinham sido esticadas a um ponto em que já não voltaram ao que eram antes. E tiverem como resposta: “Devia ir ao cirurgião tratar disso.” Ou seja, o mom bod não é sexy, diziam os homens. “Sexistas, porcos!” Razão, senhores, elas têm razão, ó palermas...O “New York Times” avançou com uma perspetiva mais científica, que passou por analisar afinal a questão do peso e massa corporal do ponto de vista estatístico. Os resultados foram tão óbvios que dá dó: os mais novos são mais magros e vão mais ao ginásio, e quando o homem casa fica mais sedentário, tende a engodar e quanto mais velho mais uns quilos ganha. Milhares de artigos escritos para isto. Um dos atores que, de repente, foi considerado o símbolo dos dad bod, Seth Rogen, começou a ficar incomodado com o facto de estar a ser excessivamente conotado com o rótulo, tanto mais que nem tem filhos. E pediu para analisarem mais profundamente a coisa. E esta é a questão. É o dad bod um fator sexy? As mulheres gostam assim tanto? O autor destas linhas tem o que se pode dizer um dad bod original. Faz ginásio com um ne sais quoi de barriguita que dura e perdura. Ora, estando ao lado de um puto com um six pack qual é o mais sexy? Certo... Assim se demonstra o valor do que a internet anda a dizer por aí. E que os grandes jornais do mundo replicam. Menos este vosso esclarecido Expresso. Não, o homem de verão 2015 não é o dad bod, embora as praias estejam atafulhadas deles. Ser assim não é uma opção. É uma condição. Acreditem (me).



MODERNICES

 

Baldas mas com design
 
Para os dad bods que querem ganhar barriga em estilo, eis algo de verdadeiramente grandioso. O material de ginásio alemão Hock. Em muitas casas há sempre uma divisão com uns alteres escondidos, uma máquina que nunca foi usada. Mas esta marca liga tanto ao design que pode estar numa sala como peça de arte pois fica bem em qualquer lado. Basta dizer que uma corda de saltar custa uns 300 euritos. Se é para ser “estou-me a lixar” que seja com estilo.

 

Para homens de barba rija...  

... e conta gordinha. Este é o Victorinox Swiss Army que vai celebrar o 130º aniversário da marca. Ao contrário de um dad bod é rijo, forte, durão e feito para resistir a tudo. Ao contrário do dad bod não há muitos: só foram feitas 250 unidades. O preço? Uma desagradável surpresa. Nem dizem (até fiquei com a voz rouca de escrever isto).


http://www.victorinoxwatches.com/

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2222

sábado, 30 de maio de 2015

Trocamos?



A LAGARTIXA E O JACARÉ



Milhares de pequenos duendes estão a comer o passado para que ele não venha assombrar os candidatos: esqueçam Sócrates em Évora, dizem ao PS; esqueçam que amavam a troika, dizem eles ao PSD; esqueçam o "partido dos contribuintes", o "partido da lavoura", o "irrevogável", dizem eles ao CDS



Trocamos?

Meu bom Pan,

Passou-me pela cabeça, em deses­pero de causa, que podíamos trocar de vida um com o outro. Eu ia para aí, à procura de ouro nessas terras áridas, e tu vinhas para aqui aguen­tar mais uns meses de uma campa­nha eleitoral que está tão árida e poeirenta como os teus desertos do interior. E olha que eu sou teu amigo, em condições normais nunca me passaria pela cabeça desejar-te al­gum mal, mas como isto está, até te rogo esta praga. Só por isso imagina o meu desespero, acho que como as coisas estão por cá fico mais estúpi­do todos os dias. E não gosto.

E é desespero mesmo, porque a úl­tima coisa, pelos vistos a penúltima, que me apetece fazer é andar por es­ses sítios onde as pessoas comem vermes e raízes, se sentam no chão e onde há muito pó. Tu aguentas por­que, como todo o alemão contempo­râneo, tens muita culpa a expiar e eu não. Os meus antepassados andaram a matar pretos, cochins, malabares e mouros, mas já lá vai muito tempo. Agora, a minha pátria é um exemplar país do Primeiro Mundo, onde se vive melhor do que no Bangladesh. Mas os costumes, meu bom alemão, são muito maus...

Os nossos maus costumes, no qual se inclui uma manha campo­nesa e desconfiada, levaram o nos­so Presidente a rogar-nos esta maldição de colocar o País numa lon­guíssima campanha eleitoral. As más-línguas dizem que foi para ver se o Governo encontrava maneira de se safar e de desgastar a terrível oposição socialista.

E isto parou tudo, ninguém governa nada, as mesmas polémicas regres­sam ciclicamente como se fossem no­vas, a comunicação social contribui e muito para esta monotonia suscitan­do "casos" às segundas, quartas e sex­tas e enojando-se com os "casos" que ajudou a criar, nas terças, quintas e sábados. Domingo era para ser o dia do Senhor, se não fosse o futebol.

Eu, se mandasse fora das minhas hortas, e mesmo assim tenho que lu­tar com insectos, minhocas, toupeiras, coelhos, pragas avulsas e o tenebroso S. Pedro, instituía uma campanha eleitoral de uma semana e proibia as "pré-campanhas". Ou melhor, não lhes dava tempo: anunciava eleições no domingo, de segunda a sábado que se amanhassem, não havia "des­canso", nem reflexão, e votava-se no domingo a seguir. Durante uma se­mana era o Armagedão, o Apocalipse, o Julgamento Final, valia tudo até tirar dentes e depois, no glorioso domingo em que se votava, o País voltava aos eixos e ao silêncio. Dava-se cabo de uns milhões de euros em produtivida­de, mas havia menos estragos do que com este ano, mais do que um ano, de arrastada, viciosa, cansativa campa­nha que não ousa dizer o seu nome.

