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domingo, 31 de julho de 2016

Os arcos de Vandoma




 

Os arcos de Vandoma


Estão na Rua de S. Sebastião, onde ocupam toda a largura da artéria





Na longínqua Idade Média, aquela zona ao redor da catedral, onde se situava a célebre porta de Vandoma, sobre a qual, entronizada num ni­cho, figurava a imagem da padroei­ra da cidade, devia apresentar um aspeto medonho, a avaliar por uma descrição que Alberto Pimentel faz do sítio, num dos li­vros que escreveu sobre o Porto.

Referindo-se ao local em causa, aquele es­critor diz o seguinte, em" O Porto há cinquen­ta anos": "por tenebroso (o arco de Vandoma) fazia pensar em emboscadas noturnas de sal­teadores sanguinários; era alumiado, apenas, por uma pálida, fumarenta e bruxuleante luz, produzida por uma lamparina de azeite junto da imagem de Nossa Senhora de Vandoma, talvez ainda a que o bispo D. Nónego trouxe­ra de França".

No século XVIII, era junto à porta de Van­doma que se situava uma das mais importan­tes residências senhoriais do burgo, a chama­da Casa de Vandoma, residência de uma das mais notáveis personalidades do Porto sete­centista, o deão D. Jerónimo de Távora de No­ronha e Leme Cernache.

Deão é uma dignidade eclesiástica que iden­tifica o presidente do cabido, isto dos cónegos. D. Jerónimo de Távora e Cernache, como é ge­ralmente sabido, foi o grande protetor de Nico­lau Nasoni, tendo desse modo contribuído para a construção de alguns dos mais emblemáticos edifícios do Porto, como é o caso, por exemplo, do atual Paço Episcopal e da igreja e torre dos Clérigos, sem dúvida a obra de Nasoni no Por­to de maior visibilidade e notoriedade.

Em 1749, junto das Casas Nobres de Vando­ma, como era conhecido o conjunto de habi­tações dos Távoras, nas imediações da porta do mesmo nome, funcionava, num edifício antigo, o aljube ou cárcere eclesiástico. O con­de de Campo Belo, D. Henrique, que foi um probo historiador do Porto e estudou bem este assunto, quando escreveu sobre ele disse que o prédio onde funcionava aquele velho cárce­re confinava, pelo sul e poente, com a rua e terreiro da Sé; do norte, com a viela do aljube e a Rua do Senhor do Fuso; e, do nascente, com o arco (porta) de Vandoma e a capelinha onde estava a imagem dessa invocação.

Ainda segundo o mesmo historiador, o edi­fício do aljube eclesiástico devia ser de "cons­trução muito antiga, possivelmente medie­val", e comportava várias dependências, no­meadamente "alguns quartos e uma enxovia, tudo de dimensões muito acanhadas, com sua torre ao lado".

Naquele ano de 1749, foi celebrado um acordo entre o deão, D. Jerónimo de Távora e Cernache, e o bispo do Porto da altura, que era o faustoso D. Frei José Maria da Fonseca e Évo­ra, no sentido de se transferir o cárcere da ve­lha mansão onde funcionava para um prédio construído de raiz à entrada da Rua de S. Se­bastião, em terrenos que eram do próprio deão e que ele cedeu para aquele efeito.

As Casas Nobres de Vandoma, de que fazia parte integrante "o arco (porta) sobre o qual estava a capela ou oratório de Nos­sa Senhora da Vandoma", começaram a ser demolidas em 1855 e com elas o arco. A demolição deste foi autorizada por es­critura municipal de 5 de julho desse ano; a 16 de agosto seguinte deu-se luz verde para a demolição das outras habitações.

Em 1940, por ocasião das celebrações centenárias (1140/1640/1940), novas e grandes obras voltaram a realizar-se em torno do imponente edifício da catedral. Foram demolidas todas as casas que exis­tiam dos dois lados da calçada de Vando­ma, que liga as ruas Chã e de Saraiva de Carvalho com o terreiro da Sé. No interior de uma das casas demolidas, apareceram os enigmáticos arcos que estão hoje na Rua de S. Sebastião, junto da torre onde em tempos funcionou o Arquivo Históri­co Municipal e que agora alberga uma agência turística.

Esta segunda vaga de demolições, es­pecialmente as que atingiram os prédios que ficavam do lado esquerdo, para quem sobe a calçada, pôs a descoberto um im­portante troço da primitiva muralha de­fensiva da cidade, a tal que se dizia que era sueva e que, mais tarde, se averiguou ser romana. O preciso achado ainda lá está, reconstruído e em perfeito estado de con­servação.

Na altura da descoberta da muralha, numa das pedras do cubelo, então recons­truído, foi gravada a seguinte legenda: "A história deste castelo foi recordada com gratidão pelos portugueses de 1940". A ação corrosiva do tempo já apagou a maior parte das letras da legenda, pelo que atualmente dificilmente se localiza a pedra onde ela foi escrita.

O local em causa, as várias obras que por lá se realizaram e a importância das famílias que habitaram as casas ali exis­tentes bem merecia um estudo mais apro­fundado. Quem quiser aventurar-se a tal tarefa terá obrigatoriamente que consul­tar o arquivo da Santa Casa da Misericór­dia do Porto, que foi a herdeira, digamos assim, da abundante e preciosa documen­tação deixada àquela instituição por D. Antónia de Noronha Leme Cernache e Tá­vora, descendente dos últimos moradores das Casas de Vandoma. •

A história do arco de Vandoma


Por arco de Vandoma de­vemos entender a porta de Vandoma, uma das quatro entradas que havia abertas no antigo muro defensivo. As outras três portas eram as de S. Sebastião, de Sant' Ana e das Verdades. Hoje, não sabemos muito bem como era a porta de Vandoma. Ao longo dos tempos, aventaram-se al­gumas hipóteses (gravura) de como seria a porta na realidade, mas nenhuma delas nos dá um ideia rigo­rosa de como ela era a por­ta efetivamente. De uma coisa sabemos: era a mais importante entrada da cer­ca primitiva e sobre a porta havia um nicho ou capela em que se colocou a ima­gem de Nossa Senhora de Vandoma, que, segundo uma antiga tradição, veio para o Porto com o bispo francês D. Nónego. A ima­gem está agora num dos altares laterais da catedral.


