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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Nem parece que estamos no Porto


A zona está ao abandono e contam-se pelos dedos das mãos os moradores que ainda resistem nas Escadas 'Daugáda'.


Texto de Pedro Emanuel Santos, com fotos de Carlos Romão

“Nem parece que estamos no Porto”

As Fontainhas têm andado na boca do mundo por causa da Vandoma, mas quantos conhecerão ali as escadas da Aguada? Um pequeno casario num labirinto que parece inacessível, cujos poucos habitantes se recusam a ir para outro lado, apesar do isolamento e do abandono a que estão votados.

As vistas, essas, são privilegiadas, mesmo em cima do rio Douro.

A popular Aguada, ali para os lados das Fontainhas, com o Douro como testemunha e o barulho dos caminhos de ferro como banda sonora constante, é um desses recantos que o Porto tem que poucos conhecem. Nem quando a zona anda na boca do mundo – à conta da saída da feira da Vandoma para ‘Oriente’ – as Escadas ‘Daugáda’ parecem sair do anonimado.

Num dos extremos da rua Gomes Freire, onde a alameda das Fontainhas chega ao seu limite do outro lado do passeio, avista-se o início de uma escadaria íngreme, quase escondida, e o número 64 pintado à mão com grossos traços de tinta branca num baixo muro de pedra. São 40 degraus, gastos e escorregadios o suficiente para exigir equilíbrio e cuidado, apenas com um corrimão ferrugento como apoio. Ao fundo, uma casa branca. Dois andares, uma porta aberta.

De lá sai Sérgio Monteiro. É um dos poucos moradores deste comprido que se estende numa espécie de desfiladeiro por entre nós de outras escadas que vão dar a um casario abandonado e pejado de mato mal cuidado e porco de lixo. Mas já lá vamos.

A casa onde vive Sérgio é a inicial deste lugar da Aguada. “É um sossego, com vistas espetaculares”, comenta este trabalhador do setor da restauração, 23 anos, ao P24. E os comboios, o repetido ruído do trepidar das máquinas, não são suplício? “Já nem ligo, a gente habitua-se e não custa nada”, sorri.

Ao seu lado, roupa estendida deixa adivinhar que ainda há quem habite as quatro entradas seguintes. E silêncio, quase impossível de não o sentir. Até que, lá está, volta a tremer o chão, é locomotiva que irrompe com pressa com a estação de São Bento como destino. Depois, vem o sossego de novo. São assim os dias na Aguada.

“É tão tranquilo que até dá gosto de ouvir o comboio, acredite. Não me apoquenta nada”, diz ao P24 Maria José Ribeiro, um ano e dois meses na Aguada. “Sinto-me bem. As casas são velhinhas, mas paciência. Nem parece que estou no meio da cidade”, afirma ao P24 a mulher de 49 anos, já reformada, que “agora não trocava isto por nada”. Um gato vem à janela, um idoso caminha, passo lento, com um saco de pão na mão e olha de lado. A presença de estranhos é rara na Aguada. “Somos nós e pouco mais. Quase ninguém cá vem”, explicam-nos.

Antes não era bem assim. A Aguada tinha mais vida. Prova disso é o casario agora ao abandono que se avista quando, depois de descermos mais umas escadas gastas de pedra lisa, se ultrapassam os pesados pilares que sustentam a travessia ferroviária. Apenas estão lá os esqueletos, pejados de graffitis e outras pinturas mais anárquicas, juras de amor para a eternidade gravadas, restos de vidas que ali ficaram e ninguém reclamou.

O labirinto de caminhos pequenos tem esse mini aglomerado como ponto de referência. À esquerda, com o Douro como referência à nossa frente, avistam-se outras três pequenas casas. Parecem frágeis, quase clandestinas. Para lá chegar é preciso estugar o passo degraus acima até alcançar um pequeno corredor, apertado que mal lá cabem duas pessoas. Uma, duas, três e outra pequena habitação a fechar o espaço e a deixá-lo sem saída. Esta última parece a única onde ainda resta inquilino. Puro engano. Nem vivalma. Mais um corredor de vazio.

Para lá deste muro de cimento avista-se o rio e pisa-se terra batida mal cuidada. A linha da CP passa por cima das nossas cabeças, há arame farpado a tapar parte de um penhasco que em tempos deu problemas ao desabar em direção à avenida Gustavo Eiffel. Não há saída possível, a solução é subir novamente a pique até à única parte da Aguada onde resistem moradores, inquilinos de senhorios privados. Onde ainda há vida. Onde a Aguada continua a sobreviver teimosamente como se território separatista fosse. Pode não quer separar-se da cidade, mas que está isolada dela está.
 


José Miguel pinta degraus e muros na Aguada, para levar alguma “vida” ao local.

Pinturas que dão vida 
Podem ser poucos, mas os habitantes na Aguada têm orgulho do cenário que lhes dá guarida e procuram preservar o local o mais possível. As casas têm o exterior bem cuidado – as que ainda estão habitadas, claro, as restantes, está à vista, apodrecem lentamente – e o espaço comum, apesar de exíguo, é animado por pinturas que saem da imaginação de José Miguel, que habita o rés do chão da primeira das casas ao fundo da longa escadaria que dá acesso à Aguada.

“É para ver se isto tem alguma vida”. Em alguns degraus, num pequeno muro, noutros degraus ainda, noutra parede também, lá está a marca de José Miguel. Sempre com um denominador comum, o FC Porto. Sim, que o clube azul e branco é rei e senhor por aquelas bandas e o ‘portismo’ é sentimento para ser levado a sério e deixado a marca bem carregada para que todos que por ali passem o vejam bem.

Limpeza ou falta dela

José Miguel tem 40 anos, está desempregado e é um dos poucos residentes na Aguada. “Gosto disto. O pior é mesmo a bicharada”. A bicharada a que se refere José Miguel é a que o lixo acumulado e que os densos arbustos descuidados há muito atraem. “Ninguém vem cá limpar isto, só muito de vez em quando. Deviam vir mais vezes”, queixa-se este morador.

E isso está fácil de ver, quanto mais não seja pela quantidade de detritos acumulados no caminho pelas entranhas da Aguada. A vegetação cresce sem regra, deixando bem clara a falta de cuidados de limpeza por quem de direito. “É pena. Está sempre tudo muito sujo”, lamenta José Miguel.

Na primeira pessoa

José Miguel, 40 anos
 
José Miguel, morador nas Escadas da Aguada“Aqui a vista é boa, não há dúvida, há pouco ou nenhum movimento, também é verdade, o pior é mesmo a bicharada. Como não vêm limpar isto com regularidade – só quando passa a procissão –, o lixo acumula-se e é um problema. É essa a maior queixa que tenho. De resto, gosto de morar na Aguada. Até costumo dizer a brincar que é tão tranquilo que se torna uma chatice. O barulho é nenhum, os comboios nem se dá por eles. É uma questão de hábito. Quem mora aqui nem pensa nisso”.

Maria José Ribeiro, 49 anos

Maria José Ribeiro, moradora nas Escadas da Aguada“Sinto-me bem aqui na Aguada. É tranquilo, parece que nem estamos dentro da cidade. Nem o barulho dos comboios a passar mesmo aqui ao lado me apoquenta. Até gosto de os ouvir. Até hoje nunca tive problemas. As pessoas são boas, não tenho razões de queixa da vizinhança. É verdade que as casas são velhinhas, mas têm condições, não me posso lamentar. A única questão é que às vezes parece que estamos aqui sozinhos”.



Sérgio Monteiro, 23 anos
Sérgio Monteiro, morador nas Escadas da Aguada“Eu considero um privilégio viver na Aguada. Ter umas vistas para o rio não é para qualquer um. Estou há pouco tempo a morar aqui, só lá vão três meses, mas gosto imenso. É um sossego. No início o ruído por causa da linha de comboio mesmo aqui ao lado irritava um pouquinho, mas não demorei a acostumar-me e agora já não incomoda nada. Aqui ninguém nos aborrece, é verdade. Vamos lá ver o futuro. Gostava de continuar mas também seria bom se a Câmara, ou quem for o responsável, tratasse de arranjar isto”.

Porto 24  -  30 Set 2015

O veneno era para as baratas, mas foi parar ao marido



O veneno era para as baratas, mas foi parar ao marido

Retrato robô de Virgínia Augusta da Silva concebido a partir de descrições de quem a conheceu e de um antigo retrato João Roberto


“Eu só sei que sou uma desgraçada como sempre fui”, dirá Virgínia Augusta à polícia. Tinha 37 anos quando foi condenada por mandar um cunhado envenenar o marido, cuja existência lhe empatava o futuro.



Anabela Natário Texto

João Roberto Grafismo


Mal o cunhado partiu de Lisboa, ela arrependeu-se. Se pudesse voar, voaria para o impedir de concretizar o plano, disse Virgínia Augusta da Silva ao tribunal que, em 1897, a condenou a oito anos de prisão e 20 de degredo. Parecia sincera. Esta mulher de 36 anos deixara-se entusiasmar com o modo mais prático de se desfazer do marido e voltar a casar.

Não é época de SMS, não há mensagens instantâneas ou telemóveis, mesmo a rede de telefone fixo só fora inaugurada há oito anos e limitava-se à capital. Joaquim Rodrigues da Costa seguiu, portanto, a sua viagem de comboio para São Pedro do Sul, onde, ao chegar, a primeira coisa que fez foi procurar o marido de Virgínia, determinado que estava a cumprir a sua parte.

