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domingo, 31 de dezembro de 2017

INTERNET E PORNOGRAFIA | PORNO 2.0

INTERNET E PORNOGRAFIA


PORNO 2.0


A internet massificou a pornografia, que parece hoje saída de uma linha de produção industrial. Estaríamos melhor num mundo sem ela?
 
texto NELSON MARQUES ilustrações JOÃO MAIA PINTO





Um homem e uma mulher, recém-casados, estão no quarto na noite de núpcias. Ele senta-se numa cadeira, atrás de um biombo, e ela começa a retirar a roupa, sem pressas: primeiro o casaco, depois o vestido, a seguir a anágua, até ficar só em roupa interior. O homem não consegue ficar quieto. Ora olha para um jornal ora espreita por cima do biombo. Os noivos trocam olhares. Ela sorri, ele esfrega as mãos de contente. O filme original terá cerca de sete minutos, mas a cena acaba pouco depois dos três — a película estava já bastante degradada quando foi descoberta em 1996 num depósito do Centro Nacional do Cinema francês. Chama-se “Le Coucher de la Mariée” (“A Noite de Núpcias”, numa tradução livre) e é considerado um dos primeiros filmes pornográficos da história — senão mesmo o primeiro — ainda que as imagens que sobreviveram ao tempo não permitam confirmar até que ponto a atriz, a estrela de cabaret Louise Willy, ficou de facto nua.

Fast forward para dezembro de 2017. Passou mais de um século desde que aquela cena foi gravada num teatro parisiense, em 1895. Os filmes para adultos já não são mudos nem a preto e branco. Saíram da sombra, chegaram às salas de cinema na sua época dourada, a reboque da revolução sexual nos anos 60 e 70, e depois aos videoclubes com o advento do VHS. Hoje, graças aos telemóveis (o meio preferido de mais de 60% das pessoas que acedem a conteúdos sexuais), vão com elas para qualquer lado. A privacidade do lar já não é a zona de conforto de quem vê porno: segundo um estudo recente, 70% do consumo nos EUA é feito durante o horário de trabalho.

O sexo não é implícito como há um século, antes cru, muitas vezes violento, hardcore. Os filmes em HD dos grandes estúdios estão, progressivamente, a dar lugar a vídeos amadores. A pornografia democratizou-se e diversificou-se, explodindo em centenas de diferentes tipos. Veja-se, por exemplo, o site Clips 4 Sale. Começou por alojar conteúdos caseiros, mas foi rapidamente colonizado com mais de 500 categorias, incluindo fetiches para todos os gostos. Excita-se a ver cenas de adultos com fraldas? Este é o site para si. Procura filmes com pessoas amputadas ou em cadeiras de rodas? Não vá mais longe. Sexo com pessoas a lambuzarem-se com quantidades obscenas de comida ou a dar traques? É ali mesmo. Não há nada que não encontre. É a chamada Regra 34 da internet: se uma coisa existe, há pornografia dela — sem exceções. E se há coisa que existe na web é sexo, que alastrou como um vírus mortal.

“O acesso à internet de alta velocidade mudou tudo. Hoje podemos encontrar tudo o que queremos (e muitas coisas que não queremos) com um clique no rato. E de borla. Temos acesso a um fluxo infindável de vídeos num dispositivo que levamos no bolso e podemos vê-los a qualquer altura e as vezes que quisermos”, afirma ao Expresso Peggy Orenstein, autora dos best-sellers “Girls & Sex” (“As Raparigas e o Sexo”) e “Cinderella Ate My Daughter” (“A Cinderela Comeu a Minha Filha”), que se tem debruçado sobre os efeitos da pornografia na educação sexual dos jovens. Na remota hipótese de alguém não encontrar o que procura, na capital da indústria, o Vale de São Fernando, Califórnia, não faltam empresas dispostas a satisfazer qualquer capricho. “Nada é demasiado estranho. Consideraremos todos os pedidos”, lê-se na página da Anatomik Media, criada pelo casal Dan e Rhiannon, ambos com 40 e poucos anos. Ele era um antigo fotógrafo e designer gráfico no cinema para adultos, ela trabalhava em animação. Decidiram criar a empresa quando perceberam que havia um mercado para filmes custom made (feitos à medida), que chegam a custar várias dezenas de milhares de dólares.

É uma das respostas da indústria à ameaça da internet, que, à semelhança do que provocou noutros sectores, como o discográfico, fez encolher um negócio avaliado, segundo algumas estimativas, em cerca de 80 mil milhões de euros. Mas isso foi numa altura em que ainda não havia mais de 400 mil sites com direito a bolinha vermelha e, sobretudo, a web não tinha sido invadida por um exército de plataformas de streaming inspiradas no YouTube — clones com nomes como YouPorn, PornHub, XTube e RedTube — que começaram a oferecer uma avalanche de vídeos sexuais à borla, a maior parte deles pirateados, tornando mais difícil às produtoras tradicionais ganhar dinheiro. “O triunfo da pornografia foi feito à custa da própria indústria, que já não pode produzir uma estrela como Jenna Jameson [atriz que se tornou o maior nome do cinema porno e criou uma empresa que faturou 30 milhões de dólares em 2005]”, escreve na revista “The New Yorker” Katrina Forrester, professora de História na Universidade Queen Mary de Londres.



Estes sites de streaming — em que basta clicar para ver o vídeo, não sendo necessário fazer download — tornaram-se tão dominantes que os grandes estúdios perceberam que não poderiam ficar de fora, usando-os muitas vezes para colocar teasers concebidos para atrair tráfego para os seus próprios sites. Ao mesmo tempo, foram terreno fértil para o nascimento de uma nova geração de “produtores” amadores, pessoas que colocam os seus próprios vídeos a internet. O pornógrafo do século XXI pode viver na porta do lado.


O Relatório Kinsey dos tempos modernos

A celebrar o seu 10º aniversário, o Pornhub é o maior destes sites: tem 64 milhões de visitantes por dia e supera em tráfego publicações como “The New York Times”, “The Washington Post” e o “Buzzfeed”. Ao todo, aloja mais de 10 milhões de vídeos. Para vê-los todos seriam precisos 173 anos. Só em 2016, foram vistos na sua página quase 92 mil milhões de vídeos, o que dá uma média de 12,5 por cada habitante do planeta.

Os dados recolhidos pelo site sobre os padrões de consumo dos seus utilizadores fazem dele uma espécie de Relatório Kinsey dos tempos modernos (Alfred Kinsey foi o autor dos famosos estudos sobre o comportamento sexual dos americanos nos anos 40). Recentemente, para assinalar a primeira década de vida, o PornHub analisou dados recolhidos desde a sua criação, que permitem uma visão privilegiada sobre a nossa consciência sexual coletiva e os nossos desejos mais íntimos, numa época em que a pornografia se tornou um laboratório de imaginação sexual. Os vídeos amadores ocupam o terceiro lugar dos mais procurados, o que mostra que, para muitas pessoas, os corpos demasiado perfeitos, as acrobacias arriscadas e os enredos irrealistas da pornografia convencional não são aquilo que mais as excita; ao invés, o que muitas procuram é exercitar o seu lado voyeur e adentrar-se no quarto de pessoas comuns.

Segundo o último relatório anual do site, relativo a 2016, cada visitante — que tem, em média, 35 anos — gasta 9 minutos e 36 segundos por visita. Em 61% dos casos, acedem a partir do telemóvel, em 28% do computador e em 11% do tablet. Os portugueses consomem cada vez mais pornografia, mas estão muito longe do topo do ranking, liderado pelos EUA: ocupam o 41º lugar, tendo subido cinco posições relativamente ao ano anterior.


O telemóvel é o meio preferido de 61 por cento das pessoas que veem pornografia. Nos EUA, 70 por cento do consumo é feito durante o horário de trabalho


Pelo segundo ano consecutivo, o termo “lésbica” foi o mais pesquisado a nível mundial, seguido de “madrasta” — o que certamente faria Freud sorrir — e “MILF”, um acrónimo que designa mulheres que são mães e com as quais se gostaria de ter sexo. Olhando apenas para o sexo feminino, que representa um pouco mais de um quarto (26%) da audiência da página, os dados quebram alguns mitos. Conhece aquela velha ideia de que um ménage à trois é uma fantasia sobretudo dos homens? Bom, talvez não seja bem assim: a expressão “trio” é a terceira mais procurada por elas (“lésbicas” e “tesoura”, uma posição sexual entre duas mulheres, ocupam as duas primeiras posições), superando em 61% as pesquisas dos homens. E nem sempre o que elas querem ver são duas mulheres a ter sexo com um homem: a procura pela expressão “dupla penetração” supera em 119% aquela que é feita pelos homens. E sabe qual é a segunda categoria preferida delas? Pénis grandes. A quarta? Homens negros avantajados. A oitava? Extreme gangbang (sexo extremo com um grupo de homens). A procura de vídeos hardcore mais do que duplica a que é feita pelos homens, a de sexo violento supera-os em 86%. Talvez esteja na altura de rever as ideias feitas sobre as fantasias delas.