A Senhora de Vandoma é a padroeira da cidade do Porto

 Jornal de Notícias, 31 de Julho, 2016

sábado, 30 de julho de 2016

A QUEDA É LIBERTADORA


HÁ HOMEM
  LUÍS PEDRO NUNES



A QUEDA É LIBERTADORA


Atirar-se de um avião a 5000 metros serve para quê?




Um dia vou saltar, mas não será essa coisa de ir enganchado a um tipo de bigode. Será logo sozinho. É uma frase que fica entre a bazófia e o nada de especial. Sábado passado, já ao pôr de sol, após umas sete horas de formação teórica, o Cessna 206 Soley leva seis paraquedistas (serei um, se tenho um paraquedas às costas...) numa lenta ascensão aos 5 quilómetros (quase 15 mil pés) de altitude. É suposto aproximar-me de gatas de uma abertura lateral e fazer algo que o meu cérebro já está neste momento a mandar sinais agressivos que devo recusar: atirar-me cá para fora e durante 60 segundos a gravidade fazer o seu trabalho, seguindo em queda livre até abrir o paraquedas e então procurar a zona de aterragem e fazer as manobras de aproximação à altitude certa, como fazem os aviões. Lá em baixo, a zona de Proença-a-Nova é tal como se vê de um avião comercial. Fecho os olhos e tento relembrar a sequência que me repetiram vezes sem conta. Tenho a sensação que não me lembro de nada. Os instrutores tentam que fixe o olhar no deles a sorrir. Está na hora de me aproximar da abertura. Tenho de colocar metade do corpo de fora do pequeno avião, dar ok’s, respirar fundo, contar mentalmente até dois e deslocar-me para o exterior. Tento controlar o furacão que me vai na cabeça, faço os procedimentos e, com maior ou menor convicção saio para o vazio. Que não é vazio. É uma murraça de ar que me atropela no peito misturada com um barulho de mil aspiradores. Estou em queda a 200 km/h em direção à Terra. O que estou a fazer aqui?

Recuemos um pouco, para não parecer que isto é entrar no avião e atirar-se. Em Proença-a-Nova há uma escola de paraquedismo que, para além dos saltos, também permite ter, num regime personalizado e com uma ligação estreita à Federação, estes cursos de queda livre ou de abertura automática. Para poder dar o primeiro salto é necessário aprender e assimilar toda a teoria e alguma prática (com demonstração de compreensão) do nível I. Nesse primeiro dia é preciso provar que se fica habilitado a dar os restantes saltos (mais 7).

Estamos a falar da responsabilidade de lançar um ser humano em stress de uma altitude absurda. Há uma série de protocolos não contornáveis que minimizam os riscos (para além de poder separar-se do paraquedas principal, o de emergência abre por si a uma altitude determinada, etc). Tratando-se de um desporto federado é obrigatório um atestado médico próprio. E uma série de procedimentos específicos sobre os quais não me vou alongar.

Há um problema com essa osmose em tsunami de informação. É preciso conhecer o material, as técnicas, os procedimentos, o salto, as emergências e depois passa-se a uma sistematização de tudo, mas tudo o que pode correr mal. Esta instrução faz parte obrigatória do curso. E mesmo incidentes que tenham 0,00001% de probabilidades de acontecer não apenas são analisados como se analisa e questiona o aluno sobre como os resolveria. As hipóteses são quase infinitas. Começa a engolir-se em seco: Cair numa árvore?

Ao fim do dia, após seis horas mais intervalos, o que perfaz uma longa espera, há o stresse de perceber se o vento ajuda ou está muito forte e cruzado. A equipa do Skyfuncenter é extraordinária porque está no ponto para saber tranquilizar na hora, sem dramatizar nem desvalorizar. Para além do Nuno, o dono, não ser um mercenário de negócio e, para mais, as pessoas que colaboram com ele serem médicos, operações especiais da GNR e o mais variado leque de gente faz com que não haja aquele ar de negócio puro e duro. Mas as instalações e os aviões são do melhor. Não entraria num se não fossem, aviso. E a adrenalina de cada membro da equipa de cada vez que saltam é algo indescritível, dado que tem 500 ou 3000 mil saltos. A chegada tem sempre algo de alegria infantil. O que estimula.

Eis o que é suposto acontecer. Salta-se e entra-se imediatamente naquela posição de aranhiço para ficar estável. Ao nosso lado estão dois instrutores que nos agarram mesmo na queda livre. Temos então de obedecer a uma série de instruções que nos são dadas por sinais. Nomeadamente corrigir a postura, verificar o altímetro e ver se damos com o piloto de abertura do paraquedas. E depois, aos 5000 pés, abrir, seguir o planeado de aproximação à pista de relva e ir – com o sistematizado – travando a asa até descer e pousar.

Num primeiro salto só a presença dos instrutores nos salva a vida. Ninguém sabe como se vai reagir. Se eles não estivessem ali teria ido com a mão lá atrás a tempo? Aqueles 60 segundos de queda podem parecer três milésimos ou uma eternidade em pausa. Quando o paraquedas se abre e o barulho desaparece e somos puxados de novo para o céu há uma tranquilidade e um momento em que o (meu) cérebro fica a tentar recuperar do choque de voluntariamente me ter atirado de um avião, e depois mais cinco minutos a planar, e finalmente ouço a voz do Nuno Gonçalves via rádio que me leva até ao relvado (um pouco de direita, um pouco de esquerda, mantém...). Consegui ter uns momentos de paz. Lá em cima. Mesmo se de forma pouco graciosa, cheguei ao planeta Terra. Viver é extraordinário. Estes momentos servem para nos lembrar disto. Não são excentricidades.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2283 - 30 de Julho de 2016

E DEPOIS MORREU, Barry Lyndon de Stanley Kubrick



E DEPOIS MORREU

A reposição nas salas portuguesas de um dos mais subvalorizados filmes de Kubrick: “Barry Lyndon”, de seu nome



Texto Vasco Baptista Marques

Stanley Kubrick (à dir.) durante a rodagem de “Barry Lyndon”
Agora que as nossas salas voltaram a abrir-se às reposições, vale a pena perguntar: para que servem elas? Idealmente, para reacender o debate em torno de obras que, por qualquer razão, foram postas à margem do cânone. É esse (até certo ponto) o caso do filme que, esta semana, foi reposto por cá: “Barry Lyndon” (1975) de Kubrick. Dir-se-á que Kubrick não é, de todo, um cineasta esquecido. Se muitos são os que guardam memória de “2001” e “Shining”, menos serão os que se recordarão tão bem de “Barry Lyndon”, que, quanto a nós, é um dos mais belos trabalhos do cineasta.