Virgínia prometera pagar ao cunhado, se este lhe matasse o marido sem levantar suspeitas, as muitas dívidas por ele contraídas, além de uma mensalidade que começaria a dar-lhe assim que casasse com o comerciante rico da rua dos Fanqueiros, com quem se amancebara há uns sete anos, em Lisboa, e cujo nome é poupado nos relatos dos investigadores.

Local do crime e outros a este ligado

João Bento Júnior, o marido, não se encontrava na terra onde casara com Virgínia já grávida do filho de ambos; fora trabalhar para uma quinta de Oliveira de Frades, a poucos quilómetros de São Pedro do Sul e também não muito longe de S. João de Lourosa, freguesia de Viseu, morada de Rodrigues da Costa e da irmã e sobrinhos de Virgínia.

Com a garrafa cheia de vinho e veneno, o cunhado Joaquim foi na peugada de João Bento. Quando, no dia 14 de fevereiro de 1896, o encontrou, ao que parece na povoação de Moçâmedes, concelho de Vouzela, endrominou-o dizendo-lhe que o filho, na altura com 18 anos, adoecera subitamente e desejava muito ver o pai. Nesse instante, puseram-se os dois a caminho de São Pedro do Sul, a pé, como era de hábito por estes tempos de escassos transportes.
E o frio da morte começou a circular-lhe pelas veias…

Talvez ao fim de uma hora, a meio de caminho, Joaquim ouviu o que queria, João Bento estava com sede. E logo lhe ofereceu a beber do seu vinho. O marido de Virgínia agarrou na garrafa, sem desconfiar do ainda cunhado e padrinho do filho, e deu uns valentes goles. “Poucos minutos depois, o frio da morte começava a circular-lhe pelas veias. Caiu por terra e, em meio de horríveis aflições, exalou o último suspiro”, conta Luiz da Silva num artigo publicado no ano seguinte, na coleção “Galeria dos Criminosos Célebres em Portugal”.

No dia 15 de fevereiro, uns campónios (como consta dos registos, no sentido de camponeses) encontraram o corpo de João Bento na estrada que liga Moçâmedes a São Pedro do Sul, sede de concelho no vale de Lafões, que seria elevada a cidade em 2009. No rosto viam-se sinais de uma morte de agonia: olhos espantados e boca aberta, ligeiramente descaída para a esquerda. A notícia correu de boca em boca, ainda as autoridades não tinham chegado já havia uma multidão à volta do cadáver.

Dois dias antes, na noite de 13 de fevereiro, depois de o cunhado Joaquim apanhar o comboio, Virgínia teve um rebate de consciência. A própria contará que ainda pensou enviar um telegrama para travar o assassínio, mas… como era a mesma que encomendara o veneno para resolver a questão a contento de todos, teve receio de que esse papel de registo da Telegrafia Sem Fios a “desgraçasse”, a si e ao marido da irmã.

E foi dormir. Durante dez dias fez a sua vida costumeira, vindo-lhe o tormento apenas das suas maleitas. Apenas será uma palavra parca dada a dimensão do sofrimento. Virgínia Augusta sofria de sífilis, está condenada à série de problemas de saúde provocada por esta bactéria desconhecida à data. Nesta altura, ainda faltam 32 anos para Alexander Fleming descobrir a penicilina, tratamento eficaz para esta doença sexualmente transmissível e responsável, durante séculos, pela morte de milhares de pobres e ricos.

Fora contagiada pelo mancebo com quem se juntou em Lisboa, fugida da terra onde abandonara o marido e o filho de 11 meses, contava ela 19 ou 20 anos. “A rapariga refugiou-se em Lisboa, afirmando a todos que deixara o marido, em consequência de ser maltratada. Esta afirmativa teria base? Inventaria Virgínia este estratagema para que a considerassem como vítima, e não como uma mulher leviana que sem motivos foge de casa a fim de satisfazer as suas paixões libidinosas? Eis o que sempre ficou envolvido em mistério”, escreve Luiz da Silva.
Planta de Lisboa com as ruas onde se passa este caso

O seu sofrimento atacara-a gradualmente, ao longo de uma década, e muito dinheiro lhe terá sugado, já que os cuidados médicos eram serviços privados - só em 1978 seria concedido a todos os cidadãos o acesso aos Serviços Médico-Sociais, independentemente das suas contribuições para o Estado, o que marca o início do Serviço Nacional de Saúde em Portugal.

Mas não era só a sífilis que a consumia, também sofria de uma inflamação geral do couro cabeludo, de uma metrite crónica, de uma hérnia inguinal, de má nutrição, de uma provável depressão… Os seus dentes eram todos postiços, o seu cabelo tinha peladas disfarçadas, o seu olho esquerdo pouco via, devido a uma conjuntivite granulosa que nem “um distinto oculista de Lisboa” conseguiu travar a tempo. Talvez por tudo isto, o mesmo jovem com quem viveu cerca de sete anos lhe tenha sugerido que se prostituísse para aumentar os rendimentos.

Ora, ao indivíduo que recebia a maior parte dos lucros da casa de hóspedes que exploravam em conjunto, na rua dos Fanqueiros, não lhe chegava todo o trabalho que ela despendia. Todavia, não procuraria “a vida dissoluta… para a sustentar mais fartamente” como lhe propusera o amante “desgostando-a profundamente”, segundo contará mais tarde à polícia quando esta a prender dez dias depois do crime.

Virgínia Augusta tratava de tudo: da casa, dos seus ocupantes, das roupas… Até que um casal “pouco escrupuloso” ali se hospedou, coincidindo a sua presença com a ausência de certos objetos e outros valores. Mas só houve certezas passado algum tempo, quando aqueles dois foram apanhados com a boca na botija, ou seja, com as malas cheias de roubo. O prejuízo, segundo Virgínia, cifrou-se em 500 mil réis, valor com o qual se poderia construir um metro de túnel, conforme o primeiro projeto para um metropolitano em Lisboa, entre Santa Apolónia e Algés, apresentando por esta altura, em 1885, pelos engenheiros Costa Lima e Benjamim Cabral.
 
O COMERCIANTE RICO E A VINGANÇA DA HÓSPEDE GATUNA

“Defronte da sua casa havia um comerciante que passava por ser um homem sisudo, e quem, encostado à porta, levava às vezes a olhar largo tempo para a casa de Virgínia. A sua hóspede aproveitou-se deste incidente para engendrar um meio de lançar entre os mancebos a desarmonia, e com ela poder levar com segurança a sua mala mais cheia de objetos roubados. Nesse intuito, principiou a chamar a atenção de Virgínia para o comerciante, dizendo-lhe ‘que ele lhe desejava falar e fazer a sua felicidade, se ela o atendesse’”, explica Francisco Ferraz de Macedo na mesma “Galeria de Criminosos Célebres”.

Para o médico, antropologista e investigador de criminologia, que ouviu a própria contar a sua história, o que é certo é que “o cérebro patológico de Virgínia cedeu às sugestões daquela alcaiota, embora casada (que tantas há!); e portanto escreveu uma carta ao comerciante”, o qual era mais velho, detentor de uma boa fortuna e não se coibiu de trocar extensa correspondência com a vizinha da frente.

Ao que parece, a união e a casa de hóspedes desfizeram-se graças à vingança da gatuna, que terá mostrado ao homem da Virgínia uma das cartas do dito comerciante. O rapaz pô-la fora e leiloou a pensão, partindo de vez para o estrangeiro, talvez para o Brasil, que, na altura, era país para onde emigravam muitos portugueses, facto que se comprova pelos pedidos de passaporte nos registos oficiais.

Tudo, porém, se resolveu pela mão do comerciante mais velho e rico que não lhe poupava galanteios. Este convidou-a para ir morar com ele. Em troca de esta lhe governar a casa, ele suportaria todos os seus gastos. Virgínia não podia querer melhor, aliás, era mesmo isso que desejava. Nunca se sentira muito diferente das mulheres que via bem arranjadas, a passear pelas ruas, nas carruagens, a ir ao teatro…
UMA VERDADE ESCONDIDA QUE SE TORNA UM CONTRATEMPO

Quando a vida lhe corria melhor, a um passo de se casar com um homem que a tratava bem, Virgínia sofreu um grande desgosto. A pedido do seu companheiro, foi a Viseu solicitar uma certidão de nascimento e com grande mágoa descobriu, no dia 20 de maio de 1895, ser uma criança enjeitada por quem a gerou. Fora exposta na Roda no dia 25 de fevereiro de 1860.

A exposição na Roda assumiu “proporções inquietantes” no século XIX, “tornando-se um verdadeiro drama social”, segundo o boletim informativo do arquivo distrital de Viseu. Virgínia era apenas mais um caso, mais uma criança de pais incógnitos posta na janela que rodava no Hospital de Viseu e de onde a rodadeira retirava os bebés ali depositados, um sistema que fomentava o abandono de recém-nascidos, como o provou o estudo de uma comissão que levou à “abolição do abandono anónimo infantil e, com ele, as rodas”, em 1867, apenas sete anos depois do nascimento de Virgínia.

Afinal, quem a criara não era nem sua mãe nem seu pai verdadeiros... Todavia, o casal que a adotou tê-la-á tratado do mesmo modo que aos filhos biológicos e quando Virgínia, com 17 anos, apareceu grávida, fez o que era uso e costume para minorar a desonra da própria e das famílias envolvidas: obrigou os dois jovens a casar, muito embora nenhum deles estivesse de acordo em unir-se na ocasião, quanto mais para o resto da vida.

Virgínia Augusta da Silva e João Bento Júnior casaram e tiveram o filho. Mas a vida em comum tivera um mau princípio - diz o povo que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Ele nada tinha de meigo, possuía até um "temperamento excessivamente genital", facto "oposto à compleição física" dela, como refere Ferraz de Macedo. E a gota de água foi um pontapé no “hipogástrio esquerdo, pouco mais ou menos pela região ovariana e anel inguinal”, que deu origem a uma hérnia.