Enredados num ciclo de dependência

Esta explosão da pornografia tem sido acompanhada por uma crescente preocupação em relação aos seus efeitos. Há estudos para todos os gostos: os que a associam a comportamentos violentos, que dizem que ela pode fazer encolher o cérebro, que a relacionam com a crescente procura de sexo anal nos heterossexuais... Ainda que estas hipóteses estejam longe de gerar consensos, é difícil imaginar que a pornografia não tenha consequências. Há, por exemplo, um número crescente de homens que acreditam que o seu desejo e o seu desempenho sexuais foram sabotados.

Para a psicoterapeuta e sexologista Ana Carvalheira, ainda que o recurso à pornografia possa ter um impacto positivo “funcionando como estímulo sexual”, o seu uso pode ser prejudicial quando, aliado à masturbação, se torna “um padrão de sexualidade individual, fácil e rápida”. Em alguns casos, parece mesmo responsável por arrefecer a libido masculina em relação às mulheres reais. A professora e investigadora no ISPA-Instituto Universitário dá o exemplo de um dos seus pacientes: um homem de 38 anos, casado há quatro anos e com um filho de três, consultor na área das finanças, que a procurou por ter perdido o desejo sexual. “Descobri que faz consumos diários de pornografia acompanhados de masturbação. Pode acontecer duas vezes no mesmo dia e já chegou a ir à casa de banho com o smartphone a meio da manhã depois de uma reunião exigente. Este padrão de excitação e satisfação sexual é-lhe suficiente, mas obviamente sente-se pressionado pela mulher que se sente rejeitada e abandonada por ele”.

Não é caso único. Um dos exemplos mais célebres é o de Noah Church, um bombeiro, autor e coach de 28 anos, que emergiu como uma espécie de porta-voz de uma condição que não é reconhecida pelos médicos, mas da qual muitos homens se queixam: a disfunção erétil induzida pela pornografia. O norte-americano tinha “9 ou 10 anos” quando começou a ver regularmente fotos e vídeos de sexo na internet. Durante quinze anos ficou agarrado àquela “paisagem irrealista e hiperestimulante”, o que afastou a sua energia sexual “do domínio confuso e intimidante das relações reais”. Aos 24 anos, teve consciência dos danos que esse comportamento estava a ter na sua vida. “Não conseguia ter uma ereção quando podia ter sexo, paralisava-me emocionalmente e enredava-me num ciclo de dependência do qual muitas vezes me senti impotente para escapar”, conta ao Expresso.

Decidiu parar depois de ver a TEDx Talk de Gary Wilson, autor do livro “Your Brain on Porn” (“O Seu Cérebro e o Porno”, numa tradução livre). Church começou por documentar a sua experiência de forma anónima na internet, mas percebeu que ela inspirava tantos homens com o mesmo problema que escreveu um livro com alertas e respostas a que ele gostava de ter tido acesso quando tinha 18 anos. “De início, estava hesitante em pôr o meu nome num livro sobre dependência da pornografia, mas foi uma das melhores decisões da minha vida. Muitas pessoas vêm dizer-me que salvei as relações delas, que mudei a vida delas, ou mesmo que lhes dei esperança suficiente para continuarem a lutar por um futuro melhor quando estavam a sentir-se suicidas”.


A internet fez encolher um negócio que já foi avaliado em 80 mil milhões de euros. Mas, nessa altura, ainda não havia mais de 400 mil sites com conteúdos pornográficos, com nomes como YouPorn e PornHub


Hoje, Church dedica 20 horas por semana a ajudar outros a eliminar a pornografia das suas vidas — ou pelo menos a reduzi-la. Abriu um canal no YouTube (Noah B. E. Church), criou um site (AddictedToInternetPorn.com) e dá aconselhamento via Skype a 100 dólares (cerca de 84 euros) cada sessão de 50 minutos. “Não estou aqui para dizer que devemos banir a pornografia ou até que esta irá ter efeitos negativos em toda a gente, mas as pessoas merecem saber que ela tem o potencial de influenciar negativamente as suas vidas e as suas relações”. A disfunção erétil, defende, é apenas um dos impactos mais visíveis. Outras consequências podem incluir “dificuldade em atingir o orgasmo ou mesmo anorgasmia, baixo desejo sexual com parceiros reais, apetência por conteúdo mais extremos e por fetiches, e uma crescente compulsão sexual”.

O autor lembra ainda que vários outros estudos têm associado o consumo de pornografia a taxas mais altas de depressão, desempenhos académicos pobres, risco mais elevado de divórcio e uma aceitação crescente da violência sexual. Porém, pelo menos esta última alegação parece ser desmentida pelas estatísticas. Nos EUA, o país que mais pornografia consome, o número de violações é o mais baixo desde os anos 70 e os casos de violência doméstica caíram 63% desde 2012. “Muitos países onde a pornografia é ubíqua parecem ser mais bem-sucedidos e tratar melhor as mulheres — dar-lhes mais direitos, mais dignidade e igualdade — do que países onde a pornografia tem um acesso restrito ou está indisponível”, escreve Conor Frierdersdorf na revista “The Atlantic”. “Uma vez que a expansão da pornografia coincidiu com descidas acentuadas dos casos de violação e de violência doméstica, e com um apoio crescente dos homens à igualdade de género, como é que alguém pode afirmar com convicção que ela faz com que os homens desrespeitem as mulheres e, pior ainda, que cause um dano tão significativo que representa uma ameaça civilizacional?”

Na era do streaming, a comparação entre o sexo a que assistimos e aquele que fazemos pode também ser frustrante, não apenas em termos de quantidade, mas também de diversidade: o porno que vemos é mais estranho, mais selvagem e mais perverso do que o sexo que a maioria de nós terá — ou desejará — nas suas vidas. Em alguns casos, pode estar até a fazer com que muitos homens se sintam insatisfeitos com a sua performance sexual, com os seus corpos, e, especialmente, com os corpos das suas parceiras ou dos seus parceiros. “A pornografia exibe muitas vezes pénis de tamanhos exuberantes e fora do comum e os homens podem considerar o seu pénis como aquém do que seria desejado. Isto é perturbador e negativo. Homens e mulheres não devem comparar ou imitar performances e comportamentos que surgem nos vídeos, o que pode levar à frustração e à perda da autoestima e confiança sexual”, alerta Ana Carvalheira.


Pais não podem ignorar o elefante na sala

Peggy Orenstein está particularmente preocupada com os efeitos nos mais jovens e com o erro que a maioria dos pais comete ao evitar falar do assunto com os filhos. “Será certamente ingénuo achar que a pornografia não afeta os guiões sexuais dos jovens, especialmente se eles não têm educação sexual nem conversam com os pais”. Segundo a autora, o primeiro contacto das crianças com os conteúdos para adultos ocorre por volta dos 11 anos e é, na maior parte das vezes, indesejado. “Tropeçam neles acidentalmente ou é algum colega ou criança mais velha que lhos mostra”.

A norte-americana considera, por isso, ser “absolutamente crítico” que os pais conversem abertamente com os filhos sobre “o que é real ou não na pornografia, desafiando os mitos sobre o seu glamour e discutindo o consentimento, as relações saudáveis e um envolvimento sexual ético”. Segundo Orenstein, o aumento de praticantes de sexo anal entre estudantes de liceu e da universidade é um dos exemplos da “pornificação” da educação sexual dos jovens. “Há um estudo no Reino Unido que mostra que são os rapazes que estão a pressionar as raparigas para que façam sexo anal, e fazem-no não como uma forma de partilhar intimidade mas para se gabarem a outros rapazes de que o fizeram”.

A autora aponta ainda o dedo à “erotização da degradação das mulheres”. “Quando objetificamos as pessoas vezes sem conta — especialmente as mulheres — isso faz com que seja mais fácil desumanizá-las, tratá-las mal ou como objetos sexuais. O porno não é o único responsável por isso, mas uma cultura que incessantemente mercantiliza a sexualidade, e em particular a sexualidade feminina, certamente contribui para isso”. Não é uma questão nova. Desde as “guerras da pornografia” nos anos 70 e 80, os argumentos antipornografia geralmente descrevem a desumanização das mulheres, exploradas para mero prazer dos homens. Mas a banalização destes conteúdos na internet impulsionou a criação de novas organizações, como a Stop Porn Culture, liderada pela feminista Gail Dines, que faz campanha pela abolição da pornografia.

“Em muitos aspetos, temos o porno que merecemos — se é sexista é porque reflete o sexismo da sociedade”, considera Nichi Hodgson, jornalista, autora e ativista da liberdade sexual. “Não acho que os homens sejam mais sexistas por causa do porno, ao contrário do que defendem algumas feministas. Acho que estão mais confusos do que alguma vez estiveram sobre aquilo que é permitido excitá-los. Não estão contentes com alguns conteúdos que veem e isso contribui para que se sintam culpados depois. Mas como têm vergonha daquilo a que assistem, isso impede-os de fazer campanha por conteúdos melhores”.