Assim, esta campanha pastosa faz à democracia o pior que se lhe pode fa­zer. Os spin doctors brasileiros (mas que raio de ideia ir buscar ao Brasil os "especialistas" de imagem e marke­ting político!) gostam: ganham por mais tempo de trabalho e colocam as suas marionetas a fazer teatro. Milha­res de pequenos duendes estão a co­mer o passado para que ele não ve­nha assombrar os candidatos: esqueçam Sócrates em Évora, dizem ao PS; esqueçam que amavam a troika di­zem eles ao PSD; esqueçam o "parti­do dos contribuintes", o "partido da lavoura", o "irrevogável", dizem eles ao CDS. Melhor conselho ainda: es­queçam tudo o que aconteceu e lembrem-se só daquilo que quero que se lembrem. Portugal aguenta? Aguenta. Só eu é que não, meu bom alemão.

Por isso, meu amigo agrimensor e prospector, podemos fazer um trato um pouco mais complexo. Tu vens e trazes a população aborígene de Queensland toda. Acampam no Mar­quês e no Parque Eduardo VII e, se a polícia vos incomodar, dizem que são benfiquistas. Até vos ajudam a fazer as fogueiras e a escavar o jardim. E eu levo-te até à Baixa onde há uma lenda urbana de que algum ouro do Banco de Portugal está numa cave. Como a tua função é procurar ouro, podes lá levar a varinha de vedor e escrever aos teus patrões a dizer que ela se verga toda na Rua Augusta.

Eu, pelo meu lado, em vez de ir para o interior de Queensland ficava-me pela costa, que parece que tem boas praias. Eu gosto do mar, mas detesto a "praia", mas deve haver um sítio bo­nito, sem surfistas e solitário, onde possa finalmente escrever alguma coisa, limpo a cabeça desta miséria toda e fico por lá uns meses. Eu agra­decia, o Governo e a coligação agra­deciam, até dariam uns vistos gold aos teus aborígenes e tiravam-me o passaporte. E os leitores da SÁBADO leriam sobre a limpidez das águas, os tubarões ao longe, a beleza do nascer-do-sol, as ameaças sobre a Grande Barreira e o destino dos co­rais. E eu ficava cada vez mais aussie e tu cada vez mais luso.

Até que, no dia das eleições, eu des­cia do avião, qual anjo exterminador (imagina!), e colocaria o meu voto nas urnas como se espetasse uma faca nas entranhas do dragão e o mundo voltava aos seus eixos. Tu regressa­vas, saudoso da pessoana ginjinha, os teus aborígenes de cachecóis do Ben­fica, e os teus patrões alemães viriam buscar o que sobrava do ouro do Ban­co de Portugal, coisa que aliás eles fa­zem sem prospecção.

Sonhar é fácil.

Um abraço do teu amigo de sem­pre.


SÁBADO, 28 MAI, 2015

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Os 10 regressos musicais mais memoráveis do século XXI


Os 10 regressos musicais mais memoráveis do século XXI

Há bandas que resistiram ao teste do tempo. Mas, infelizmente, a maior parte só esteve ativa num curto período. O que nos vale é que de vez em quando decidem voltar a reunir-se. Ora relembre-os lá.


Os Led Zeppelin voltaram em 2007. Os bilhetes só estavam disponíveis através de lotaria. Mais de 20 milhões de pessoas participaram Getty Images


Há bandas que são intemporais. Resistiram ao teste do tempo. Mas, infelizmente, a maior parte só esteve ativa num determinado período da história. E se fosse possível viajar no tempo? O mais próximo que temos de uma máquina do tempo são as reuniões dessas bandas intemporais.

Observador fez, com ajuda de algumas sugestões do Guardian, o levantamento de algumas das digressões de reunião mais memoráveis do século XXI.


Led Zeppelin


Quem diria que seria possível ouvir a Starway to Heaven em pleno século XXI? Os Led Zeppelin decidiram separar-se em 1980 quando o seu baterista Bonham morreu. Mas o lendário quarteto de rock ‘n’ roll voltou em 2007 para dar um concerto solidário em Londres, no O2 Arena. Jason Bonham, filho do falecido baterista, tomou o lugar do pai. Os bilhetes custavam 125 libras e só estavam disponíveis através de um sistema de lotaria. Mais de 20 milhões de pessoas tentaram a sorte.

Beach Boys


A história dos The Beach Boys é longa e complicada. Eles juntaram-se na Califórnia, durante um verão de 1961, quando os irmãos Brian, Dennis e Carl Wilson combinaram formar uma banda com o seu primo Mike Love e com o seu amigo Al Jardino. Mas Brian sofria de transtornos psicológicos e Dennis e Carl morreram em 1983 e 1998, respetivamente. Os restantes membros vivos do grupo iam tocando ao vivo separadamente. Foi em 2012 que se juntaram para gravarem o álbum “That’s Why God Made Radio” e para uma anunciarem uma digressão.

Blur




Os Blur são um ícone da Britpop, movimento britânico popularizado nos anos 90, que começaram a tocar juntos em 1989 e terminaram em 2004. Entraram num hiato após a saída do guitarrista Graham Coxon. 4 anos depois, voltam para dois concertos que encheram o Hyde Park, em Londres. Lançaram dois novos singles, um documentário e foram em digressão, sendo cabeça de cartaz da cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2012 e dos principais festivais europeus. Em 2015, surpreenderam todos com um novo disco, o “The Magic Whip”, e vão estar no festival lisboeta Super Bock Super Rock.