Depois desse pontapé no ventre, que não terá sido o primeiro, Virgínia deixou a casa do marido e fugiu para Lisboa com a ideia frustrada de ser ama-de-leite. Isso aconteceu por volta de 1879. Volvidos 16 anos, o fantasma do passado atacou-a. Durante essa temporada, pouco estivera com o marido, mesmo nas escassas visitas que fizera à terra para ver o filho, a quem mandava todos os anos um fato novo. E evitava as conversas, como da última vez, em 1895, quando João Bento lhe pediu que voltasse para casa…
Notícia da prisão de Virgínia Augusta da Silva e do droguista Leopoldo Simões por envolvimento no assassínio de João Bento Júnior. ("Diário Ilustrado" de 25 de fevereiro de 1896) DR
“Eu, que procurei fazer sempre o mesmo bem aos outros que desejava para mim: custa-me ainda agora mesmo a acreditar como pude dar um veneno para matar o meu marido, esse homem de que eu só procurei fugir para não ser maltratada, porém, a quem jamais procurei fazer mal de qualidade alguma!?”, desabafou no Governo Civil, perante o chefe Ferreira e os médicos José Joyce e Ferraz de Macedo.

Primeiro, a polícia prendeu Joaquim Rodrigues da Costa. Foi logo no dia seguinte à descoberta do cadáver. Souberam que aquele andara com o outro por Moçâmedes e trataram de o ir buscar a casa. Quando foi interrogado pelo administrador do concelho de São Pedro do Sul, o homem começou por meter os pés pelas mãos mas acabou por contar tudo, rematando o relato do assassínio dizendo que fizera o que fizera a mando da sua cunhada Virgínia.

João Homem, que, como administrador, ordenara a análise das vísceras, já que duvidara do aspeto do corpo e da certidão de óbito que sustentava uma congestão cerebral. Pediu então ao juiz de instrução de Lisboa que ouvisse a cunhada de Rodrigues da Costa, de quem pensava ter escutado mentiras no que respeitava a Virgínia. No entanto…
“Chego a nem saber mesmo explicar o que se passa em mim”

A primeira vez que foi chamada, não compareceu, foi o comerciante por si dizer que ela se encontrava doente. No dia 24 de fevereiro, a polícia foi buscá-la à cama. “Às primeiras perguntas nada declarou, Negou tudo. Porém: água mole em pedra dura, tanto dá até que fura… e o sr. chefe Ferreira, depois de empregar a dialética mais convincente, obteve uma confissão completa”, refere o articulista Luiz da Silva. De facto, Virgínia Augusta da Silva expôs toda a sua vida, bem como os detalhes do plano que elaborou com a cumplicidade do cunhado e do droguista Simões.

A sua impressão de Ferraz de Macedo foi de que se tratou de uma "sincera narrativa". Virgínia "mostrava fisiologicamente a veracidade do seu dizer e do seu sentir; porque, ora derramava copiosas lágrimas, ora as suspendia para se indignar contra si própria, ora tornava a repetir o choro provocado pelas dores físicas que a atormentavam, para seguidamente concertar o semblante e mostrá-lo prazenteiro quase até ao riso, de onde volvia ato contínuo ao lamento…”

“Quando me lembram, ou em mim recordo esse ato, chego a desconfiar da minha própria integridade normal, sem poder atinar com a razão que me arrastou a tal procedimento!.. E então, tal qual como estou sentindo neste momento, fico com a cabeça atordoada, como que a andar à roda, como que vazia, pareço-me despegada da terra a balouçar noutro mundo… chego a nem saber mesmo explicar o que se passa em mim: nem sei se tenho vontade de chorar, se de rir, se de gritar, se de me esconder, se de fugir, se de me matar… enfim, não sei o que tenho, o que quero, o que sinto, o que penso, porque é inexplicável!…”

Mas Virgínia explicou que pedira o veneno a um droguista seu amigo, o Leopoldo Simões, que se estabelecera na Travessa Nova de São Domingos com a ajuda do comerciante com quem vivia Virgínia. Foram, então, buscar o Simões, que também entrou em contradições quanto ao seu desconhecimento do destino do veneno que fabricou.

O DROGUISTA SABIA QUE O VENENO PARA AS BARATAS DESTINAVA-SE AO MARIDO

Simões terá sabido da intenção de Virgínia e Joaquim quando esta lhe pediu 18 mil réis em troca de um cordão de ouro, pois não queria pedir dinheiro “a quem ele sabia”. Queria dar 15 mil ao cunhado para “ajudar o bom homem pouco feliz nos negócios”… e, como se fosse a propósito, pediu-lhe um veneno para matar baratas. “Pode crer que é uma epidemia e eu tenho medo de tão nojentos bichos”, assim ter-se-á justificado segundo o amigo.

Leopoldo, que parecia nutrir por Virgínia algum sentimento, satisfez-lhe o pedido e ao chefe Ferreira admitirá, num murmúrio, que sabia perfeitamente qual o fim do preparado de dez gramas de arsénio e sal de azedas, e uma pitada de pedra-pomes para disfarçar o veneno. Admitiu, sem negar que dissera que “dessem uma colher das de sopa daquele líquido, mas perto de um lugar onde houvesse água para a morte ser rápida”.

“É possível que Virgínia Augusta da Silva tenha exagerado a sua sensibilidade e o seu arrependimento, no intuito de atenuar o seu crime, ao ser interrogada pelo chefe Ferreira, e que, independente do seu precário estado de saúde, preparado uma atitude, de molde a inspirar comiseração aos seus julgadores”, sustenta o médico para quem “o vírus sifilítico foi a faísca incendiária daquele organismo mórbido ou anormal” (a bactéria só será identificada em 1905).

Se Virgínia exagerou ou foi sincera de nada lhe valeu o que disse em São Pedro do Sul, para onde foi enviada na noite de 27 de fevereiro de 1896, de comboio, juntamente com Leopoldo. No ano seguinte, a 24 de fevereiro, os dois e Joaquim foram julgados e condenados. O droguista conseguiu safar-se com uma pena mínima, de 18 meses de prisão e dois de multa a 500 réis por dia; os cunhados levaram oito anos de prisão celular e 20 anos de degredo ou 28 anos de degredo com oito anos na cadeia no lugar a determinar, provavelmente numa possessão portuguesa em África.

“Morte de uma envenenadora”, noticia o jornal "O Século" no dia 23 de junho de 1897 DR

A 23 de junho desse ano de 1897, com o título de “Morte de uma envenenadora”, o “Século” dava a notícia com origem em S. Pedro do Sul: “Faleceu esta madrugada na cadeia daqui a presa Virgínia Augusta da Silva, condenada por envenenadora do marido. Morreu serenamente, tendo sido sacramentada. Foi geralmente lamentada a sua desgraça pois seu comportamento na prisão destoava do crime por que fora condenada”.

Só o último período destoava do telegrama enviado aos jornais, no qual se lia: “Apesar de ser uma infame criminosa, o seu comportamento na prisão destoava por tal forma do nefando crime por que fora condenada que houve muita gente que teve pena da desgraçada, principalmente o pessoal da cadeia que mais convivia com ela”.
Este é o quinto caso da série “Crime à Segunda”, que o Expresso está a publicar sobre criminosas portuguesas
Expresso 21.09.2015

Um crime bárbaro e espantoso: uma filha que mata e despedaça sua mãe



Um crime bárbaro e espantoso: uma filha que mata e despedaça sua mãe


Retrato robô concebido a partir das escassas descrições da cara de Maria José, que ficou conhecida por “A Matricida”
Ficou conhecida por “A Matricida”, mas não a assassinou apenas. Esquartejou-a e espalhou os pedaços pelo bairro. O caso horrorizou os lisboetas oitocentistas. Este é o primeiro caso de uma série que o Expresso começa agora a publicar sobre criminosas portuguesas


Anabela Natário
João Roberto


Quando foi presa, levou consigo duas galinhas. No dia seguinte, ao mesmo tempo que negava ter matado a sua mãe, lamentava ter deixado um coelho e um galo em risco de morrerem à fome. Maria José, que enterrou a cabeça de Matilde na cozinha, há de ser condenada e... encher de cobre os bolsos do jovem escritor Camilo Castelo Branco.

Entrou na sala de audiências do Tribunal da Boa-Hora, sem hesitações, sorridente, provocando um burburinho entre a numerosa assistência. Maria José, de 30 anos, vendedora de tapetes e esteiras, senta-se no banco dos réus acusada de assassinar a mãe, de esquartejá-la e largá-la aos pedaços pelas redondezas, quatro meses atrás, em Lisboa. Mas terá agido sozinha?

Pelas 10h, do dia 6 de novembro de 1848, o juiz Manuel Joaquim de Almeida deu início ao julgamento deste caso que encheu o tribunal durante 14 horas e muitas páginas de jornais. O crime fora descoberto no dia 12 de setembro, uma terça-feira, pelo guarda-barreira das Portas de Santa Apolónia, mas em circunstâncias que a todos aterrou.

João Ferreira da Cruz regressava a casa na freguesia de São Vicente, cerca das 21h, quando, ao passar pelas obras de Santa Engrácia, avistou um corpo nu. Sem desvendar o que viu correu a chamar a guarda da Fundição de Cima, a fábrica de armas do Campo de Santa Clara encerrada em 1969 e onde fora fundida, em 1774, a estátua de dom José, esculpida por Machado de Castro.