O que temos? Um fresco histórico com três horas de duração, que adapta o romance homónimo de Thackeray. Nele, desfia-se a picaresca crónica da ascensão e queda de um aventureiro irlandês do séc. XVIII (Redmond Barry) que, ao cabo de inúmeras peripécias, se transformará na personagem do título: Barry Lyndon, o marido de uma abastada aristocrata inglesa. Mas, mais do que os rocambolescos episódios que compõem a narrativa, o que importa a Kubrick é surpreender o movimento que os liga: uma sucessão de eventos fortuitos e encontros aleatórios, que não obedecem a outra lógica que não à da própria vida (raros são os filmes onde quase tudo acontece por acaso).

Para encenar a odisseia de Barry, Kubrick lançará mão de uma mise en scène que faz do distanciamento irónico (marcado pelos repetidos zoom-out que diluem as figuras no espaço) a sua palavra de ordem. É um desejo de afastamento que, longe de servir para dissecar laboratorialmente as personagens, serve apenas para fazer contrastar a irrisória mesquinhez das suas ambições com a sumptuosidade das paisagens e dos décors. Os contrastes irónicos estão, aliás, um pouco por todo o lado: no confronto entre a gravidade da banda de som e a leveza da narração em off, na tensão entre as frenéticas ações de Barry e o modo como a realização cristaliza os corpos nos planos gerais, abordando-os como se fossem figuras de uma tela de William Hogarth ou Richard Wilson.


BARRY LYNDON
De Stanley Kubrick
Com Ryan O’Neal, Marisa Berenson, Patrick Magee (Reino Unido/EUA/Irlanda)
Drama M/12 

Trailer


Banda Sonora


Mas, se Kubrick tanto investe nos recursos irónicos (ou tragicómicos) não é, de forma alguma, para ridicularizar as personagens: nunca nos sentimos ‘acima’ delas. É, sim, para pôr a nu o horizonte para o qual elas fatalmente se dirigem: o da morte, cuja sombra paira como uma constante ameaça sobre a narrativa, convertendo as aventuras de Barry (e, por arrasto, as nossas) em simples bagatelas. Daí que Kubrick feche o filme com uma frase que Thackeray colocara no início do seu romance. Citemo-la: “Foi no reinado de Jorge III que as personagens atrás nomeadas viveram e se debateram; boas ou más, bonitas ou feias, ricas ou pobres, elas são, agora, todas iguais.”

“Barry Lyndon” é, pois, uma daquelas raras obras que (em voz baixa e como quem não quer a coisa) nos pergunta: para quê? Não houve muitas assim, no passado; não haverá muitas mais, no futuro.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2283 - 30 de Julho de 2016
Links para as faixas da Banda Sonora
1. Sarabande Main Title (Georg Friedrich Handel) (0:00)
2. Women of Ireland (Sean O'Riada) (2:40)
3. Piper's Maggot Jig (Traditional) (6:53)
4. The Sea Maidens (Traditional) (8:37)
5. Tin Whistles (Sean O'Riada) (10:44)
6. British Grenadiers, Fife and Drums (Traditional) (14:28)
7. Hohenfriederberger March (Frederick the Great) (16:43)
8. Liliburlero, Fife and Drums (Traditional) (18:00)
9. Women of Ireland, Harp (Traditional) (19:08)
10. March from Idomeno (Wolfgang Amadeus Mozart) (20:04)
11. Sarabande Duel (Georg Friedrich Handel) (21:37)
12. Lilliburlero (Traditional) (24:52)
13. German Dance No.1 In C-Major (Georg Friedrich Handel) (25:47)
14. Sarabande Duel (Georg Friedrich Handel) (28:05)
15. The Cantina from Il Barbiere Di Saviglia, Film Adaptation (Giovanni Paisiello) (28:56)
16. Cello Concerto E-Minor, Third Movement (Antonio Vivaldi) (33:28)
17. Adagio from Concerto for Two Harpsichords And Orchestra in C-Minor (Johann Sebastian Bach) (37:21)
18. Piano Trio in E-Flat, Film Adaptation of the Opus 100 2nd Movement (Franz Schubert) (42:38)
19. Sarabande End Titles (Goerg Friedrich Handel) (46:56)

É HUMANA!

PLUMA CAPRICHOSA

    CLARA FERREIRA ALVES



É HUMANA!

O modo como uma mulher é descrita no espaço público é sempre diferente, mais cruel, mais intolerante, mais racista e mais misógino do que qualquer outro



Hillary Clinton é humana. Parece que até ao discurso de Bill Clinton na convenção democrata não havia a certeza absoluta. À vez, ela foi Lady Macbeth, um monstro virtual inventado por um tal Shakespeare, foi a agente do establishment denunciada pelo mesmo establishment, foi a quinta coluna de Wall Street, apesar de ter recebido menos dinheiro pelas conferências do que qualquer homem com metade do currículo, foi a estrídula democrata que se opunha a Bernie Sanders, conhecido pela sua relação calma com a gritaria, foi a mulher de que as mulheres não gostavam e os homens ainda menos. Foi a traidora da pátria, foi a matrafona que não se sabia vestir nem pentear. Estas duas últimas formidáveis qualidades são imprescindíveis a um presidente. Veja-se o penteadíssimo Hollande, dez mil euros mensais de barbeiro.

O marido discursou durante quase uma hora e, para alegria geral, disse que a mulher era uma pessoa. Tinha emoções humanas, atitudes humanas e uma carreira de serviço público pela humanidade. Tinha ainda pessoas, imagine-se, que gostavam dela. Ficámos a saber que Hillary pode chorar mesmo quando não lhe convém.