Mais do que banir o porno ou estar preocupado com a sua expansão, a britânica — uma antiga dominatrix, de 34 anos — defende que o que importa realmente é “pô-lo no seu lugar”, criando conteúdos mais criativos e estimulantes. É o que está a tentar fazer Erika Lust, um dos nomes mais reconhecidos da nova pornografia, feita por mulheres para mulheres e também para homens que já não se excitam com os filmes clássicos, cheios de clichés chauvinistas, sexo oral interminável, homens com ereções que duram mais do que uma partida de futebol e penetrações hiper-realistas e forçadas. “A grande maioria do porno online, gratuito, não tem cuidado nenhum, humilha muito a mulher, é violento e mostra uma sexualidade feia e desagradável. Não o entendo bem porque me parece totalmente antiluxúria”, afirmou a sueca, de 40 anos, ao jornal espanhol “El País”.

Em alguns casos, a pornografia parece responsável por arrefecer a libido masculina em relação às mulheres reais e até por provocar problemas de disfunção erétil

Com o marido, a realizadora (cujo verdadeiro nome é Erika Hallqvist) montou em Barcelona uma empresa familiar que produz cinema para adultos independente. O seu primeiro filme, “The Good Girl” (“A Rapariga Boa”), de 2004, foi descarregado mais de dois milhões de vezes em apenas dois meses. O sexo é explícito, mas as semelhanças com a pornografia convencional, muito focada no físico e na penetração, terminam aí. “Há três grandes diferenças: a primeira é que a mulher nos meus filmes está no centro da ação, são histórias contadas na sua perspetiva; a segunda está na estética, que nos meus filmes tem muito mais que ver com o cinema erótico e o cinema independente do que com a pornografia — o porno era assim quando começou, nos anos 70, mas a partir dos 80 tornou-se cada vez mais um produto, perdendo o critério estético; a última diferença são as condições de produção: quando filmamos há um ambiente muito bonito de gravação, não essa sensação típica — de que me falaram muitas atrizes — de um mundo de homens, onde produtores e realizadores até convidam os seus amigos para ver as mulheres, ou se promove o uso de fármacos para garantir a ereção ou potenciar a ejaculação”.

A democratização da tecnologia e a internet massificaram e banalizaram a pornografia, que, em muitos casos, quase parece saída da linha de produção de uma fábrica focada no lucro fácil. Mas, ao mesmo tempo, criaram as condições para o surgimento de um novo caminho, mais feminino, mais positivo, mais realista, mais sexy. Lust está convencida de que a pornografia pode mudar e atrair cada vez mais mulheres (e homens). Só não contem com ela para lhe pôr um travão.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2357, 30 DEZ, 2017

sábado, 30 de dezembro de 2017

O Casal Ventoso espalhou-se por aqui


TOXICODEPENDÊNCIA



LISBOA Sem ‘salas de chuto’, o consumo faz-se entre lixo e insegurança, na Alta de Lisboa, Vale de Alcântara e zona oriental. Por vezes, a morte ganha

O Casal Ventoso espalhou-se por aqui


Fotos e texto Ana Brígida

MORADAS Por fora é uma barraca, por dentro a simulação possível de um lar, com quadros, relógio, almofadas. Há quem apenas se enfie num buraco, ou torne uma ruína de pedra num espaço de partilha do vício. À porta, uma geleira recebe as seringas usadas. Travam-se as doenças mas não há salvação para uma overdose

Sarjetas tapadas com blocos de betão, buracos remendados com tijolos, um bairro demolido. É preciso ir eliminando os locais de consumo de droga da capital. Mas a adição mantém-se e soma, ao mesmo ritmo, novos lugares, no meio da cidade mas longe do olhar de quem nela vive vidas normais.

As ‘salas de chuto’ improvisadas nascem numa linha de comboio, num prédio em construção, num buraco escondido. Ali mora uma existência paralela. A pouca higiene, a falta de segurança e de supervisão médica fazem com que os consumidores lidem diariamente com o risco de contágio de doenças como o VIH ou a morte por overdose. O engenho cria a segurança possível. Há garrafas de plástico e geleiras de praia penduradas em árvores e janelas, depósitos artesanais de seringas que revelam preocupação de quem vive um vício descontrolado.

Numa casa improvisada, nos escombros que restam do Casal Ventoso, estava Luís. Não é o nome dele, mas serve-lhe para aceitar falar. Enquanto fuma o seu cachimbo, lembra-se da Alemanha, da sala de consumo assistido onde esteve. “É completamente diferente. Lá têm sempre enfermeiros ou profissionais. Aqui há falta de esterilização. Ainda ontem morreu um senhor ali ao pé do Banco Alimentar. Se fosse numa sala de injeção assistida não tinha acontecido.”

Foi verdadeira a morte que conta. Estávamos lá. Foi a 5 de dezembro, junto à linha do comboio. No fim de um caminho estreito, cheio de lixo, um rapaz novo, conhecido pelas artes circenses no centro de Lisboa, apoiava um senhor de meia idade caído no chão. Repete várias vezes que chamou o 112, que deve ter injetado cocaína mas que ainda respirava. “Vejam vocês, vejam, respira.”

As psicólogas da associação CRESCER, que dão apoio aos consumidores de rua e faziam ali a ronda, confirmaram o pulso. Um consumidor pragueja, enquanto prepara a sua dose: “Já salvei uns 4 ou 5 assim. Estica-lhe o braço, dá-lhe chapadas, injeta-lhe água com sal.” Chegam dois bombeiros a correr. Mandam embora toda a gente. Rasgam a roupa da vítima, que começara a espumar. Chega a equipa da ambulância. Abrem caixas, tiram tubos, enfiam tubos. Perdem o pulso. Soro, adrenalina. Começa a reanimação. Sete pessoas a executar tarefas diferentes lutam por um batimento. Ouve-se: “Passaram 12 minutos.” Ouve-se um bip contínuo na máquina. Ouve-se: “16 horas e 33 minutos.” Declara-se o óbito. Morreu deitado sobre cápsulas, plásticos, cigarros e pratas, com a seringa ao lado, numa pedra. Três salas de consumo deverão abrir em 2018.

Mais de 1700 pessoas injetam-se em Lisboa
Em 2018, a autarquia vai abrir três ‘salas de chuto’ nas zonas de maior consumo. Uma será móvel


Depois da descida significativa registada no consumo de heroína entre 2007 e 2012, o número de toxicodependentes que usam esta droga manteve-se estável nos últimos cinco anos. De acordo com o mais recente Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas, divulgado em setembro, 0,5% da população portuguesa entre os 15 e os 64 anos — cerca de 33 mil pessoas — já consumiram heroína, sensivelmente o mesmo valor registado em 2012. Há dez anos, no entanto, era mais do dobro: 76 mil (1,1%).

A descida registada nos primeiros anos desta década não deverá, no entanto, repetir-se. O número de novos dependentes de heroína é baixo e o consumo está hoje praticamente circunscrito a uma “bolsa de resistentes” a que as estruturas de tratamento só muito dificilmente conseguem chegar. “São sobretudo antigos consumidores, com um longo percurso de utilização de drogas injetáveis. Muitos estão doentes, com patologias crónicas associadas ao consumo, como o VIH e a hepatite C. Alguns já têm 50, 60 anos e consomem há 20 ou mais. A expectativa de uma reabilitação plena é baixa”, assume João Goulão, diretor do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).

Em Lisboa, estima-se que existam cerca de 1700 consumidores de heroína. O coordenador desta área na Administração Regional de Saúde (ARS), Joaquim Fonseca, admite que o número deverá, no entanto, pecar por defeito: “Há uma população escondida que não conseguimos contabilizar.”

Muitos injetam-se a céu aberto, em prédios abandonados, barracas e descampados, sem condições e com elevados riscos para os próprios e para a saúde pública. É para reduzir estes riscos que a Câmara quer implementar até ao final de 2018 um projeto-piloto de salas de consumo assistido nas zonas da cidade onde se concentram mais toxicodependentes, nomeadamente na Alta de Lisboa, Casal Ventoso e zona oriental. A abertura de ‘salas de chuto’ faz parte do acordo que o presidente da autarquia, Fernando Medina, estabeleceu com o Bloco de Esquerda para garantir a maioria no executivo.

Por recomendação do SICAD, estas salas deverão funcionar em estruturas amovíveis que possam ser facilmente desmontadas e montadas noutros locais. “Deverão ser prefabricados ou contentores com boas condições de climatização que possam ser deslocados para novas zonas, se isso se justificar em função das alterações na geografia dos consumos”, explica João Goulão.

O financiamento destes espaços “deverá ficar a cargo da autarquia, pelo menos durante a fase piloto de implementação”, adianta o responsável.