Já com os soldados, o fiscal das mercadorias entradas e saídas na cidade verifica que se trata de um cadáver de mulher sem cabeça, pernas e mãos. Como acontece sempre que algo perturba a freguesia, chamaram o regedor da paróquia, que mandou os cabos de polícia ficarem de guarda ao corpo sem cabeça até ao nascer do sol.

Uma hora depois do achado, a patrulha da Guarda Municipal, que andava não muito longe no giro noturno pela Travessa de Santa Mónica, onde fica o convento do mesmo nome e futura prisão de mulheres, fez nova descoberta macabra: duas pernas humanas em quatro pedaços e duas mãos. As notícias correm céleres, não foi difícil ligar o corpo aos membros.
Primeira notícia dada pela Revista Universal Lisbonense, a 14 de setembro de 1848 Hemeroteca de Lisboa
Manhã cedo de 13 de setembro, cerca das 7h, o juiz e o escrivão encontram-se nas obras de Santa Engrácia, naquelas que duram há mais de dois séculos e hão de prolongar-se ainda por mais de cem anos. Durarão desde o tempo do rei Filipe III de Espanha até ao do ditador Salazar, quando se inaugurou o Panteão Nacional, ironicamente uma ideia do chamado governo da “União Sagrada”, republicanos rivais unidos para enfrentar a declaração de guerra feita pela Alemanha.

O caso era intrigante e sem se identificar o corpo não se conseguiria chegar ao assassino ou assassinos. Todos os regedores de Paróquia foram alertados para averiguarem nas suas freguesias se desaparecera alguma mulher. Entretanto, no edifício dos trabalhos de construção da igreja, dois médicos analisaram os achados: o cadáver apresentava “dezanove punhaladas sobre ambos os peitos, sendo sete profundas, atravessando o coração e os pulmões”.

Confirmava-se que pertencia tudo a uma mulher que parecia ter mais de 50 anos, “estando os cotos dos pulsos amarrados sobre o corpo com uma fita”, lê-se na edição de dia 21 na “Revista Universal Lisbonense”, uma publicação mais virada para a cultura e ciência — será onde Almeida Garrett publicará, em folhetim, as suas “Viagens na Minha Terra” — que não pode deixar de noticiar “um crime bárbaro e espantoso”.

O regedor da antiga freguesia de Santa Engrácia lembra-se então de uma cara que vira entre as gentes que se juntaram para saciar a curiosidade. No sábado anterior, dia 9 de setembro, uma mãe, levando consigo a filha, fora-se-lhe queixar de que esta lhe roubara um cordão de ouro e um pé-de-meia para quando adoecesse, e repetia que a queriam matar.

Era ela, a filha que negou as palavras de Matilde, dizendo que a mãe “andava louca e doente”, levando António Ferreira do Sul a ponderar se a mulher mais velha precisaria ou não de ir para o hospital. Tudo se sanou na segunda-feira, quando Maria José foi dizer ao regedor que a mãe já se encontrava boa e este desviou daí a ideia, ignorando que àquela hora “boa” significava morte. Em tribunal, Maria José dirá que voltou lá para evitar que o regedor ou algum cabo fossem a sua casa.

Aí pelas 11h de 13 de setembro, António Ferreira decidiu contar ao administrador do bairro esta sua intuição. Para já, era a única pista, valia a pena desvendá-la, e tinham a morada devido à queixa de sábado. O administrador, que tem funções de polícia geral no bairro, manda ir buscar a rapariga ao nº 17, loja, da travessa das Freiras, via que desemboca no Campo de Santa Clara.
De casa às obras de Santa Engrácia (hoje Panteão Nacional) e à Travessa das Mónicas: o trajeto que Maria José diz ter feito por duas vezes para largar o corpo esquartejado de sua mãe Planta base do Arquivo Municipal de Lisboa

Maria José, filha de Agostinho José, grumete, já falecido, e de Matilde do Rosário da Luz, nascida na freguesia de S. José, em 1818, é levada ao regedor, a quem diz não saber da mãe, só que saíra cedo, como de hábito. A Revista Universal conta que o interrogatório fora feito pelo administrador do bairro, que a dada altura a ameaçou com prisão se ela não dissesse onde estava a mãe, nada a afetando, tendo ficado ali sentada, calada, até às 15h, até ser levada para o quartel da Guarda Municipal, no adaptado convento dos Loios.

Neste ínterim, segundo dito em tribunal, o regedor, desconfiado, mandou um cabo de polícia fazer umas averiguações na travessa das Freiras. Joaquim José Gomes, que já ali morara, espreitou o quintal das duas mulheres, de um muro vizinho, e viu uns lençóis estendidos com manchas que pareciam ser de sangue. Na versão de C. S., autor da prosa na Revista, nota-se que a fonte vem mais da administração do que da parte do regedor.

O semanário, que dera uma notícia curta na sua edição de quarta-feira, apresenta no dia 21 a “Narração Fiel do assassínio de Matilde do Rosário da Luz” para contrariar “os vários modos como se tem contado a história logo nos dias subsequentes ao crime, e para que a Revista, fundada há oito anos pelo escritor António Feliciano Castilho, não perca em nenhuma de suas partes o antigo crédito, que se presa de sempre haver gozado, nos obrigou a procurar as mais autênticas informações que pudéssemos obter”.

“Um dos nossos amigos, pessoa mui competente, não só para os objetos destes, como para outros que empreende, teve a delicadeza de nos prestar além dos seus serviços e dos recursos de que podia dispor acerca da noticia que desejamos imprimir sem a mais leve alteração”, explica a Revista na entrada da peça.

Administração ou regedor, ou ambas as partes, perante o silêncio da interrogada e as suspeitas surgidas, acompanharam-na a casa, na travessa onde se situa agora o Supremo Tribunal Militar, na altura Palácio do Lavradio. Aí chegados, todos entraram. À vista, “um capote rasgado, dois enxergões e alguma roupa em desarranjo no meio da casa da entrada, e no chão alguns pingos de sangue já desvanecidos por ter sido lavado”.

Deixou-se ir presa, mas não sem levar as galinhas

As suspeitas adensavam-se. Maria José insistia no desconhecimento do paradeiro da mãe. Os homens avançaram para a cozinha, onde havia pingos de sangue seco nos tijolos e alguns destes estavam levantados e outros rachados; debaixo da chaminé, um alguidar com água ensanguentada; “no poial dos potes, duas facas de ofício de sapateiro com as folhas denegridas de sangue seco”.

No quintal, confirmaram, estavam pendurados na corda quatro lençóis ainda molhados, com manchas amareladas, duas saias, um pano e um saco. As dúvidas dissiparam-se. O que falta ao corpo há de estar no quintal, não seria a primeira vez que se encontraria um cadáver enterrado num quintal, há nove anos apanharam assim o célebre assassino do Aqueduto Diogo Alves e a sua amante Parreirinha.

Escavaram o terreno, nada. Voltaram à cozinha e acharam por bem levantar o ladrilho que cobria o chão de terra. Terá sido Joaquim José Gomes quem deu com o pé num tijolo e notou uma parte remexida. O cabo de polícia começou então a escavar com as mãos, descobrindo uma orelha, primeiro, de seguida desenterrou a cabeça de Matilde, bastante mutilada, com o cabelo queimado, já na presença do juiz José de Jesus Moreira entretanto chamado para prosseguir a instrução do processo.

Maria José confirmou ser a cabeça de sua mãe e afastou-se “pondo-se a comer melancia com pão”, segundo o processo. “Nenhum sobressalto ou espanto causou à presa Maria José este achado”, conta, por seu turno, a Revista, acrescentando que ela confessou o assassínio na segunda-feira de manhã, logo que Matilde regressara de comprar pão.

Logo ali, Maria José disse que “não fora ela que fizera a morte mas sim um José Maria, teimando sempre em dizer que José Maria havia muitos, e seria mais fácil morrer que dizer quem ele é”. Contou que o “introduzira em casa” quando a mãe saiu e que ele lhe levara dinheiro, todavia, deixara 27 mil réis, um cordão e um anel de ouro, e “um papel com uma cabeça de cobra todo sujo de sangue”.

Fosse como fosse, iam levá-la presa. E repararam que tinha as costas das mãos feridas, acabando ela por admitir, diz a Revista, que matara a mãe por dinheiro e terras em Abrantes. Nesta altura, já a casa estava cheia de povo a dirigir-lhe “imprecações”, respondendo Maria José “então que é? é uma mulher de menos, é uma mulher que se matou”.

À saída, enquanto a detida foi buscar as duas galinhas que pedira para levar consigo para a prisão, foi ainda descoberta uma agulha de colchoeiro que parecia ser a arma do crime. No dia seguinte, 14 de setembro, quando é transferida para o Aljube repetirá ao administrador o que dissera na véspera “e só lastimava ter-lhe ficado em casa um galo e um coelho, que estava com grande sentimento de lhe morrerem à fome, tendo por tanto mais pena dos animais que da mãe”.

Acrescenta a Revista que a presa era de “estatura regular, cor acobreada, e cabelo crespo, altiva e muito senhora de si: parece estar grávida de quatro meses”. Provavelmente, Maria José não era magra, como a mãe, já que a gravidez nunca mais é referida.

O Ministério Público acusou Maria José do “crime de morte de sua mãe, com as circunstâncias agravantes de esquartejamento do cadáver, e aleivosia”, o que a ré negará parcialmente em tribunal, voltando a atribuir o assassínio ao tal José Maria, embora depois de assumir que fora ela própria a fazer tudo, “por causa do José Maria”. Perante as respostas que dá às questões do juiz, a ré ou é desprovida de remorso ou tonta, ou as duas coisas ao mesmo tempo.