De todas as discriminações por aí praticadas, nenhuma se compara à de género. Apesar de décadas de movimentos civis e lutas pela igualdade, o modo como uma mulher é descrita no espaço público é sempre diferente, mais cruel, mais impaciente, mais intolerante, mais racista e mais misógino do que qualquer outro. Pode ter-se feito história em Filadélfia esta semana mas também se provou que os obstáculos que são colocados a uma carreira feminina são muito superiores aos de uma carreira masculina. Claro que alguns, mesmo muitos, destes obstáculos são colocados pela irmandade. As mulheres não tratam bem as mulheres, coisa que a disputa biológica, o atavismo e o darwinismo certamente explicarão. No “New York Times”, os textos mais cruéis e discriminatórios sobre Hillary foram escritos por mulheres que recusaram aplicar a mesma grelha de exigência a um homem. Imaginem que Donald Trump era uma mulher. Uma mulher com bronzeado cor de laranja e um cabelo polícromo, que desatava a tweetar ofensas e injúrias sobre os outros candidatos. Imagine-se Hillary a chamar nomes a Bernie. Ou a dizer que uma candidata, Elizabeth Warren por exemplo, tinha uma cara que jamais a levaria à Casa Branca. Imagine-se Hillary a dizer que a sua popularidade era tal que podia descer a Quinta Avenida e dar um tiro a Jesus Cristo e subir nas sondagens. Hillary a querer expulsar os muçulmanos e construir um muro contra os mexicanos. Imagine-se o resto. Uma mulher com as características de Trump nunca chegaria a receber a nomeação de um partido. A falta de humildade de Trump, a soberba, que nele é considerada um sinal de autenticidade (olhem para mim a descer do meu belo helicóptero, o meu belo Sikorski…), nela seria um sinal de insanidade.

Se chegar a presidente, a violência misógina continuará. Só a passagem do tempo e o facto de cada vez mais mulheres ocuparem postos cimeiros poderão atenuar esta discriminação. Na Alemanha, Angela Merkel foi censurada pela sua maneira de vestir e pentear, pelo tom de voz, pelo gosto estético, pela ausência dele. Se Merkel dissesse em voz irada um terço do que diz Wolfgang Schäuble, seria vilipendiada. Nele, a ira é interpretada como visionarismo político e voluntarismo, homem de uma só palavra. Nela, seria atacada como defeito temperamental e vício genético.

Quando Theresa May sucedeu a Cameron, os jornais apresentaram uma vintena de fotografias com diferentes pares de sapatos por ela usados. A coisa não foi feita com intuito admirativo ou respeito pela moda. O que se pretendia era demonstrar que a senhora era uma vaidosa e gastadora, com um fetiche por sapatos caros e garridos. Hillary foi ridicularizada por ter reduzido o seu guarda-roupa a um casaco com calça, um fato de trabalho, que lhe permita não ter de passar muito tempo a tomar decisões sobre trapos. Obama fez exatamente o mesmo e foi elogiado. Michelle Obama pronunciou um importante discurso na convenção de Filadélfia mas, nos mais lidos do “New York Times”, o que constava era um artigo sobre o vestido dela.

Ao cabo de décadas de serviço público, e de um livro de memórias onde se explica e se faz a cronologia dessa narrativa e do entendimento da causa pública, Hillary precisou da habilidade política do marido para caucionar a biografia. A quantidade de disparates que se escreveram no dia seguinte ao tal discurso “intensamente pessoal”, incluindo o disparate sobre “a Hillary que não conhecíamos”, demonstra que não vale a pena acumular atos se não se controlar a perceção sexista desses atos. E a perceção depende, no caso das mulheres, de subjetividades. Na CNN, uma mulher perguntou a outra se não seria trendy não gostar de Hillary. A sério.


Jornal Expresso SEMANÁRIO#2283 - 30 de Julho de 2016

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Ele até pode matar a mãe, mas como é dos “nossos” não há problema


A LAGARTIXA E O JACARÉ

  José Pacheco Pereira


Ele até pode matar a mãe, mas como é dos “nossos” não há problema


Eu imagino o que seria o clamor dos nossos saudosos do PAF, se fosse algum ilustre socialista, comunista ou bloquista, ou, o que dá no mesmo, um PSD não alinhado, que aceitasse ir trabalhar para a Mota -Engil como Portas ou para a Goldman Sachs como Barroso. O País inteiro ouviria os mais denodados protestos, as redes sociais rebentariam de indignação, os insultos choveriam por todo o lado. Não é que não pudessem ser merecidos, mas o que não podem ser é tão descaradamente dúplices.

Na verdade, Portas e Barroso merecem ser criticados, e não é pouco, pelos estragos que fizeram à credibilidade da política, e os estilhaços das suas atitudes venais, porque não há outra explicação, atingem os seus pares, os seus imitadores putativos, os seus émulos, mas também quem nunca aceitaria ser alto-lobista, ao serviço de empresas que estiveram sob a sua alçada directa ou indirectamente. E são isso e apenas isso, porque não se lhes conhece nenhuma competência específica para os cargos que vão ocupar. O que eles levam consigo são cartões -de -visita onde está "antigo Ministro dos Negócios Estrangeiros", "antigo responsável pela diplomacia económica", "antigo vice-primeiro-ministro" e "antigo Presidente da Comissão Europeia". Eles vão vender a sua lista telefónica, e os seus conhecimentos de oportunidades, pessoas, forças e fraquezas dos concorrentes das empresas de que são agora empregados, e segredos, muitos, do Estado português, da Comissão Europeia. Estou a vê-los a dizer: "Olhe, para conseguir o que queremos (o nós majestático é de regra) devemos falar com o sr. X e evitar o sr. Y em Bruxelas", ou "se quiser eu posso marcar uma reunião com o general Z, com quem eu tenho muito boas relações e que me deve um favor qualquer", "não invistam nessa empresa, porque se sabe (quem?) que eles estão a ser investigados, ou estão falidos", ou "o Presidente W não gostou de eles não terem empregado o filho, o primo, o amigo, o filho do amigo". Pode tudo isto parecer rudimentar? Provavelmente tudo isto será dito de modo mais sofisticado, mas no fundo é mesmo assim.
 
Ele até pode matar a mãe, mas como é dos "nossos" não há problema (2)

Mas os exercícios de equilibrismo que se vêem por aí para defender Portas e Barroso revelam a intensidade do conflito político que temos em Portugal de há uns anos para cá. O Presidente bem se esforça para baixar a temperatura, mas as coisas são como são e as divisões políticas são hoje não só muito marcadas, como afiadas como uma faca. É evidente que tem havido ataques muito violentos a Portas e Barroso, mas a tentação salomónica é a linha de defesa e ocultação dos conflitos muito vivos que nos atravessam. Não se pode comparar os ataques a Portas e Barroso (como no passado recente a Maria Luís Albuquerque que, à sua dimensão, fez o mesmo), por descabelados que sejam, com o acto que eles praticaram. Os estragos que fizeram à democracia portuguesa e aos políticos que se esforçam por ser honestos e contidos e que têm uma noção da dignidade da sua função, e por isso não aceitam tudo o que lhes põem no prato das lentilhas, são enormes. No caso de Barroso, atingem Portugal, numa situação em que se está mesmo a ver o encolher de ombros que significa "para quê surpreendermo-nos, são portugueses e está tudo dito". Fraquinhos…

Mas cá podem matar a mãe, a família toda (que foi de alguma maneira o que fizeram), que há-de haver sempre quem os defenda. São dos "nossos". Sim, digo eu, são dos "deles".