Quinze anos de polémicas

Ainda que estejam previstas na lei desde 2001, as salas de chuto nunca chegaram a avançar. E não foi por falta de tentativas. Logo nesse ano, o então presidente da Câmara de Lisboa, João Soares, propôs a abertura de uma em Campo de Ourique, mas o projeto foi fortemente contestado pelos moradores e não saiu do papel. Em 2007, Carmona Rodrigues chegou a aprovar a criação de uma ‘sala de chuto’, mas a convocação de eleições antecipadas acabou por travar o projeto.

O assunto voltou a ser abordado no Executivo de António Costa. Em 2014, a abertura de uma sala chegou a ser dada como certa na zona da Mouraria, mas a aprovação do relatório final por parte das autoridades de saúde acabou por arrastar-se durante meses. O sucesso do projeto de requalificação daquela zona e a emergência de novos locais onde passaram a concentrar-se os toxicodependentes levaram, entretanto, a Câmara a desistir da opção da Mouraria.

A maioria injeta há vários anos. A hipótese de reabilitação é baixa. Muitos estão doentes, envelhecidos

Segundo a lei, nas ‘salas de chuto’, o consumo “é da inteira responsabilidade” dos utentes e os técnicos só intervêm numa situação de overdose. O diploma estabelece ainda que estes espaços não podem localizar-se em zonas densamente povoadas e “não devem ser usados por mais de dez pessoas em simultâneo”.

Em toda a Europa, há cerca de 90 salas de consumo assistido, localizadas na Suíça — onde abriu a primeira em 1986 —, Holanda, Alemanha, Espanha, Luxemburgo, Noruega e Dinamarca. Segundo o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), os estudos feitos ao longo dos anos mostram o impacto positivo destes equipamentos. “As salas de consumo assistido podem contribuir para reduzir os riscos relacionados com o consumo de droga, incluindo as mortes por overdose, e podem servir como espaços propícios para estabelecer o contacto entre os consumidores difíceis de alcançar e os serviços de saúde”, frisa o último relatório. 
Joana Pereira Bastos

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2357, 30 DEZ, 2017

POSSO FICAR NA BARRIGA DA MINHA MÃE?


DIÁRIO DE UM PSIQUIATRA 



JOSÉ GAMEIRO



POSSO FICAR NA BARRIGA DA MINHA MÃE?


Com um bocado de sorte, vou ser o primeiro bebé do ano, devo ter direito a qualquer coisa


Está previsto que nasça daqui a dois dias. Vai ser, se tudo correr bem, no primeiro dia de 2018. Com um bocado de sorte, vou ser o primeiro bebé do ano, devo ter direito a qualquer coisa, talvez um passe social para o resto da vida... Os meus pais hesitaram muito em me ter. Pensaram, pensaram, mas não resistiram, e cá estou eu pronto para a vida mas indeciso. Ao longo destes nove meses recebi vários avisos.

“Olha, vais nascer em Portugal, um país pequenino, europeu, cheio de sol, com gente simpática, mas com muitos problemas.”

Não me quiseram preocupar muito, mas disseram-me uma coisa que não me agradou nada.

“Mal saias da barriga da tua mãe, vai-te aparecer um senhor, com um ar duro, que te vai falar de dinheiro.”

Estranhei, mas na minha ingenuidade de criança pensei que me ia começar a dar uma semanada. Explicaram-me que não e contaram-me uma história, como se faz a todas as crianças.

“Quando nós nascemos, no fim dos anos 80, havia muito dinheiro, nós íamos ao banco e era só pedir. No tempo dos teus avós, o petróleo, que era muito barato, triplicou de preço de um dia para o outro. Então, Portugal e outros países tiveram de começar a pedir muito dinheiro emprestado para viverem. E sabes a quem é que iam pedir? Aos mesmos senhores que tinham tido grandes lucros com o aumento do petróleo. Mas nessa altura ainda havia algum controle dos países sobre a sua dívida. Depois houve um senhor americano chamado Reagan que conseguiu que os bancos tivessem liberdade para fazerem o que queriam e como queriam. A malta da massa desinteressou-se de produzir coisas e passou a especular com o dinheiro. A ganância levou a que muitos falissem. Como tinham muito dinheiro de pessoas como nós, os governos ficaram com as dívidas, ou seja, cada um de nós ficou a dever uma pipa de massa.”

Ao ouvir esta conversa fiquei na dúvida se devia nascer, mas já não podia voltar para trás.

“Mas, então, qual vai ser a minha vida?”, perguntei. “Vamos amar-te muito, vamos brincar muito contigo, vamos tentar que tenhas um futuro feliz, mas há uma coisa a que não vais poder fugir: vais ter de pagar, senão eles lixam-te.” “Como?”, perguntei. “Não te emprestam mais dinheiro.” “Ótimo”, disse eu. “Ainda não nasceste e já és ingénuo. Se isso acontecer, passado pouco tempo, eles criam o caos.” “O que é isso?” “Cortam o dinheiro e deixa de haver coisas para viver.” “E os que nos governam o que fazem?” “Oh, meu querido, a política acabou, quem manda nisto são os chamados mercados. Há uns que disfarçam melhor do que outros, mas fazem todos o mesmo, pagam os juros e vão empurrando com a barriga.” “Com a barriga onde eu estou agora?” “Com a barriga de todos nós. Tu, depois de amanhã, quando nasceres, já estás a dever 25 mil euros. Até seres crescido, nós vamos pagando a tua parte, depois pagas tu, se tiveres um bom emprego, tiram-te metade todos os meses. Desculpa termos-te feito isto, mas eles pressionam-nos muito para terem gente para pagar as dívidas dos ricos.”

Posso ficar na barriga da minha mãe, muito quentinho, mais uns anos?

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2357 | 30 DEZ, 2017

2017





Miguel Sousa Tavares


2017


ILUSTRAÇÃO HUGO PINTO
2017 é um ano que não me vai deixar particulares saudades. Sendo que, olhando e meditando sobre as coisas que hoje acontecem, não sei se para a frente haverá muitos anos que venham a ser melhores do que os anteriores. Não se trata de pessimismo militante nem de velhice avançante: trata-se de observar e não entender. Lá, onde eu me sento a olhar o campo e as estrelas à noite, há sinais iniludíveis de que alguma coisa de grave e estranho está a acontecer. É verdade que as ribeiras secas, as barragens vazias, o terreno gretado, podem ser apenas consequência de um ano de seca, ou mesmo dois de seguida — que os há ocasionalmente e eu já vivi vários. Mas nunca tinha assistido ao silêncio absoluto das rãs, ao desaparecimento de toda a espécie de pássaros e aves no horizonte, à morte prematura de tantas árvores, enfim, aos sinais de vida que se vão esfumando. A grande questão é saber se o clima está mesmo a mudar de vez ou se estamos apenas perante um ciclo, repetido e reversível, mas que os homens vêem sempre como ameaça de catástrofe — pois a natureza humana, essa, nunca muda e só raramente é optimista. Mas, na dúvida, seria mais prudente ser pessimista e prestar toda a atenção aos cientistas que, fundados em estatísticas e dados de medição inatacáveis, não têm dúvidas de que estamos a entrar num território desconhecido e perigoso de alterações climáticas. Justamente a pior altura para que a grande nação responsável por 25% dos gazes com efeito de estufa, os Estados Unidos da América, escolhessem para seu Presidente um croupier de casino, obcecado por espelhos dourados e afectado por gritantes problemas do foro psiquiátrico.


“Make America great again”, “Make Britain great again”, “Make Catalunha great again”, “Make Polonia, Roménia, Hungria great again”. E tantos mais. Povos, nações, países, as mais das vezes prósperos e integrados com outros por laços comerciais, tratados e acordos mutuamente vantajosos, que subitamente se querem redescobrir e afirmar grandes e únicos. É estranho que quanto mais os problemas se tornam globais e as soluções eficazes têm de ser encontradas entre todos, mais os nacionalismos e a fatal tentação do isolacionismo ganham terreno. É muito difícil construir uma nação viável, é um trabalho de séculos, que custa sangue, sofrimento, desilusões com as quais se aprende. É muito difícil construir uniões de nações e países que passaram séculos a combater-se, até perceberem que problemas comuns se resolvem melhor com soluções comuns. Mas todo este edifício, laboriosamente erguido, é muito fácil de destruir: num sopro tudo se desmorona. Basta a loucura dos povos ou a irresponsabilidade dos líderes. Quando alguém como Puigdemont passa por herói da independência da Catalunha, Theresa May passa por estadista ou Donald Trump passa por líder do “mundo livre”, devemos ter medo: a loucura dos povos aliou-se à irresponsabilidade dos líderes. E quando o génio se solta da garrafa, será que é possível levá-lo de volta lá para dentro? A nossa história recente, a história da Europa e do mundo, diz-nos que sim, que é possível. Mas vários milhões de mortos e várias catedrais destruídas depois.