The Specials


Os The Specials, banda britânica impulsionadora do Ska, foram fundados em 1977 por Jerry Dammers. Entre 1979 e 1981 estavam na grande maioria dos tops britânicos, mas em 1984 o fundador Dammers decidiu terminar com o grupo. Ao longo dos anos, três dos membros do sexteto foram dando alguns concertos e até gravaram versões de estúdio sob o nome de The Specials. Mas, em 2008, seis dos 23 músicos que já tinham feito parte da banda, decidiram juntar-se para celebrarem os 30 anos da fundação. Foram em digressão em 2008, sem Jerry Dammers, o membro fundador. Estiveram em Paredes de Coura em 2008.

Fleetwood Mac


Os Fleetwood Mac são outra banda que recomeçou a carreira em várias ocasiões e com diferentes membros. Mas em 2013, Mick Fleetwood, John McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks juntaram-se para uma digressão mundial. O entusiasmo era tanto que os bilhetes britânicos da digressão esgotaram no mesmo dia em que foram postos à venda. Além disso Christine McVie voltou ao conjunto, 16 anos depois. Com um novo álbum na calha, espera-se também uma nova digressão este ano.

Pixies




Após o quarto álbum “Trompe le Monde”, os Pixies separaram-se em 1993, devido às tensões entre o cantor Black Francis e a baixista Kim Deal. Foram uma das bandas mais importantes da década de 80 e 90, marcando o Grunge. 11 anos depois do fim anunciado decidiram reunir-se para quatro concertos na Brixton Academy e esgotaram a capacidade do local em tempo recorde. Desde então que têm estado em digressão e lançaram em 2014 o álbum “Indie Cindy”. Estiveram em Portugal na edição de 2014 dos Primavera Sound do Porto.

Black Sabbath



Considerados por muitos como os fundadores do Heavy Metal, os Black Sabbath tiveram 25 membros diferentes ao longo de 44 anos de existência. Mas o quarteto original — Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward — foram-se reunindo em muitas ocasiões. Foi em 2011 que decidiram avançar com “13”, o primeiro novo disco em 18 anos. Apesar de tudo, Bill Ward abandonou a banda e Brad Wilk, dos Rage Against the Machine, tomou os comandos da bateria dos Sabbath.

The Police


O famoso trio londrino formado em 1977 por Sting, Andy Summers e Stewart Copeland pôs fim à união em 1986. Cada membro decidiu seguir projetos musicais diferentes, até se reunirem para uma digressão em 2007, celebrando o 30º aniversário da banda. O sucesso da digressão tornou-a na terceira mais lucrativa de sempre. Uma das paragens da tournée foi em Lisboa, no Estádio Nacional.

Stone Roses


Os The Stone Roses são uma das bandeiras do Madchester nos anos 80, que inclui bandas célebres como Joy Division, Happy Mondays ou The Smiths. Terminaram em 1996, após a digressão de um segundo disco não tão bem recebido e de zangas constantes entre o vocalista Ian Brown e o guitarrista John Squire. Após vários rumores de uma reconciliação entre Brown e Squire, a banda juntou-se em 2012 para uma digressão. Os primeiros concertos foram no Heaton Park, em Manchester, e os bilhetes esgotaram-se em 14 minutos. Foram cabeças de cartaz no NOS Alive de 2014.

Jesus and Mary Chain


A banda de shoegaze e post punk dos anos 80 separou-se em 1999, após conflitos entre os membros. Reuniram-se em 2007 para uma digressão que começou no Coachella, o festival californiano, tocando em palco com Scarlett Johansson, que fez um disco de covers de Tom Waits. Nesse ano passaram por Lisboa no Super Bock Super Rock, ao lado dos Interpol, Bloc Party e Franz Ferdinand. Mais datas surgiram em 2012. Este ano celebram os 30 anos do seu “Magnus opus Psychocandy” e são cabeças de cartaz do NOS Alive.
Observador
28/5/2015 8, 19:55

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Deus Branco

CINEMA À 5ª

Um filme de homens e cães, sem Lassies ou Dalmatas

TEXTO ALEXANDRE COSTA


BUDAPESTE O filme começa com uma enigmática cena em que uma menina percorre de bicicleta as ruas de uma cidade vazia, com uma matilha de cães a segui-la

“Deus Branco” é uma parábola social sobre a crueldade na Hungria pós-comunista, construída a partir da história de uma menina que é forçada a abandonar o seu cão

Apesar de contar com uma adolescente e um cão no centro da história, “Deus Branco” situa-se nos antípodas da candura dos habituais filmes infantis que envolvem os “melhores amigos do Homem”. O filme é dominado por uma enorme crueldade. A crueldade existente nas relações entre os humanos e que trespassa para o modo como lidam com os seus animais, criando uma reação em cadeia.

Grande parte da ação é desenvolvida em torno do modo como sobrevivem os cães abandonados e de todos os maus-tratos a que estão sujeitos, em cenas construídas com um fantástico recurso à utilização dos animais. Ao todo foram utilizados 274 cães na rodagem do filme (o realizador assegura que, apesar das cenas de violência em que estão envolvidos, eles não foram sujeitos a maus tratos).

“Deus Branco” começa com uma enigmática cena em que uma menina percorre de bicicleta as ruas de uma cidade vazia, com uma gigantesca matilha de cães a segui-la, não se percebendo bem se para a atacar ou apenas para a acompanhar e porque motivo aquelas ruas surgem sem viva alma.

Depois a ação recua, para a altura em que a menina, Lili, conhece uma mudança radical na sua vida. A mãe vai trabalhar por três meses para a Austrália e ela permanecerá em Budapeste a viver com o pai, juntamente com o seu cão, Hagen (um dos que surgia entre a matilha da cena anterior).

Uma Hungria fria e ríspida

O pai é um inspetor responsável pela certificação das condições em que são efetuados os abates de animais nos matadouros e mostra muito pouca disponibilidade para com ela e para com o cão. A frieza e a rispidez são de resto os elementos pelos quais se regem as relações de todos os que surgem naquela Hungria da atualidade.