“Não fui eu, foi o José Maria”

Na sala de audiências, desvendará um pouco mais sobre esse indivíduo, mas não o suficiente para se saber se real ou inventado. Parece que chegou a ser preso um homem chamado José Maria mas por pouco tempo, foi libertado por falta de provas. A ré dirá que ele nunca lhe disse quem era nem de onde, que sabe que era “da outra banda [do lado de lá do rio Tejo] e vendia na praça”, que se encontravam há 14 meses e todas as semanas ele ia lá a casa, mas a sua mãe não gostava nada dele.

As vizinhas que vão testemunhar, tanto pela acusação como pela defesa, são unânimes quanto ao nunca terem visto entrar na casa da mãe e filha homem algum, nem sequer o aguadeiro, frisará a vizinha de cima, Maria Cristina de Matos, “mestra de meninas”. Quando da investigação tinham adiantado saberem de maus tratos infligidos a Matilde pela filha.

“Conhece essas facas e essa machadinha, a agulha de colchoeiro, e essa roupa ensanguentada que ai vê?”, perguntou o juiz quando a inquiriu da primeira vez, apontando para a mesa onde se expunham as provas. Como ela dissesse que sim, prosseguiu e Maria José acaba por pôr a mão em cima das facas para assinalar as armas do crime, por explicar que esquartejara o corpo porque “inteiro pesava muito” e que mutilara a cara para não a conhecerem, um vez que tencionava despejá-la na rua, como fizera com o resto que por duas vezes levara debaixo do capote.

Mas não sabia porque pusera o tronco num sítio e os membros noutro. Na Boa-Hora, a assistência ia pontuando certas respostas com “sinais de horror”. A dada altura, o tribunal gelou. O juiz pergunta-lhe como cortou a cabeça da mãe, Maria José responde: “Ao princípio foi com a faca, e não podendo acabar por causa do osso, foi com esta machadinha”.

Foram ouvidas dez testemunhas, oito de acusação e duas de defesa. O juiz que instruiu o processo, o regedor, o cabo de polícia, vizinhos e duas presas no Aljube a quem terá contado o que fez e estas, como acontecia muitas vezes, foram a correr contar para ficarem nas boas graças das carcereiras. Uma delas sustentará que a ré lhe contara ter escolhido a parte da manhã para o assassínio porque as alunas da professora de cima “davam lição em voz alta” e à noite ouvia-se tudo.

Entre as testemunhas encontra-se Maria José da Conceição, morada na travessa do Conde de Avintes, paralela à das Freiras, que, no dia em que encontraram a cabeça, deu a conhecer às autoridades que Matilde do Rosário, temendo ser roubada pela filha, lhe dera a guardar o testamento do padre Manuel Alves, capelão cantor da real casa de Santo António, feito a seu favor. Dinheiro, ouro e terras no concelho de Abrantes que por morte de Matilde passariam para a filha mais velha e “sua falta à outra filha Maria José”.

“Consta que a irmã da presa, dita Matilde Faustina, segue a vida de prostituta, e se ausentara para Setúbal, não vivendo há muito com sua mãe”, diz a Revista. Há quem diga que ela apareceu em diversos momentos na sala de audiências.

O delegado do procurador José Gabriel Holbeche não precisou de falar muito para pedir a pena máxima. O advogado de defesa, José António Luís Galo, nomeado pelo juiz, contrariou as provas e o discurso da ré, conseguindo que o júri equacionasse a hipótese de Maria José ser cúmplice e de não estar no uso das faculdades mentais. A seguir, Maria José ainda quis falar para se contradizer, pegando nas palavras de Galo, disse: O José Maria foi quem a matou, e eu esquartejei-a, levando ele parte do dinheiro que eu tinha num pé-de-meia, prometendo depois dar-mo”.

Os 12 jurados tiveram algumas dúvidas, mas demoraram apenas uma hora a deliberar: morte natural por forca a levantar no Campo de Santa Clara. Por maioria consideraram provado que a ré assassinou a mãe, por unanimidade aprovaram os quesitos que a consideravam culpada de esquartejar o corpo de Matilde, de levar os pedaços para fora de casa e de lhe mutilar o rosto. Reprovaram as atenuantes de cumplicidade e loucura.
MARIA NÃO ME MATES QUE SOU TUA MÃE!
Pouco tempo depois do julgamento, surgiu a história da matricida Maria José, como ficou conhecida, num folheto de literatura de cordel, ao estilo sensacionalista habitual. “Maria Não me mates que sou tua Mãe!” era o título, com o reforço “Uma filha que mata e despedaça sua mãe”. Na edição, anónima, esclarecia-se que era “mandada imprimir por um mendigo que fora lançado fora do seu convento, e anda pedindo esmola pelas portas”. Só em 1889 se saberá que o autor anónimo é o escritor Camilo Castelo Branco.

São 16 páginas editadas no Porto pelo próprio autor, numa altura em que, após algumas desventuras, o escritor, então com 23 anos, regressara à cidade invicta e alojara-se no Hotel Francês para levar uma vida de cafés, teatros e bailes. Serão feitas três edições. Mais tarde, Camilo contou ao seu biógrafo, o escritor Alberto Pimentel, que "recebeu em cobre o preço deste opúsculo, e que foi grande a sua satisfação quando em sua casa começou a despejar as algibeiras atulhadas de patacos”.

“Esta peça de literatura de cordel não deve ser lida como ingénuo exercício de escrita, apenas instrumentalizado à intenção de ganhar dinheiro, antes é necessário manter claro que o estilo algo despreocupado ou o mero desleixe de algumas passagens se deve claramente a um intento de popularizar o texto e nunca uma incapacidade de criação”, diz o escritor Valter Hugo Mãe na nota a uma das três reedições que se fizeram já neste século XXI.
 

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A ilustração de 1989 publicada pelo historiador Pedro Vitorino na revista “Feira da Ladra”, de 1932 Hemeroteca Municipal de Lisboa


Mas não foi só Camilo, embora pareça ter sido o primeiro, que aproveitou este “crime horroroso”, como titularam os jornais. Ainda em 1848, mas com outra intenção, foi posta a circular a folha volante “Representação de algumas pessoas para que a ré Maria José não vá morrer na forca como foi e para que sofra outro castigo ainda mais cruel à vista do seu crime”. Encimava-a a ilustração “Maria José a caminho da Forca” e continha um pequeno resumo do crime, além de argumentos contra a pena de morte, sugerindo antes “a reclusão por toda a vida no hospital dos alienados, fechada na grade entre as palhas”.

No ano seguinte sairia uma outra folha, com uma ilustração que representava a matricida diante da forca, mas é mais elaborada do que a publicada anteriormente. A legenda é o acórdão de 11 de janeiro de 1849, com a assinatura dos juízes do Tribunal da Relação, confirmando a sentença da primeira instância. Segundo escreveu em 1932, na revista Feira da Ladra, o médico e historiador Pedro Vitorino, ainda foi publicada um outro folheto, com ilustração semelhante, intitulado “Sentença de Morte contra a ré Maria José, confirmada na Relação de Lisboa em 11 de janeiro de 1849”.

Deve ter sido por vontade dos defensores da abolição da pena de morte, que só acontecerá em 1867 para crimes civis e em 1911 para militares, que entra em ação o advogado Sebastião Frederico Rodrigues Leal, madeirense recém-licenciado que há de ser juiz. Este recorre para o Supremo Tribunal de Justiça e consegue que, em abril de 1848, este ordene a repetição do julgamento, que se realizará a 9 de fevereiro do ano seguinte. A pena mantém-se, mas o causídico fica satisfeito por ter conseguido que o júri desse como certo não ter sido a ré a única perpetradora do crime e como provada a demência.

“Foi tudo quanto tive em vista conseguir. E por tanto a decisão dos jurados autoriza-me a acreditar que me não enganei na escolha dos meios de defesa que preferi”, escreveu Sebastião Leal numa carta intitulada “Defesa da Matricida” com que respondeu ao artigo da Revista em que, noticiando o segundo julgamento, se dizia que tanto a acusação como a defesa “foram não só inferiores ao assunto, mas até imerecedoras de qualquer menção lisonjeira”, acrescentando: “Triste coisa é andarmos em procura da eloquência, no púlpito, no foro, e no Parlamento, sem a encontrarmos!”.

Maria José será poupada à forca pela rainha Maria II, que sempre que podia comutava a pena de morte. Aliás, ninguém mais será enforcado por decisão judicial. O último enforcado em Lisboa foi o assassino Francisco de Matos Lobo, em abril de 1842. E o último condenado à morte executado no país terá sido, curiosamente, um tal José Maria, conhecido por “Calças”, em Chaves, no mês de setembro de 1845. Há quem indique Lagos e o ano seguinte como local e data do último enforcamento. Mulheres é que nunca mais foram enforcadas desde 1772, quando a justiça assim castigou Luísa de Jesus, de 22 anos, que assassinou 33 crianças em Coimbra.
 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Olha a Manuela, cuidado com ela


Olha a Manuela, cuidado com ela
Retrato robô de Maria Manuela Bouza, mais conhecida por A Manuela, concebido a partir de descrições e de uma antiga foto

Enganou a polícia e muitas vítimas durante anos. Roubava carteiras e afins em festas e romarias por todo o país. Era uma sumidade entre a gatunagem e fazia empréstimos e até consultadoria... Acabou passando moeda falsa, mas não se saiu muito bem. Este é o sexto caso da série “Crime à Segunda”, que o Expresso está a publicar sobre criminosas portuguesas



Anabela Natário  Texto

João Roberto  Ilustrações


Uma saia, por baixo outra, mais outra, e outra, e ainda mais uma... Não se sabe quantas trajava de cada vez que ia à rua, mas sabe-se que todas tinham bolsos e que estes saíam de casa vazios e regressavam cheiinhos. “A Manuela”, como ficou conhecida no século XIX, não só era uma gatuna especializada como se tornou uma espécie de consultora e banco para larápios.