2017 foi também o ano em que fomos confrontados com uma devastadora verdade, que todavia estava lá para quem a quisesse ver: o Estado que construímos não presta


Para mim, 2017 ficará sempre como o ano da morte de Mário Soares. E, na minha memória, Mário Soares será sempre único e inimitável. Com todos os seus defeitos, todo o seu abençoado mau feitio e teimosia, ele foi, de facto, o último dos homens políticos que, tantas vezes errado e enganado pelas conjunturas, nunca falhou no essencial. Sabê-lo aqui, ali ao lado, foi sempre para mim uma sensação de conforto e tranquilidade sobre a suja espuma dos dias: enquanto Soares ali estivesse, este país estaria sempre a salvo de várias malfeitorias. Tenho saudades da alegria com que saudava a vida e as amizades, com que enfrentava os perigos e as conveniências, e do crudelíssimo desprezo que votava aos que não respeitava e com quem não condescendia. Foi um homem, enquanto tantos outros apenas vestiram ou vestem calças compridas.


2017 foi também o ano em que fomos confrontados com uma devastadora verdade, que todavia estava lá para quem a quisesse ver: o Estado que construímos não presta. Os 115 mortos dos incêndios de Verão foram a prova final disso, mas o que o demonstrou eloquentemente foi o caminho até lá chegar: dinheiro e mais dinheiro injectado nos bombeiros e nos meios de combate aos incêndios, sem nenhuma verificação sobre a sua necessidade, adequação e preço; uma Protecção Civil que ao menor sopro de vento nos coloca em “estado de alerta laranja”, que no Inverno fornece recomendações tão sábias como sair à rua bem agasalhado e no Verão nos recomenda roupas frescas, chapéus e sombra, mas que, na hora da verdade, falha em toda a linha; e uma política (se assim lhe podemos chamar) de prevenção contra os incêndios que só agora descobriu que a questão do tipo de floresta que temos é determinante — mas que, aposto o que quiserem, em nada de essencial irá mudar, porque os interesses da fileira das celuloses são mais importantes e condicionantes do que 115 mortos e 500 mil hectares ardidos. Porém, não foram só os incêndios: a exemplar história da Raríssimas, apesar dos seus particulares contornos de novela venezuelana, serviu para mostrar como uma invocada boa causa chega para afastar qualquer preocupação de controlo e exigência sobre os dinheiros públicos injectados nas IPSS ou Fundações privadas, financiadas (uma originalidade portuguesa...) com dinheiros públicos. Arranjam-se umas primeiras-damas para apadrinhar, umas medalhas de comendador para certificar a excelência da causa, e siga o vira, porque ninguém se vai preocupar em olhar a coisa mais de perto. Temos excelentes intenções e excelentes e abundantes leis — para tudo e mais alguma coisa. Mas fiscalizar, controlar, pedir contas, acompanhar a execução das leis e das boas intenções — tudo aquilo que dá trabalho e não dá títulos de imprensa — isso já não faz parte dos hábitos do Estado. Até que um dia se descobre que, aqui e ali, o rei vai nu, e é o espanto geral: “rigoroso inquérito”, infalivelmente terminado sem quaisquer responsáveis, e com um debate parlamentar em que o actual Governo acusa o anterior e o anterior acusa este. Como se o Estado — que é a continuidade entre uns e outros e a garantia de que não é dependente de partidos ou maiorias circunstanciais — não existisse.


Enfim, para nós, 2017 é o ano deste século com melhores resultados económicos de que há memória: menos défice, menos juros da dívida, mais emprego, mais crescimento, mais exportações. Mas por alguma difusa razão, que eu partilho, tudo isto parece colado com cuspo e assente em variáveis que não controlamos, excepto uma: a avalanche turística. Forçosamente, teremos de olhar mais além se não queremos que o nosso destino seja o de apostarmos tudo em sermos lar de reformados europeus ou colónia chinesa. A boa conjuntura económica (que é como a saúde boa: um estado passageiro que não augura nada de bom), deveria ser uma rara oportunidade para pensarmos para a frente. Como nos podemos preparar para anos de seca e de potenciais incêndios devastadores? Como podemos lutar contra a desertificação do país? Como nos livraremos da dívida num prazo de 20 anos? Como financiaremos os custos crescentes do envelhecimento populacional e da trágica taxa de natalidade? Como poderemos potenciar tudo aquilo que faz de Portugal um dos melhores países do mundo para viver? Se começar a servir para isso, que venha 2018!


Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia
Jornal Expresso SEMANÁRIO#2357 | 30 DEZ,2017

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Esta é a única forma de pelos menos 103 casais terem um filho

2:59 PARA EXPLICAR O MUNDO


Esta é a única forma de pelos menos 103 casais terem um filho
Todos os dias há casais a ligar para o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida para saber como podem fazer uma gestação de substituição. Os pedidos chegam de Portugal e do estrangeiro. Dois minutos e 59 segundos para explicar o mundo



(Abrir para ver em ecrã completo)

GUIÃO CAROLINA REIS | REALIZAÇÃO ANDRÉ DE ATAYDE | COORDENAÇÃO DE GRAFISMO JAIME FIGUEIREDO | GRAFISMO ANIMADO CARLOS PAES | IMAGEM SIC


Jornal Expresso Quarta - 27 de Dezembro de 2017 

Suburbicon

Suburbicon 







Título original: Suburbicon 

De: George Clooney 
Género: Drama, Mistério 
Outros dados: EUA/GB, 2017, Cores, 105 min.


Gardner Lodge (Matt Damon) é um homem pacato a viver com a mulher e o filho em Suburbicon, um também pacato bairro composto apenas por pessoas brancas, em 1959. Um dia, há um assalto em sua casa e matam a sua mulher. A irmã gémea dela, Margaret (Julianne Moore), vai viver com Gardner e, gradualmente, vai-se transformando na mulher que morreu. A estranheza não fica por aí: a pacatez de Gardner vai-se dissipando entre conflitos com a máfia e com a chegada ao bairro de uma família negra.

Um filme de George Clooney baseado num guião que os irmãos Coen escreveram nos anos 1980, logo a seguir a "Sangue por Sangue", o primeiro filme deles, mas acabaram por não realizar. Foi agora retrabalhado por Clooney e Grant Heslov, colaborador habitual do actor transformado em realizador. PÚBLICO

Trailer



Crítica

O mal escondido no subúrbio


George Clooney não tem mãos para esta sátira negra paredes-meias com o filme de terror, mas aproxima-se do tom escarninho dos irmãos Coen, autores do argumento original.
 

Suburbicon


Jorge Mourinha ⭐⭐



Um j’accuse da América moderna onde as pulsões raciais subterrâneas irrompem à superfície

Era uma vez o subúrbio perfeito da América do pós-guerra, um oásis de conforto pequeno burguês de classe média onde os vizinhos têm sempre um sorriso para o carteiro e os miúdos jogam basebol no jardim das traseiras. Mas como em qualquer paraíso, por mais conformista e confortável que seja, há sempre uma serpente ali mesmo à beira para nos tentar. Em Suburbicon, o subúrbio perfeito, tudo descarrila quando uma família negra se instala na casa ao lado — mas enquanto os habitantes dão largas ao seu racismo, uma das famílias modelo, os Lodge, revelam ser muito mais perversos, com a morte da mãe a fazer parte de um plano do pai e da tia para receberem o seguro da vida e fugir para os trópicos.

Para a sua sexta longa-metragem como realizador, George Clooney foi buscar um guião inédito dos irmãos Coen para falar da maldade que se esconde por trás do conforto suburbano. O plano criminoso de Gardner Lodge transporta todas as marcas registadas do cinema dos Coen, a começar pelo seu olhar escarninho sobre a estupidez e a ganância humanas — mas a sensação com que ficamos é que, na sua forma original, Suburbicon não passaria de uma variação sobre Fargo (e talvez por isso o guião tenha ficado na gaveta). Clooney e o seu cúmplice de sempre, Grant Heslov, retrabalharam o argumento dos Coen e transformaram-no num j’accuse da América moderna onde as pulsões raciais até aqui subterrâneas irromperam à superfície. É uma história perfeita para os dias de Trump, onde as proclamações ultrajantes mascaram o discreto trabalho de sapa de reestruturação das instituições. O subúrbio incendeia-se por causa dos negros que se mudaram para lá, mas esse ânimo racial ao mesmo tempo revela e distrai do verdadeiro mal que se esconde no interior de cada casa: o mal de sentir que se tem automaticamente direito a tudo apenas por se ser quem é um mal que sempre roeu a América por dentro, mas que explode regularmente em pus e ódio.

Clooney tem a cabeça no sítio certo, mas não tem mãos para tanta guitarra: a espaços consegue reproduzir o tom escarninho dos Coen, na última meia hora mostra como poderia ser um óptimo director para um filme de terror. Mas nunca consegue encontrar o meio-termo certo para contar a sua história, nem consegue que os seus actores o acompanhem na ousadia — raras vezes teremos visto Matt Damon tão alheado ou Julianne Moore tão excessiva. Há duas excepções: Noah Jupe, o filho Lodge que vê a sua família desmoronar-se por causa da estupidez do pai, e Oscar Isaac, cujos dez minutos como investigador de seguros electrizam o filme como até aí não conseguira. Clooney ousou demais na história e ousou a menos na forma, e no abismo que separa essas ousadias Suburbicon afunda-se sem apelo nem agravo. É um falhanço honroso, mas um falhanço ainda assim.