À chegada à casa do pai, cruzam-se na escada com uma vizinha, que logo os ameaça que o animal não poderá viver ali. Em breve irá apresentar queixa, alegando que o animal a atacara.

O funcionário municipal, que é chamado para verificar a situação, adverte-os de que, uma vez que o cão arraçado não é de uma raça húngara, terão de pagar uma multa. O pai diz que não tem nada a ver com isso, que o cão é da sua ex-mulher, e que esse problema é dela. Pouco depois desenvencilha-se do problema, abandonando o cão no meio da rua.

Nesse ponto ainda inicial, a histórica conhece uma bifurcação, dividindo-se entre a saga do animal abandonado e a da sua antiga dona, cujos caminhos irão depois voltar a cruzar-se na fase final.

O filme surge como uma parábola social sobre a Hungria pós-comunista, uma alegoria que remete para as atuais tendências de nacionalismo e de intolerância no país. Foi premiado na secção Un Certain Regard no Festival de Cannes.

Trailer 


Título “Deus Branco” (“Fehér Isten”)
Realização Kornél Mundruczó
Atores Zsófia Psotta, Sándor Zsótér, Lili Horváth, Szabolcs Thuróczy, Lili Monori, Gergely Bánki, Tamás Polgár
Duração 121 min.
Pontuação dos críticos do Expresso:
Francisco Ferreira–uma estrela
Vasco Baptista Marques–duas estrelas

Jornal Expresso Quinta - 28 de maio de 2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

NEPAL, O PESADELO SÓ AGORA COMEÇOU

Nepal
O PESADELO SÓ AGORA COMEÇOU


A luta contra a destruição causada pela natureza é também uma luta contra o tempo. No Nepal, o sismo de abril matou oito mil pessoas. Quem sobreviveu procura recomeçar a partir do zero. As monções estão a chegar
 


TEXTO Luís Pedro Nunes 
Fotografias Alfredo Cunha, 
no Nepal

educação As escolas foram destruídas pelo terramoto e agora milhões de crianças nepalesas têm o futuro hipotecado

Uma mulher contra toneladas de destroços. Estará mesmo convencida que irá conseguir à mão, só e sem ajuda de homens ou maquinaria, reconstruir a sua casa? Uma tarefa absurda. Parece quase tranquila no modo como agarra dois tijolos de cada vez e os leva de um lado para o outro. Quando os pousa, para que não se partam, há um som seco que perturba uma banda sonora de normalidade: pássaros, crianças a brincarem ao longe, velhos muito velhos a tagarelarem. E ali está ela. Numa luta pausada. A tentar arrumar uma casa esmigalhada numa rua arrasada pelo sismo que destruiu parte do Nepal. Fez, dizem, cerca de oito mil mortos. Mas esta cena tem muito que se lhe diga.

(Há que fazer uma nota constante a estes parágrafos: dias depois houve outro sismo. Grande. Que terá acontecido a esta mulher? E todos os que aqui aparecem? Não sei.)
 
Esta imagem de uma pessoa a lutar contra um absurdo injusto e inclemente vimo-la por estradas na montanha e mesmo nos arredores da capital. Vilas e aldeias intactas e logo a seguir outras completamente arrasadas, como se passadas por um tapete de bombas. Algumas ruas parecem saídas de um velho documentário sobre Dresden — que ficou em ruínas ao fim de meses. Mas aqui, estamos a falar de segundos de uma revolta das entranhas da terra. Os cientistas garantem que os Himalaias encolheram um metro e Katmandu subiu uns bons centímetros. E falamos também de uma questão que fica sempre com os que vivem ali: porque foi esta aldeia arrasada e não outra? Porquê este bairro e não o do lado? A diferença é entre ficar tal e qual como antes do cataclismo e levar com um murro desferido dos céus. “Daibi prakop” — ira de Deus, dizem alguns.

Esta não é uma zona de catástrofe ‘normal’. Fizemos dezenas de horas de jipe com Fernando Nobre e as equipas da AMI, visitando as zonas devastados pelo sismo. Melhor: os locais mais devastados pelo terramoto. Chegados, deparamo-nos com os dias lindos e quentes, e algo que provocava uma aparente disfunção entre o que se via e o que se ouvia. À nossa frente, a destruição total. Mas ao fechar os olhos, para tentar captar o que seriam os sons da tragédia, ouvia-se sempre uma estranha normalidade de humanos com uma sonoridade de natureza intensa como fundo. Nunca um queixume ou uma súplicas. A sonoplastia parecia pertencer a outro ‘filme’. De uma vida a levantar-se. Uma comunidade surpreendida no seu quotidiano banal. Não nos precipitemos. Há aqui um jogo de conceitos. Aquela gente não tinha o que comer — ou estava a comer o que iria plantar e colher para o ano. Tinha tido mortes na família. Perdido a casa com todos os pertences. A vida não tinha voltado à normalidade. Não é por não haver choro ou por não pedincharem que não precisam. Ou não querem. Ou não aceitem de bom grado. Pisemos o chão das emoções com cuidado!

É que a ajuda era mesmo necessária e urgente. Estamos a poucos dias do início das monções. E então tudo irá piorar.

Voltemos às pessoas a esburacar a terra com as mãos. Em mais de oito dias, só no último em que por lá andámos vimos uma retroescavadora. Foi nos arredores da capital. Estavam ainda a tentar encontrar um corpo. De resto, as pessoas resgataram entes queridos e bens à força de braços. E, dada a tipologia das construções, não foi tarefa fácil. Trata-se de casas de tijolos. Sem qualquer aço ou estrutura armada. O que faz com que as paredes colapsem em bloco. Vi um homem a tentar resgatar uma farmácia. A esgatanhar. Dias após o sismo, com o calor e humidade aquilo fica uma argamassa. A arrancar tijolo a tijolo para tirar um frasco de medicamento. E depois outro...