Encher o vazio com palavras e, o que é pior, com "informações" não verificadas

Os crimes ocorridos em Nice e em Munique não estão, até ao dia em que escrevo, inequivocamente ligados a motivações terroristas associadas ao Estado Islâmico. Pelo contrário, o que se sabe aponta noutras direcções, quer do âmbito patológico, seja individual, seja colectivo, na apologia da violência destrutiva que torna a vida ou a morte uma espécie de jogo de vídeo real. Aliás, bastava lembrar o que se disse sobre o avião que um piloto perturbado atirou para uma montanha.

Em todos os casos – e em particular naqueles em que longos directos parecem fazer quem vê participar no que está a ver –, as cadeias de televisão enchem o ar com palavras e palavras e palavras, cuja validade se esgota quando se sabe alguma coisa e não apenas se especula. Bastou haver a primeira conferência de imprensa de quem sabe, a polícia alemã, para se esfumarem as informações obtidas nas redes sociais, no Twitter, em sites mais ou menos conspirativos. Em Nice e em Munique, como no caso do estudante em Bruxelas, "com fios dependurados", foram horas em que mais um dos "atentados terroristas" islâmicos estava em curso. Esta maneira de actuar dos media é perigosa, favorece o Estado Islâmico, cria um ambiente psicológico para novos massacres, e significa o abandono de qualquer critério que separa o jornalismo da especulação e desinformação.

Revista SÁBADO, 29/07/2016

quarta-feira, 27 de julho de 2016

WHO RUN THE WORLD? BEYONCÉ TEM 11 NOMEAÇÕES PARA OS VMA DESTE ANO


WHO RUN THE WORLD? BEYONCÉ TEM 11 NOMEAÇÕES PARA OS VMA DESTE ANO

TEXTO JOÃO MIGUEL SALVADOR

LEMONADE Álbum visual da cantora é um dos nomeados dos prémios da MTV deste ano FOTO D.R.

São famosas, ricas e poderosas, mas sem esforço não teriam chegado até aqui. Beyoncé e Adele continuam a surpreender e a reinventar-se, mostrando novos trabalhos de forma (mais ou menos) regular. Este ano é um dos maiores para as duas cantoras. A temporada de prémios promete fazer-lhes justiça e a MTV decidiu que o trono dos Video Music Awards (VMA) deste ano havia de pertencer a uma das duas artistas. Beyoncé surge na dianteira.

O canal de música norte-americano divulgou esta terça-feira a lista de nomeados para os VMA deste ano, com Beyoncé e Adele a liderarem o campeonato das indicações. A intérprete de 'Formation' conta com 11 nomeações e a mulher que dá voz a 'Hello' segue-lhe as pisadas, com oito. A notoriedade das duas não se fica pela quantidade de nomeações e é também na importância das categorias em que surgem que está o segredo. A rubrica Vídeo do Ano conta com os seus nomes, mas aqui terão de enfrentar 'Hotline Bling' ,de Drake, 'Sorry', de Justin Bieber, e o polémico 'Famous', de Kanye West.


A lista de nomeados das categorias artísticas dos VMA foi dada a conhecer em Nova Iorque, através de um trabalho de grafiti criado pelos street artists BD White, John Paulo Ogrodnick (JPO), Damien Mitchell, Marc Evan, Resa, BKFoxx, Queen Andrea, Hektad, Giz, Such e Poem One. Os resultados são conhecidos já no próximo dia 28 de agosto e a gala dos MTV Video Music Awards, que acontece no Madison Square Garden, em Nova Iorque, é transmitida em direto para todo o mundo. Conheça, abaixo, a lista completa de nomeados para as categorias artísticas — cujas votações já estão abertas no site da MTV norte-americana:


VÍDEO DO ANO


Adele – 'Hello' (realizado por Xavier Dolan)

Beyoncé – 'Formation' (realizado por Melina Matsoukas)

Drake – 'Hotline Bling' (realizado por Director X)

Justin Bieber – 'Sorry' (realizado por Parris Goebel)

Kanye West – 'Famous' (realizado por Kanye West)


MELHOR VÍDEO FEMININO

Adele – 'Hello' (realizado por Xavier Dolan)

Beyoncé – 'Hold Up' (realizado por Jonas Åkerlund e Beyoncé Knowles Carter)

Sia – 'Cheap Thrills' (realizado por Lior Molcho)

Ariana Grande – 'Into You' (realizado por Hannah Lux Davis)

Rihanna ft. Drake – 'Work' (versão curta, realizado por Director X)

MELHOR VÍDEO MASCULINO

Drake – 'Hotline Bling' (realizado por Director X)

Bryson Tiller – 'Don’t' (realizado por Cris)

Calvin Harris ft. Rihanna – 'This Is What You Came For' (realizado por Emil Nava)

Kanye West – 'Famous' (realizado por Kanye West)

The Weeknd – 'Can’t Feel My Face' (realizado por Grant Singer)


ARTISTA REVELAÇÃO

Bryson Tiller

Desiigner

Zara Larsson Zara Larsson

Lukas Graham

DNCE

Jornal Expresso Quarta - 27 de Julho de 2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

AI O CAR_ _ _O!



COM O DOM DO PALAVRÃO



(isto não é um texto ordinário ou vulgar)

Povo A foto possível de Pinheiro de Azevedo enquanto discursava perante os trabalhadores, neste caso da construção civil. Na ocasião, o então primeiro-ministro proferiu uma das suas frases mais famosas à janela do Parlamento, durante o cerco da Assembleia Constituinte, em 1975 FOTO Arquivo Expresso

Este texto é do pénis ou, se preferirem, do órgão reprodutor masculino, porque é um texto de certa cultura sobre palavras escondidas que tendem a ficar vulgares ou ordinárias depois de os jornais darem relevo de título a palavrões utilizados a propósito do Campeonato da Europa de Futebol
 

texto henrique monteiro


A primeira coisa que ocorre ao literato quando ouve Éder gritar, perante a multidão reunida na Alameda Dom Afonso Henriques, “hoje é feriado, caralho!”, é se ele utilizou calão, vernáculo ou se foi simplesmente ordinário. Vamos ver, socorrendo-nos do imprescindível dicionário etimológico do grandioso José Pedro Machado (1914-2005).