Em primeira parte do filme, é exibida a curta-metragem portuguesa A Instalação do Medo, adaptação de um conto de Rui Zink por Ricardo Leite, produzida na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto e vencedora do prémio Sophia Estudante 2017 atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema.
 Público, 27 de Dezembro de 2017

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Falemos do Natal


Falemos do Natal


O pensamento vai para os natais dos tempos dos nossos avós 

 

Caindo, esta semana, a saída da cró­nica na véspera de Natal, era inevi­tável que eu não evocasse, hoje e aqui, os natais portuenses do tempo dos nossos avós. Nos finais do século XIX ainda fun­cionavam os mercados do Anjo e do Bolhão onde, na véspera do grande dia, se concen­travam todas as atenções. As ruas do Porto ofereciam por essa altura um aspeto buliço­so, pitoresco, cheio de animação. Mas era naqueles mercados que o povo se acotove­lava na ânsia das compras de última hora. Nos escaparates das bancas, amontoavam-se os produtos próprios da época e indispen­sáveis para a confeção da tradicional ceia em família.

Mas nas ruas, especialmente nas mais centrais, o movimento não era menor. Ouvia-se por todo o lado o pregão dos vendedores de mel;" Méul, quem compra o méul... É bô p'ra remédios... E é bô pras paridas". Chamavam-se "paridas" às rabanadas.

A partir de certa altura, a Câmara passou a fiscalizar a venda ambulante do mel. Es­tabeleceu, para esse efeito, um mercado que funcionava, durante três dias, na anti­ga Rua do Anjo, ao lado do mercado com o mesmo nome, a atual Rua do Dr. Ferreira da Silva. O mel tinha que ser vendido a peso, mas essa venda era consentida somente "aos donos das colmeias". Os três dias da feira eram reservados exclusivamente ao público em geral. E só depois é que os pro­dutores de mel ficavam autorizados a ven­der a revendedores.

Nesses recuados tempos, o ritual da fes­ta natalícia ainda não havia sido invadido pela febre do consumo, mas já havia o sau­dável costume de oferecer prendas. Que eram, invariavelmente, de grande utilida­de. Por exemplo: à casa de um amigo, que se estimava sobremaneira, mandava-se um bom queijo da serra ou um "costal" de ba­calhau.

Os mais requintados, para se darem ares de que "bebiam do fino", optavam por prendas de primores artísticos, nomeada­mente artigos de doçaria mas de origem es­trangeira, que iam comprar à célebre "Casa Preud Homme", na antiga Rua de Santo An­tónio, hoje de 31 de Janeiro.

Um sítio especialmente procurado pelas donas de casa na véspera de Natal era a fei­ra da hortaliça. Começou por funcionar por 1820, na zona da Cordoaria, à sombra da emblemática Torre dos Clérigos. As vende­deiras, à sua custa, construíram aí as bar­racas de madeira em que atendiam a vasta clientela. E nunca deixaram de pagar o de­vido imposto à Câmara.

Mas um ano, o município, sem dar cava­co às hortaliceiras, resolveu mudar os pos­tos da venda para "o sítio do Correio anti­go", aquele espaço que se abre na con­fluência das ruas da Fábrica, de Avis, do Conde de Vizela e de Santa Teresa. Protes­taram as vendedeiras. Alegaram que o si­tio era impróprio para aquele tipo de ne­gócio e a Câmara acabou por recuar, dan­do razão às vendedeiras e ao considerar que o tal espaço no "Correio antigo era pe­queno e incapaz".

Havia outros mercados tradicionais que nas vésperas de Natal registavam muita concorrência de clientes. Um deles fazia-se na atual Praça de Guilherme Gomes Fer­nandes, à altura designada Praça do Pão ou da Feira do Pão, por se vender ali, em larga escala, este produto de primeira necessi­dade em qualquer regime alimentar.

Pois era neste popular mercado que a população do Porto ia comprar o célebre cacete para o fabrico das fatias de ovos, também conhecidas por "douradas" e que são, nada mais, nada menos, do que as sa­borosas rabanadas.

E havia mercados que eram criados es­pecialmente na quadra natalícia e onde se vendiam exclusivamente produtos que eram fundamentais na mesa da consoada.

Um desses mercados montava-se na Praça da Liberdade, ao redor do Estátua de D. Pedro. Vendiam-se aí, exclusivamente, doces como pão de ló coberto "em forma de corações com pombinhas, levando no bico uma espécie de sobrescrito em que se punha uma dedicatória apropriada". Era ainda neste espaço que montavam as suas bancas os vendedores de pinhões e que também vendiam o rapa, para o entreteni­mento das famílias no final da ceia.

Costume antigo, que perdurou quase até à implantação da República, foi o de consi­derar o dia de Natal como de grande gala para os regimentos militares sediados no Porto. Ainda em 1902, o quartel da Serra do Pilar e o Forte de S. João da Foz "atroaram os ares com as salvas do estilo em louvor do Menino Deus".

É verdade que os tempos estão a mudar. Mas, no Porto, o Natal ainda não perdeu de todo a simbologia litúrgica que o caracteri­za desde tempos muito antigos. É verdade que nas nossas igrejas já não se realizam os autos medievais que foram muito do agra­do dos nossos antepassados. Mas conti­nuam a celebrar-se as tradicionais cerimó­nias litúrgicas próprias da época, com des­taque para a tradicional missa do galo, que se celebra em muitos templos da cidade.


A história do presépio tradicional

Diz uma velha tradição que na basílica de Santa Maria Maior, em Roma, guardadas num cofre de prata, estão as tá­buas da manjedoura que terá servido de berço ao Menino Jesus. Foi S. Francisco de As­sis quem, pela primeira vez, se lembrou de armar uma ré­plica do presépio para que toda a gente pudesse consta­tar da pobreza em que nasce­ra Jesus Cristo. A arte dos presépios em Portugal re­monta a tempos muito recua­dos. A idade de ouro desta arte situa-se, entre nós, no século XVIII, época em que se construíram numerosos pre­sépios destinados a conven­tos, catedrais e simples igre­jas, mas também para casas senhoriais ou simples habita­ções. Há presépios de grande valor artístico, alguns conce­bidos por artistas de alto ga­barito, como é o caso dos de Machado Santos, outros não passam de ingénuas repre­sentações (foto) de índole po­pular. Importante é que em todos eles há uma figura cen­tral: o Menino Jesus deitado sobre humildes palhinhas.


O Natal a 25 de dezembro aparece pela primeira vez no século IV

JORNAL DE NOTÍCIAS, 24 DEZ, 2017 

sábado, 23 de dezembro de 2017

ESCRAVOS DO RIO

AMÊIJOAS


ESCRAVOS DO RIO

São mais de mil. Todos os dias apanham no Tejo toneladas de amêijoas japonesas, contaminadas mas que geram milhões. Não para eles. Tailandeses e romenos são controlados por redes que começam no estuário e terminam na Galiza. Pelo caminho há agressões, armas, furtos, falsificações, fraude fiscal, atentados à saúde pública, exploração laboral e suspeitas de tráfico humano

Texto Raquel Moleiro Fotografias Luís Barra




Até ao dia de Reis é época alta. À saída da água, o quilo da amêijoa japonesa está a valer sete euros, quase o dobro do resto do ano. No estuário do Tejo, junto à Ponte Vasco da Gama, os apanhadores fazem duas marés baixas, calhem de dia ou de noite, estejam ou não em mínimos razoáveis. Avançam rio adentro, apinham barcos que os largam nos cabeços mais distantes e férteis, esticam ao máximo o tempo passado no leito lodoso, às três horas de cada vez até a corrente e o frio ultrapassarem todos os limites de segurança.


Na praia do Samouco, concelho de Alcochete, só se adivinha quantos estão no meio do Tejo pelo incontável número de carros e bicicletas estacionados estrada fora. É como se fosse agosto no Algarve, mas chega-se ao areal e não se vê vivalma. O cais de palafita quase vazio, a água sem ninguém até onde a vista alcança, os barracões fechados, os balneários públicos também. Calcorreia-se a língua de areia ao longo da Base Aérea nº 6 e ainda nada. E de repente, pelos trilhos que a baixa-mar abre no rio, surge uma primeira pessoa a caminhar para terra, depois duas, dez, dezenas, centenas, várias centenas, de certeza quase um milhar, num cortejo interminável como se do êxodo bíblico se tratasse, em que o Tejo vazio de água faz a vez do Mar Vermelho e os mariscadores de hebreus. A maré começa a encher. É hora de sair.