E as ruas dos arredores da capital causaram muita impressão. Porque abandonadas. Desertas nos pontos mais destruídos. Paredes quase a cair, mas de repente lá havia uma casa teimosamente habitada. No entanto, bastava um olhar para se perceber que iria acabar por cair. Uma questão de dias. Ou de um segundo sismo. Que ocorreu horas depois de termos lá estado. E outra ali com duas pessoas a tentarem salvar a sua habitação. Não tem salvação. Não acreditem... Haja alguém que lhes diga. Mas não há ninguém. Dias e dias depois, chegávamos a locais onde ainda não tinha chegado qualquer ajuda, nenhum elemento do Estado, nenhum membro da ajuda internacional coordenada pelas Nações Unidas.

(E depois houve outro grande sismo. Algumas das aldeias já afetadas voltaram a sofrer de novo. E outras que tinham sido poupadas sentiram desta vez a força da montanha a mexer-se. Que terá acontecido?)

Katmandu, a capital, perdeu o seu coração. A mais famosa atração turística, a praça Durbar, onde se reuniam os palácios reais e os templos, ficou arrasada. Era património da UNESCO. Alguns nepaleses estão convencidos que tudo será reconstruído. Alguns falam mesmo “numa versão menor”. Que afinal já era uma reconstrução de uma reconstrução. Mas, chegados ao local, a visão é de uma terraplanagem. De tal forma que nos obriga a usar uma máscara por causa do pó que há no ar. Que fazer com um monte de madeira velha transformada em pó e tijolo esmagado? Outros pontos turísticos dos arredores foram igualmente afetados. Irão ser necessários muitos e muitos milhões de euros. E milhões não é o que o Nepal está a receber. Nada do que se pensa. Embora quem veja as notícias até pense deste modo, não é?
 

Há décadas que o país é um paraíso hippie e, depois, é o local onde Buda nasceu e, claro, onde está a base dos montanhistas que querem escalar o Evereste. Mas é um dos países mais pobres do mundo

Com tanta boa vontade, tanta campanha de solidariedade, contudo, a ajuda efetiva não estava a chegar ao terreno nas primeiras semanas. Bastou sair da capital. Quando já tinham passado mais de oito dias do primeiro sismo, havia aldeias no total abandono. Ninguém tinha ainda chegado para efetuar qualquer ajuda médica sequer. Quando ocorreu o terramoto, a maioria dos helicópteros disponíveis no país foram usados para retirar os estrangeiros do campo-base dos Himalaias. E eram obrigados a fazê-lo contratualmente. Mesmo que já não estivessem em perigo. São assim as empresas de montanhismo himalaias.

destruição Mais de oito mil mortos. Esta é a tragédia que é possível quantificar. Mas há milhões de vidas que mudaram para sempre. Gente sem casa, sem família, sem escola. Sem nada
Mas, estamos a perder-nos em conversa. Temos que partir para as montanhas, onde estão essas pessoas. Qualquer viagem no Nepal é complicada. Mas, nesta altura, mais complicada é. Para fazer 70 km, leva-se quatro horas de ida e outras tantas da volta, porque o caminho é por estrada de terra sempre a subir e a descer, a contornar os montes. E o jipe indiano lá vai aos solavancos. E os motoristas assustados, pagos ao dia, se puderem arranjam uma desculpa para voltar para trás. Mas insiste-se. E seguimos. De facto, é perigoso, a estrada pode ceder. Há desabamentos de terras, pequenos sismos constantemente. Nós não sentimos, mas as pessoas nas aldeias estão sempre a alertar: “Outro e outro!” Pensamos que é já ansiedade, mas de facto os dados confirmam a existência de milhares de pequenas réplicas.

Muitos ocidentais gostam do Nepal e falam do país com uma paixão dizendo “o meu Nepal”. E com razão. Há décadas que o país é um paraíso hippie e depois é o local onde Buda nasceu e, claro, onde está a base dos montanhistas que querem escalar o Evereste. Estamos, contudo, a falar de um dos países mais pobres do mundo (dois euros/dia per capita) com 26 milhões de habitantes, pertencentes a cerca de 300 etnias espalhadas por uma das geomorfologias mais difíceis de superar no planeta. Desde que um dos príncipes herdeiros chacinou toda a família real, em 2001, devido a uma caso mal explicado de amores com uma plebeia, que o país é uma república marxista. Este sismo pode criar instabilidade política. E no início de maio um outro sismo 7,8 atinge o país.

Estão a chegar três meses de chuva, num país onde um número indeterminado da população está sem teto. Chuva inclemente que irá alagar tudo

Chegam jornalistas e promessas de grande ajuda internacional. O Nepal? Toda a gente gosta do Nepal. E para mais, há muitos estrangeiros desaparecidos, o que dá uma projeção mediática ao caso. Se fosse noutro país pobre, sem charme nem desaparecidos ocidentais, tinha sido nota de rodapé. Vejamos friamente: no ranking das tragédias oito mil mortos nem é muito. Mas houve montanhistas e avalanchas filmadas, treckers e imagens no YouTube. O que faz toda a diferença. E promessas de ajuda. Mas passados dez dias, onde está a raio da ajuda?


O país não está preparado para nada disto. Nem tem capacidade para compreender a dimensão da catástrofe, nem para organizar a resposta. Dizia um diplomata local: “Para o bem e para o mal, este é o preço a pagar de nunca termos sido colonizados. Não temos a estrutura burocrática para dar resposta a uma situação destas. Não sabemos fazer isto. Se tivéssemos sido colonizados pelos ingleses, talvez. Em contrapartida, temos um grande sentido de comunidade e entreajuda. Lá em cima, nas montanhas, as pessoas são muito solidárias.”