Comecemos por ordinário. Na verdade, o vocábulo significa “posto por ordem conforme à regra ou uso”. Ora, não sendo uso a palavra perante multidões, digamos que não se tratou de algo ordinário. E se chamamos ordinário a alguém que usa palavras mais ásperas é porque esse alguém não sai da mediania da ordem — é vulgar (e não é por acaso que em francês ordinário se diz vulgaire).
Éderzito António Macedo Lopes (Éder), 11 de julho de 2016 FOTO Campiso Rocha

Passemos a vernáculo. Vem do latim vernaculu e dizia-se dos escravos nascidos em casa do senhor. Tornou-se, depois, sinónimo de algo que tem um uso antigo e próprio da nossa terra. É mais o caso da palavra de Éder.

Por último, calão. Aqui temos um problema politicamente correto, mas esperemos que compreendam que isto é investigação pura. O grande especialista, etnólogo e filólogo Max Leopold Wagner (1880-1962) escreveu no Boletim de Filologia, uns tomos largos, que a palavra portuguesa calão vem do espanhol calón, que por sua vez vem de calo, que significa preto no idioma do povo calé, roma ou cigano. Os ciganos, por se considerarem de pele mais escura, chamavam-se a si mesmo calón e as palavras que usavam passaram a ser designadas calón, que em português vem a dar calão. (Saliente-se que, apesar de haver um cigano na seleção não consta que ele tenha usado publicamente o calão).

O uso
 
Já o vocábulo que Éder inesperadamente usou vem do latim caraculu que significa (vá lá, pessoal, sejam modestos) “pequeno pau”. Este vocábulo tem origem no grego chárax, estaca para a vinha. Há quem sustente, igualmente, a via celta do radical car — tudo o que é direito e empinado, desde logo as pedras erguidas para o céu, ou menires, como no alinhamento de Carnac. Mais tarde era assim designado o pequeno cesto do mastro principal do navio, ou cesto da gávea, usado para avistar ao longe. Por ser um lugar inseguro há quem pense que daí nasceu a antiga expressão vai para o… cesto. De qualquer modo, já em 982, há mais de mil anos, se podia ler na outorga de privilégios a um mosteiro catalão que das suas terras fazia parte o Mons Carallo, ou seja, um monte com o nome que adivinham o que quer dizer (chama-se, ainda hoje, Puig Carallot, sendo que Puig é elevação ou colina). A palavra carall é comum em catalão como no topónimo. Carall Bernat, uma ilhota com a forma que imaginam na costa brava (ilhas Medas) ou, não longe, nas ilhas Columbretes, a ilhota El Carallot, que também deve o nome ao seu aspeto, são disso exemplo.

O palavrão é gratuito se não passar de uma forma de ofender. Mas é enfático, como o de Éder, ou amigável quando o utilizamos para caracterizar algo de nobre ou bom

Já pelo castelhano nos chega o termo carajo (ainda hoje na América Latina dois L lê-se J). Este carajo não tarda em dar o popular e, sobretudo nortenho, carago.


“Eternas cortes dos caragos ocos, eu as chamei primeiro”, escreveu o Padre José Agostinho de Macedo (1761-1831) em “Os Burros”. Adversário de tudo o que cheirasse a liberal (liberal era a esquerda), perseguidor incansável dos pedreiros-livres (maçonaria) e diretor de um jornal com um nome elegante, como ele, “A Tripa Virada”, Macedo, mesmo sacerdote, não temia as palavras.


Padre José Agostinho de Macedo, (1761-1831), "Os burros"

Temos, pois, aqui provas provadas em como Éder não foi o primeiro (nem será o último) a usar a palavra maldita que designa o órgão sexual masculino, ou “pequeno pau”, em público ou em publicações. Mas os séculos XIX e XX foram bastante mais puritanos na utilização de vocábulos do que outras eras anteriores.

Há 50 anos era comum as redações saberem que nunca podiam escrever as chamadas palavras malditas. Mais tarde, as reticências entraram em cena, mas só quando fosse para citar alguém necessário ao contexto da história. “Ele mandou-o para o c…” ou ela disse que “nunca f… por dinheiro” eram eufemismos vulgares. Mais tarde, as palavras entraram por inteiro, mas discretamente, a meio dos textos. Depois deste Europeu, chegaram aos títulos.


Manuel Maria Barbosa du bocage, (1765-1805), "Soneto (despe)jado"

Voltemos aos grandes espaços públicos. A primeira palavra feia, chamemos-lhe assim, de que há memória numa manifestação foi com um primeiro-ministro. O almirante Pinheiro de Azevedo (1975), farto de ouvir os apaniguados do PCP e da extrema-esquerda a chamarem-lhe fascista, não resistiu e chegou à janela para gritar: “Bardamerda para o fascista!” A palavra tem uma etimologia nojenta (vem da contração da expressão “beber da merda”), mas tal como o calão que lhe está na origem já não pode ser considerada muito grave.

Quase 40 anos depois, o famoso (e felizmente vivo e atuante) Eduardo Catroga utiliza na televisão o termo pentelhices (é mesmo com e). Ora, pentelho é cada um dos pelos que cobrem a púbis. Está perto, anatomicamente, da palavra utilizada por Éder, mas é sinónimo de minudências e não usada como pelo futebolista ou pelo Almirante como interjeição. Em comum, as três palavras têm, no entanto, o facto de serem ditas em momentos de exaltação (sob ataque no ex-primeiro-ministro; sob pressão de uma negociação com a troika no caso do atual presidente do Conselho Geral da EDP; ou sobre as nuvens em que todos os jogadores — e em especial o que marcou o golo da vitória final — estavam depois de ganho o campeonato europeu).

A medida universal

Acontece que a palavra usada por Éder é uma medida universal em português de Portugal e de todos os outros espaços onde o português se fala. Repare-se que um brasileiro pode dizer “come para caralho” ou “trabalha para caralho” como sinónimo de alguém que é excessivo nas doses de comida ou esforço. Mas em Portugal o paradoxo é total. Qualquer coisa pode ser grande como o caralho, pequeno como caralho, alto como, baixo como, largo como, estreito como, frio como, quente como, mal-educado como ou até bem-educado como o caralho.

Nesse sentido, o caralho é um medidor universal de qualquer coisa. Digamos que tem, como vocábulo, uma amplitude... do caralho.