Mais uns passos e os vultos passam a gente, gente jovem, alguns certamente menores, algumas mulheres mas principalmente homens a compor a maralha. Caminham quase em silêncio, calados pelo cansaço, curvados pela posição das últimas horas — de olhos pregados ao chão e ancinho na mão a escarafunchar a lama — e pelo peso das amêijoas que transportam às costas, em mochilas de campismo. Uns ainda trazem ao ombro uma ganchorra manual, espécie de arado que raspa com garras de aço inoxidável o fundo do rio e que garante maior apanha, mas que os obriga a trabalhar com água acima da cintura.

Marcha Um milhar de apanhadores, num cortejo interminável como se do êxodo bíblico se tratasse, em que o Tejo vazio de água faz a vez do Mar Vermelho e os mariscadores de hebreus. A maré começa a encher. É hora de sair

Num dia bom, por maré, cada um pode apanhar 30 quilos de bivalves, são 210 euros limpos, 420 por dia se bisarem a baixa-mar, mais de 13 mil por mês se cumprissem os 31 dias de dezembro sem folgas. Uns passos mais, já no areal, quase olhos nos olhos e percebe-se que estes não são os ganhos dos apanhadores. Os fatos de mergulho, para quem os usa, estão gastos e remendados. Há quem se proteja da água só com galochas. Há quem vá de ténis. Há mulheres idosas de saias compridas e saca à cabeça. Há uma jovem grávida com uma menina ao colo a dormir. A acompanhá-las outra mulher, com dois baldes na mão: um para os bivalves, outro da Hello Kitty para a criança brincar.


Não querem falar. Nenhum quis. “Não português.” Não querem fotografias. “Não, foto não.” São maioritariamente imigrantes, quase todos da Roménia e alguns (em crescimento) da Tailândia. A custo, e por negociação gestual, um aceita mostrar o que carrega, ceder uma amêijoa, das grandes. Tem medo nos olhos, que não param de procurar quem possa estar de olho nele. Não ficou ali nem um minuto. Os poucos portugueses que aparecem repetem a recusa, dirigindo-se apressadamente para os barracões que já abriram. À porta há agora uma balança industrial e seguranças informais. Milhares de notas mudam de mão, com armas para assegurar que se mantêm nas certas. “Não há aqui nada para ver. Não há aqui negócio nenhum. É só para o petisco do Natal. Mas se quiser comprar eu vendo”, avançam em tom ríspido.


Todos sabem que tudo ali é ilegal. Não podem apanhar amêijoa porque não têm licença — sem licença só podem recolher até cinco quilos à mão —, e mesmo que a tivessem não podiam vender a amêijoa para consumo humano. Aquela zona do estuário do Tejo está classificada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) como classe sanitária C, o que significa que os bivalves só podem ser usados para transformação em unidade industrial, a altas temperaturas, ou destinados a transposição prolongada numa depuradora em meio natural, que não existe em Portugal. Estão contaminados com índices elevados de E.coli que podem provocar intoxicação diarreica, fora os metais e metaloides tóxicos acumulados (zinco, chumbo, arsénio, mercúrio, níquel) por décadas de exploração industrial que desaguava no estuário.


As casas não são casas, são uma dúzia de armazéns convertidos. Paredes de betão e piso de pedra transformados em habitação permanente open space, cada uma com seis a sete moradores

“Em vez disso são ensacadas sem controlo sanitário e vendidas na quase totalidade em Espanha, onde ganham selo de origem galega e entram legais no circuito alimentar. É um negócio de muitos milhões, em que os apanhadores são seguramente o elo que menos ganha. Até há quem tenha deixado o tráfico de droga pela amêijoa: tem menos riscos e lucros semelhantes”, explica Manuel Faustino, chefe do Serviço de Investigação Criminal da Polícia Marítima, que acompanha o fenómeno desde 2012.


Por dia são retiradas do Tejo cerca de 20 a 30 toneladas de amêijoa — além dos apanhadores apeados, há mergulhadores de apneia e botija e barcos com ganchorras XXL —, com um valor atual de 120 mil euros. Num ano, a um preço médio de quatro euros o quilo, podem atingir os 30 milhões de euros. Em Espanha o valor duplica. E é por esse bis que trabalha a dezena de cabecilhas, portugueses, que opera no estuário.


A acumulação de indícios da existência de uma estrutura organizada de âmbito transnacional e a multiplicação de crimes conexos — furto de embarcações e motores, furtos de botijas de oxigénio hospitalar, posse ilegal de armas ilegais, exploração laboral, tentativas de homicídio... — levaram mesmo os Serviços de Informação e Segurança (SIS) a elaborar, em maio deste ano, um relatório de análise de risco, entregue ao primeiro-ministro, António Costa, organismos judiciais, órgãos de polícia criminal e entidades implicadas no fenómeno. O documento alerta para a transversalidade do crime, impacto económico e potencial relação com tráfico de droga e de seres humanos.


Só a Polícia Marítima (PM) tem seis inquéritos a correr no âmbito da apanha ilegal de amêijoa japonesa no Tejo, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) dois, a que se somam investigações, apreensões e processos da Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), da Guarda Nacional Republicana (GNR), Autoridade Tributária (AT) e Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em risco (CPCJ). “Após o relatório do SIS, a procuradora-geral-distrital de Lisboa, Maria José Morgado, recomendou aos coordenadores do Ministério Público desta área a especial atenção para o fenómeno e a eventual concentração de processos relacionados, para que se perceba a verdadeira dimensão”, relembra o chefe Faustino.


A rede (ou redes) está montada em escalões, de baixo para cima. Na base, está o milhar de apanhadores que trabalha e vende obrigatoriamente para determinados intermediários, a quem estão presos por dívidas e coação. Cada dois ou três intermediários, donos de armazéns (como os da praia) e embarcações (algumas furtadas), servem cada um dos líderes, proprietários de empresas de importação e exportação de peixe vivo e mariscos, com frotas de carrinhas que asseguram o transporte da amêijoa até à Galiza.

Vida Nos barracões de que é feita a improvisada aldeia, ninguém fala português, apesar de as plantas aromáticas crescidas e a criação de perdizes e galinhas indicarem que já lá estão há algum tempo, talvez ano e meio. Comunicam por sorrisos






“As firmas são legais mas a única coisa que comercializam é amêijoa japonesa. Ou seja, o objeto da firma é lícito mas a prática material é ilícita. A falsificação começa em Portugal com a emissão de guias de transporte falsas com local de captura também falso: em vez do Tejo colocam Sado, que é classe B. Em Espanha, como a amêijoa não saiu com documentos oficiais, essas guias são destruídas e é emitida nova documentação nos viveiros, em que o bivalve passa a ser do Atlântico Norte ou da Galiza”, explica o chefe Faustino, adiantando que estão já identificadas duas dezenas de empresas recetadoras no norte de Espanha, que falsificam a origem dos bivalves do Tejo. De um lado e do outro da fronteira não há impostos nem rendimentos a declarar: é isso que dá valor de droga à amêijoa.


Dos inquéritos e da cooperação ibérica a Polícia Marítima não fala. Está tudo em segredo de justiça. Num meio pequeno como o Samouco, pouco mais de três mil habitantes, não dá para ser de outra forma. Toda a gente é amiga de alguém que vive do negócio, e entre os implicados há desde antigos pescadores a autoridades no ativo. Já bastam os fóruns na internet onde são divulgadas as matrículas de todos os carros da PM, os rádios apreendidos sintonizados nas frequências das autoridades ou os vigias pagos ao dia, estrategicamente colocados nas duas margens do rio — no parque do Trancão (Expo) e na praia de Alcochete.


Pela freguesia há dezenas de armazéns ocultos, onde até se escondem câmaras frigoríficas e pontos de abastecimento de gasóleo para que as carrinhas não levantem suspeitas nas bombas de combustível. Os próprios veículos são camuflados. Um cabecilha de Chelas, condenado em setembro a cinco anos de pena suspensa por falsificação de documentos e corrupção de substâncias alimentares, transportava a amêijoa para Espanha numa carrinha de Medicamentos Urgentes, que tinha no interior um sofisticado sistema de água corrente, tanques e refrigeração, para garantir que a amêijoa chegava viva a San Sebastián, onde tinha o recetor.


“Nestas semanas das festas todos os dias partem carrinhas, cada uma com 1400, 1500 quilos de amêijoa”, explica o agente José Gabriel, da Unidade de Investigação da PM. Longe vão os dias dos grandes carregamentos. “Em 2013 fizemos uma apreensão de 24 toneladas em Loures, que representou um prejuízo de mais de 90 mil euros. Desde então repartem a carga e usam veículos mais pequenos”, revela.


A última operação relacionada com a amêijoa japonesa realizou-se a 13 deste mês e juntou Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Polícia Marítima. Na sequência de várias denúncias, o SEF abriu um inquérito em outubro relacionado com um grupo crescente de tailandeses identificado na apanha da amêijoa — serão cerca de 150 pessoas —, à volta do qual se adensavam indícios de exploração laboral, maus-tratos e tráfico de seres humanos.