A matilha de jornalistas high profile desespera no hotel e só os que têm acesso a viagens de helicóptero conseguem alimentar a máquina mediática. Ao fim de nove dias, começa a debandada. O ciclo das histórias segue o padrão. Ao fim de oito dias, fala-se em redes de escravatura sexual a aproveitar-se do sismo. Mas as fontes são todas muito vagas. Parece uma história plasmada de outras catástrofes. No hotel, há nitidamente um sistema de castas entre os jornalistas — como é costume. E entre os hóspedes, os militares israelitas, ali em missão humanitária, fazem questão de ser ostensivamente agressivos, arrogantes e indelicados para com qualquer outro ser humano com que se deparem.

Dado que tem parcerias com outras ONG na região, a AMI conseguiu escolher uma zona bastante afetada no distrito de Sindhupalchowk (em Bandengaun) e enviar para o local elementos nepaleses para fazerem um levantamento prévio. Quando lá chegámos, uma semana depois do sismo, já há um projeto estruturado de distribuição de alimentação, saúde e de possível permanência no local para mais tempo caso seja necessário. Abrange umas seis mil pessoas. São dois pontinhos perdidos no mapa. Mas é um projeto a médio prazo.


Está um calor que custa respirar. Esta não se esperava. A caminho dos Himalaias, já sobre o vale de Katmandu, torra-se ao sol e corre-se o risco de desidratação. Um velho professor mostra as suas três casas destruídas onde vive toda a família, aponta para onde dorme, com o gado. E mesmo assim, morreram-lhe uma cabeças. Temos que arrancar as histórias às pessoas. Elas não se aproximam para lamentar ou fazer queixumes. E depois temos que resistir às partidas das crianças — que nos retiram o registo sério.

Estamos a chegar a um ponto em que finalmente se pode arriscar. Sim, oito mil mortes é uma tragédia. Mas o sismo do Nepal tem outras implicações com outras dimensões, com outro tipo de catástrofe. Os milhões de crianças que tiveram as suas escolas destruídas e agora têm o futuro hipotecado. As colheitas que não vão ser feitas. As famílias que perderam as casas e também o gado. Além das mortes, esses são efeitos que devastam uma comunidade de forma duradoura. E que é mais difícil contabilizar no imediato.

Já o segundo sismo pode ter sido uma ‘sorte’ para o Nepal. A aguardada ajuda humanitária que não estava a chegar poderá ter começado finalmente a afluir. Os media voltaram ao assunto em força, realçando o facto de que as populações permaneciam ainda sem ajuda do primeiro sismo — o que era efetivamente verdade. Uma coisa é o que se promete, outra o que se cumpre. A 11 de maio, os doadores internacionais apenas tinham disponibilizado 14% da ajuda necessária para reconstruir o Nepal. Mas o segundo sismo parece que fez com que tenham finalmente aberto os cordões à bolsa — pelo menos era o que anunciava a CNN no dia seguinte ao segundo sismo. Uma promessa sobre outra promessa falhada.

Nas viagens que fazemos pela montanha e vales, sempre o mesmo destino. Uma aldeia poupada. Outra destruída. Uma aldeia de bonitos e altos. Uma aldeia de feios e baixos. Ambas destruídas. Não se pode fugir ao destino? Chegamos a uma segunda aldeia intervencionada pela AMI, onde está a ser confecionada e distribuída comida. É uma tarefa conjunta entre membros da AMI e de uma ONG nepalesa. Este local tem uma particularidade: a casta superior dos bramas teve que ter a comida feita pelos seus, ou não lhe tocaria. Antes a fome. Mesmo na destruição quase completa, num país com 80% de hinduísmo, a pirâmide das castas manteve-se intocada pelo sismo. Sem uma fissura. Shiva pode destruir templos e matar homens. Há coisas que não irão mudar tão cedo. E no curto espaço para o Nepal tudo irá piorar. Estão a chegar três meses de chuva, num país onde um número indeterminado da população está sem teto. Chuva inclemente que irá alagar tudo. Que irá provocar derrocadas nas paredes que estão por cair. Que irá provocar deslocamentos de terras nos socalcos e levar estradas e gerar mais tragédias. Mas esta chuva dos Himalaias, esta monção do Evereste, é especial. Provoca amplitudes térmicas brutais, pelo que com ela chegam as pneumonias. E com as derrocadas, as águas ficam impróprias para consumo. Podendo começar um ciclo de diarreias e de cólera.

As pessoas não têm onde dormir. Precisam de tendas. Tendas com a particularidade de terem que dar para as pessoas sobreviverem a uma monção e de serem impermeáveis por baixo. Tendas são precisas para o Nepal. Urgentemente. Mais de três milhões. Esta semana. Já. Depois é tarde.

A ÁRVORE NO PLANALTO

Foi a árvore que nos chamou a atenção e nos fez parar. É ela a personagem desta história. Cansados de tanta destruição, a árvore centenária enviou-nos um sinal de tranquilidade, como se fosse uma estação de serviço de paz e serenidade que exigiu travões a fundo no jipe. Ela certamente é a espectadora de desastres naturais, cataclismos, guerras e quezílias e mantém-se ali imperturbável. O velhote, com mais de 80 anos, que nos recebeu como chefe do clã, diz que quando nasceu, a árvore era exatamente como é agora. Não mudou em nada. Não envelheceu um tronco que fosse. Não sabe, pois, que idade terá. Mas sabe em vida dele que presenciou tragédias, conversas, amores a despontar, segredos ditos num encovado. E no abraço da sua sombra, no estender do seu regaço, tem vivido há muitos anos um grupo de famílias que naquele sopé tem uma vista para um vale de cortar a respiração. Têm todos um ar feliz e tranquilo que desarma. Até percebermos que tudo o que possuem está destruído.
 