Morou mais de 20 anos em Coimbra, mas ali nunca roubou nada nem ninguém, e mais: impedia os colegas e amigos larápios de o fazerem. Diz-se que "poderia até ter aberto um curso de moral". Quando, porém, desta cidade se ausentava, o seu comportamento era o oposto. E não houve cidade, vila ou aldeia desde Melgaço ao cabo de Santa Maria, ponto mais a sul do continente, e do cabo da Roca, o ponto mais ocidental, a Campo Maior, por onde ela passasse que não sentisse o efeito da leveza das suas mãos.

A sua especialidade era atuar nos espaços públicos onde se realizassem ajuntamentos. Pode dizer-se que, havendo um grau na escola do crime, esta gatuna seria carteirista licenciada, doutorada em festas e feiras. "Era pois a Manuela entre os gatunos como aqueles políticos de importância que são sempre ouvidos pelos governos quando assuntos graves se oferecem com aspetos de problemas de resolver", lê-se na "Galeria dos Criminosos Célebres", num texto sem assinatura, mas escrito por quem se nota ter conhecido esta "individualidade no crime, heroína da gatunice”.

"O seu nome pronunciado entre larápios pode impor a atitude de respeito e de consideração que os grandes nomes suscitam", refere ainda o articulista. Ao que parece, funcionava como uma espécie de consultora quando os seus colegas de ofício pretendiam "fazer uma jarda”, o que significava no dicionário da gatunagem roubar em feiras. Por isso, ganhou autoridade suficiente para estabelecer regras no furto de joias, carteiras e afins na cidade onde resolveu, por volta de 1868, ter a sua morada oficial.

No ano em que escolheu a denominada cidade dos estudantes, não se sabe se terá tido já alguma influência nas ruas, mas o certo é que, na noite de 4 de julho, a procissão em honra da padroeira Rainha Santa percorreu as ruas sem incidentes, do convento de Santa Clara à Igreja de Santa Cruz. “No meio de tanta concorrência, há de agradável o não ter de registar-se nenhuma desordem que tornasse necessária a intervenção da autoridade”, segundo o “Jornal de Coimbra”. A Manuela não brincava: se algum gatuno que por si tivesse sido avisado, roubasse nas festas, ela própria o denunciaria.

Planta de Coimbra, cidade que Maria Manuela escolheu para ser a sua base das "turnês artísticas" que fazia pelo país João Roberto

Teria perto de 40 anos quando, já viúva, optou por se instalar na terceira cidade do reino. Fez desta a base para as deslocações pelo país. O seu “trabalho” levava-a de festa em festa, de feira em feira, não que vendesse alguma coisa… passeava-se entre as gentes distraídas com o folclore que as rodeava e, feito um toque aqui outro ali, enchia os bolsos das numerosas saias. Diz-se que trajava uma orgia delas e que, se as despisse todas, seria uma mulher franzina.

Manuela fazia cara de pateta, distraída, sem ligar muito ao que a rodeava. Quem a olhasse entre a multidão, junta para ver uma festa ou arruaça, pensaria que aquela mulher baixa, de ar tolo, era a vítima ideal da gatunagem e que, em pouco tempo, seria aliviada das grandes argolas de ouro que ostentava nas orelhas ou dos cordões que, do pescoço, caíam entrelaçados sobre o peito... Muitas vezes, esses pensadores já tinham ficado sem a carteira ou outro valor qualquer sem nada terem sentido. Mesmo que dessem por isso, raramente desconfiavam da aldeã de rosto alongado, com rugas próprias da idade e marcas de varíola.

Maria Manuela Bousa ou Bouza, "nascida um pouco ao acaso, pois que é filha de pai desconhecido, o que é muito bom para que a família não se envergonhe dela", como escreveu o mesmo autor da “Galeria”, é oriunda de Espanha, de Zamora, segundo os registos, ou, talvez, de La Bouza (o que poderia explicar o seu apelido registado na polícia), mas cedo veio para Portugal seria ainda criança, já que em adulta falava corretamente o português com pronúncia do norte e sem qualquer sotaque da língua materna, o que é uma proeza.

Assim, foi passando despercebida até janeiro de 1882, quando resolveu deslocar-se a Lisboa para assistir à visita dos reis de Espanha, dias de festa concorrida em que, no Rossio, se alugavam janelas para a parada “por preços exorbitantes”. Vivia-se um tempo de controvérsia sobre uma possível união ibérica, a vinda dos monarcas Afonso XII e Maria Cristina, sua segunda mulher, andou na voz de todos, foi debatida na imprensa acaloradamente, com críticas e elogios. Manuela não se importaria com tal questão, já que a riqueza que estas iniciativas atraem seria para si o suficiente para a ida à capital.


O rei Alfonso XII de Espanha, que passou oito anos no exílio mas conseguiu recuperar a coroa de sua mãe. Nesta foto, tem 27 anos de idade, tirou-a dois anos depois de visitar Portugal e um ano antes de morrer DR

“O dinheiro corre a jorros tanto dos cofres do Estado como dos bolsos dos particulares. Gastam-se centenas de contos de réis nos preparativos dos paços reais de Belém e de Vila Viçosa para receber os reais hóspedes e a sua numerosa comitiva, nas ornamentações das salas para os bailes, dos teatros para as récitas de gala, das tribunas para as festas da rua”, escreveu o jornalista, escritor e político Pinheiro Chagas na revista “O Ocidente”.

Manuela teve azar, não se sabe em que altura da festa foi apanhada, mas a polícia deitou-lhe a mão. No interrogatório nada disse, porém passou a constar do registo dos criminosos do reino. Abriram-lhe um capítulo na “folha corrida” e internaram-na no Aljube. Cumpriu os oito dias da prisão preventiva e foi libertada, ainda a tempo da Semana Santa e das comemorações do centenário do Marquês de Pombal, previstas para maio, organizadas por estudantes e pela maçonaria e que a igreja católica tentaria contrariar.

Nesse mês de janeiro já se falava na grande homenagem pública ao primeiro-ministro do rei dom José. Os jornais começavam a trazer diariamente o nome das pessoas ou de instituições que anunciavam aderir à festa. Em Braga e Coimbra, “os reacionários assustados com estas manifestações agrupam-se para protestar contra elas, para ajustarem assim como puderem a conta em aberto com o grande ministro de d. José desde a expulsão dos jesuítas”, segundo o “Diário Ilustrado”.

No mapa das romarias, uma onde Manuela marcava sempre presença era na da Semana Santa em Lisboa. Se participou na do ano de 1882, viu na certa as confeitarias todas enfeitadas, cada uma tentando ganhar à outra. “Um luxo asiático! Espelhos, flores, luzes, caixas de música, mil objetos de adorno que atraem a vista para as grandes montanhas de amêndoas e lindas cartonagens que têm ao fundo dos seus estabelecimentos”, como publica a 6 de maio a cearense “Gazeta do Norte”, numa correspondência especial de Lisboa datada de 13 de abril.
 

O circuito das igrejas: assinalados no mapa estão os templos preferidos de Manuela para... roubar os crentes João Roberto

Não deve ter perdido o passeio pelas confeitarias, já que estas registaram grande movimento de bolsos. A saída de doces aumentou em relação ao ano anterior; na quinta e na sexta-feira santa só a Baltresqui, ao Chiado, que daí a seis anos entrará em “Os Maias” de Eça de Queirós, vendeu mais de um conto e meio de réis — apesar de ser uma bela quantia, é metade daquela que o duque de Palmela ofereceu à famosa Sara Bernhardt para dar uma récita no seu palácio da rua da Escola Politécnica quando a atriz francesa, que recusaria, veio atuar em Lisboa e no Porto, logo a seguir ao período festivo desse ano de 1882.

Durante a semana de luto da igreja cristã, o “tempo manteve-se esplêndido”, segundo os jornais. A Manuela, destemida como era, deve ter andado sobretudo pelas igrejas para, como de hábito, roubar os crentes. Se se tratava de festa religiosa, os templos eram um ótimo alvo. Neste seu circuito incluíam-se as capelinhas de Santo António dos Capuchos, no extinto convento onde funcionava o Asilo de Mendicidade de Lisboa - que em 1928 virou hospital e ainda hoje cumpre essa função -, assim como a Basílica dos Mártires, no Chiado, destruída como grande parte da cidade pelo terramoto de 1755 e reconstruída 29 anos depois.

A Manuela gostava ainda de andar à cata pela igreja de São Julião, que serviu durante anos de armazém do Banco de Portugal e foi recuperada em 2012, e pela Igreja de S. Nicolau, igualmente na Baixa. Percorria também a das santas Justa e Rufina, mais conhecida por igreja de São Domingos, e a dedicada a Nossa Senhora da Encarnação, no Chiado. E, claro, não perdia uma ida à Sé.

As damas, trazendo as suas bolsas de prata para assistir à missa ou simplesmente para visitar o templo católico, raramente as levavam a prata de volta para casa depois de se cruzarem com aquela mulher cega de um olho, de lenço na cabeça e chinelos à moda de Coimbra, trajando saias curtas, casaco curto, xaile por cima, "com a naturalidade e a negligência da mulher das aldeias”. E quando alguma das vítimas se manifestava por senti-la demasiado próxima ou por ter levado um encontrão, Manuela argumentava que “a casa de Deus era casa de todos”, e algumas vezes lhe deram razão, deixando-a continuar a sua vida.