Já outros vocábulos, considerados também calão ou ordinarices, não têm a mesma dignidade. O órgão sexual feminino não é algo que esteja sempre a ser usado (já em espanhol é corrente dizer coño, porque por um daqueles acidentes linguísticos inexplicáveis, o sexo feminino em espanhol corrente é do género masculino e o masculino — polla — do género feminino).


Alexandre O’Neil, (1924-1986), "Aproveitando uma aberta"

Se em Espanha se pode dizer “Estoy de putamadre” — sem escandalizar excessivamente ninguém, nem a própria mãe —, em Portugal tal varia com a geografia. Tradicionalmente, o termo cabrão era muito usado no Alentejo e no Algarve, mas não no Norte. O contrário de filho da puta. Nas aldeias da Beira ou Trás-os-Montes podia-se ouvir uma mãe chamar o filho com aqueles gritos longínquos: “Ó jaquiiiiiiiiiiiiiim, anda cá filho da puta!” No Alentejo era menos vulgar e até de mau gosto (assim como no Ribatejo e Lisboa, onde as mães, mesmo na metáfora, são sagradas). Mas em certas zonas, como no Algarve e partes do Sul, a expressão filho da puta podia ter algo de carinhoso.

Aliás, jamais esquecerei a lição que um camarada de profissão deu a um grupo de jornalistas quando um deles referiu alguém como filho da puta. Explicou o experiente repórter: “Filho da puta, não, que para isso é preciso ter classe. Ele é apenas um sacaninha.”

E a arte

Voltando ao caralho, porque este texto não pode ser grande como o citado, digamos que na poesia trovadoresca o termo já era usado. Curiosamente, é um termo exclusivo das línguas romanas da península, o que milita em favor da origem celta (os celtiberos ocupavam exclusivamente a Ibéria antes da chegada de fenícios e romanos). Não existe em mais nenhum idioma, nem no basco. Mas está presente com grafias diferentes no português, no galego, no castelhano e no catalão.

Pero Burgalês, em meados do século XIII, num poema que retrata uma velha ninfomaníaca, escreveu:

“Pois lhe nao non queren durar
E lh’assi morren a malfadada.
E un caralho grande que comprou
Oonte ao serao o esfolou
E outra pissa ten ja amornada”

Não foi o único. O galaico-português Martim Soares, nascido provavelmente em Riba de Lima na mesma época, criou uma figura que gozava com o já então célebre Sir Lancelote, personagem pura, imaculada e central da lenda do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda. Imaginou, assim, D. Caralhote, em tudo contrário ao seu inspirador, que é aprisionado por uma mulher bastante dada:

“E a dona cavalgou e colheu i
Don Caralhote nas mãos; e ten,
pois-lo ha preso, ca está mui bem”
O espanhol Alfonso Alvarez de Villasandino, que terá morrido por volta de 1525 e é um dos autores mais representados no famoso “Cancionero de Baena”, escreveu os seguintes e ternos versos:
“Señora, pues que no puedo
Abrevar mi carajo
En ese vuestro lavajo”

      (note-se que abrevar significa dar de beber, sobretudo ao gado, e lavajo uma espécie de charco que nunca seca)


A palavra, por esta altura, estava já em uso corrente. No Glosário de el Escorial define-se a palavra androgenus como “onbre que tiene conno et carajo”; já ermafroditus é definido como “onbre que tiene pixo et conno”. Por último, a palavra pleplucium (prepúcio) como “capillo (capucho) del carajo”.

Haveria ainda a registar toda a poesia erótica dos séculos posteriores ao XVI e até à nossa era, em que E. M. de Melo e Castro escreveu “Cara lh amas” chamando-lhe poemas eróticos e sarcásticos. Sendo escritos entre 1965 e 1975 e publicados neste ano revolucionário, a explicação era libertária: “A poesia erótica de E. M. de Melo e Castro canta a anti-renúncia, canta um compromisso livremente assumido. Situa-se para além da ordem, tanto na ordem repressiva, convencional, abstrata, despótica, como da ordem imposta à consumação sexual”. Porém, apesar da teoria, nota-se certo comedimento, como em Alexandre O’Neil no célebre poema “Aproveitando uma aberta”, que escreve (...)

“eu quando digo mobília,
digo lar, digo família
e aquela espiada fresta,
aberta, patente honesta,
retrato oval da virtude
consoladora do triste,
remanso, beatitude
para o colérico em riste” (...)
O tópico lá está, mas metaforizado em tom irónico... e genial, como é próprio de O’Neil.

Mais atrevido fora Bocage, embora atuasse em semiclandestinidade. O famoso poema erótico-pornográfico “Soneto (despe)jado”, é disso exemplo:

Num capote embrulhado, ao pé de Armia,
Que tinha perto a mãe o chá fazendo,
Na linda mão lhe foi (oh céus) metendo
O meu caralho, que de amor fervia:
Entre o susto, entre o pejo a moça ardia;
E eu solapado os beijos remordendo,
Pela fisga da saia a mão crescendo
A chamada sacana lhe fazia:
Entra a vir-se a menina... Ah! que vergonha!
“Que tens?” — lhe diz a mãe sobressaltada:
Não pode ela encobrir na mão langonha:
Sufocada ficou, a mãe corada:
Finda a partida, e mais do que medonha
A noite começou da bofetada.

E fala-se disto em público?

A coisa é, pois, antiga e vulgar em todos os sentidos da palavra. A questão que se põe é qual a possibilidade de utilizar publicamente o vocábulo. Fala-se disso?

Eu falo (este trocadilho também é interessante) neste texto, pois não há outra forma de responder ao desafio dos diretores e editores desta Revista onde há mais de 27 anos desfio ideias, reportagens, entrevistas e o velho Comendador, que há de estar indignado com este outro eu.

Eduardo Catroga, maio de 2011

E mostramos às filhas, às mães, às avós, aos netos? Pois isso depende da forma que o fizermos. O palavrão é gratuito se não passar de uma forma de ofender. Mas é enfático, como o de Éder ou amigável quando o utilizamos para caracterizar algo de nobre ou bom (“Ronaldo dá dinheiro como o caralho para causas de solidariedade”).

É, ainda, educativo se formos à procura das origens das palavras, tantas vezes inocentes (como pequeno pau em caraculu) que desconstrói a ordinarice do vocábulo atual (o mesmo em puta, que significava em latim menina, como putus se referia a rapaz, de onde o nosso puto significar o mesmo).