Baralha aquilo. Gente que irradia uma luz genuína ao receber-nos. Crianças lindas. Um local mágico — como se estivéssemos a ser testados numa overdose de sinais idílicos dentro de um espaço que é de sofrimento: ali está a prova. As casas destruídas, mortes na família. Mas é fácil esquecer, porque os estímulos visuais levam-nos para um recanto na nossa mente em que queremos ter este lugar como ‘nosso’ e não como um local onde arrumamos as tragédias.

A bisavó, uma velhinha quase centenária, curvada como um pequeno ponto e vírgula, descreve o grande sismo de 1920. E riem todos. Há uma estranha sensação de casa naquele local. Uma paz que se sente debaixo daquela árvore rodeada de crianças. Passamos por lá uma segunda vez e é como se estivéssemos a voltar a um local que conhecêssemos de sempre. Sentamo-nos à sombra. As crianças sentam-se. Os velhos surgem devagar, a seu passo. Ficamos ali a descansar. Há um poderoso silêncio que percorre todo o vale e abraça a árvore e que por momentos sentimos. Tudo faz sentido.

Não sabemos nada desde dia 12, dia do segundo sismo. Esperamos notícias. Não pode ter acontecido nada à família da árvore.

Epifania ou pânico

Um sismo pode ser uma experiência que muda a vida a uma pessoa. Foi o que aconteceu a Pedro Queirós e Lourenço Santos, os dois portugueses que estavam a viajar pelo Nepal e ficaram a ajudar e se transformaram no símbolo de como “estar no momento errado ou momento certo” pode levar a vida para outro caminho e dar um outro sentido ao que nunca esperávamos ter em nós próprios. Não sei se têm consciência, mas neste momento já são heróis nacionais — tanta peça de jornalística que foi feita sobre eles que há uma projeção enorme sobre o que estão a fazer. E, contudo, quando fomos ter com eles ao hotel onde estão baseados, continuavam com ar de miúdos de olhos a brilhar e jeito de quem quer mudar o mundo ao estar a ajudar pessoas que necessitam. E aquilo é dureza. Não há nada de fácil física e psicologicamente no que fazem.

Mas viver um sismo não é para todos. Claire, uma australiana que chegou no International Medical Corps, relata-me por e-mail que se foi abaixo e que não aguentou o susto. E pediu para sair. O prédio ao lado onde estava, em Bhaktapur, ruiu. E os nervos não aguentaram.

É uma experiência intensa viver um sismo de grau 7,4 como o que nos aconteceu dia 12 de maio. Há o chão a ondular, a tremedeira, o som dos prédios a partir e a ruir e, claro, se estiver numa zona em que se vê morrer pessoas ao lado, tudo se torna diferente. E depois há o facto de viver o momento da catástrofe sem saber o desfecho. Está-se dentro do evento, não se sabe se está a começar, se está a meio ou se já acabou. Assim que há um sismo, é impossível saber se é o primeiro e vem aí outro ou se já acabou. Aliás, houve sete réplicas nos 45 minutos seguintes. E claro: uma coisa é estar ali a salvo. Outra é viver ali e ter toda a família algures no Nepal. Isso faz toda a diferença.

Mesmo assim, deixem que vos diga que um jornalista de uma estação estrangeira estava histérico, aos gritos estridentes de pânico com a equipa de produção. E na noite anterior, tinha visto uma bela peça dele com voz grossa e bem colocada.

Esta é a parte que tem piada.

ESTA REPORTAGEM INSERE-SE NO PROJETO “TRÊS DÉCADAS DE ESPERANÇA”, QUE VISA COMEMORAR OS 30 ANOS DO SERVIÇO HUMANITÁRIO EM PORTUGAL E NO MUNDO DA ASSISTÊNCIA MÉDICA INTERNACIONAL E PODE SER SEGUIDO NO FACEBOOK

A AMI VAI ESTENDER A ATUAÇÃO À SAÚDE E EDUCAÇÃO

A AMI respondeu ao pedido de ajuda internacional, lançado pelo Governo do Nepal após o terramoto ocorrido a 25 de abril de 2015, e recorreu à parceira com que conta na India (Friends Society in Social Service), que realizou um levantamento inicial de necessidades.
A zona de atuação da AMI localiza-se no distrito de Sindhupalchok, cobrindo o município rural de Bandegaun, composto por 9 aldeias. Nesta zona, foram identificadas aproximadamente 6500 pessoas afetadas. A resposta da AMI centrou-se sobre os sectores da alimentação, saúde e distribuição de bens não alimentares. Dentro do sector da alimentação foram distribuídas durante 15 dias, uma média de 1100 refeições por dia. Este apoio alimentar visa o suporte imediato à população de modo a permitir que esta recupere parte das reservas alimentares retidas nos escombros e o acesso às novas colheitas de arroz, que em determinadas zonas já se encontram a ser processadas.






Para os bens não alimentares, foi realizada a aquisição e distribuição aos vários agregados familiares de 1000 cobertores e utensílios de cozinha. Ao nível da saúde, foi realizada a entrega de 46 kg de medicamentos e outros consumíveis clínicos para, em coordenação com os técnicos de saúde locais, reforçar a capacidade de resposta dos serviços de saúde realizados pelos mesmos.

A AMI prepara-se agora para dar continuidade à intervenção por via de projetos internacionais em parceria com organizações locais (PIPOL), contando para isso com a presença da ONG Friends Society in Social Service e cuja intervenção está agora a ser planeada, esperando que a mesma venha a ser centrada nas áreas de saúde ou educação.