A primeira visita à capital não lhe correu bem. Talvez por isso não tenha voltado em abril - mas se esteve safou-se lindamente, já que não se deu conta dela. Provavelmente até frequentou uma certa taberna da travessa de S. Domingos, onde se costumava juntar “uma freguesia de menos escolhida sociedade”, como dizia o “Diário Ilustrado”, que logo clarificava tratar-se de “homens e mulheres de reputação duvidosa”. Pouco antes dessa Semana Santa, sabendo de queixas da vizinhança, o jornal fez um apelo ao comissário da polícia para acabar com aquele “foco de desmoralização”, onde se comia e bebia “até altas horas da noite no meio de uma vozearia e tumulto incríveis”.
Uma “santa mulher” que emprestava dinheiro a “juros módicos”

Manuela pode ter permanecido simplesmente na sua casa no bairro de Santa Clara, em Coimbra, onde passava por “pessoa de bem” mas costumava receber gente pouco recomendável que ali se hospedava para receber conselhos sobre furtos e roubos e os melhores locais para os fazer, ou para reunirem um bando e combinarem as atuações em conjunto, ou ainda para lhe pedir dinheiro a fim de suprimir alguma necessidade - é que Manuela, além dos seus habituais “negócios”, também emprestava dinheiro a “juros módicos”.

“Um gatuno contava uma vez, com lágrimas de enternecido reconhecimento, que aquela ‘santa mulher’ lhe emprestara sem juro… e sem fiador”, lê-se na “Galeria”, lembrando o autor que o juro baixo “não era já muito vulgar” nesses tempos em que a usura andava “tão desenfreada”. De facto, fazer empréstimos era um negócio a correr de vento em pompa, dentro e especialmente fora da lei. Foi até lançado um folheto de alerta contra estes agentes que exploravam incautos com seguros de vida, além de servirem de recetadores.

No que respeita à consultadoria, Maria Manuela Bouza praticava-a também por carta. Caso o “cliente” - ao que parece, a clientela era numerosa e de todo o país - não se pudesse deslocar a Coimbra, expunha-lhe por escrito as suas questões, isto é, se seria bom atacar nesta ou naquela festa e quando e onde se reuniriam se atuassem em conjunto.

Manuela roubava mas não fazia como outros que esbanjavam imediatamente o produto a que deitavam a mão. Ia guardando para o que desse e viesse e, de preferência, fazê-lo crescer. O facto de ter conseguido não ser apanhada durante alguns anos, devido ao seu ar de “aldeã simplória e insuspeita”, terá contribuído para a constituição do pé-de-meia que lhe permitia ir fazendo de banco para os “amigos”. Era, portanto, considerada uma “gatuna abonada” em contraste com os “gatuno s
indigentes”.

Maria Manuela deve ter andado muitas vezes por aqui, pelo convento de Santa Clara, em especial quando resolvia fazer de polícia para não deixar que os colegas larápios roubassem na sua terra Rui Duarte Silva
 
Depois de perceber que era melhor evitar paragens em Lisboa, onde já lhe tinham tirado o retrato e começado a preencher o cadastro, Manuela dedicou-se por inteiro à província. Contudo, isso não significou ausência de problemas… A dada altura, foi apanhada pela polícia, ela e o seu namorado Soares, em Vila Verde, perto da Figueira da Foz, não muito longe de Coimbra.

Terá sido durante as festas religiosas da terra, numa daquelas vezes em que o Soares fazia de negociante de gado, chegando até a investir algum dinheiro para tornar tudo mais credível e a Manuela ir roubando à vontade. Normalmente, tinham êxito. Era um “jogo” que praticavam com alguma constância, daquela vez pode muito bem ter corrido mal…

Manuela e Soares, levados para a zona da prisão preventiva, estavam furiosos pela “leviandade com que a autoridade local se atrevia a vexar, com as suas suspeições, gentes de probidade…” E, provavelmente, tê-la-iam convencido se não se tivesse dado a coincidência de aparecer um agente lisboeta em busca de informações sobre um ladrão que se evadira da cadeia do Limoeiro. Ele conhecia bem o fugitivo, sabia dos seus gostos e preferências, por isso seguiu-lhe o rasto até à freguesia do concelho da Figueira da Foz, a qual está por agora a comemorar 225 anos de existência.

O polícia foi espreitar os detidos para ver se encontrava o seu homem. Ao aperceber-se de quem se tratava, o casal acalmou o génio reclamador, tentando passar despercebido entre os outros presos. “Mas o chefe, que tinha lume no olho e uma memória à prova de todos os disfarces possíveis, foi prevenindo caridosamente o administrador do concelho dos méritos e virtudes que ilustravam os dois personagens”, conta-se na “Galeria”, sem revelar como tudo acabou. Todavia, dado o seu historial, mesmo que Manuela tivesse sofrido alguma pena não terá sido pesada.
CINCO ANOS DE DEGREDO NÃO LHE SERVIRAM DE LIÇÃO

Bem mais grave foi quando a prenderam na zona de Aveiro e sofreu uma sentença de cinco anos de degredo em África. Ao que parece, nem sequer fizera nada de especial, foi mais pela reincidência. Em 1885, Maria Manuela partiu para Angola, possessão portuguesa para onde eram enviados no último quartel do século XIX 275 condenados por ano, em média, pelos mais diversos crimes, mais do dobro do que se verificara no início do século.

“Além da punição de criminosos, de outros marginais e de quantos se opunham ao regime político, o degredo tinha também a função de intensificar o povoamento branco das colónias”, explica a historiadora angolana Anabela Cunha, em “O degredo para Angola na segunda metade do século XIX”.

Quando regressou, em 1890, Manuela pouco gozou da liberdade alcançada. Novamente em Lisboa, deixa-se prender depois de ter efetuado uma série de furtos. Cumpre uns tempos de cadeia e volta a Coimbra, de onde se desloca a Lamego, em 1894, numa das suas incursões com novo namorado. A sua “turné artística” valeu-lhe, mais uma vez, ir bater com os costados na cadeia, desta feita no Porto.

Em abril de 1896, está na rua. Mas mudou de ramo e já não mora em Coimbra. Perde-se-lhe o rasto… até 1913, quando António Augusto Esteves Mendes Correia edita “Os criminosos Portugueses” e lhe dedica umas linhas no capítulo dos estrangeiros que adquiriram “saliente evidência” na criminalidade em Portugal.

“Maria Manuela é de uma grande astúcia. O último crime que lhe imputaram foi o de passagem de moeda falsa. Nega esse crime e todos os que já por tantas outras vezes a têm levado à cadeia. Chora com facilidade. Está velha. Tem uma filha, modista, a cuja probidade faz grande reclamo”, dizia o médico e antropologista criminal, nascido seis anos depois de Maria Manuela ser presa pela primeira vez em Lisboa.

"Se por cada gatunice cometida tivesse que pagar um tributo somente de oito dias de cadeia, a ladra tinha que viver mais que o Matusalém (personagem bíblica que teria vivido quase mil anos) para liquidar as suas contas com a justiça”, afirma-se na “Galeria dos Criminosos Célebres”, que termina o artigo sobre a Manuela escrevendo “cuidado com ela!”.
Expresso 28SET, 2015

#RIMCOMCOXA E A PELE DO JOELHO


HÁ HOMEM
 












LUÍS PEDRO NUNES

#RIMCOMCOXA E A PELE DO JOELHO 
A viagem ao corpo via ego continua a quebrar fronteiras



Podemos chamar-lhe neoanatomia via ego. Ou análise do corpo através da tecnologia com filtros da maldade e vaidade.

Mas não há como ficar indiferente. Foram escritos milhões e milhões de poemas a enaltecer o corpo da mulher. O todo. E partes. E ações com e sobre esse corpo. Tivemos que chegar à época da selfie e do Instagram para aceitarmos que alguns de nós, homens, somos meros autodidatas colecionadores de metáforas. Nunca iríamos conhecer essas transformações anatómicas sujeitas aos caprichos das tendências. Exemplo? “O riso da bochecha da coxa”. Sabe o que é? Aparentemente foi o “it” obrigatório deste verão nas praias fashion. Não dei por nada na Caparica.

As manas Kardashians vão sendo constantemente apresentadas como o exemplo de futilidade e degenerescência destes tempos. E, contudo, eu que as acompanho na TV há oito anos nos meus longos dias de ennui, garanto que as moças trabalham desalmadamente, e a dominante Alpha Kim é uma rapariga de valores. São centenas de episódios de reality show arrancados (do inicial já saíram uns três, ou seja, ela já distribuiu programas pela família e até pelo padrasto/madrasta). E bem se pode dizer que o programa é sobre “nada”. Mas o “Seinfeld” era sobre nada e fartou. Ela tem um impacto sobre a sociedade global muito além do facto de ter determinado que a (sua) bunda redonda e desproporcionada “à gueto” ter vencido a bundinha trabalhada arrebitada brasileira no conceito estético planetário do que é “a excelência” de derrière. E agora, entre outras tendências que vamos explicar, é o “riso da bochecha da coxa”.

Maluquice? O ano passado discutimos aqui a “ponte do biquíni” ou o “vão de anca” e muita página de revista de TV se fez à conta disso. A ponte de biquíni é quando há magreza suficiente para o elástico não tocar na barriga entre os dois ossos ilíacos e a foto (tirada pela própria) permite um vislumbre lá para baixo. Mas isso é “tão 2014”. Estamos a falar do “riso da bochecha de coxa”. E há muitas mais novidades, ó leitor!