De qualquer modo, como em tudo na vida, convém não abusar. O nobre e consolador pau, colérico em riste, já tem demasiada serventia para ainda ter de andar sempre nas bocas do mundo...

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2282 - 23 de Julho de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

A rua do Ouro


A rua do Ouro


Teve o nome de D. Miguel e é hoje a Rua da Restauração 



Rua do Ouro era o nome, não oficial, claro que, aí por meados do século XIX, se dava à Rua da Restauração, quando nela começavam a instalar-se algumas das mais ricas famílias portuenses, como foi o caso, por exemplo, do capitalista António da Silva Mon­teiro, galardoado pelo rei D. Luís, respetivamente em 1875 e 1881, com os títulos de viscon­de e conde de Silva Monteiro.



A artéria em causa é relativamente recente. Começou a ser rasgada em 1816, há precisa­mente duzentos anos, por iniciativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto segundo um projeto que havia sido aprovado no ano anterior pela Junta das Obras Públicas.

A nova rua começou a ser aberta ao longo de terrenos do Campo da Agra, que pertenciam ao Casal do Robalo, uma enorme propriedade onde, em parte dela, se construiu o Hospital de Santo António.

Pretendia-se com esta obra abrir uma rua que, cortando, embora, parte da quinta da Ban­deirinha, estabelecesse uma ligação da Rua do Rosário com a Alameda de Massarelos.

A nova artéria levou muitos anos a ser cons­truída. Muitos mais do que aqueles que inicial­mente estavam previstos, por causa das condi­ções muito acidentadas do terreno, que obri­garam à realização de obras extras, como foi o caso de dois enormes paredões, um junto à fa­chada lateral do Hospital de Santo António vol­tada a poente; e a outro na parte da nova arté­ria sobranceira ao mosteiro de Monchique. lá falaremos destas obras.

Em 1825, a rua ainda não tinha nome, mas a Santa Casa já andava a "subemprazar chãos" (a vender talhões) nas faixas laterais para a construção de casas. Três anos depois (1828), apesar de ainda andar em obras, já tinha bas­tante movimento e deram-lhe o nome do monarca que então reinava, D. Miguel, o usurpador.

Aquela denominação manteve-se somente até 1832, ano em que D. Pedro IV entrou no Por­to à frente dos 7500 bravos do Exército Liber­tador. A partir deste ano, a artéria passou a chamar-se da Restauração, em memória do resta­belecimento em Portugal de um Governo cons­titucional. Nada a ver com a data de 1640.

O paredão construído na parte superior da rua foi a mais importante fase de toda a obra. Antes da existência do paredão, a ligação entre o Largo do Viriato e o campo dos Mártires da Pátria fazia-se por um "escabroso e íngreme caminho recortado entre penedos", escreveu Horácio Marçal, numa curiosa história que tra­çou da Rua da Restauração.

A esse "escabroso caminho" corresponde hoje a Rua da Lage, que liga a Rua de Azeve­do de Albuquerque, antiga Rua dos Foguetei­ros, com a Cordoaria,também conhecida por campo dos Mártires da Pátria. Mas o jardim, atenção, tem o nome do jornalista e homem da República João Chagas. Uma curiosida­de: tal como já acontecera no paredão da vizinha alameda das Virtudes, algumas pessoas, quando se desencantavam da vida, para sair dela atiravam-se do alto do paredão da Rua da Restauração para o laje­do da antiga Rua dos Fogueteiros. A Câma­ra, para evitar esses desaires, fez o que já em tempos idos havia feito nas Virtudes: mandou colocar sobre o muro do paredão aquele elegante gradeamento que ainda hoje lá vemos.

Vejamos agora o que se passou na outra ponta da rua. Ou seja, na parte junto da ala­meda de Massarelos.

Podemos dizer que a abertura da Rua da Restauração obedeceu a três projetos: o pri­meiro relativo à parte que vai do Largo do Viriato até junto da Rua de Sobre-o-Douro; o segundo o que respeita à construção do paredão, junto ao Hospital de Santo Antó­nio; e o terceiro, a parte final junto à alame­da de Massarelos.

O traçado inicial para esta parte da rua previa uma linha direta da referida alame­da à Rua de Sobre-o-Douro. Mas isso obri­gava à demolição de vários prédios e a ex­propriação dos mesmos iria prolongar-se por muito tempo e aumentaria considera­velmente os custos da empreitada. Optou-se pelo traçado atual e pelo cotovelo que a artéria ali apresenta.

Este troço da rua só foi concluído em 1853. Até aí, quem pretendesse subir da ala­meda de Massarelos até ao Largo do Viriato tinha que subir a calçada, hoje rua, de So­bre-o-Douro e, depois, a Rua da Bandeiri­nha.

E, por falar no Largo de Viriato: o local sofreu uma profunda alteração quando já iam adiantadas as obras da rua a que viria a ser dado o nome de Rua da Restauração, en­tre 1816/1828. Até ai, o largo propriamente dito não existia. A antiga Rua dos Foguetei­ros, atual Rua de Azevedo Albuquerque, li­gava diretamente com a Rua da Bandeiri­nha. Com a construção do largo, desapare­ceu o palacete dos Morais e Castro, que se mudaram para a nova residência da Rua do Triunfo, agora de D. Manuel II, o edifício dos Carrancas, onde está o Museu Nacional de Soares dos Reis; e também levou sumiço a linda capela de Santo António da Bandeiri­nha, que ficava sensivelmente defronte do sítio onde estão os balneários. •
 
A história do visconde Capitalista 
António da Silva Monteiro, capitalista, a quem o rei 0. Carlos deu os títulos, pri­meiro de visconde e depois de conde de Silva Monteiro (foto), nasceu no Porto, no seio de uma família abas­tada. Mas foi no Brasil, para onde partiu ainda jo­vem, que construiu a sua enorme fortuna. Quando regressou ao Porto, já na segunda metade do século XIX, continuou a dedicar-se à atividade comercial a que sempre estivera liga­do, mas também à indús­tria, não abandonando nunca a sua faceta de fi­lantropo. O palacete que construiu na Rua da Res­tauração é o edifício onde está instalada a Comissão de Viticultura dos Vinhos verdes. Foi uma das mais ricas residências do Porto do século XIX. A capela in­terior e a monumental cla­rabóia, a par das pinturas dos tetos, são obras dignas de admiração.

Houve outra rua no Porto com o nome de Ouro: a Rua das Flores, naturalmente...


Jornal de Notícias, 24 de Julho, 2016

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