Em domínio de romenos, até na água, pejada de pequeninos pontos humanos, os asiáticos saltam à vista. Homens e mulheres têm sempre a cabeça e o rosto envoltos em lenços, a que acrescentam um chapéu de abas largas, como se estivessem enfiados em arrozais. É cultural: não querem a pele mais escura e o sol refletido durante horas no rio tisnas-lhes a tez. Alguns barram o rosto com tanaka, uma pasta amarelo-claro protetora, tradicional da vizinha Birmânia. Chegam e partem do rio em bicicletas. É só segui-los pelo atalho ao lado da base aérea para chegar ao local onde estão a morar, um lote industrial, paredes-meias com o cemitério.


As casas não são casas, são uma dúzia de armazéns convertidos, são paredes de betão e piso de pedra transformados em habitação permanente open space, cada uma com seis a sete moradores. Não há divisões, há tendas de campismo montadas no chão, individuais e familiares, há uma autocaravana com calendários desnudos, há colchões poisados, paredes feitas de lençóis, cozinhas improvisadas e sujas, pacotes de vinho branco e maços de tabaco em cada canto, uma mercearia paralela. Na rua, estruturas construídas com canas de bambu servem de estendal aos fatos de mergulho e roupas encharcadas. Não há como esconder em que trabalham.

Prazo Os criminosos tem menos de um ano para explorar o rio. Segunda-feira é dia de Natal. Às primeiras horas da madrugada, o estuário vai encher-se de pontos luminosos, espécie de pirilampos espalhados ao acaso, concentrados nas imediações da Ponte Vasco da Gama


Ninguém fala português, apesar de as plantas aromáticas crescidas e a criação de perdizes e galinhas indicarem que já lá estão há algum tempo, talvez ano e meio. Comunicam por sorrisos, convidam a entrar, riem com a tosse dos jornalistas incapazes de respirar devido às malaguetas que um deles torra no lume. No chão de uma das residências, um caixote de cartão diz o que eles não conseguem: Product of Thailand.


No dia da operação policial, que incluiu elementos da Unidade Antitráfico de Pessoas da Direção Central de Investigação do SEF, mantiveram o silêncio mas não o sorriso. Estão todos legais em Portugal, com cartões de residência provisória, mas nem todos isentos de culpa. A atividade que praticam é ilegal e a abertura de um dos portões verdes revelou um armazém clandestino, de recetação e expedição, com mesa de separação de bivalves, balança e uma arca frigorífica onde estavam 22 sacas de amêijoa, num total de 660 quilos, avaliados em mais de 4500 euros, apreendidos pela Polícia Marítima. Aí só vivia um tailandês. A exclusividade do dormitório, a responsabilidade da guarda, a forma mais cuidada de vestir — calçado e de pullover, a mostrar que não vai às marés —, a posse de um carro português, denunciou-o como encarregado, intermediário do intermediário que explora a comunidade. Quem os explora é um português, ou vários. A investigação é recente, ainda há muito por apurar.


Oriundos do leste da Tailândia, entraram legalmente em Portugal para trabalhar na agricultura, contratados para a apanha de frutos em quintas da zona Oeste e Alentejo. A cada fim de campanha foram para a próxima e acabaram ali, ainda não se sabe bem como ou através de quem. Em processos anteriores, ficou provado que a vulnerabilidade dos tailandeses atrai os traficantes. Pouco instruídos, pobres, não têm noção da exploração. Quem tinha pouco no seu país não se importa de trabalhar por quase nada, que é mais do que alguma vez teve. E são conhecidos por trabalharem muito e sem reclamar. É a mistura perfeita.


O controlo sobre eles terá sido posterior à sua chegada ao Samouco. São obrigados a fazer duas marés por dia e é definida a quantidade de amêijoa grande — a mais valiosa, existente nos bancos mais inacessíveis — que têm de apanhar e entregar apenas a determinado intermediário. A mais pequena podem negociá-la desde que não afete a quota estabelecida. O incumprimento da última regra deixou recentemente uma tailandesa com uma perna e um braço engessados.


Para dormirem nos armazéns, propriedade de uma conhecida família do Samouco, pagam 70 euros cada um. Os donos foram lá chamados no dia da operação do SEF, disseram-se beneméritos, que só estavam a ajudar, que não cobram luz nem água, mas alugam cada garagem, como se uma casa fosse, a €240 euros por mês — e são uma dúzia com lotação esgotada, o que já obrigou à dispersão por uma quinta na freguesia e por alguns apartamentos.


A situação de domínio sobre os romenos não é muito diferente. Chegaram ao Samouco há vários anos para trabalhar na agricultura, ajudados por um acordo de geminação com uma cidade da Roménia. Começaram a ser notados na apanha em 2012, 2013, empurrados pela crise económica que os deixou sem trabalho. Pode, aliás, dizer-se que foi a troika que impulsionou a exploração ilegal no estuário do Tejo: a amêijoa, originária do Japão, já andava por lá desde o início do século XXI, introduzida por pescadores, tornando-se rapidamente invasora, graças ao longo ciclo reprodutivo e grande fecundidade.


Um estudo do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e do MARE apurou que o consumo dos bivalves do Tejo pode constituir um risco para a saúde


Hoje, a comunidade romena é dominante nas águas, alimentada semanalmente por camionetas que trazem de Satu Mare 46 pessoas de cada vez, angariadas por passa-palavra comunitário e anúncios em jornais romenos para “Trabalhar na Fábrica da Amêijoa do Samouco”. Chega um autocarro todos os domingos por volta da hora do almoço ao estacionamento do supermercado E.Leclerc do Montijo. O congénere que gere a rota de imigração distribui-os depois por apartamentos, sete a oito em cada casa, entrega-lhes a ganchorra, o fato de mergulho, tudo somado numa conta que os prende. “Estão livres, legais em Portugal, têm com eles a documentação, mas há um domínio através da dívida que contraíram e que lhes reduz os ganhos diários e os obriga a vender exclusivamente ao credor”, explica o chefe José Faustino.


Só as ganchorras custam 600 euros cada. Numa operação, a PM desmantelou um armazém com cerca de 30, cada uma com um papelinho com o nome do mariscador, quase todos romenos. Uma vez no rio têm ainda que pagar cinco euros cada para entrarem nos barcos, também propriedade do credor, que os levam para mais longe. Parecem refugiados, 10, 20, 30 em cada embarcação, corpos apertados entre aparelhos de faina, mochilas e sacas. Os que trabalham como mergulhadores — maioritariamente em Alcochete — tentam economizar nos gastos e muitos usam botijas artesanais, que não são mais do que garrafas de imperial de pressão a que adaptam um redutor e enchem de oxigénio, vindo de botijas roubadas nos hospitais.


No único levantamento abrangente sobre a negócio ilegal no estuário, realizado entre janeiro e dezembro de 2015 por seis investigadores do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) da Universidade Nova de Lisboa, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Universidade de Lisboa e do IPMA, apurou-se que existiriam então 35 intermediários e mais de 1700 mariscadores, quase todos homens, concentrados na cala do Montijo e no Samouco. “A maioria das capturas tem como destino Espanha, por canais ilegais, sendo os benefícios deslocalizados para aquele país. A elevada importância socioeconómica direta desta atividade é largamente reconhecida, requerendo a adoção de medidas de gestão e regulamentação específica para a pesca deste bivalve”, concluem no relatório, entregue ao Ministério do Ambiente.


Este ano, um estudo do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro e do MARE, dedicado unicamente à análise da contaminação da amêijoa japónica do Tejo por metais e metaloides, apurou que a ingestão destes bivalves pode constituir um risco para a saúde. Mesmo os que são apanhados nas zonas com baixa contaminação dos sedimentos, sendo que, “basta um consumo inferior a um quilo de amêijoas por semana para haver consequências na saúde”. Na sequência destas conclusões, as duas cientistas envolvidas recomendam que “a identificação de áreas de risco elevado para a apanha de amêijoa para consumo humano seja considerada com seriedade pelas autoridades locais e pelos pescadores”.


A resposta oficial chegou em julho, pela ministra do Mar. Ana Paula Vitorino anunciou a criação da primeira central de depósito, transposição e valorização de bivalves do país, na antiga central da EDP, no Lavradio (Barreiro), para possibilitar a comercialização dos recursos do Tejo em condições de salubridade. Financiada pelo Mar2020, tem data de abertura marcada para o segundo semestre de 2018. A medida vem acompanhada de um novo Plano Sanitário do Estuário do Tejo, a realizar pelo IPMA, e da monitorização da zona em diferentes pontos, que poderá alterar as classificações atuais de proibição.


Se resultar, o crime tem menos de um ano para explorar o rio. Segunda-feira é dia de natal. Nas primeiras horas da madrugada, o estuário vai encher-se de pontos luminosos, espécie de pirilampos espalhados ao acaso, concentrados aqui e ali nas imediações da Ponte Vasco da Gama. Mas não há nada de festivo na imagem. A maré baixa apanha a noite e os apanhadores rumarão ao rio com luzes de mineiro na cabeça a apontar ao lodo. Até ao dia de Reis é época alta. E esta poderá ser a última.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2356, 23 DEZ, 2017

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