Missão A AMI atua em nove aldeias nepalesas onde foram identificadas cerca de 6500 pessoas atingidas pelo sismo de 25 de abril de 2015

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2221

domingo, 24 de maio de 2015

A Vila Baixa

 
A Vila Baixa 
Denominação que era dada à parte ribeirinha do antigo burgo


O termo Vila Baixa, que identifi­ca um determinado lugar na parte ribeirinha do Porto me­dieval, aparece referenciado nas inquirições gerais manda­das fazer por D. Afonso III em 1258. Mas onde ficaria esse sítio a que davam o nome de Vila Baixa? É o que vamos tentar saber.

Consta daquelas mesmas inquiri­ções que naquela época, em Miragaia, já havia setenta casas e que " em cada dia se fazem mais...". O que não admira.

É sabido, de facto, que, ainda por aqueles tempos, dentro dos limites do couto que D. Teresa doara a D. Hugo, a zona do velho burgo mais habitada, com exclusão, naturalmente, do morro da Penaventosa, era a zona da foz do rio da Vila, atual Praça da Ribeira, "onde vivia uma grande quantidade de pescadores e marinheiros".

O desenvolvimento urbano e popu­lacional da zona ribeirinha começa, efetivamente, no século XIII, quando os nossos reis tentam controlar aquela parte da cidade com o objetivo, por de mais evidente, de acederem às pingues receitas que advinham do comércio marítimo então já em grande e frutuo­sa expansão.

A população residente da beira-rio aumentara de tal modo que em 1249 o bispo D. Julião Fernandes obrigou o Ca­bido a nomear um capelão para a ermi­da de S. Nicolau (hoje igreja paroquial) para ali administrar "as coisas espiri­tuais", uma vez que "nem toda a gente que ali vivia e trabalhava podia ir à Sé..."

Ora era a esta parte ribeirinha do ve­lho burgo, para cujo serviço espiritual o Cabido designara um sacerdote, que se dava o nome de Vila Baixa. Ali, à beira do rio, construíam-se cada vez mais ca­sas, com suas courelas. Abaixo delas, isto é, para as bandas do rio, havia ten­das e varais para a seca do peixe.

Praça da Ribeira onde descarregam os baixéis que trazem a madeira e o pescado

Nas citadas inquirições alude-se tam­bém à existência da Vila Portus, uma outra povoação que estudos posteriores localizam nas imediações de Miragaia, numa das margens do rio Frio que, como se sabe, desce lá do alto do Carre­gal e atravessa, devidamente encanado, o bairro de Miragaia desaguando no rio Douro debaixo do edifício do Museu dos Transportes e Comunicações.

Voltando à Vila Baixa. Artur de Maga­lhães Basto acha que não se tratava de uma povoação à parte da cidade, mas sim da parte baixa do velho burgo, ou seja a zona populosa da margem direita do rio Douro entre o sítio da atual praça da Ribeira e o bairro de Miragaia que começava a crescer.

A partir do século XIV, duas Iniciati­vas reais estão na origem de uma brus­ca aceleração do desenvolvimento ur­banístico da beira-rio: a construção da alfândega em 1325 em terrenos que D. Afonso IV comprara relativamente per­to da ermida de S. Nicolau; e o começo, em 1334, das obras para a construção do muro de defesa da cidade, que passaria à história com o nome de muralha fer­nandina.

Constata-se também um considerá­vel aumento de construção de casas em toda a extensão da zona ribeirinha des­de a foz do rio da Vila, na Praça da Ri­beira, até ao areal de Miragaia onde, no século XIX seria construído o edifício da Alfândega que hoje alberga o museu dos Transportes e das Comunicações.

Pela leitura de documentos munici­pais do séculos XVI, ficamos a saber que em 1316 andavam a ser construídas várias casas na Minhota, que ficava sen­sivelmente à entrada da Rua da Rebo­leira; na Rua de S. Nicolau, "a par da er­mida"; na Rua Pública da Ribeira e no "no ressyo (rocio) dessa Ribeira".

Neste mesmo ano (1316), o rei D. Di­nis cedeu à Câmara vários terrenos e logradouros que ela dizia que lhe per­tenciam por direito. Ficavam todos a poente do rio da Vila num local estraté­gico e fundamental para o controlo do tráfego comercial que não parava de aumentar.

Em 1395, segundo parece, já se traba­lhava na abertura da Rua Nova, ou For­mosa, que depois se chamou Rua Nova dos Ingleses e, depois só dos Ingleses e que hoje tem o nome do Infante D. Henrique que, segundo antiga tradição, terá nascido ali perto onde hoje está, precisamente, a Casa do Infante.

É muito curiosa a nomenclatura das artérias que existiam no Porto do século XIV e XV e onde era maior o número de edifícios em construção. Edificavam-se casas, por exemplo, em 1452, na Rua da Ourivesaria e na Rua da Revolta. O mes­mo acontecia na Rua dos Banhos que tomou este nome quando a Câmara ali construiu, em 1331, um balneário que fi­cava, curiosamente, sensivelmente onde agora está um edifício de banhos públicos à entrada da Rua da Reboleira.

Esta Rua dos Banhos, mais a Rua da Fonte Taurina (1296), da Ourina ou da Aurina, e a Rua do Buraco da Ribeira, agora só do Buraco (1364), devem ser das mais antigas desta zona ribeirinha.


A história do mosteiro de S. Domingos


A construção do mosteiro de S. Domingos (1237), nas imediações da Ribeira, foi uma estratégia da Coroa a que logo a seguir respon­deu o bispo, colonizando, se assim se pode dizer, o bairro de Miragaia. A cons­trução do convento visava atrair para aquela zona da cidade outras iniciativas de caráter urbanístico. E o ob­jetivo foi rapidamente al­cançado. A Rua de Belo-monte, por exemplo, é o re­sultado do desenvolvimen­to do sítio ao redor do mos­teiro de que ainda resta aquele edifício (foto mais pequena) onde, logo a se­guir ao liberalismo, esteve a filial do Banco de Portu­gal.

JORNAL DE NOTÍCIAS 24 MAIO 2015

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