Vamos pôr a imaginação a funcionar. Se uma mulher, de biquíni, e não muito magra (de constituição kardashiana) se sentar em cima das suas pernas, de forma a que haja ali uma pequena dobra de pele na junção do tronco com a anca, então é possível que surja essa dobrazinha, esse vinco sexy e carnudo que se “deseja”. Essa união, essa dobrinha sensual, fará dois arquinhos, parecerá duas ancas felizes (há ali a um smiley, vá lá). Claro que em inglês-americano já tem nome (#smighs = smile + thighs). As kardashinhas são as impulsionadoras destas tendências — sinceramente não percebo se falam disto se é da leitura semiótica das imagens feita por seguidoras loucas. Mas o # estava por ali e remete de tal forma para múltiplos significados que — entre questões meramente filológicas, fisiológicas e a referências de cultura urbana — fico emperrado a tentar compreender e interpretar os termos para escrever este texto.

Por exemplo, o que é enaltecimento da “ondulação da úvula”? Calma, a úvula é a campainha da garganta, aquele tecido mole entre as amígdalas e, pelos vistos, há quem não goste do aspeto da sua úvula quando se fotografa de boca aberta. Há também exercícios de ginásio para aumentar as “covinhas Vénus”. Que são nas costas. Sim, aquelas concavidades na ilíaca superior, a duas marcas na lombar. Nota: a Vénus Calipígia é efetivamente a deusa das belas nádegas. E ao vermos a estátua lá vemos as covinhas. Há que apreciar este regresso ao classicismo...

Mas há tanto ainda por descrever. A bolsinha de gordura que aparece debaixo do sovaco junto ao peito quando fecha o braço e salta cá para fora e fica ali uma dobrinha (o elástico do sutiã deve ajudar, mas estou a especular). Tem um nome em inglês engraçado que não funciona para cá: pitstop (as mulheres são más que nem cobras umas para as outras). Mais sentimentos inesperados: inveja da pele perfeita do cotovelo de outra. Estratégia para ter likes no Instagram: postar uma foto com uma celulite soft e piedosa. Sendo que, aparentemente, a última das últimas — e são as Kardashians a fazer a moda — é um procedimento estético para acabar com as peles flácidas dos joelhos. É o tormento maior da mulher de 40 anos de 2015: a pele do joelho. Nojo! Através de rádio frequência resolve-se. Nada de cirurgia.

Ou isto pode ser uma estratégia para os marcianos lerem estes textos e desistirem de invadir a terra. lpnunesxxx@gmail.com


MODERNICES


Extra!

Isto dos SUV está a tomar proporções muito estranhas. A Bentley decidiu comercializar este seu “quase jipe”, ou “até parece que é um fora de estrada mas é um carro mais alto”. É de acreditar que um filho de um xeque do petróleo ache conveniente ter vários. Mas há que ver o filme promocional, em que o ator francês Jean Reno fala deste Bentley de 600 cv, motor de 12 l, como sendo um misto urbano e fora de estrada apenas “extraordinário”. Sim, talvez. Quando num trilho de todo o terreno ele raspar de lado e bater numa pedra deve ser mesmo o termo que ocorre: Extraordinário”.

http://www.bentleymotors.com
 
Jornal Expresso SEMANÁRIO#2239 - 26 de Setembro de 2015

domingo, 27 de setembro de 2015

A PONTE DO POÇO DAS PATAS






A PONTE DO POÇO DAS PATAS

Ainda deve estar no subsolo do Campo 24 de Agosto


Por Poço das Patas devemos en­tender um pedaço do atual Cam­po de 24 de Agosto que se situa­va para as bandas do local onde, entre 1812 e 1815, o rico fidalgo Francisco Diogo de Sousa Cirne de Madureira mandou construir um belo palácio para sua residência, na parte norte de uma enorme quinta que um seu ante­cessor adquirira no século XVI, mais pre­cisamente em 1513. Esse palácio, devida­mente adaptado, serve hoje de sede à Jun­ta de Freguesia do Bonfim.

O nome de Poço das Patas que, na lon­gínqua Idade Média, também foi conheci­do pela popular e intrigante designação de Mijavelhas, designava um terreno alagadi­ço, com muita água proveniente de uma nascente que havia ali por perto, sensivel­mente no local onde agora estão os balneá­rios públicos.

Pelos meados do século XVIII, toda aque­la vasta zona da cidade que hoje compreen­de, além do Campo de 24 de Agosto, a Rua do Bonfim e artérias limítrofes, era um lo­cal ermo onde se viam muitos terrenos de cultivo, sulcados, aqui e além, por alguns ca­minhos rústicos, ladeados por pequenos e lúgubres casebres de lavradores.

Nos começos do século XIX surgem as primeiras tentativas de urbanização da zona em causa. Com efeito, em 1809, a San­ta Casa da Misericórdia do Porto emprazou (deu de aluguer) para a construção de no­vas casas, alguns chãos do Godim e margi­nais à Rua do Senhor do Bonfim, hoje ape­nas Rua do Bonfim.

Compreende-se este interesse urbanís­tico. Onze anos antes, em 1798, o pintor Teixeira Barreto havia trazido de Roma o corpo de Santa Clara, virgem e mártir. Em 1803, confiou aquela relíquia à guarda da confraria do Senhor do Bonfim. O culto ao redor de Santa Clara cresceu enormemen­te e a par com esse crescimento deu-se a expansão urbanística do sítio.

Do tempo antigo havia o chamado rio de Mijavelhas, cujas águas corriam para sul, "através de um estreito e fundo córrego", lê-se numa descrição do século XIX, até se despenhar no rio Douro, nas imediações da antiga quinta episcopal do Prado, onde depois se construiu o cemitério do Prado do Repouso.

O rio de Mijavelhas atravessava o velho caminho de Valongo, antecessor das ruas de Santo Ildefonso e do Bonfim, que lá mais adiante contornava o sopé do monte de Godim onde a piedade popular levantou a capela do Senhor do Bonfim ou da Boa Morte, que daria origem à igreja de hoje.

Quando o velho carreiro se transformou na estrada para Penafiel e Vila Real, houve necessidade de construir uma passagem que ligasse as duas margens. Essa passagem foi feita em pedra e passou a ser conhecida pela ponte do Poço das Patas.

Era uma estrutura muito semelhante a outras que já existiam na cidade sobre o rio da Vila como, por exemplo, a ponte que deu origem à Rua da Ponte Nova, que ligava a Rua das Flores à Rua da Bainharia; e a pon­te de S. Domingos, de onde era originária a Rua da Ponde de S. Domingos, entretanto desaparecida, que atravessava o mesmo rio da Vila ligando o Largo de S. Domingos com a já desaparecida Rua de S. Crispim, ao cimo da Rua de S. loão.
A paróquia do Bonfim foi criada em 1841 com áreas territoriais retiradas das freguesias de Campanhã e de Santo Ildefonso
É possível saber onde ficava exatamente a ponte, graças a uma planta guardada no Arquivo Municipal do Porto (Casa do Infan­te ) desenhada por José Pedro Ribeiro entre 1800 e 1801.

E esse local ficaria sensivelmente poucos metros à frente da esquina do lado direito da fachada do prédio da atual Junta de Fregue­sia, para quem está voltado para ele de cos­tas para as entradas da estação do metro.

A ponte era o lugar de passagem para quem, saindo do Porto pela Praça da Bata­lha, se dirigisse para Valongo e daqui para Vila Real passando por Penafiel.

Com a urbanização da enorme quinta dos Cirnes, por meados do século XIX, toda a vasta zona do antigo Poço das Patas, tam­bém conhecido por Campo Grande, ou Campo da Feira do Gado, por se fazer ali uma importante feira de gado bovino e equídeo, sofreu profundas alterações, uma das quais foi a da subida do nível do solo.

Daí a presunção de que a ponte ainda es­teja no local onde a construíram, mas agora enterrada no subsolo do vasto logradouro que é o Campo de 24 de Agosto. Como, aliás, aconteceu com a arca de água que foi desco­berta quando se andava a construir a estação do metro e que em boa hora as entidades responsáveis resolveram manter à vista.

E o que se diz da ponte pode dizer-se também de uma capela da invocação de S. José, que tinha forma circular e que se si­tuava um pouco além da saída da Rua de Santo Ildefonso. Mais adiante, num sítio que ficaria mais ou menos à entrada da atual Rua do Bonfim, estava uma cruz que era a primeira de uma via-sacra que se es­tendia ao longo de um caminho que veio a dar origem à nossa conhecida Rua do Bon­fim. •

A história de Santa Clara 
O corpo de Santa Clara foi exumado das catacumbas de Coriaca, por ordem do Papa Pio VI e entregue ao beneditino José Teixeira Bar­reto que estava em Roma a estudar pintura. Foi o próprio pintor que pediu o corpo com o qual pretendia enobrecer o santuário do Senhor do Bon­fim, de cuja imagem, seus pais, então residentes na Rua Direita das Almas, atual Rua de Santo Ildefonso, eram grandes devotos. Tei­xeira Barreto chegou ao Por­to em 1798 trazendo com ele o corpo de Santa Clara, que foi depositado na Igreja da Ordem do Terço enquanto se arranjava na Igreja do Bon­fim o local ideal (foto mais pequena) para depósito da­quelas sagradas relíquias. A trasladação só aconteceu no primeiro domingo de setem­bro de 1803. A cerimónia revestiu-se de grande soleni­dade e a ela aderiu imenso povo, o que ajudou a que em tomo de Santa Clara se ge­rasse uma profunda devoção popular.

JORNAL DE NOTÍCIAS 27SET.2015

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